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Não saia de casa: Conectividade permite gestão remota de equipamentos

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes da Atech

O isolamento social é a ação mais recomendada pela OMS para conter a pandemia do novo coronavírus, mas muitos de nós não podemos ficar em casa todo o tempo, mesmo que evitemos ao máximo os deslocamentos. Entre os profissionais que não podem adotar o home-office em tempo integral estão os responsáveis pela gestão de ativos.

Mas como eles podem cuidar da manutenção dos equipamentos de suas plantas à distância? Mesmo com a produção parada ou operando de forma mínima, máquinas precisam ser mantidas em boas condições de funcionamento. Caso contrário, os prejuízos podem ser incalculáveis.

Mas as empresas que já investiram em conexões inteligentes, como a oferecida pelas redes MESH, têm uma grande vantagem competitiva nesse cenário de crise. Com conectividade robusta, confiável e escalável é possível fazer a gestão praticamente de forma remota dos equipamentos com informações em tempo real.

Tudo começa com o conceito de Indústria 4.0 e na abordagem dos ativos como uma rede integrada, e não como um conjunto de máquinas isoladas. Com plataformas unificadas para o gerenciamento de ativos, é possível integrar todos os sistemas legados e reunir os dados enviados pelos sensores a partir de soluções de conexões inteligentes, mesmo que alocados em múltiplas bases, formando uma base única de dados.

Todos os dados coletados pelos sensores em máquinas paradas ou em operação mínima, contextualizados e em tempo real, são transformados em indicadores de manutenção e enviados em dashboards amigáveis para o dispositivo preferido do gestor via plataforma de gestão de ativos.

Com isso, o responsável pela manutenção só se deslocará para o local em caso de real necessidade, ou pode acionar o colaborador mais adequado para a tarefa de forma remota, indicando exatamente o local de instalação do equipamento e tipo de manutenção necessária, entre outras informações.  E como o responsável pelo reparo já recebeu os dados em tempo real via redes MESH, ele pode melhorar o índice de resolução na primeira visita, já que teve acesso remoto a todas as informações possíveis e com possibilidade maior de já identificar qual seria o problema.

Conectividade é a base de um ecossistema de informações

Novas aplicações de Internet das Coisas (IoT) estão entregando melhorias consideráveis nos processos industriais, como o uso de sistemas autônomos, que permitirão que os insumos sejam processados com maior produtividade, além de garantir maior precisão nos processos produtivos; o uso de sensores que, capturando dados em tempo real poderão prevenir eventuais problemas e garantir a segurança, a eficiência energética e o bom funcionamento dos sistemas integrados e também a implantação de aplicações voltadas para a manutenção prescritiva e preditiva, que poderão antever a necessidade de reposição de peças e eventuais desgastes.

Essa conectividade é garantida com eficiência pela rede MESH, que consiste em nós (pontos) de rádio organizados em uma topologia mesh (em malha), que se conectam sem fios, e sem envolver uma companhia telefônica ou um provedor de serviços de internet.

Analistas indicam que essa tecnologia deve predominar no futuro devido ao seu alto grau de escalabilidade, caráter colaborativo e baixo custo. Em tese, não há limite para o tamanho da cobertura de uma rede de dados; ela será do tamanho do número de máquinas, terá a forma da distribuição dos equipamentos na sua planta e sua força será diretamente proporcional à densidade de equipamentos conectados, fazendo com que o uso das redes MESH seja uma vantajosa solução para garantir a conectividade.

A tecnologia deve ser sempre uma aliada, seja nos negócios ou na preservação da vida. Já que é possível, vamos aproveitar as inovações da Indústria 4.0 e fazer a nossa parte para tentar conter a pandemia.

Saiu na mídia: Indústria 4.0, Agro News Brasil, Portal do Agronegócio, Jornal Empresas & Negócios, Jornal Empresas & Negócios, Instituto Information

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Saiba o que esperar da conectividade no campo em 2020

Drones, robótica, inteligência artificial. Esses são termos que até pouco tempo atrás estavam associados à ficção científica, mas que estão cada vez mais presentes nas lavouras brasileiras. Eles fazem parte de um novo conceito, a agricultura digital ou agricultura de precisão, que integra a coleta de dados no campo – cada vez mais precisa e em tempo real – com técnicas de modelagem computacional, permitindo tomadas de decisão mais assertivas aos produtores. A promessa é que as novas tecnologias aumentem a produtividade, reduzam custos e impactos ambientais, e evitem desperdícios na agricultura, sendo, portanto, mais sustentável.

A agricultura de precisão aproveita todos os benefícios de inovadoras tecnologias que surgiram recentemente, baseadas na comunicação de máquina para máquina, permitindo o desenvolvimento de uma agricultura mais avançada e eficiente. A #AgriculturaNxT reúne métodos computacionais de alto desempenho, rede de sensores, conectividade entre equipamentos e dispositivos móveis, computação em nuvem, métodos e soluções analíticas para processar grandes volumes de dados e construir sistemas de suporte à tomada de decisões de manejo, aumentando a precisão na aplicação de fertilizantes e defensivos, e orientando sobre quando é o melhor momento de realizar o plantio, a irrigação e a colheita da produção.

Conectividade no campo é a base da inteligência

A ausência de informações em tempo real entre o que acontece na plantação e a tomada de decisão dos agrônomos gera prejuízos. E a conectividade no campo é o ponto chave para trazer mais inteligência ao agronegócio. Os benefícios para a agricultura de precisão são diversos. Além das funções tradicionais, tratores e colheitadeiras conectados se transformam em geradores de informações sobre o solo e a lavoura, auxiliando no combate às pragas e na correção da acidez do solo, entre outros inúmeros exemplos.

À distância, é possível também ter dados do maquinário em tempo real, permitindo a manutenção preditiva e customizada para cada tipo de equipamento, auxiliando, assim, na redução de custos, aumento da sua vida útil e da disponibilidade destes equipamentos para operação no campo.
Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a avaliação é de que, até 2025, o impacto do uso das soluções de IoT no agronegócio atinja entre US$ 5 bilhões e US$ 21 bilhões, apoiando uma economia de até 20% no uso de insumos agrícolas e gerando uma alta de cerca de 25% na produção. Esses números irão variar de acordo com o grau de adoção que essas tecnologias atingirem.
Redes Mesh permitem conectar todos os sensores e aplicações
Quando falamos de conexões inteligentes, as vantagens das Redes Mesh para a conectividade no campo sobre as outras tecnologias são inúmeras. As Redes Mesh oferecem a possiblidade de levar conexão rápida e confiável a áreas remotas, distribuída entre dezenas ou até centenas de pontos que “conversam” entre si, compartilhando a conexão e promovendo a cobertura de milhares de hectares com baixo investimento.
Os pontos Mesh são pequenos radiotransmissores que funcionam como roteadores sem fio, interagindo entre si dentro de uma ampla rede, ao mesmo tempo que coleta dados de sensores conectados a estes pontos. As informações percorrem a rede de ponto a ponto e os próprios rádios selecionam automaticamente o caminho mais confiável e rápido – processo conhecido como roteamento dinâmico, permitindo monitoramento da rede e a configuração remotos e diagnósticos em tempo real a um custo bastante atrativo.
A tecnologia de comunicação sem fio de Redes MESH é a mais indicada para promover a agricultura de precisão, principalmente onde há uma carência de infraestrutura de comunicação, cenário muito comum pelas imensas e remotas regiões ocupadas pelo agronegócio brasileiro. Assim, aumentará a produtividade e a eficiência e reduzirá os impactos ambientais com uma agricultura mais favorável ao meio ambiente.

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Agricultura 4.0: novas tecnologias promovem avanços na produção e na manutenção no agronegócio

Em busca de mais produtividade, o uso da tecnologia aliada ao meio ambiente, um dos itens que define a agricultura 4.0, está permitindo que os negócios no campo otimizem recursos naturais, equipamentos e processos no agronegócio.

Um exemplo de como essas iniciativas voltadas para a agricultura 4.0 devem crescer nos próximos anos é o programa BNDES IoT, por meio do qual o banco estatal oferece uma linha de crédito de R$ 100 milhões em recursos para financiar projetos piloto de Internet das Coisas, no qual o agronegócio deve ser um dos maiores beneficiados devido ao seu potencial de desenvolvimento para essa tecnologia.

Além disso, o País já conta com uma série de empresas que oferecem tecnologias específicas para atender às necessidades do agronegócio e prepará-lo para caminhar rumo à Agricultura 4.0, vencendo os desafios enfrentados de acordo com os diferentes níveis de maturidade de cada negócio quando o assunto é a modernização.

Neste cenário, a Atech, empresa do Grupo Embraer especializada no desenvolvimento de soluções e tecnologias para apoio à tomada de decisão, oferece, por meio da plataforma OKTO, um portfólio de softwares e serviços voltados para ajudar o setor agrícola a obter mais eficiência, agilidade e organização, oferecendo desde serviços voltados para melhoria contínua até sistemas avançados para modernizar o negócio e dar suporte à busca por inovação.

Segundo o diretor da área de Negócios Corporativos da Atech, Marcelo Eskenazi, apesar de ter seus benefícios bastante claros e diretos, o caminho rumo à Agricultura 4.0 ainda é nebuloso para muitos tomadores de decisão, e é neste cenário que a Atech busca se diferenciar.

“Especialmente neste segmento, em que a otimização dos processos e o envolvimento das pessoas são fatores críticos de sucesso é recomendado que a jornada de adoção de tecnologias esteja integrada a uma visão maior. É preciso mapear as necessidades focando sempre na busca por excelência operacional e balancear os esforços dentro de um plano bem estabelecido e gerenciado. A plataforma OKTO atende as necessidades de todos os estágios dessa jornada, seja por meio da implementação de metodologias ágeis e lean, seja na implantação de soluções de conectividade e sistemas para dar mais inteligência e agilidade na tomada de decisão por meio da análise de dados no campo”, explica Eskenazi.

Agricultura 4.0 e a busca por confiabilidade

Para isso, a Atech conta com o apoio de parceiros técnicos que ajudam no desenvolvimento de sistemas voltados para a Agricultura 4.0, como a Compass, especializada na difusão do conhecimento em engenharia da confiabilidade e gestão de ativos, e a Desh Tecnologia, especializada no desenvolvimento de soluções de conectividade, como redes MESH.

Unindo a experiência no desenvolvimento de soluções à análise da confiabilidade de ativos, a Compass em parceria com a Atech oferece o sistema Orion, integrado à plataforma OKTO para realizar a Gestão de Ativos. O sistema por meio da análise de dados coletados dos equipamentos agrícolas, auxilia no planejamento de manutenções preventivas, reduzindo custos, e na identificação de problemas que possam afetar a segurança operacional e ambiental de maneira eficaz.

A conectividade é fundamental para esses avanços. E, neste contexto, a Atech se uniu à Desh Tecnologia, empresa investida pelo Fundo Aeroespacial liderado pela Embraer, para o desenvolvimento de um software de gestão de Redes MESH, tecnologia ideal para solucionar o desafio de conectividade no campo, em que redes celulares e WiFi não são alternativas.

Seguras, confiáveis e de fácil implementação, as redes MESH vão dar a cobertura e a confiabilidade necessárias para dar apoio aos avanços da agricultura 4.0.

Para Adriano S. Yamaoka, CEO da Desh Tecnologia, existe uma escassez de conectividade no campo e, em muitos casos, quando existe conectividade para uma área mais abrangente, o custo é muito elevado. “A proposta da Desh por meio das redes MESH é oferecer uma tecnologia que englobe características técnicas diferenciadas para entregar boa conectividade com bom custo-benefício. Isso na agricultura 4.0 vai ser essencial, pois o acesso remoto e a análise dos dados coletados é o que vai levar um grande valor para as aplicações, agregando produtividade na colheita e ganho de energia”, explica Yamaoka.

Além da tecnologia desenvolvida em parceria com a Atech por meio do software de Gestão de Redes MESH, a empresa também está trabalhando no desenvolvimento de um sistema de monitoramento remoto de condição.

Transformando dados brutos em insights

A geração de imagens de satélite associada à coleta de dados do campo também é uma das características da Agricultura 4.0 que pode trazer avanços importantes na tomada de decisão, impulsionando ações preventivas que podem reduzir custos para os produtores rurais. É neste campo que a VISIONA, joint-venture entre a Embraer e a Telebras, atua, por meio da concepção de sistemas espaciais. “Temos acompanhado bastante a questão da agricultura 4.0 e as iniciativas do setor, principalmente em função do acordo de cooperação que assinamos com a Embrapa. O que temos visto, no entanto, é uma dificuldade em conectar todo o fluxo desde o planejamento até o escoamento da produção do campo”, explica Cleber Oliveira, diretor de desenvolvimento de negócios da VISIONA.

De acordo com o executivo, a questão da banda larga é uma grande oportunidade para o negócio da empresa. “Temos apoiado principalmente a Embrapa em questões relacionadas ao uso de satélites diretamente, de forma que a conectividade seja resolvida por meio do uso da banda larga no campo. As empresas precisam escoar os dados que coletam, e o satélite é a melhor forma de fazer isso, proporcionando cobertura de 100% no território nacional”, afirma.

No sentido de dar mais inteligência à análise dos dados brutos para gerar insights relevantes para as atividades no campo, a Aquarela, empresa também investida pela Embraer, utiliza Inteligência Artificial e Machine Learning para identificar falhas e pontos de melhoria nas atividades do agronegócio, da preparação do solo à colheita.

CategoriesAgronegócios,  Gestão de Ativos,  Pro

Saiba como um software de gestão de ativos melhora a estratégia de manutenção no agronegócio

A digitalização tem avançado a passos largos no agronegócio e os investimentos em infraestrutura e em tecnologias como um software de gestão de ativos são apontados como fundamentais para atingir o patamar da agricultura 4.0 – a fazenda digital 

As fazendas digitais contam com dados integrados, em que as próprias máquinas e/ou equipamentos enviam informações via internet para um banco de dados central que fornece uma base de dados que, analisados, entregam insights valiosos para a tomada de decisões em todo o negócio, inclusive para uma eficiente estratégia de manutenção no agronegócio. 

O conceito 4.0, que em primeiro lugar foi adotado pelo setor de manufatura, leva para o campo um novo modelo de maquinário com diversas tecnologias de Internet das Coisas embarcadas, que demandam novos modelos de gestão e de manutenção, baseados na análise dos dados enviados em tempo real sobre o seu desempenho e condição. Essa inteligência é fundamental para que os especialistas possam implantar eficientes estratégias de manutenção no agronegócio.  

A importância da tecnologia para alcançar a AgriculturaNxT

Durante o Fórum Atech, realizado no final de outubro, Walter Maccheroni, head de Inovação do Grupo São Martinho, uma das maiores empresas do setor sucroenergético, destacou que a tecnologia no agronegócio é fundamental para manter a competitividade, já que “muitas vezes temos um aumento no custo dos insumos que não é acompanhado por um aumento na produtividade”.  

E Fabio Vieira, gerente de desenvolvimento e produto da Atech, em entrevista ao programa “Bem da Terra”, ressaltou que com a alta mecanização no campo, surge a necessidade de cuidar desses ativos. “Desenvolvemos as mais inovadoras soluções e software de gestão de ativos, que atendem a negócios de todos os portes”. 

Os gestores atualmente precisam cumprir três etapas para manter a confiabilidade e disponibilidade de seus ativos: 

Monitorar muito bem esses ativos 

Gerenciar as atividades para cuidar desses ativos 

Definir estratégias para cuidar desses ativos 

“Tudo isso vem ao encontro da tecnologia que oferecemos ao mercado”, diz Fabio. “Cuidar dos ativos é primordial. A dependência dos ativos é tão grande que é preciso implantar eficientes estratégias para manter tudo funcionando”. 

Dados transformados em inteligência

Com a adoção de tecnologias de IoT, os gestores do agronegócio esperam minimizar perdas, ajustar processos e maximizar resultados. Com a Internet das Coisas e um software de gestão de ativosé possível corrigir processos e evitar perdas, assim como garantir a confiabilidade e a disponibilidade do maquinário. 

Para crescer em um ambiente tão sujeito a variações como o setor agrícola, a informação é o principal insumo e mais do que nunca são os dados dos sensores embarcados em máquinas e equipamentos que vão permitir ao gestor tomar decisões mais assertivas sobre a estratégia de operação no campo, manutenção e também sobre as necessidades do negócio. 

“Mas o dado, por si só, não traz o poder de decisão que o gestor precisa”, ressalta Fabio. “É preciso trabalhar aquele dado para gerar informação e, então, tomar uma decisão. Quando o gestor recebe um grande volume de dados provenientes dos sensores embarcados nos equipamentos, é preciso ter na outra ponta a inteligência para trabalhar com esses dados”. 

Essa inteligência vem de um software de gestão de ativos, como a plataforma OKTO desenvolvida pela Atech, com tecnologias que dão controle de ponta a ponta dos processos de manutenção no agronegócio de forma simples e integrada.  

Inclusive, a usabilidade do sistema está sempre no radar dos especialistas da Atech. “Trabalhamos constantemente a questão da usabilidade. A tecnologia tem que ser simples e acessível. A nossa intenção é que qualquer pessoa que tenha contato com o nosso sistema tenha uma ótima experiência e consiga interagir com a tecnologia de uma forma tranquila, sem precisar consultar técnicos. Tudo deve ser realizado de forma intuitiva e amigável, de modo a que o gestor possa tomar a melhor decisão. O nosso objetivo é que o gestor vá além da informação, e tenha uma verdadeira experiência, um olhar holístico”, diz Fabio. 

A transformação digital no agronegócio

Tecnologias para automação de processos vêm continuamente impactando o cenário geral de produção de bens, por meio do aumento específico de produtividade, da diminuição de falhas associadas a erro humano, da redução do trabalho repetitivo e de riscos operacionais, entre outros impactos gerais. No setor agropecuário, a automação de alguns processos específicos – como a gestão de ativos – vem aumentando, com perspectivas de intensificação e expansão no mundo e no Brasil nas próximas duas décadas. 

Essa intensificação da automação das atividades agrícolas, atrelada a outros aspectos da denominada AgriculturaNxT – como a utilização de sensores, melhores soluções de conectividade –, resultará em um aumento da produtividade e sistemas de produção mais eficientes e, também, na maior eficiência da manutenção no agronegócio, reduzindo custos, já que a gestão de ativos é um dos principais centros de custo do setor, composto basicamente por: 

Materiais e insumos – materiais brutos ou trabalhados e anteriormente produzidos, que são necessários para, através de determinado processo, obter um novo produto (ex. fertilizantes, sementes etc.)

Mão de obra direta – salários, encargos sociais e benefícios do pessoal empregado diretamente na produção (ex. tratorista, tratador etc.)

Mão de obra indireta – idem, do pessoal empregado indiretamente na produção (ex. técnico agrícola, veterinário etc.)

Manutenção de máquinas e equipamentos – gastos com peças e serviços de reparos de tratores e outras máquinas e equipamentos utilizados na produção

Depreciação de máquinas e equipamentos – parcela que corresponde à taxa de depreciação pelo uso das máquinas e equipamentos

Combustíveis e lubrificantes – utilizados pelas máquinas de produção agropecuária

Estudos da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) apontam que o crescimento populacional das próximas décadas vai demandar aumento de 70% na produção de alimentos. O Brasil seria responsável por 40% desse incremento e teria que dobrar tudo o que produz atualmente para atender à nova demanda. 

Segundo o diretor do Departamento de Apoio à Inovação para a Agropecuária do Ministério da Agricultura, Luís Cláudio França, “o Brasil tem 210 milhões de habitantes e nós produzimos alimentos para 1,3 bilhão. A possibilidade de alcançar o que foi colocado pela FAO é com inovação e mais tecnologia no campo. É melhorar realmente toda a produtividade sem aumento de área”, disse. 

“Se nós conseguimos produzir muito nos últimos 30, 40 anos, por causa da tecnologia, nós podemos produzir muito mais se tudo isso estiver conectado. Precisamos manter a liderança e ser cada vez mais produtivos”, destacou França. 

E esse objetivo só será alcançado com a introdução de inovadoras tecnologias, como as soluções para gestão de ativos da plataforma OKTO e também soluções de conectividade como as Redes Mesh, que levam inteligência para as operações de manutenção no agronegócio.  

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Como Redes Mesh e medidores inteligentes reduzem o furto de energia

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes da Atech

Entregar um bom serviço, com um preço justo, é o objetivo de todas as concessionárias de energia elétrica. A saída para esse desafio está na digitalização do setor elétrico, com a instalação de medidores inteligentes e conexão robusta e confiável, como a oferecida pelas Redes Mesh, enviando dados em tempo real sobre a energia consumida, a eficiência da rede de distribuição e a qualidade da energia entregue. Com o uso de medidores inteligentes e a consequente instalação de um sistema de automação de medição que transforme os dados transmitidos pelas Redes Mesh em informação integrada, é possível agregar inteligência ao processo de distribuição de energia.

A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) considera perdas não técnicas todos os erros de medição, as deficiências no processo de faturamento, a falta de medidor em unidades consumidoras, as fraudes e os furtos de energia, entre outros fatores. Já as perdas técnicas ocorrem durante o transporte da energia – seja na Rede Básica ou na distribuição – e estão relacionadas à transformação de energia elétrica em energia térmica, devido à resistência nos condutores (efeito joule), perdas nos núcleos dos transformadores e perdas dielétricas.

As perdas não técnicas representaram 6,6% do mercado consumidor em 2018, segundo a ANEEL. O resultado dessas perdas não técnicas é um grande prejuízo para as concessionárias – R$ 5 bilhões – e, para o consumidor, um aumento de cerca de 3% no valor das suas tarifas.

A presença de medidores inteligentes permite o acesso a dados técnicos sobre o consumo que, quando analisados por meio do software de gestão de dados de medição, e cruzados com o perfil do cliente, levam à próxima geração de Smart Grids (Redes Elétricas Inteligentes). Além disso, os medidores inteligentes também são muito mais difíceis de serem fraudados. Inclusive, já existem vários casos de sucesso do uso de Redes Mesh, tanto em áreas urbanas quanto em áreas remotas, assim como do uso de medidores inteligentes.

O mais importante é agregar inteligência ao processo de distribuição de energia, oferecendo às distribuidoras a capacidade de inovar e adotar as melhores práticas no combate ao furto e fraudes no consumo de energia, como ressalta o presidente da ABRADEE (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica), Marcos Madureira. “Estamos fazendo o dever de casa, mas sempre existe um grande número de pessoas planejando maneiras de furtar energia, essa briga nunca termina”.

De acordo com a ABRADEE, as Smart Grids começam a ser uma realidade no Brasil e, até 2030, devem atender até 74,4 milhões de usuários no país. Ao mesmo tempo, a ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) estima que os investimentos necessários para a implantação maciça das redes inteligentes no Brasil variam de R$ 46 bilhões a R$ 91 bilhões, dependendo da velocidade que o país quiser adotar.

Mas, para que esse cenário se torne realidade, é preciso contar com a oferta de conectividade confiável e resiliente. Uma plataforma de comunicação que entregue dados em tempo real, sem tempo de inatividade, garante que a concessionária possa aumentar a eficiência de sua rede de distribuição, atenda aos indicadores de desempenho da ANEEL, aumente sua receita, e melhore a satisfação de seus clientes.

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A revolução da IoT vai melhorar a vida nas cidades, e de forma mais inteligente

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes

A Internet das Coisas (Internet of Things – IoT), baseada em hardware, software, serviços, conectividade, nuvem e dispositivos, vem transformando as cidades que, com o conhecimento gerado pela interpretação dos dados, ganham mais eficiência na gestão pública e na melhoria de qualidade de vida dos cidadãos. Nessa nova cidade inteligente, tudo estará conectado e uma das aplicações consideradas como das mais importantes está relacionada à eficiência energética, com a implantação de smart grids e medidores inteligentes.

Os medidores inteligentes apresentam diversas funcionalidades tanto para as distribuidoras de energia quanto para os consumidores. As informações transmitidas em tempo real ajudam a gerenciar a distribuição de maneira mais inteligente, evitando sobrecargas, e também reduzindo o tempo necessário para o restabelecimento da energia após falhas, já que é possível isolar o ponto de falha e redirecionar o fornecimento. E também reduzir furtos de energia e fraudes.

Além disso, em uma cidade inteligente, as concessionárias podem desenvolver novos modelos de medição e cobrança, como a Tarifa Branca, incentivado a população a consumir energia fora dos horários de pico e monitorando os comportamentos de consumo de cada região.

Para os clientes, a implantação de soluções de IoT garantem a entrega de um serviço com melhor qualidade e uma cobrança justa, personalizando a sua experiência, já que o usuário pode controlar melhor os seus gastos, avaliando o seu consumo diário, semanal ou mensal nos aplicativos disponibilizados pelas concessionárias de energia. Com as informações detalhadas, o usuário pode, por exemplo, configurar uma meta de consumo e acompanhar o seu cumprimento durante o mês.

Além da iluminação pública

Sistemas inteligentes de iluminação pública vão além do controle da luz nas vias públicas e podem ser aproveitados para a implantação de outras aplicações. Como o monitoramento de segurança pública, gerenciamento de tráfego, monitoramento do clima, estacionamento inteligente, entre outras.

Temos observado que diversas cidades brasileiras já estão ampliando o uso das infraestruturas inteligentes de iluminação pública, oferecendo, por exemplo, a recarga gratuita para veículos elétricos compartilhados, que serão alugados via aplicativo, e também para veículos particulares, incentivando a migração para essa tecnologia.

Em San Diego, nos Estados Unidos, os serviços já vão bem além da iluminação das vias. Uma rede de dispositivos conectados na malha de iluminação viária envia informações sobre clima, iluminação e som para uma plataforma aberta na nuvem, onde desenvolvedores utilizam essas informações para identificar violações da ordem pública e emitir um alerta à polícia. Também é possível identificar vagas em estacionamentos. Tudo para facilitar a vida da população urbana.

Conectividade é o ponto de partida da inteligência

Mas todas essas funcionalidades dependem da oferta de uma conexão robusta, flexível, escalável e confiável. Na cidade inteligente, a conectividade é a chave para o sucesso da implantação de soluções de IoT, que transmitem uma enorme quantidade de dados, em tempo real, para a nuvem.

E, como o custo de implantação de uma infraestrutura de conectividade pode ser muito alto se levarmos em conta, por exemplo, a extensão, o relevo, e a topografia das cidades, as Redes Mesh aparecem como a melhor opção. Com custo menor quando comparada à rede de rádio modem e oferecendo mais confiabilidade do que a rede celular, a Rede Mesh tem sido considerada por empresas do setor de energia como a melhor tecnologia para conexão de religadores, possibilitando sua operação remota.

Ao final, o objetivo de toda essa infraestrutura tecnológica e soluções de IoT é criar espaços urbanos e iluminação pública inteligentes, com a utilização de sensores, conectividade, algoritmos e uma base de dados robusta. As oportunidades para o setor de energia são imensas, levando a um uso racional dos recursos e buscando um ambiente mais seguro e uma melhor qualidade de vida para os cidadãos.

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Saiba por que as redes mesh podem fazer a diferença em cidades inteligentes

Quando se trata de soluções para cidades inteligentes, não há uma resposta certa. Cidades diferentes apresentam desafios diferentes, que exigem soluções particulares. A única constante é o uso de infraestrutura conectada e de Internet das Coisas (IoT) para aprimorar a vida dos cidadãos.

Mas o que acontece quando a maior parte da infraestrutura de uma cidade está conectada à nuvem? É aí que as coisas se tornam delicadas. Se semáforos, medidores de gás, estações de tratamento de água, malha energética ou aterros sanitários estão conectados, cada um deles precisa de um ponto de acesso à nuvem. Isso sem considerar os dispositivos elétricos em locais de trabalho e ambientes domésticos.

Para que um sistema como esses funcione, é necessário utilizar soluções eficientes, estáveis, baratas e potentes, que sejam customizáveis para qualquer dispositivo. É aí que entram as redes mesh.

A topologia das redes mesh

A topologia das redes mesh é relativamente simples: ao invés de nós ou sensores diretamente conectados à nuvem, os nós se conectam uns aos outros em uma malha (mesh), formando um vasto fluxo de informação autossustentável e autoconfigurável, onde é necessário um número mínimo de nós conectados à nuvem para que a informação seja transmitida.

Esse tipo de rede é conhecido pelo seu alto grau de escalabilidade, caráter colaborativo e baixo custo. Em tese, não há limite para o tamanho da cobertura de uma rede de dados: ela é do tamanho do número de máquinas, tem a forma de sua distribuição geográfica e sua força é diretamente proporcional à densidade de equipamentos conectados, fazendo com que as redes mesh sejam uma solução vantajosa para garantir a conectividade.

Os benefícios das redes mesh

Quando estruturas como sistemas de irrigação em parques públicos são automatizados, comandos automáticos podem ajudar a reduzir os gastos de água em 60%. Nesse mesmo parque, as luzes da rua podem se conectar à rede e utilizá-la para transferir informações sobre o consumo de energia, níveis de luz ambiente, e o tráfego de veículos ou pedestres pode ser transmitido instantaneamente.

Implementar as redes mesh nesses sistemas permite que as peças individuais funcionem em conjunto, ativamente transmitindo e automatizando. Isso não é teoria: a cidade de Barcelona está colhendo os frutos de um projeto de cerca de 30 anos, que utiliza tecnologias com conceitos de IoT em 60% dos seus parques públicos e economizam €425.000,00 por ano apenas em gastos com irrigação.

As redes mesh, como as oferecidas pela Atech, contam com outras vantagens, como:

Tolerância a falhas e autocorreção, ou seja, caso um dos nós da rede venha a falhar, as informações são redistribuídas em rotas alternativas;

Oferecem gerenciamento e configuração remota;

Permitem o diagnóstico em tempo real;

Apresentam alarmes e eventos para uma rápida identificação de falhas na rede;

As funcionalidades de gateway e bridge nos roteadores mesh permitem a integração das redes em malha sem fio com outras redes, como aparelhos celulares, sensores wireless, WI-FI, etc.

Com as cidades se expandindo a um ritmo sem precedentes, a necessidade por tecnologias para cidades inteligentes se torna cada vez maior. Considerando os custos de implementação e a infraestrutura necessária para uma infraestrutura conectada, as redes mesh mostram-se cada vez mais uma das melhores alternativas na construção das cidades do futuro.

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Redes Mesh vão tornar a Gestão de Ativos mais eficiente

A Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) é a base da digitalização de toda a economia, e vem transformando os métodos tradicionais de produção e a gestão de ativos – a jornada rumo à Indústria 4.0. Mas toda essa tecnologia depende de conexão rápida e resiliente, o que nem sempre é fácil de implantar, principalmente em áreas remotas. O uso da tecnologia de Redes Mesh na gestão de ativos tem sido apontado como a melhor solução tanto para áreas urbanas quanto as distantes dos grandes centros.
A fácil instalação de Redes Mesh é que vai apoiar planos como os apresentados no estudo “E-digital – Estratégia brasileira para a transformação digital”, elaborado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, que pontua como base para uma maior adoção das TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) no setor agropecuário a implantação de um maior cobertura da infraestrutura de acesso à internet banda larga, possibilitando o acesso a aplicativos, disseminação da informação, treinamento e integração a mercados e bases de dados em tempo real.

Ainda de acordo com o estudo, novas aplicações de IoT trarão melhorias consideráveis nos processos industriais, como o uso de sistemas autônomos, que permitirão que os insumos sejam processados com maior produtividade, além de garantir maior precisão nos processos produtivos; o uso de sensores que, capturando dados em tempo real poderão prevenir eventuais problemas e garantir a segurança, a eficiência energética e o bom funcionamento dos sistemas integrados e também a implantação de aplicações voltadas para a manutenção preditiva, que poderão antever a necessidade de reposição de peças e eventuais desgastes.

O estudo finaliza ressaltando que até 2025 os processos relacionados à Indústria 4.0 poderão reduzir custos de manutenção de equipamentos de 10% a 40%, reduzir o consumo de energia de 10% a 20% e aumentar a eficiência do trabalho de 10% a 25%.

Segundo Thelma Troise, idealizadora da comunidade “Tudo sobre IoT”, não é difícil calcular o ROI (Return on Investment) da implantação da IoT para gestão de ativos, já que o impacto de uma máquina parada certamente é muito maior do que o investimento em um processo inteligente de IoT com ação sistemática de controle e monitoramento, com o objetivo de reduzir ou impedir falhas.

“Uma estratégia eficiente de manutenção aumenta a confiabilidade e mantém o equipamento em operação, sem surpresas inesperadas”, diz Thelma. “O processo de decisão sobre o investimento em IoT para a gestão de ativos deve ter tanta importância quanto o que envolve a implantação de políticas e tecnologias de segurança digital. Quem fecha os olhos para essa necessidade pode se arrepender amargamente, já que um maquinário parado na esteira industrial pode causar prejuízos irreversíveis para a marca e para a empresa”.

Investindo na comunicação com Redes Mesh para a gestão de ativos
Todo o conceito da Indústria 4.0 e a possibilidade de otimizar a gestão de ativos está baseada em comunicação, e é preciso conectar dispositivos e sistemas de modo a que haja coleta, integração e análise dos dados de diversos equipamentos, reunindo as informações de toda a cadeia produtiva, laboratórios, logística, planejamento, operação.
O objetivo de implantar uma infraestrutura de comunicação deve ser:
• Obter o máximo de dados de ativos e sistemas para criar um ecossistema de informações
• Conectar sensores e sistemas com diversos padrões e protocolos, além de sistemas legados
• Montar uma infraestrutura de conexão que permita escalabilidade e simplicidade de crescimento

E toda essa infraestrutura necessita de uma tecnologia capaz de suportar todas as novas demandas da Indústria 4.0. As Redes Mesh oferecem a capacidade conectar dezenas ou centenas de pontos em plantas industriais que “conversam” entre si e estendem a conexão da rede para áreas maiores.
Os pontos ou nós das Redes Mesh são pequenos radiotransmissores que funcionam como um roteador wireless, se comunicando com os dispositivos e sensores e entre si. Nas Redes Mesh, somente um ponto precisa estar fisicamente ligado a uma conexão de rede com a Internet, que compartilha a sua conexão com os pontos ao seu redor e assim sucessivamente, por meio da características de saltos (hops em inglês) exclusivo da topologia de Redes Mesh, aumentando de maneira simples a área coberta.

Conectividade abrangente, flexível e escalável

O uso de Redes Mesh na gestão de ativos oferece uma solução de conectividade abrangente, flexível e escalável, permitindo o acesso a locais sem nenhuma infraestrutura de rede de comunicação, por mais remota e incipiente que seja, ou podendo se aproveitar de uma infraestrutura de rede já disponível pela empresa, reduzindo os investimentos e acelerando a implantação da solução.
O setor de distribuição de energia, por exemplo, é um dos que vem se beneficiando com o uso de Redes Mesh na gestão de ativos, coletando dados em tempo real de diversos sensores embarcados em equipamentos instalados em locais remotos. Quando é identificada a possibilidade de uma falha, o problema pode ser corrigido remotamente ou, se for necessário, uma equipe pode ser enviada ao local onde está ocorrendo o problema, agilizando o reestabelecimento da plena operação do equipamento e reduzindo custos com deslocamentos desnecessários.
Uma importante distribuidora de energia elétrica brasileira vem utilizando a solução de Redes Mesh para gestão de ativos desenvolvida pela Atech com muito sucesso e, durante o período de testes de homologação, além de ter demonstrado níveis de disponibilidade variando entre 98% e 99%, a tecnologia se revelou como uma solução de conectividade de melhor custo-benefício, mais simples de implantar, e custando cerca de 30% do valor da tecnologia de conexão por rádio modem ou rádio digital.
Segundo Ricardo Hayashi, Chief Product Owner da Atech em Conexões Inteligentes, a solução de Redes Mesh tem sido amplamente adotado e vem atendendo à demanda do setor de energia por maior conectividade no monitoramento remoto de ativos.

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Veja como as Redes Mesh reduzem os custos de deslocamento

Distribuidoras de energia são cada vez mais pressionadas a entregar um serviço de qualidade, com altas taxas de disponibilidade, e com custos mais baixos. E perdas técnicas (relativas a problemas no transporte de energia pela rede) e não técnicas (consumo de energia não medido ou não faturado, por erro de medição, furto ou fraude) são parte importante da composição do preço do serviço oferecido pelas distribuidoras de energia elétrica, tanto por conta do prejuízo com equipamentos danificados quanto pelo custo de deslocamento até o local onde foi detectado o problema para que o conserto seja efetuado. A solução? Implantação de Redes Mesh.

Segundo a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), entre maio de 2017 a abril de 2018, a perda total (técnica, e não técnica) de energia em todo o Brasil chegou a quase 70 milhões de MWh.

Em um país com dimensões continentais, com muitas áreas agrícolas, remotas e de difícil acesso, ou mesmo dentro das cidades, manter o bom funcionamento das redes elétricas é um grande desafio, e os custos de deslocamento, seja para reparos ou para medições, fazem com que seja fundamental a implantação de tecnologias que promovam a conectividade e que sejam simples, flexíveis e resilientes, como as Redes Mesh, e contem com recursos como:

Gerenciamento e configuração remota

Diagnóstico de falhas em tempo real

Apresentação de alarmes e eventos para uma rápida identificação de falhas na rede

Monitoramento da saúde de toda estrutura de rede

Autorrecuperação da rede em caso de perda de algum equipamento

Tecnologia ajuda a reduzir os custos de deslocamento

As Redes Mesh contribuem para melhorar a medição remota de consumo de energia. Ricardo Hayashi, responsável por Produtos para Conexões Inteligentes da Atech, destaca que a tecnologia de Redes Mesh auxilia o monitoramento, o controle e o diagnóstico da estrutura da rede de distribuição de energia, disponibilizando o acesso a todas as informações em qualquer período e local – inclusive com uma tabela estatística do nível de demanda de energia para auxiliar a identificação, por exemplo, de sobrecarga nas subestações.

“Dessa forma”, diz o especialista, “as Redes Mesh permitem responder com agilidade a problemas que possam afetar as redes de distribuição e o fornecimento de energia. É uma forma de resolver em minutos um problema que levaria horas para ser solucionado de forma manual, sem a necessidade de custos de deslocamento de equipes e, principalmente, entregar a melhor qualidade possível da energia elétrica para seus clientes”.

Um exemplo prático está na identificação da ausência de energia em uma determinada área. Com tecnologia de Redes Mesh a distribuidora pode restabelecer parte do serviço e redirecionar o fornecimento de energia de forma rápida e remota, sem a necessidade de aguardar a presença física de profissionais que atuariam “in loco”.

Medidores inteligentes entregam informação minuto a minuto

Outra vantagem do uso das Redes Mesh, que oferecem conectividade ágil e resiliente, está na possibilidade de instalar medidores inteligentes e gerenciar o fornecimento minuto a minuto com a automação da medição, identificando aumento da demanda, possibilita novas formas de tarifação de consumo, falhas no fornecimento de energia e possibilidades de fraudes.

 

O prejuízo causado com furtos de energia chega a até R$ 8,1 bilhões por ano, o que corresponde a 8% do consumo do mercado cativo elétrico brasileiro, e pode ser evitado com a instalação de medidores inteligentes que são completamente imunes a diversas fraudes, incluindo a adulteração magnética.

 

Nos Estados Unidos, as fraudes no consumo de energia também têm um impacto significativo para as empresas, que relatam que cerca de 1% de todo o seu inventário desaparece devido às fraudes – pode até parecer pouco, mas as perdas estimadas podem chegar a US$ 25 milhões por dia.

 

Além disso, a medição inteligente permite a entrega de uma fatura com um valor extremamente confiável com novos modelos de tarifação, medição e cobrança, identificando os horários de pico e os comportamentos de consumo de cada região para determinar diferentes preços para a energia consumida em diferentes horários.

 

Mas, se mesmo assim for necessário deslocar uma equipe até o local, com os medidores inteligentes, que já enviaram os dados em tempo real via Redes Mesh, os técnicos podem melhorar o índice de resolução na primeira visita, já que tiveram acesso remoto a todas as informações possíveis e com possibilidade maior de já identificar qual seria o problema.

 

A inteligência embarcada no sistema de automação da medição, com ferramentas de Analytics, permite entender a demanda quase que em tempo real, identificar e responder com agilidade a problemas que possam afetar as redes de distribuição e o fornecimento de energia, como quedas de árvores, resolvendo em minutos um problema que antes levaria horas para ser solucionado.

 

Assim, a automação da medição auxilia também na operação das redes de distribuição, por exemplo, a partir do momento em que ele identifica que a energia foi interrompida em uma determinada área a distribuidora pode então redirecionar o fornecimento de energia, reestabelecendo parte do serviço, e enviar equipes para o exato local onde se encontra a falha, evitando deslocamentos desnecessários.

 

Em termos estratégicos, o especialista da Atech ressalta que a tecnologia de Redes Mesh faz com que as distribuidoras de energia consigam inovar sua gestão e, principalmente, acompanhar a evolução e demandas do mercado consumidor de energia para ampliar a competitividade e rentabilidade no mercado. Entre em contato e saiba mais sobre como as Redes Mesh podem, entre outras vantagens, reduzir os custos de deslocamento de equipes de medição.

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Redes Mesh no agronegócio: saiba como dar mais conectividade ao seu maquinário

Um estudo do McKinsey Global Institute estima que as tecnologias digitais, como Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) e Big Data, têm o potencial de alavancar o PIB do Brasil em até US$ 200 bilhões ao ano até 2025. E o agronegócio certamente terá um grande papel nesse crescimento, em se mantendo os índices divulgados pelo IBGE, que apontam recordes da produção agropecuária, que contribuiu com 60% do crescimento da economia brasileira como um todo entre 2016 e 2017. Além disso, esse crescimento aumentou as exportações, registrando o maior saldo comercial da história do País, de US$ 67 bilhões.

De acordo com um recente levantamento da Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão (CBAP), 67% das propriedades agrícolas no país já adotaram algum tipo de inovação tecnológica, dentro ou fora do campo. E toda essa tecnologia depende de conectividade, onde as redes mesh no agronegócio aparecem como a melhor opção para garantir a troca de informações. Afinal, de que adianta investir em sensores e máquinas inteligentes que produzem uma série de dados que poderiam ser usados para melhorar a estratégia de manutenção e, também, a produção, se não há como extrair e analisar em tempo real essas informações? Sem conectividade, todos os dados precisam ser extraídos, cruzados e analisados manualmente, perdendo toda a agilidade necessária para manter a competitividade.

Como funciona uma rede mesh

A rede mesh sem fio consiste em nós (pontos) de rádio organizados em uma topologia mesh (em malha), que se conectam sem fios, e sem envolver uma companhia telefônica ou um provedor de serviços de internet.

Analistas indicam que essa tecnologia deve predominar no futuro devido ao seu alto grau de escalabilidade, caráter colaborativo e baixo custo.  Redes do tipo mesh trabalham com a união de dois formatos sem fio já consagrados — Access Point, ou ponto de acesso (que distribui os dados a partir uma fonte central), e Ad-hoc (na qual cada equipamento controla sua comunicação com os demais). Na rede mesh, cada computador ou rádio ajuda a propagar os dados (funcionando como estações repetidoras), ampliando o alcance limitado do Access Point.

Em tese, não há limite para o tamanho da cobertura de uma rede de dados; ela será do tamanho do número de máquinas, terá a forma de sua distribuição geográfica e sua força será diretamente proporcional à densidade de equipamentos conectados, fazendo com que o uso das redes mesh no agronegócio seja uma vantajosa solução para garantir a conectividade.

Principais vantagens das redes mesh no agronegócio

Uma rede mesh não necessita de pontos de acesso ou de cabos para fazer a interconexão entre roteadores e clientes. Desta forma, seu custo de implementação e manutenção é consideravelmente baixo, principalmente em áreas de grande cobertura

Uma rede mesh é tolerante a falhas, ou seja, caso algum nó venha a falhar ou enfrentar algum problema, o pacote poderá passar por uma rota alternativa sem maiores problemas.  Como a rede em questão é em malha, a robustez da rede é garantida, já que o sistema encontra novas rotas dinamicamente

A rede é auto-organizável e, dessa forma, os novos nós podem ser adicionados à rede de acordo com a necessidade, sem precisar de reconfiguração ou da intervenção de um administrador de rede

É ideal para ambientes onde há falta de cabos ethernet, pois na rede mesh são utilizados múltiplos saltos e desta forma basta que um dos roteadores mesh estejam conectados à internet para que a conexão seja compartilhada e transmitida para os demais nós

As funcionalidades de gateway e bridge nos roteadores mesh permitem a integração das redes em malha sem fio com diversas outras redes sem fio, tais como redes de aparelhos celulares, sensores wireless, Wi-Fi, Wi-Max etc. Isso permite a integração de diversas redes através da utilização de redes mesh

Além dessas vantagens, as soluções de redes mesh desenvolvidas e implantadas pela Atech oferecem:

Gerenciamento e configuração remota

Diagnóstico em tempo real
Apresentação de alarmes e eventos para uma rápida identificação de falhas na rede
Monitoramento da saúde de toda estrutura de rede;
Autorrecuperação da rede em caso de perda de algum equipamento

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