CategoriesConexões Inteligentes,  Pro

Como as empresas estão acelerando a revolução da Internet das Coisas

Com a expansão da Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) em todos os setores, os dados estão se tornando a moeda da inovação. As organizações têm quase que uma obrigação de adotar tecnologias rapidamente, desenvolver competências digitais e oferecer novos serviços de valor agregado que atendam a seu ecossistema mais amplo. A manufatura é um setor em que a IoT tem um impacto transformador, mas também exige que muitas empresas se unam para que a tecnologia seja eficaz. 

Para garantir uma manufatura baseada em conexões inteligentes é preciso entender que a responsabilidade por essa transformação é de todas as frentes de uma organização, e não apenas da equipe de TI, manufatura ou da Diretoria/Presidência. Todas as áreas devem ser envolvidas para identificar as reais necessidades e viabilidade para a transformação.  

Muitas vezes é necessário começar pequeno e escalar as soluções aos poucos, buscar parcerias e alianças estratégicas, se espelhar em cases de sucesso, identificar as camadas e profundidade do controle das operações e realizar testes para corrigir os erros com rapidez. O conjunto de tecnologias envolvidas na IoT permitirá às empresas uma visão granular de objetos, pessoas e operações, bem como gerar ações com maior valor agregado. 

Líderes de negócios enfrentam hoje diversos desafios: economizar recursos, aumentar a lucratividade, reduzir o desperdício, automatizar para prever erros e atrasos, acelerar a produção para trabalhar em função da cadeia de valor, digitalizar fluxos que eram feitos no papel, conseguir intervir rapidamente em casos de problemas da produção, e muito mais. A necessidade é tão grande que a maior parte dos investimentos feitos em IoT pela indústria são relacionados a operação, dos processos à logística, e gestão do inventário. 

E como as empresas estão acelerando essa revolução? Aproveitando as capacidades de: 

Conexões inteligentes

Permitem a conectividade e comunicação segura entre máquinas e equipamentos nos processos produtivos que trazem transparência e controle na produção jamais imaginados, dados reais a todo momento, facilitando planejamentos e tomadas de decisão. 

Troca de dados

Clientes e fornecedores podem trocar informações em tempo real para antecipar demandas e proporcionar equilíbrio aos processos produtivos. 

Sensoriamento remoto e manutenção 

Sistemas com sensores ligados a conexões inteligentes conseguem monitorar e detectar pequenos desvios de funcionamento do maquinário, permitindo que o profissional antecipe suas ações. Se todo o sistema industrial está conectado e pode ser monitorado, é possível programar alertas, dar o suporte às máquinas antes de falharem e, ainda, monitorar em tempo real e diagnosticar de forma mais rápida os problemas, mesmo que os engenheiros não estejam no chão da fábrica. Com essa visão, abre-se uma oportunidade para os empreendedores na criação de serviços de manutenção inteligente e prevenção de falhas na linha de produção. Agora, com os sensores instalados nas fábricas e as análises feitas praticamente em tempo real, é possível fazer a manutenção preditiva dos aparelhos. 

Customização

A IoT oferece opções de customização, onde o consumidor pode interagir com aplicativos e escolher opções mais adequadas, resultando em personalização de produtos e embalagens. O alto grau de personalização, em uma escala de produção, também é uma das mudanças que vai impactar diretamente a indústria nos próximos anos. Durante um tempo, ter algumas cores disponíveis do mesmo tênis já era o suficiente; agora nós queremos customizá-los do nosso jeito. Uma evolução disso é a capacidade do consumidor interagir com a marca e sua linha de produção por meio de plataformas digitais que personalizam os produtos, diminuem a distância entre produção e entrega e possibilitam a cocriação. Em várias indústrias, isso já acontece, mas a capacidade de escalar e personalizar no mesmo nível de uma produção massiva ainda é um desafio que a automação industrial se propõe a resolver. 

Integração 

Permite a integração entre pessoas e máquinas em trabalhos mais complexos, em que o robô executa a parte mais difícil, enquanto o funcionário atua em complemento. 

Impressão 3D

A manufatura aditiva possibilita a produção de peças via impressoras 3D, que moldam o produto por meio de adição de matéria-prima, sem o uso de moldes físicos. 

Simulação

Por meio de simulação, os operadores testam e otimizam o processo e produtos ainda na fase de concepção, diminuindo os custos e o tempo de criação. 

Cloud

O recurso da computação na nuvem proporciona a digitalização de produtos e processos produtivos. 

Big Data

Por meio do Big Data e ferramentas de Analytics o sistema identifica falhas nos processos, ajuda a otimizar a qualidade da produção, economiza energia e torna mais eficiente a utilização de recursos. 

TI + Manufatura

Os sistemas de tecnologia da informação (TI), juntas com as tecnologias operacionais (TO), integram uma cadeia de valor automatizada, por meio da digitalização de dados. 

Realidade Virtual / Realidade Aumentada 

Integração simultânea do ambiente real e virtual por meio da realidade aumentada, tecnologia que proporciona a exibição de imagens virtuais no ambiente real. 

Segurança de dados 

Com a implementações de mais soluções de IoT, é preciso investir em cibersegurança, pois como há muitos equipamentos conectados e a internet é um ambiente aberto, são necessários não só procedimentos de governança de TI, mas de padrões que garantam uma rede segura. 

CategoriesBeginner,  Excelência Operacional,  Melhoria Contínua

Como a tecnologia está levando os processos produtivos ao próximo nível

Em um sistema econômico fortemente competitivo, as empresas são levadas a melhorar permanentemente os seus processos produtivosA busca pela melhoria contínua é uma estratégia fundamental para racionalizar custos, ganhar maior eficiência no processo produtivo, oferecer produtos novos – com melhor desempenho ou maior funcionalidade -, mantendo-se à frente dos concorrentes e ampliando a participação no mercado. Portanto, a capacitação tecnológica é o caminho para se conseguir responder às pressões competitivas. 

A tecnologia faz parte do dia a dia das empresas. E o objetivo é que os colaboradores entendam a tecnologia embutida nos produtos e serviços, a utilizada para produzi-los, a empregada no controle do processo produtivo e a que organiza a gestão do negócio.  

Mas tecnologia, que está levando os processos produtivos ao próximo nível, é muito mais que apenas equipamentos, máquinas e computadores. Uma empresa funciona a partir da operação de dois sistemas que dependem um do outro de várias maneiras. Existe um sistema técnico, formado pelos equipamentos, ferramentas e processos utilizados para realizar cada tarefa. Existe também um sistema social, com suas necessidades, expectativas e sentimentos sobre o trabalho. Os dois sistemas são simultaneamente otimizados quando os requisitos da tecnologia e as necessidades das pessoas são atendidos conjuntamente.  

E essa união entre o homem e a tecnologia é o primeiro ponto que está transformando os processos produtivos. Trabalhar juntos. Parece um conceito simples, mas nem sempre funciona dessa maneira. Fazer sua equipe trabalhar em conjunto durante momentos de mudança pode ser difícil.  

É preciso mostrar que a automação não substituirá o trabalho em equipe e criar um senso de responsabilidade e pertencimento entre a equipe. Para otimizar os processos produtivos a equipe deve ter a liberdade de colaborar através do uso de tecnologias inovadoras e intuitivas, de forma alinhada com a melhoria contínua. 

Uma nova realidade

 Inovadoras tecnologias e sistemas de gestão de ativos e de logística estão transformando os processos produtivos e cada vez mais as empresas percebem seus benefícios para os processos produtivos e implantação de uma cultura de melhoria contínua.  

Uma das principais razões para investir em inovadoras tecnologias está na possibilidade de implantar eficientes estratégias de manutenção de ativos e reduzir o tempo de inatividade. Identificar possíveis falhas antes que ocorra uma parada é vital para manter a competitividade. Quanto mais rápido você detectar o problema, menor será o impacto na sua produção. 

Um benefício adicional da detecção precoce de problemas também pode ser a segurança dos funcionários.  

Além disso, com inovadores sistema de gestão de ativos que coletam e analisam dados enviados pelos sensores embarcados nos equipamentos e dispositivos de IoT (Internet das Coisas) é possível fazer o monitoramento e o controle remoto de equipamentos críticos, reduzindo o tempo de inatividade e custos.  

Essa capacidade de monitoramento também permite ter total visibilidade da condição do ativo, o que é importante não apenas para reduzir o tempo de parada, mas também para reduzir erros e defeitos na produção.  

As tecnologias digitais, quando são aplicadas de forma ampla na atividade industrial, produzem benefícios como aumento da eficiência operacional e redução de custos, flexibilização das linhas de produção e redução dos prazos de lançamento de produtos, além de criação de produtos, serviços digitais e modelos de negócio.  

A implementação das tecnologias que levam os processos produtivos a um novo patamar é decisiva para a competitividade das empresas e para a maior integração às cadeias globais de valor. E essa é a percepção dos líderes de negócios, segundo estudo da CNI (Confederação Nacional da Indústria) – Investimentos em Indústria 4.0 – que aponta qual é o foco dos investimentos em tecnologias digitais: 

Segundo o estudo da CNI, esse movimento contribui para o crescimento da indústria no Brasil. O percentual das empresas que pretende investir em tecnologias digitais é maior entre as empresas cujo investimento tem como objetivo principal introduzir um produto novo, ou introduzir um processo produtivo novo ou melhoria contínua. 

Ainda de acordo com a CNI, com relação à natureza do investimento, entre as empresas cujo principal investimento consiste na aquisição de novas tecnologias, quase oito em cada dez (77%) pretendem investir em tecnologias digitais. Entre as empresas cujo principal investimento consiste na aquisição de máquinas e equipamentos ou na melhoria da gestão do negócio, os percentuais são menores, mas também significativos (60% e 56%, respectivamente), mostrando como as empresas estão apostando nas tecnologias para levar os processos produtivos ao próximo nível.  

Quer saber mais como a tecnologia, com sistemas de gestão de ativos que tornam os processos digitais e mais eficientes, baseado em melhoria contínua, e também sistemas de gestão de logística que integram processos e entregam uma visão global vão levar os seus processos produtivos ao próximo nível – a IndustryNxT? Entre com contato com os especialistas da Atech. 

CategoriesAgronegócios,  Gestão de Ativos,  Pro

Saiba como um software de gestão de ativos melhora a estratégia de manutenção no agronegócio

A digitalização tem avançado a passos largos no agronegócio e os investimentos em infraestrutura e em tecnologias como um software de gestão de ativos são apontados como fundamentais para atingir o patamar da agricultura 4.0 – a fazenda digital 

As fazendas digitais contam com dados integrados, em que as próprias máquinas e/ou equipamentos enviam informações via internet para um banco de dados central que fornece uma base de dados que, analisados, entregam insights valiosos para a tomada de decisões em todo o negócio, inclusive para uma eficiente estratégia de manutenção no agronegócio. 

O conceito 4.0, que em primeiro lugar foi adotado pelo setor de manufatura, leva para o campo um novo modelo de maquinário com diversas tecnologias de Internet das Coisas embarcadas, que demandam novos modelos de gestão e de manutenção, baseados na análise dos dados enviados em tempo real sobre o seu desempenho e condição. Essa inteligência é fundamental para que os especialistas possam implantar eficientes estratégias de manutenção no agronegócio.  

A importância da tecnologia para alcançar a AgriculturaNxT

Durante o Fórum Atech, realizado no final de outubro, Walter Maccheroni, head de Inovação do Grupo São Martinho, uma das maiores empresas do setor sucroenergético, destacou que a tecnologia no agronegócio é fundamental para manter a competitividade, já que “muitas vezes temos um aumento no custo dos insumos que não é acompanhado por um aumento na produtividade”.  

E Fabio Vieira, gerente de desenvolvimento e produto da Atech, em entrevista ao programa “Bem da Terra”, ressaltou que com a alta mecanização no campo, surge a necessidade de cuidar desses ativos. “Desenvolvemos as mais inovadoras soluções e software de gestão de ativos, que atendem a negócios de todos os portes”. 

Os gestores atualmente precisam cumprir três etapas para manter a confiabilidade e disponibilidade de seus ativos: 

Monitorar muito bem esses ativos 

Gerenciar as atividades para cuidar desses ativos 

Definir estratégias para cuidar desses ativos 

“Tudo isso vem ao encontro da tecnologia que oferecemos ao mercado”, diz Fabio. “Cuidar dos ativos é primordial. A dependência dos ativos é tão grande que é preciso implantar eficientes estratégias para manter tudo funcionando”. 

Dados transformados em inteligência

Com a adoção de tecnologias de IoT, os gestores do agronegócio esperam minimizar perdas, ajustar processos e maximizar resultados. Com a Internet das Coisas e um software de gestão de ativosé possível corrigir processos e evitar perdas, assim como garantir a confiabilidade e a disponibilidade do maquinário. 

Para crescer em um ambiente tão sujeito a variações como o setor agrícola, a informação é o principal insumo e mais do que nunca são os dados dos sensores embarcados em máquinas e equipamentos que vão permitir ao gestor tomar decisões mais assertivas sobre a estratégia de operação no campo, manutenção e também sobre as necessidades do negócio. 

“Mas o dado, por si só, não traz o poder de decisão que o gestor precisa”, ressalta Fabio. “É preciso trabalhar aquele dado para gerar informação e, então, tomar uma decisão. Quando o gestor recebe um grande volume de dados provenientes dos sensores embarcados nos equipamentos, é preciso ter na outra ponta a inteligência para trabalhar com esses dados”. 

Essa inteligência vem de um software de gestão de ativos, como a plataforma OKTO desenvolvida pela Atech, com tecnologias que dão controle de ponta a ponta dos processos de manutenção no agronegócio de forma simples e integrada.  

Inclusive, a usabilidade do sistema está sempre no radar dos especialistas da Atech. “Trabalhamos constantemente a questão da usabilidade. A tecnologia tem que ser simples e acessível. A nossa intenção é que qualquer pessoa que tenha contato com o nosso sistema tenha uma ótima experiência e consiga interagir com a tecnologia de uma forma tranquila, sem precisar consultar técnicos. Tudo deve ser realizado de forma intuitiva e amigável, de modo a que o gestor possa tomar a melhor decisão. O nosso objetivo é que o gestor vá além da informação, e tenha uma verdadeira experiência, um olhar holístico”, diz Fabio. 

A transformação digital no agronegócio

Tecnologias para automação de processos vêm continuamente impactando o cenário geral de produção de bens, por meio do aumento específico de produtividade, da diminuição de falhas associadas a erro humano, da redução do trabalho repetitivo e de riscos operacionais, entre outros impactos gerais. No setor agropecuário, a automação de alguns processos específicos – como a gestão de ativos – vem aumentando, com perspectivas de intensificação e expansão no mundo e no Brasil nas próximas duas décadas. 

Essa intensificação da automação das atividades agrícolas, atrelada a outros aspectos da denominada AgriculturaNxT – como a utilização de sensores, melhores soluções de conectividade –, resultará em um aumento da produtividade e sistemas de produção mais eficientes e, também, na maior eficiência da manutenção no agronegócio, reduzindo custos, já que a gestão de ativos é um dos principais centros de custo do setor, composto basicamente por: 

Materiais e insumos – materiais brutos ou trabalhados e anteriormente produzidos, que são necessários para, através de determinado processo, obter um novo produto (ex. fertilizantes, sementes etc.)

Mão de obra direta – salários, encargos sociais e benefícios do pessoal empregado diretamente na produção (ex. tratorista, tratador etc.)

Mão de obra indireta – idem, do pessoal empregado indiretamente na produção (ex. técnico agrícola, veterinário etc.)

Manutenção de máquinas e equipamentos – gastos com peças e serviços de reparos de tratores e outras máquinas e equipamentos utilizados na produção

Depreciação de máquinas e equipamentos – parcela que corresponde à taxa de depreciação pelo uso das máquinas e equipamentos

Combustíveis e lubrificantes – utilizados pelas máquinas de produção agropecuária

Estudos da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) apontam que o crescimento populacional das próximas décadas vai demandar aumento de 70% na produção de alimentos. O Brasil seria responsável por 40% desse incremento e teria que dobrar tudo o que produz atualmente para atender à nova demanda. 

Segundo o diretor do Departamento de Apoio à Inovação para a Agropecuária do Ministério da Agricultura, Luís Cláudio França, “o Brasil tem 210 milhões de habitantes e nós produzimos alimentos para 1,3 bilhão. A possibilidade de alcançar o que foi colocado pela FAO é com inovação e mais tecnologia no campo. É melhorar realmente toda a produtividade sem aumento de área”, disse. 

“Se nós conseguimos produzir muito nos últimos 30, 40 anos, por causa da tecnologia, nós podemos produzir muito mais se tudo isso estiver conectado. Precisamos manter a liderança e ser cada vez mais produtivos”, destacou França. 

E esse objetivo só será alcançado com a introdução de inovadoras tecnologias, como as soluções para gestão de ativos da plataforma OKTO e também soluções de conectividade como as Redes Mesh, que levam inteligência para as operações de manutenção no agronegócio.  

CategoriesLogística,  Pro

Saiba quais características são fundamentais em um software de gestão de logística

Na era digital, onde os clientes exigem rapidez e personalização, líderes de negócio precisam garantir que a sua cadeia logística, além de ser um fator competitivo, também seja uma garantia de crescimento sustentável. Para se manter competitivo, é hora de agir, unindo estratégia e eficiência com a adoção de um software de gestão logística, integrado a todos os sistemas legados da empresa, visando atingir a excelência operacional.

O fluxo de informações é um elemento fundamental nas operações logísticas. Pedidos de clientes e de ressuprimento, necessidades de estoque, movimentações nos armazéns, documentação de transporte e faturas são algumas das informações que precisam ser integradas e compartilhadas entre todos os envolvidos na cadeia.

Levando em conta as novas demandas, quais são as principais capacidades que o software de gestão de logística deve entregar, apoiando desde o sistema operacional, o controle gerencial, a tomada de decisão até o planejamento estratégico?

Gerenciar custos

A capacidade de gerenciar documentos do processo, pedidos e custos, consolidando diferentes fontes de despesas para o cálculo do custo final, é fundamental para que os gerentes de operações tenham total controle no planejamento da cadeia, de forma centralizada.

Controlar a operação

O software de gestão logística deve permitir o controle avançado da operação do armazém, transporte, pátio e docas, gerenciando serviços, simplificando e sistematizando sua oferta e consumo, independentemente se forem prestados pela própria empresa ou por meio de outros fornecedores. Assim, será possível eliminar perdas de todo o processo operacional, como, por exemplo, superprodução, tempo de espera grande, transporte, processamento inadequado, defeitos, inventários e movimentos desnecessários.

Integrar parceiros

Essa é a base da Logística 4.0, onde empresas são parceiras e compartilham recursos visando reduzir os custos logísticos e aumentar a eficiência operacional. O software de gestão logística deve integrar soluções e processos desde a entrada de pedidos dos clientes até a entrega do produto no seu destino final, garantindo agilidade, segurança e assertividade dos dados coletados, ampliando a competitividade das empresas parceiras.

Oferecer visibilidade

Sem visibilidade dos processos logísticos, não é possível identificar oportunidades de redução de custos, aumentar a eficiência e reduzir o índice de falhas. Na logística 4.0 toda a cadeia se conecta: fornecedores, clientes, fornecedores de clientes e assim por diante – tudo para suprir a necessidade de maior visibilidade e controle de todo o fluxo de produtos, com o gerenciamento integrado das informações e análise dos resultados para as tomadas de decisões estratégicas, por meio de dashboards customizados.

Integrar e analisar dados de IIoT

Atualmente, dispositivos de IIoT (Internet das Coisas Industriais) localizados em diferentes unidades da empresa, ou mesmo de empresas diferentes, trocam informações de forma instantânea sobre compras e estoques e, com a sua integração e análise, permitem uma otimização logística até então impensável, estabelecendo maior integração também entre os elos de uma cadeia produtiva.

Otimizar o transporte

Com o custo relativo ao transporte cada vez mais alto, é cada vez mais importante que os líderes de logística consigam visualizar processos de maneira integrada e com um alto nível de rastreabilidade – não apenas na cadeia de suprimentos, mas em todo o fluxo produtivo. Um eficiente software de gestão logística deve permitir que transportadoras e fornecedores façam o agendamento das entregas e coletas de forma autônoma, respeitando a capacidade da operação.

Gerenciar serviços de coleta

Com um portal de gestão do serviço de coleta, como o oferecido pela Plataforma OKTO, a comunicação entre fornecedores da empresa e agentes de carga é centralizada, entregando notificações de que a carga está disponível para ser coletada. Assim o software de gestão logística permite automatizar a indicação do melhor prestador de serviço, baseado em regras de negócio, considerando nível de serviço, tempo e custo.

Eliminar gargalos

Como em qualquer operação executada através de uma sequência de processos, na cadeia logística é preciso conhecer os tempos de execução em cada processo para identificar o gargalo do sistema. Por isso, é preciso contar com a capacidade de gerenciar eventos, dando visibilidade ao gestor das não conformidades do processo, bem como impedimentos e tratativas. Com o software de gestão logística, os eventos são controlados e monitorados para garantia de uma operação segura e de qualidade.

dispositivos conectados na manufatura
CategoriesConexões Inteligentes,  Pro

Como dispositivos conectados vão mudar a indústria nos próximos anos

Fundamental para a Indústria 4.0, a Internet das Coisas (IoT- Internet of Things) descreve uma rede física de objetos, composta por dispositivos eletrônicos, softwares, sensores e uma conexão de rede que permite que esses objetos coletem e compartilhem dados para concluir ou otimizar tarefas.

Produtos com conexão wireless (como lâmpadas ou termostatos) são cada vez mais presentes nos lares das pessoas. Mas essa tecnologia tem origem em um mundo que antecede o surgimento de aparelhos inteligentes:  a manufatura Industrial.

A Industrial Internet of Things (IIoT) usa sensores em rede e dispositivos inteligentes e coloca essas tecnologias em uso direto no chão de fábrica, coletando informações para impulsionar Inteligência Artificial e análises preditivas.

Na IIoT, sensores são integrados a ativos físicos. Esses sensores coletam dados e informações, armazenam na nuvem e usam ferramentas de analytics e machine learning para tomar alguma ação.

A IIoT está mudando a indústria da manufatura, transformando as cadeias de produção tradicionais e lineares em sistemas dinâmicos e interconectados. Tecnologias de IIoT estão redefinindo a maneira como produtos são feitos e entregues, e estão  estão tornando as fábricas mais eficientes e seguras para operadores humanos, além de dinamizar os recursos financeiros.

Manutenção Preditiva no Ambiente de Trabalho

Um dos benefícios da IIoT é como ela pode tornar os processos operacionais ainda mais eficientes. Por exemplo, se uma máquina para ou apresenta falhas, sensores inteligentes podem determinar a fonte do problema e emitir uma ordem de serviço para que um engenheiro realize o reparo. A IIoT também pode ser integrada a Sistemas Conectados de Gerenciamento de Manutenção (CMMS), permitindo que engenheiros recebam essas ordens em dispositivos de sua preferência, deslocando-se imediatamente ao local do reparo ou atribuindo a tarefa a outro profissional. Com esses sistemas inteligentes, a equipe pode agendar inspeções e manutenções preventivas, gerenciar o inventário, fazer o controle de ordens de serviço e recuperar o histórico dos ativos. 

A IIoT também é capaz de prever quando uma máquina possivelmente apresentará defeitos ou quando seu ciclo de vida útil irá acabar. Isso torna a Manutenção Preditiva ainda mais assertiva, economizando altos valores em reparos ou reposições desnecessárias.

Segurança de Operadores Humanos

Além de ajudar a economizar tempo e dinheiro, a IIoT torna o ambiente de trabalho ainda mais seguro para os colaboradores. Se um duto de óleo, por exemplo, está prestes a atingir níveis arriscados de pressão, os operadores são alertados antes que algum acidente aconteça, com base na natureza dos sensores e na análise das vibrações. Esses sensores podem até mesmo ser usados para monitorar e gerenciar a localização dos colaboradores em casos de emergência ou evacuação.

As tecnologias de IIoT também previnem acidentes ao diminuir o contato direto entre pessoas e máquinas. Termógrafos infravermelhos, por exemplo, permitem que engenheiros e mecânicos analisem sistemas elétricos, equipamentos mecânicos ou sistemas de fluídos utilizando visão de calor. Dessa forma, esses profissionais podem encontrar conexões defeituosas e falhas operacionais analisando as cores demonstradas pelo equipamento, sem ter que tocar no equipamento

IIoT e as novas tendências tecnológicas

Diversos negócios já estudam a possibilidade de trazer o IIoT ainda mais perto de seus profissionais, desenvolvendo wearables e gadgets integrados à rede. É o caso da DAQRI, uma empresa especializada em Realidade Aumentada (AR), que desenvolveu um capacete inteligente baseado em AR para uso industrial. Com o equipamento, engenheiros conseguem ver imagens 4D acima dos ativos da instalação, que os orientam com instruções e fornecem um mapeamento de todas as funcionalidades do ativo. Essa “tecnologia vestível” permite que os engenheiros descubram informações mais rápido e diminui o gap de conhecimento para novas contratações.

CMMs modernos também permitem a integração de dispositivos portáteis como celulares e tablets. Dessa forma, profissionais técnicos podem executar tarefas em qualquer local, podendo acessar informações, informar o tempo necessário para a conclusão do serviço, recuperar ordens de serviços anteriores e fechar o sistema. Todos os dados são armazenados em tempo real, para que os gestores possam acessar as informações imediatamente.

A capacidade de acompanhar o serviço, documentá-lo e enviá-lo à gestão, aliada à praticidade das tecnologias portáteis e “vestíveis” possibilita que os profissionais obtenham uma visão global e detalhada dos ativos, coletando dados que podem ser aplicados desde o planejamento de tarefas operacionais até a contratação de novos profissionais, modernizando e dando agilidade aos processos de onboarding.

Os CMMs e outros sistemas de gestão também têm se beneficiado dos conceitos de Inteligência Artificial e machine learning, utilizando algoritmos para monitorar ativos e processas informações e análises em tempo real, a um ritmo produtivo humanamente impossível. Isso diminui os gastos com força de trabalho consideravelmente, permitindo que as instalações aloquem seus recursos em outros setores.

 

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Segurança x UX: Qual relação do usuário com a segurança do sistema?

Um dos aspectos mais interessantes do processo que envolve todo o desenvolvimento de nossas soluções é como a usabilidade se torna tão importante, além de alcançar contornos muito específicos e diferente de como é tratada no mercado.

Cada sistema possui algum tipo de menu, painel de controle ou dashboard (ah, os dashboards!). Desenhar interfaces e projetar soluções sem permitir que o usuário cometa erros, como orienta Jakob Nielsen e Rolf Molich em sua quinta heurística, um dos princípios gerais do design de interface, é um grande desafio.
Definitivamente, ser uma empresa especializada em soluções para missões críticas com foco em alta tecnologia que proporciona o apoio, importante e sensível, a tomada de decisão dos clientes traz uma carga de responsabilidade muito grande.

Essas interfaces devem ser bem claras, simples e fáceis de usar, mas acima de tudo seguras.

Garantir a segurança da aplicação e do processo realizado pelo usuário, tanto com base nas normas e regras de negócio quanto na facilidade de uso e prevenção de erros do usuário é fundamental. Principalmente por nosso produto ser utilizado em tarefas tão essenciais quanto na defesa do país e das pessoas, com mísseis, armamento e monitoramento, ou no controle de tráfego aéreo e na gestão de ativos ou logística.
Estas tarefas exigem, em sua maioria, disponibilidade e redundância; Isolamento físico e digital; Suporte a decisão e consciência situacional; Tratamento e visualização de mapas; Geolocalização e uma mensageria segura. Requisitos garantidos por lei e através de normas e regulamentações que tratam de gerenciamento de riscos, processos e expectativas do cliente, impacto em mudanças de uso, além de normas e requisitos operacionais que afetam diretamente o usuário.

Como trabalhar com essas “limitações” e lidar com requisitos, por vezes, tão restritivos?

Aplicar estas heurísticas, e falando com o usuário, diretamente no desenvolvimento com várias técnicas de avaliação e testes de usabilidade tem como objetivo encontrar a melhor solução que encaixe essas regras de negócio rígidas e as necessidades do usuário por segurança e facilidade de uso.

Mantendo o processo seguro, porém agradável e respeitando a regra de negócio.

“Choosing the option that has an extreme effect should have a lot more friction than the common, innocuous one. That is to say, it should be harder to do.” — Nikhil Sonnad
Pode parecer que o design não deveria tratar disso, porém como o mesmo Nielsen retrata em seus 5 atributos da usabilidade, do livro “Engenharia de Usabilidade” de 1993, é lógico que todo sistema está suscetível a erros, mas tentar minimizá-los ajuda nesse processo. Os 05 atributos da usabilidade são:

Facilidade de aprendizagem

Eficiência

Satisfação

Facilidade de memorização

Segurança

“Even the best designers produce successful products only if their designs solve the right problems. A wonderful interface to the wrong features will fail.” — Jakob Nielsen

Nossa diretrizes, como time de design e empresa orientada ao usuário, são:

Conhecer o usuário

Promover confiança na interface

Simplificar

Testar e testar

Orientar ao usuário como executar as etapas necessárias

Mostrar apenas as informações necessárias

A explicitação é mais importante que a beleza

Acreditamos que testar com o usuário é essencial e inegociável, assim como aplicar técnicas de pesquisa e cocriação, projetando com foco nas personas e o fluxo de tarefas necessário para o usuário.

O que acontece quando uma interface é mal projetada?

As conseqüências de um design mal feito vão desde pequenos aborrecimentos até grandes desastres como o ocorrido no Havaí, em Janeiro de 2018, quando um alerta, disparado por um funcionário da Hawaii Emergency Management Agency, mobilizou a população sobre um ataque de mísseis a ilha. Este erro ocorreu enquanto era realizado um teste de rotina no sistema de alerta de emergência do estado.

Caso Havaí: https://www.fastcompany.com/90157153/don-norman-what-went-wrong-in-hawaii-human-error-nope-bad-design

Veja outros erros causado, possivelmente, por uma interface mal projetada e não testada com os usuários: https://www.cracked.com/article_19776_6-disasters-caused-by-poorly-designed-user-interfaces.html

conectividade em cidades inteligentes
CategoriesConexões Inteligentes,  NXT

Saiba quais tecnologias de conectividade estão impulsionando as cidades inteligentes

De acordo com dados apurados pela Organização das Nações Unidas (ONU), 68% da população global viverá em cidades até 2050. Até lá, a população mundial será de 9,7 bilhões. Em 2100, esse número chegará a 11.2 bilhões.

O último relatório das ONU afirmou que, atualmente, 55% da população mundial vive em áreas urbanas. Isso significa que mais de 2.5 bilhões de pessoas viverão em cidades até 2050.

Índia, China e Nigéria juntas irão representar 35% do crescimento estimado da população urbana entre 2018 e 2050. As cidades devem se preparar para a explosão populacional.

Espera-se que o número de cidades adotando novas tecnologias que as ajudem a tornar-se cidades inteligentes aumente rapidamente nos próximos anos. Cidades inteligentes são cidades em que o planejamento urbano é concebido com o objetivo final de conectar todas as coisas utilizando tecnologia de ponta. Essa conectividade, que gera um grande volume de dados, é usada para melhorar os serviços e a infraestrutura das cidades, assim como o ambiente e a qualidade de vida dos cidadãos.

Sabendo como um planejamento urbano inteligente e sustentável impacta a todos, é crucial conhecer e entender quais são as tecnologias envolvidas na criação de cidades inteligentes e como elas podem ajudar a atingir o objetivo final de transformação urbana nas verdadeiras cidades do futuro.

Tecnologias 5G

Sem uma rede eficiente, nada é possível em uma cidade inteligente. A tecnologia 5G impulsiona o a conectividade para indústrias e para a sociedade a níveis superiores. Provedores de serviço estão ativamente trabalhando em tecnologias 5G e em como elas irão impulsionar a rede das cidades inteligentes. Sem 5G, nenhuma das tecnologias abaixo seria possível.

Sensores

Sensores são integrados em todos os dispositivos físicas que compõem o ecossistema da Internet das Coisas. De relógios inteligentes que contam passos a carros autômatos, e semáforos de trânsito.

A maior parte das tecnologias utilizadas no cotidiano possui sensores que estão coletando e transmitindo dados para a nuvem. A rede de objetos conectados, ou Internet das Coisas (IoT) interliga todos os objetos, fazendo que ele eles trabalhem em conjunto.

Internet das Coisas

A Internet das Coisas é o que mantém tudo em uma cidade inteligente conectado. É a espinha dorsal que permite cada movimento e conecta cada ponto.

A IoT oferece conexões avançadas entre dispositivos inteligentes, wearables, utensílios domésticos inteligentes, serviços, dispositivos médicos, veículos conectados, prédios inteligentes, mobilidade urbana, agricultura inteligente, e todos os sistemas e serviços que vão além da comunicação machine-to-machine (M2M).

Todas as coisas que constituem uma cidade inteligente devem estar conectadas para que possam se comunicar como partes de um todo. A IoT fornece o corpo de dispositivos de comunicação que fornece comunicação contínua, fornecendo soluções inteligentes para todas as situações e problemas.

Geolocalização

A eficiência no planejamento urbano de cidades inteligentes exige precisão na análise e uso de dados. É nesse ponto que atuam as tecnologias de geolocalização. Elas oferecem a fundação na qual todas as soluções para cidades inteligentes são estruturadas.

Tecnologias de geolocalização fornecem a localização e a estrutura necessárias para a coleta e análise de dados e informação, transformando cada dado de forma a auxiliar as soluções baseadas em software que compõem a infraestrutura das cidades inteligentes. Recursos e serviços como mobilidade urbana dependem desse tipo de tecnologia.

Inteligência Artificial

O grande volume de dados gerados pelas cidades inteligentes seria ineficiente se não fosse pelo uso da Inteligência Artificial em seu processamento, gerando informação e valor. A IA coleta, processa e analisa os dados gerados pela interação M2M gerados em contextos de cidades, infraestruturas e mercados inteligentes.

O número de solução de cidades inteligentes nas quais a IA pode ser implementada é vasto. Desde melhores nos sistemas de trânsito para gestão inteligente do tráfego até a integração segura de carros e transportes autônomos.

Além disso, o uso de IA permite que a gestão tenha um entendimento preciso de como a cidade está operando. A IA pode auxiliar no planejamento de rotas de transportes públicos autônomos, na gestão da malha energética, entregas por drones, serviços postais autônomos ou unidades de cuidados médicos, mencionando apenas algumas de suas aplicações nas cidades inteligentes.

Robótica

A colaboração entre humanos e robôs pode transformar trabalho, saúde e vida social nas cidades inteligentes do futuro. A integração de robôs nos espaços urbanos está transformando rapidamente algumas das cidades mais tecnologicamente avançadas do mundo em verdadeiras cidades inteligentes. Cidades como Dubai, Tóquio e Singapura são exemplos de como robôs podem conviver com humanos no mundo real.

Em 2020, o Japão colocará nas ruas táxis dirigidos por robôs, pensando nos turistas que que visitarão a cidade para os Jogos Olímpicos. Cadeiras inteligentes estarão preparadas nos aeroportos para os Paraolímpicos. Robôs sociais irão interagir com turistas em mais de 20 línguas diferentes, auxiliando, entre diversas funções, na comunicação com os moradores locais.

Os projetos de cidades inteligentes de Dubai incluem robôs sociais em serviços públicos, seguindo o exemplo de cidades como Roterdão, nos Países Baixos. Dubai também está utilizando robôs na vigilância e no policiamento. Após a fase de testes iniciais terminar, o país pretende substituir 25% da sua força policial por robôs até 2030.

Em Singapura, o governo nacional planeja introduzir os robôs como uma extensão física para a gestão e o controle de sistemas existentes na cidade. Tendo estudado e testado a possibilidade por anos em colação com a Airbus, robôs hoje são usados no Serviço de Postal de Singapura via drone. Os hotéis no país também utilizam drones para realizar serviços de quarto e limpar suas instalações. O país também já estuda as maneiras em que os robôs podem ser utilizados na educação pré-escolar em breve.

Tecnologias de Blockchain

A Blockchain está transformando a economia digital ao redor do mundo. No entanto, essa tecnologia ainda é relativamente inédita no cenário das cidades inteligentes. Integrar as tecnologias de Blockchain às cidades inteligentes pode ter um papel primordial na conexão de todos os serviços da cidade, ao mesmo tempo que pode impulsionar a segurança e a transparência nos serviços.

Tecnologias de Blockhain podem ser usadas em contratos inteligentes: acordos firmados entre as partes e escritos diretamente em linhas de código, que garantem a execução dos termos e pode ou não executar uma ação ao atingir parâmetros pré-estabelecidos. Contratos inteligentes permitem transações confiáveis e transparentes, mitigando a necessidade de uma parte mediadora, o que torna o processo mais fácil, barato, seguro e rápido.

A tecnologia da Blockchain pode auxiliar tarefas como a gestão de instalações, processamento de transações e compartilhamento inteligente da malha energética.

inteligência artificial na logística
CategoriesLogística,  NXT

Saiba como a inteligência artificial está revolucionando a logística e o Supply Chain

A Inteligência artificial (IA) está ganhando destaque quando se trata de logística e gestão da cadeia de suprimentos. Pesquisas e estudos de mercado apontam essas duas áreas deverão passar por transformações significativas nos próximos anos. A evolução contínua de tecnologias como IA, aprendizado de máquina, entre outras inovações, tem o potencial de causar uma disrupção dentro da indústria logística e o Supply Chain.

A IA permite que uma grande quantidade de dados vindos da logística e cadeia de suprimentos sejam coletados e analisados, com o objetivo de se obter melhores resultados em processos e funções complexas.

De acordo com a Adobe, 15% das empresas do setor já estão usando a IA, enquanto outros 31% planejam sua implementação até o final de 2019. Algumas das áreas mais beneficiadas são pesquisa e desenvolvimento, inovação de produtos, operações da cadeia de suprimentos e serviços ao cliente.

O impacto da IA na logística

A IA fornece à cadeia de suprimentos uma inteligência contextual que pode ser usada para reduzir custos e gerenciar estoques. Essa informação contribui para que o foco se volte para os clientes.

Capacidade preditiva aumentada

A eficiência de empresas nas áreas de planejamento de rede e demanda preditiva pode ser melhorada com os recursos da IA. As empresas tornam-se mais proativas por meio de ferramentas que ajudam no planejamento da capacidade e previsão da demanda. Quando sabem o que o mercado espera, podem mover rapidamente os veículos para as áreas com mais demanda e, assim, reduzir custos. Os dados ajudam as empresas a usarem seus recursos de forma a obterem o máximo de benefícios, com mais precisão e rapidez.

Robótica

Embora seja um conceito futurístico, a robótica já vem sendo utilizada na cadeia de suprimentos. Robôs são usados para rastrear, localizar e mover o estoque dentro dos depósitos. Por intermédio de algoritmos de deep learning, esses robôs tomam decisões autônomas em relação a diferentes processos executados no armazém.

Big Data

O Big Data ajuda a otimizar o desempenho futuro e a fazer previsões mais precisas sobre os negócios. Quanto esses insights são usados juntamente com a IA, isso melhora diferentes áreas da cadeia de suprimentos.

Para a IA, no setor de logística, dados limpos são essenciais. Como esses dados são provenientes de diferentes fontes, algoritmos são utilizados para analisa-los, melhorar sua qualidade e identificar oportunidades de negócios.

Veículos autônomos

Os veículos autônomos são o “the next big thing” que a IA irá oferecer para a cadeia de suprimentos. Ter caminhões sem motorista ainda pode demorar, mas a logística já usa de alta tecnologia para aumentar a eficiência e a segurança, como a frenagem assistida e piloto automático. A IA também trabalha para descobrir qual configuração de formação de caminhões pode ser utilizada para diminuir o consumo de combustíveis.

Aumento da produtividade

Ao utilizar a IA na gestão da cadeia de suprimentos, é possível analisar seu desempenho e encontrar falhas que afetem o desempenho.

Previsão de demanda

A IA pode medir e rastrear todos os fatores que influenciam na previsão de demanda. Com base no tempo, nas vendas em tempo real, entre outros fatores, a IA fornece previsões contínuas para melhorar o gerenciamento de estoque e os sistemas de inventário.

Experiência do cliente

A IA personaliza o relacionamento entre clientes e  empresas. Os clientes podem usar serviços baseados em voz para rastrear sua remessa e, caso surjam problemas, ele é automaticamente encaminhado para a equipe de atendimento.

Padrões de tráfego

O fluxo de tráfego afeta significativamente o  transporte de pessoas e mercadorias. Quando esses dados são usados utilizando a IA, as informações podem ser utilizadas para reduzir o congestionamento e para criar soluções de tráfego inteligentes.

As inovações provenientes de tecnologias disruptivas devem produzir soluções incomuns nos setores de logística, transporte e cadeia de suprimentos.

melhoria contínua
CategoriesBeginner,  Excelência Operacional,  Insights

Conheça os três conceitos da melhoria contínua pela metodologia Lean

Por trás da filosofia de melhoria contínua está a busca constante do aperfeiçoamento de processos, produtos ou serviços. É uma estratégia que está sempre em movimento, seguindo o chamado ciclo PDCA (Plan, Do, Check, Act):

Planejar – Como o processo atual pode ser melhorado?

Executar – Implementar mudanças

Checar – Mensurar os resultados a partir de indicadores de desempenho

Ajustar – As mudanças estão funcionando? Em caso negativo, fazer os ajustes necessários

Apesar de parecer até simples na teoria, colocar em prática uma filosofia de melhoria contínua é bem mais complexa, já que prevê que todo e qualquer aspecto de uma operação pode ser melhorado, e também necessita do engajamento de todas as equipes, já que as pessoas que atuam no dia a dia desses processos é que estão na melhor posição para identificar as mudanças de devem ser feitas e todos os departamentos precisam estar alinhados aos objetivos de melhoria.

A melhoria contínua pela metodologia Lean

A filosofia Lean é uma metodologia de melhoria contínua que oferece uma forma estruturada para que as equipes possam manter a melhoria como principal prioridade, eliminando desperdício de tempo, materiais, mão de obra e outros recursos.

Além de acabar com o desperdício, toda iniciativa Lean precisa estar embasada em propósitos claramente definidos e orientados à criação de valor para o cliente. Os produtos e os serviços devem ser criados e entregues nas quantidades certas, nos locais corretos, no momento certo e em perfeitas condições.

 Os três conceitos que garantem a melhoria contínua

A melhoria contínua pela metodologia Lean é uma cultura, não um evento

Talvez o maior diferencial entre o termo genérico “melhoria contínua” e a metodologia Lean é que a segunda é uma cultura, uma prática diária e constante, e não um evento ou ação isolada e sem continuidade.

A filosofia Kaizen (mudança para melhor) é que visa aprimorar cada processo por vez. Organizada em eventos, é criada sempre que algo precisa ser melhorado e, assim que seu objetivo é alcançado, sua função é encerrada.

Muitas empresas enxergam a melhoria contínua como um evento temporário ou uma ação para resolver um determinado problema. Mas as organizações que adotam a metodologia Lean enxergam a melhoria contínua como uma cultura, com práticas diárias que fazem com que entreguem mais valor aos clientes.

Flávio Augusto Picchi, presidente do Lean Institute Brasil, afirma que “isso significa, no contexto das empresas, buscar, cada vez mais, a agregação de valor em tudo o que se faz, olhar cotidianamente os processos sempre pelo ponto de vista dos clientes e questionar, a todo momento, se os processos da companhia estão, concretamente, criando valor para quem paga por eles”.

A metodologia Lean é mais eficaz quando praticada em toda a empresa

Todos os departamentos de uma empresa precisam estar alinhados, engajados e dispostos a abraçar a nova cultura para que os esforços de melhoria contínua pela metodologia Lean sejam efetivos.

Caso contrário, um departamento pode melhorar o seu desempenho e otimizar seus processos, mas, se não estiver alinhado ao resto da empresa, pode prejudicar as atividades de outro setor e, ao final, prejudicar o negócio como um todo.

Vamos tomar como exemplo o departamento de Marketing que, atento somente à necessidade de melhorar seus processos internos, não aceite demandas ou não trabalhe em conjunto com outras áreas, atuando de forma isolado dos outros departamentos.

Sem o compartilhamento de informações, o Marketing pode desenvolver uma campanha para um produto que logo terá uma nova versão no mercado, ou mesmo usar um discurso totalmente diferente do usado pela equipe de vendas. Aplicar a melhoria contínua de forma isolada não se encaixa na metodologia Lean, que visa otimizar todos os processos em toda a empresa.

A metodologia Lean ajuda a maximizar o valor e agilizar a entrega

O objetivo da melhoria contínua pela metodologia Lean é permitir que as equipes encontrem maneiras de oferecer mais valor aos seus clientes de forma mais rápida, implantando a cultura de melhoria contínua no dia a dia da empresa, usando o ciclo PDCA.

A meta é que a toda a empresa adote uma cultura Lean, sempre avaliando os processos e, também, tentando entender cada vez mais os clientes – antecipando as suas demandas e assumindo riscos calculados.

Picchi ressalta que “a capacidade de agregar valor ao cliente é o que fará a grande diferença entre as empresas que farão sucesso e as que vão fracassar. No mundo dos negócios e do trabalho, tendências mudam a todo momento. Elas vêm e vão, muitas vezes de forma rápida e repentina. Assim, independentemente dos caminhos a se seguir, adote uma base que certamente não muda e que vai lhe diferenciar em tudo o que fizer: ‘seja Lean’”.

 

CategoriesGoverno e Segurança Pública

Saiba como a Atech contribui para a criação de cidades inteligentes

As cidades inteligentes devem gerar uma série de mudanças no modo como interagimos com o meio urbano nos próximos anos. Graças à explosão de tecnologias como big data, compartilhamento de informações e vídeos em tempo real e internet das coisas, a tendência é que, em pouco tempo, governo e tecnologia estejam totalmente integrados para promover uma gestão mais eficiente dos recursos.

Segundo a união europeia, cidades inteligentes são sistemas de pessoas que interagem e usam recursos, serviços e financiamento para catalisar o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida. Entre os fatores que tornam uma cidade mais inteligente estão conectividade, integração, mobilidade, sustentabilidade, inteligência e acessibilidade.

A manutenção dos ativos públicos de uma cidade, o chamado serviço de zeladoria de uma cidade, por exemplo, é uma das atividades mais impactantes do ponto de vista orçamentário e de maior visibilidade e importância para o cidadão, pois afeta diretamente a sua rotina e qualidade de vida. Ou seja, o mal funcionamento ou a depredação de vias, placas, semáforos, pontos de ônibus, praças, postos de coleta de lixo são rapidamente percebidos pela população, que cobra soluções por parte da administração pública.

Novos sistemas e tecnologias podem fazer a diferença neste cenário. A introdução de plataformas digitais pode coletar, agregar e analisar dados de diferentes fontes, resultando em cidades mais inteligentes e resilientes a problemas como esses. Ao mesmo tempo, o uso de interações em tempo real com os cidadãos por meio de dispositivos conectados deve promover maior visibilidade em relação ao estado dos recursos urbanos, dando, inclusive, um empoderamento maior ao indivíduo.


Como uma cidade do interior resolveu esse problema


Uma cidade do interior com grande extensão urbana territorial enfrentou esses desafios, tendo de lidar com diferentes secretarias por falta de integração nos níveis processuais e sistêmicos, atuando de forma independente e pouco sincronizadas. Neste contexto, a deterioração natural dos ativos públicos e, eventualmente, a ação de vândalos, prejudicavam todo o sistema de transporte, incluindo placas de trânsito, abrigos para a parada de ônibus e sinalizações em gerais.
Para lidar com esse problema de forma coordenada e efetiva, deixando de lado as respostas pontuais que não geravam resultados perceptíveis e definitivos, a Prefeitura Municipal contou com a tecnologia do sistema Arkhe Governance, da Atech, que oferece um conjunto de soluções completo voltado para a implantação do conceito de cidades inteligentes, por meio de governança e gestão integrada e em tempo real das cidades.
Graças ao módulo para dispositivos móveis, a Prefeitura Municipal possibilitou ao cidadão identificar o ponto em que estava ocorrendo o problema e reportá-lo, em tempo real, via aplicativo, para uma central da Prefeitura, que registra os pontos críticos e acompanha esse mapa da cidade para atualizar suas informações no menor tempo possível, planejando as devidas manutenções.

 

Saiba quais tecnologias vão dar mais inteligência às cidades

Além do exemplo acima, em que vimos o impacto da mobilidade para dar mais inteligência à gestão dos recursos públicos, outras tecnologias, como IoT e inteligência artificial também devem impactar os governos nos próximos anos, especialmente com a busca cada vez maior por soluções que possam gerar mais sustentabilidade, eficiência e qualidade de vida.
Apesar de ter de enfrentar o desafio de uma infraestrutura antiga e com pouco suporte às novas tecnologias, com o aumento do uso de dispositivos para criar casas inteligentes, a tendência é que o uso de sensores, medidores e aplicações inteligentes, aos poucos, também passem a integrar as cidades e, apoiados em tecnologias como inteligência artificial, possam dar mais agilidade à gestão urbana.
O Arkhe Governance, da Atech, é parametrizável e disponibiliza relatórios, dados históricos, alertas, dentre outras informações. Sua solução de vídeo-monitoramento, por exemplo, é integrada e equipada com recursos de inteligência artificial para acelerar o tratamento de incidentes que ocorrem no dia a dia.
Saiba mais sobre as soluções da Atech para Governo e Segurança Pública.

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