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Veja como a Rede Mesh facilita a gestão de ativos no campo

A Agricultura 4.0, que aproveita ao máximo os recursos disponíveis, traz diversos benefícios para toda a cadeia produtiva e, também, para o consumidor, que conta com maior oferta de produtos, melhor qualidade e menores preços. Nesse cenário, a Internet das Coisas (IoT – Internet of Things), é fundamental para o manejo inteligente do plantio, melhor gestão de ativos no campo e, consequente, redução dos custos operacionais.

Com a correta gestão de ativos no campo a partir dos dados enviados pelos sensores dos dispositivos conectados, é possível planejar ações de manutenção preventiva – tarefas realizadas em intervalos regulares para garantir que não ocorram danos -, mas principalmente de manutenção preditiva, analisando e utilizando dados para acompanhar o ciclo de vida e desempenho do maquinário e prever quando e em que parte eles podem falhar, antes mesmo de serem substituídos.

Com a digitalização do campo, uma manutenção preditiva passa a ser “personalizada” para cada máquina, levando em conta horas trabalhadas, atividade realizada pelo equipamento e aspectos como o tipo de solo onde uma máquina está em uso.

A meta é aproveitamento de todos os dados enviados pelos sensores para evitar ações de manutenção corretiva, baseada na troca de componentes ou peças que sofreram algum desgaste inesperado ou falha. O problema é que esse tipo de manutenção resulta em grandes tempos de parada, alto custo não reparo e perda da produtividade. Isso é o que acontece quando não há sensores coletando dados e conectividade, como a oferecida pelas Redes Mesh , entregando as informações em tempo real. Com uma oferta de conectividade segura e efetiva, é possível atender aos pilares que definem a Agricultura 4.0: coleta de dados, análise das informações e funções apenas quando são necessárias.

Segundo especialistas da SNA (Sociedade Nacional de Agricultura) o relacionamento entre tecnologia e agricultura vem crescendo nos últimos anos – o início da Quarta Revolução no campo – que implica no uso de ferramentas de Big Data para gerenciar melhor a propriedade, reduzir os riscos da atividade , racionalizar o uso de recursos naturais e insumos e, por fim, aumentar a produtividade e a renda do agricultor.

Para se ter uma ideia da importância da digitalização no campo, veja quais são as três primeiras revoluções no campo apontadas pelos historiadores:

Revolução no Neolítico – ocorreu a cerca de 9 mil anos, quando o homem deixou de ser nômade para ser sedentário. Neste período, ocorreu a descoberta da agricultura, que foi um dos principais fatores do surgimento do sedentarismo humano na Pré-História. Este processo está diretamente relacionado ao surgimento das primeiras comunidades, que deram origem às primeiras civilizações nos séculos posteriores.

Revolução na Idade Média – ocorreu na Europa por volta do século XI, em resposta ao crescimento populacional e, portanto, ao aumento da necessidade de gêneros agrícolas. Um dos principais avanços que marcaram este período foi a criação e utilização do arado.

Revolução inglesa – ocorrência no século XVIII, caracterizando-se por um conjunto de avanços e mudanças que possibilitaram o aumento da produção no campo.

Entendendo a telemetria e a gestão de ativos no campo

A telemetria é a coleta e o compartilhamento remoto de dados provenientes dos sensores embarcados em todas as máquinas usadas na agricultura, ajudando o produtor a fazer um diagnóstico completo da lavoura e a gestão de ativos no campo, otimizando as operações, chegando a gerar uma redução de custos de até 15%.

Com os dados provenientes das ferramentas de monitoramento, especialistas em manutenção apontam que é possível implantar programas de manutenção preventiva e obter uma estimativa do tempo de vida útil das máquinas, antecipando a necessidade dos serviços de manutenção. Assim, é possível aumentar a disponibilidade da frota, reduzir os custos de manutenção e aumentar a confiabilidade dos serviços.

“O modelo digital, além de elevar o giro dos ativos e minimizados os riscos, possibilita taxas de crescimento maiores”, ressaltou Claudio Machado Filho, professor de Economia da USP (Universidade de São Paulo), durante palestra na SNA. Segundo ele, na agricultura atual e principalmente na futura, quem não buscar através da otimização e digitalização de sua atividade vai acabar ficando para trás.

Aprimorando a gestão de frotas e equipamentos

As montadoras estão investindo pesado na Agricultura 4.0 e na gestão de ativos no campo, embarcando de fábrica sensores e sistemas de gestão de frota que permite aos produtores monitorar e alterar, em tempo real, o desempenho, condições, velocidade e a forma de operar da máquina , além de sinalizar problemas técnicos.

Alguns fabricantes, inclusive, estão lançando programas onde especialistas da empresa fazem o monitoramento e gerenciamento do sistema de telemetria, e o produção recebe, a qualquer momento, assistência da concessionária.

Com a tecnologia embarcada nas máquinas pelos fabricantes, é possível gerenciar o percurso utilizado pelos veículos, o consumo de combustível, a temperatura e a rotação do motor, entre outras informações sobre problemas técnicos que podem resultar em paradas dos equipamentos. Se os sensores detectarem a saturação do filtro de ar do motor, por exemplo, uma área de manutenção receberá essa informação antes que o problema ocorra.

Todos esses benefícios só serão aproveitados pelo produtor se houver disponibilidade de uma rede de comunicação no campo transmitindo todos os dados em tempo real. Entre em contato com os especialistas da Atech e saiba porque uma solução de Redes Mesh é um ideal para levar conectividade ao campo.

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Entenda como a Atech pode ajudá-lo a criar uma Smart Grid dinâmica e totalmente conectada

O novo modelo de negócios das concessionárias de energia é definido por conexão, automação, Smart Grids, e medição inteligente. A solução para atender as demandas desse novo cenário está na implantação de Redes MESH, como aponta uma pesquisa realizada pela consultoria norte-americana Zpryme, especializada no setor de energia.

O objetivo da pesquisa, que envolveu 350 distribuidoras em todo o mundo em 2017, era conhecer as prioridades para a otimização da próxima geração de rede de comunicação. O estudo concluiu que as concessionárias apontam as Redes MESH como a tecnologia de conectividade que irá oferecer a flexibilidade, escalabilidade e confiabilidade necessárias para a modernização da rede elétrica.

A pesquisa identificou que as distribuidoras estão cientes de que precisam modernizar as suas redes de comunicação para criar Smarts Grids dinâmicas, e apenas 6% das entrevistadas consideram suas redes prontas para suportar as mudanças previstas para os próximos cinco anos.

Mais da metade das distribuidoras apontam as Redes MESH como a melhor tecnologia para atender as necessidades na instalação de redes de campo (Field Area Network – FAN), priorizando a automação da distribuição, detecção de falhas e AMI (Advanced Metering Infrastructure – Infraestrutura de Medição Avançada). Essa escolha é baseada no que as concessionárias consideram como prioridades para as suas redes de comunicação: confiabilidade (91%) e custo (78%).

Os desafios das Smart Grids no Brasil

Segundo a ABRADEE (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica) as Smart Grids começam a ser uma realidade no Brasil e, até 2030, devem atender até 74,4 milhões de usuários no País. Ao mesmo tempo, a ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) estima que os investimentos necessários para a implantação maciça das redes inteligentes no Brasil variam de R$ 46 bilhões a R$ 91 bilhões, dependendo da velocidade que o País quiser adotar.

Mas, para atingir esse patamar, será preciso solucionar diversos gargalos na produção nacional, de acordo com um amplo estudo da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial).

Um desses gargalos é instalação da AMI, com o uso de medidores inteligentes e a consequente instalação de um sistema de automação de medição que transforme os dados transmitidos pelas Redes MESH em informação integrada. Só com a substituição dos medidores eletromecânicos de consumo por dispositivos digitais será possível agregar inteligência ao processo de distribuição de energia.

Receber informações medidores inteligentes, em tempo real, agilizará a tomada de decisão e diminuirá instabilidades do sistema. Com a confiabilidade da transmissão das Redes MESH também será possível aprimorar a análise de contingência e o monitoramento de equipamentos e gestão de ativos.

Outro gargalo importante apontado pelo estudo seria o fato de o País ainda ter forte dependência da importação de componentes eletrônicos para a fabricação dos equipamentos e dispositivos para tecnologias como as Redes MESH.

Como ajudamos a acabar com os gargalos

A Atech vem acompanhando de perto o cenário mundial da implantação de Smart Grids e também da criação de soluções para cidades inteligentes. A Atech faz parte da plataforma Connect Smart Cities, que envolve empresas, entidades e governos para promover a discussão, troca de informações e difusão de ideais para criar cidades mais inteligentes e conectadas umas com as outras, sejam elas pequenas ou megacidades.

A Atech está pronta para atender aos maiores gargalos apontados pelo estudo do ABDI, oferecendo, em primeiro lugar, um avançado sistema de automação da medição que permite acompanhar o consumo e demanda minuto a minuto. Aliado à solução de Redes MESH e ao Software de Gestão da Rede MESH, o sistema oferece às concessionárias o diagnóstico de cada equipamento, apresentação de alarmes e eventos, e o monitoramento da saúde da estrutura da rede como um todo.

Esse diagnóstico em tempo real agiliza a identificação de falhas na rede, minimizando o tempo de retorno do serviço, reduzindo custos e otimizando a manutenção de equipamentos.

A Atech tem mais de 20 anos de experiência no desenvolvimento de software embarcado e na integração de sistemas com certificação na norma AS-9100 e aderência comprovada às normas como a CNEN1.16, que estabelecem parâmetros de qualidade em gerenciamento de projetos na indústria aeronáutica e nuclear, e a “DO-178”, que estabelece um guia de segurança para o desenvolvimento de softwares embarcados.

Não existe dependência da importação de componentes eletrônicos – outro gargalo apontado pelo estudo. A Atech tem uma parceria com a empresa DESH Tecnologia, especializada em soluções de comunicação sem fio para telemetria em sistemas de energia, que fornece os equipamentos de solução Atech de conectividade em Redes MESH (modem/terminal remoto, repetidores e concentradores), em conjunto com os Softwares de Gestão da Rede MESH e Automação da Medição.

Além disso, a Atech também está pronta para fornecer os serviços de instalação dos equipamentos. Conheça todas as nossas soluções para conexões inteligentes.

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