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Saiba como resolver os principais problemas de produtividade na manutenção em óleo e gás

O setor de óleo e gás é uma indústria complexa, com demandas desafiadoras. Juntamente com o fato de profissionais e instalações operarem em ambientes remotos e hostis, está se tornando cada vez mais caro e difícil extrair energia. As organizações foram forçadas a procurar oportunidades para maximizar investimentos, reduzir custos e mitigar riscos.

As últimas tendências digitais em manutenção de equipamentos industriais permitem que os fabricantes simplifiquem essa tarefa. Graças aos dados de monitoramento de condições e análises preditivas, as falhas podem ser antecipadas e a manutenção agendada apenas quando necessário. Sem ter a opção de cometer erros relacionados aos acidentes de segurança e ambientais dos funcionários, o setor de óleo e gás (juntamente com geração de energia e aeroespacial) foi um dos primeiros a adotar a manutenção preditiva. O retorno financeiro é reduzido no tempo de inatividade não programado e no aumento da eficácia do equipamento, juntamente com tarefas automatizadas de alto custo e perigosas.

A era do campo de petróleo inteligente

Com o surgimento das mais recentes tecnologias, criar um campo de petróleo inteligente não é muito difícil. Novas tecnologias inovadoras podem ajudar as empresas a monitorar remotamente e automaticamente poços e campos e, consequentemente, tomar medidas preventivas para ajudar a evitar o tempo de inatividade da produção. Agora, grandes quantidades de dados provenientes de sensores instalados nos equipamentos podem ser armazenadas e pesquisadas usando a avançada tecnologia de visualização. Visualização, modelagem e análise estão facilitando aos tomadores de decisão o entendimento da riqueza de informações complexas, levando a um gerenciamento aprimorado do reservatório.

O mau funcionamento ou a confiabilidade do equipamento é outro grande desafio que a indústria de óleo e gás está enfrentando. Qualquer desaceleração na fase de exploração ou produção resultará em uma grande perda de receita. Os empregadores não podem responder proativamente ao equipamento que mostra desgaste ou que foi relatado como apresentando um mau funcionamento. A manutenção pode demorar ou até ser desconsiderada. Por sua vez, isso pode afetar adversamente a segurança dos trabalhadores em campo. Negligência do fabricante ou defeitos de design e pode resultar em responsabilidade estrita. A falta de treinamento, procedimentos inseguros, pressão para cumprir as metas de produção e redução de custos de manutenção contribuem para a falha do equipamento. Em tempos de fornecimento restrito de produtos, esses problemas de manutenção tornam-se exacerbados ao ponto de uma quebra de segurança abrangente.

As operações de óleo e gás tornam-se mais complexas, especialmente em locais remotos no mar ou em águas profundas. Além disso, a inspeção de equipamentos em locais remotos é cara. Essa falta de visibilidade pode levar a manutenção não programada cara e tempo improdutivo ou derramamentos de óleo ou acidentes resultantes de falhas no equipamento. Muitas empresas usam sensores de campo petrolífero para monitorar dados em tempo real das operações, mas os dados não são frequentemente armazenados e analisados ​​para ajudar a prever possíveis problemas no equipamento. Além disso, eles não têm uma melhor política de rastreamento de ativos e manutenção preditiva.

Empresas que trabalham no segmento de óleo e gás têm o desafio de gerenciar cada ativo com eficiência – especialmente considerando que os ativos tendem a ser muito caros e altamente regulados, além de uma falha ser capaz de provocar desastres que podem custar muitas vidas e destruir o meio ambiente. Veja como aumentar a produtividade na manutenção:

Etapa 1. Coletando dados da Internet das Coisas (IoT)

A manutenção preditiva, que gera maior produtividade aos processos, começa com a coleta dos dados dos pontos de falha em potencial do equipamento (por exemplo, rolamentos de eixo de bombas de vácuo) com a ajuda de sensores. É bom ter um conjunto de dados que ilustre a saúde e o desempenho do equipamento durante toda a sua vida útil e mostre falhas identificáveis. Os cientistas de dados usarão esse conjunto de dados como base para criar modelos preditivos.

Etapa 2. Adicionando contexto

Para melhor confiabilidade e precisão de futuros modelos preditivos, os dados da IoT são combinados com os metadados do equipamento (modelo, configuração, configurações operacionais etc.), histórico de uso do equipamento e dados de manutenção. Esses dados podem ser buscados na plataforma de gestão de ativos OKTO, desenvolvida pela Atech, que ajudam a melhorar o uso dos recursos de manutenção por meio da integração de dados operacionais ao longo de toda a cadeia, oferecendo visibilidade e novas possibilidades de automação e ganho de confiabilidade.

Etapa 3. Procurando padrões

Os cientistas de dados examinam o conjunto de dados combinados de IoT e dados de contexto para identificar dependências e fazer suposições técnicas sobre os possíveis sinais de falha e padrões de uso que levam a falhas.

Etapa 4. Criando modelos preditivos

A essência do estágio se resume à execução do conjunto de dados combinado por meio de algoritmos de aprendizado de máquina para identificar padrões de falha do equipamento e, com base neles, criar modelos preditivos. Os modelos são testados quanto à precisão e, uma vez aprovados, usados ​​para prever a probabilidade de falha do equipamento. À medida que mais dados se tornam disponíveis, os modelos são atualizados, reciclados e testados novamente, para que sejam precisos e representativos da realidade.

CategoriesImprensa Corporativa – Gestão de Ativos

Agricultura 4.0: novas tecnologias promovem avanços na produção e na manutenção no agronegócio

Em busca de mais produtividade, o uso da tecnologia aliada ao meio ambiente, um dos itens que define a agricultura 4.0, está permitindo que os negócios no campo otimizem recursos naturais, equipamentos e processos no agronegócio.

Um exemplo de como essas iniciativas voltadas para a agricultura 4.0 devem crescer nos próximos anos é o programa BNDES IoT, por meio do qual o banco estatal oferece uma linha de crédito de R$ 100 milhões em recursos para financiar projetos piloto de Internet das Coisas, no qual o agronegócio deve ser um dos maiores beneficiados devido ao seu potencial de desenvolvimento para essa tecnologia.

Além disso, o País já conta com uma série de empresas que oferecem tecnologias específicas para atender às necessidades do agronegócio e prepará-lo para caminhar rumo à Agricultura 4.0, vencendo os desafios enfrentados de acordo com os diferentes níveis de maturidade de cada negócio quando o assunto é a modernização.

Neste cenário, a Atech, empresa do Grupo Embraer especializada no desenvolvimento de soluções e tecnologias para apoio à tomada de decisão, oferece, por meio da plataforma OKTO, um portfólio de softwares e serviços voltados para ajudar o setor agrícola a obter mais eficiência, agilidade e organização, oferecendo desde serviços voltados para melhoria contínua até sistemas avançados para modernizar o negócio e dar suporte à busca por inovação.

Segundo o diretor da área de Negócios Corporativos da Atech, Marcelo Eskenazi, apesar de ter seus benefícios bastante claros e diretos, o caminho rumo à Agricultura 4.0 ainda é nebuloso para muitos tomadores de decisão, e é neste cenário que a Atech busca se diferenciar.

“Especialmente neste segmento, em que a otimização dos processos e o envolvimento das pessoas são fatores críticos de sucesso é recomendado que a jornada de adoção de tecnologias esteja integrada a uma visão maior. É preciso mapear as necessidades focando sempre na busca por excelência operacional e balancear os esforços dentro de um plano bem estabelecido e gerenciado. A plataforma OKTO atende as necessidades de todos os estágios dessa jornada, seja por meio da implementação de metodologias ágeis e lean, seja na implantação de soluções de conectividade e sistemas para dar mais inteligência e agilidade na tomada de decisão por meio da análise de dados no campo”, explica Eskenazi.

Agricultura 4.0 e a busca por confiabilidade

Para isso, a Atech conta com o apoio de parceiros técnicos que ajudam no desenvolvimento de sistemas voltados para a Agricultura 4.0, como a Compass, especializada na difusão do conhecimento em engenharia da confiabilidade e gestão de ativos, e a Desh Tecnologia, especializada no desenvolvimento de soluções de conectividade, como redes MESH.

Unindo a experiência no desenvolvimento de soluções à análise da confiabilidade de ativos, a Compass em parceria com a Atech oferece o sistema Orion, integrado à plataforma OKTO para realizar a Gestão de Ativos. O sistema por meio da análise de dados coletados dos equipamentos agrícolas, auxilia no planejamento de manutenções preventivas, reduzindo custos, e na identificação de problemas que possam afetar a segurança operacional e ambiental de maneira eficaz.

A conectividade é fundamental para esses avanços. E, neste contexto, a Atech se uniu à Desh Tecnologia, empresa investida pelo Fundo Aeroespacial liderado pela Embraer, para o desenvolvimento de um software de gestão de Redes MESH, tecnologia ideal para solucionar o desafio de conectividade no campo, em que redes celulares e WiFi não são alternativas.

Seguras, confiáveis e de fácil implementação, as redes MESH vão dar a cobertura e a confiabilidade necessárias para dar apoio aos avanços da agricultura 4.0.

Para Adriano S. Yamaoka, CEO da Desh Tecnologia, existe uma escassez de conectividade no campo e, em muitos casos, quando existe conectividade para uma área mais abrangente, o custo é muito elevado. “A proposta da Desh por meio das redes MESH é oferecer uma tecnologia que englobe características técnicas diferenciadas para entregar boa conectividade com bom custo-benefício. Isso na agricultura 4.0 vai ser essencial, pois o acesso remoto e a análise dos dados coletados é o que vai levar um grande valor para as aplicações, agregando produtividade na colheita e ganho de energia”, explica Yamaoka.

Além da tecnologia desenvolvida em parceria com a Atech por meio do software de Gestão de Redes MESH, a empresa também está trabalhando no desenvolvimento de um sistema de monitoramento remoto de condição.

Transformando dados brutos em insights

A geração de imagens de satélite associada à coleta de dados do campo também é uma das características da Agricultura 4.0 que pode trazer avanços importantes na tomada de decisão, impulsionando ações preventivas que podem reduzir custos para os produtores rurais. É neste campo que a VISIONA, joint-venture entre a Embraer e a Telebras, atua, por meio da concepção de sistemas espaciais. “Temos acompanhado bastante a questão da agricultura 4.0 e as iniciativas do setor, principalmente em função do acordo de cooperação que assinamos com a Embrapa. O que temos visto, no entanto, é uma dificuldade em conectar todo o fluxo desde o planejamento até o escoamento da produção do campo”, explica Cleber Oliveira, diretor de desenvolvimento de negócios da VISIONA.

De acordo com o executivo, a questão da banda larga é uma grande oportunidade para o negócio da empresa. “Temos apoiado principalmente a Embrapa em questões relacionadas ao uso de satélites diretamente, de forma que a conectividade seja resolvida por meio do uso da banda larga no campo. As empresas precisam escoar os dados que coletam, e o satélite é a melhor forma de fazer isso, proporcionando cobertura de 100% no território nacional”, afirma.

No sentido de dar mais inteligência à análise dos dados brutos para gerar insights relevantes para as atividades no campo, a Aquarela, empresa também investida pela Embraer, utiliza Inteligência Artificial e Machine Learning para identificar falhas e pontos de melhoria nas atividades do agronegócio, da preparação do solo à colheita.

CategoriesImprensa Corporativa – Conexões Inteligentes

Conectividade está impulsionando a produtividade na indústria

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes da Atech

Na Indústria 4.0, tecnologias inovadoras vieram para transformar e otimizar todas as fases da cadeia produtiva, baseadas em interoperabilidade, virtualização, descentralização, informações em tempo real, computação em nuvem e modularização, digitalizando produtos, processos e equipamentos. E o que todas essas tecnologias têm em comum? A necessidade de conectividade para captar e interpretar informações, comunicarem-se entre si e, assim, agirem em conjunto, fornecendo uma visão holística das operações em toda a cadeia e permitindo reduzir custos de manutenção, bem como aumentar a vida útil dos ativos e a produtividade.

A conectividade no chão de fábrica já é uma realidade na aquisição de dados provenientes de diversos sensores e dispositivos de IoT implantados em toda uma linha de produção, possibilita a exploração de grande volume de dados por aplicações de Inteligência Artificial e Big Data Analytics, automatizando a tomada de decisão em busca de redução de custos operacionais, do aumento da produtividade e de novas oportunidades de receita.

Em nossos projetos de implementação de soluções de conexão inteligente e de gestão de ativos, observamos a eficiência dessa nova linha de montagem inteligente, onde o grande fluxo de dados estratégicos enviados e recebidos por todos os componentes da fábrica são analisados em tempo real, conectando pessoas, softwares, equipamentos, máquinas e robôs.

Megatendência tecnológica

A conectividade foi apontada pelo Fórum Econômico Mundial como uma três das tecnologias chaves para transformação da produção, em um estudo apresentado na reunião realizada em janeiro de 2019. Junto com a conectividade, que cria conexões entre dispositivos, sensores, máquinas e softwares, e aumenta a visibilidade do que ocorre no chão de fábrica, o relatório indica a inteligência artificial – que automatiza o reconhecimento do evento e o tratamento para a tomada de decisão – e a automação flexível, que incorpora mecanismos responsivos, automação e movimentos remotos, como as tecnologias que vão impulsionar a produtividade na indústria.

Segundo o estudo, a aplicação dessas tecnologias chaves é que vão determinar o impacto no âmbito da produção inteligente, a partir da escolha do melhor modelo para a integração entre a inteligência, a automação flexível e a conectividade.

Mas todos os benefícios das tecnologias que promovem a Indústria 4.0, fundamentada em inovação, produtividade e competitividade, só poderão ser alcançados se a infraestrutura de conectividade das “coisas” estiver plenamente disponível, e muitas empresas têm obtido sucesso nessa jornada com a implantação de soluções para conexões inteligentes como as Redes Mesh, tecnologia que já vem fazendo a diferença no setor de energia, dando conectividade a medidores inteligentes para permitir a medição remota do consumo.

Na indústria, as Redes Mesh têm permitido rastrear itens produzidos e monitorar grandes objetos físicos, proporcionando conexão sem fio de alta confiabilidade para coletar dados do chão de fábrica e várias outras áreas para a geração de estratégias de manutenções preditivas, superando desafios na busca de maior eficiência operacional, gerando novos negócios e mais valor aos seus produtos, capacitando as empresas que adotam as Redes MESH a enfrentarem a crescente pressão competitiva que marca o atual ambiente de negócios.

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Soluções de gestão de ativos Atech amplifica ganhos de segurança, controle e produtividade no setor minerador

No setor de mineração, segurança, controle e produtividade andam juntos, sempre orientados a otimizar a eficiência operacional e os resultados do negócio. As tecnologias de automação e análise de dados impulsionadas pela Indústria 4.0 oferecem recursos alinhados às principais demandas desse segmento: monitoramento em tempo real do status dos ativos, predição consistente para eliminar falhas inesperadas e ações corretivas, e confiabilidade para planejamento de processos e programação de serviços.

Esse é um dos temas abordados pela Atech no 34º CBMGA – Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos e XXXIV EXPOMAN, que acontece entre os dias 12 e 18 de outubro no em Vitória (ES), e é considerada a maior feira de manutenção e gestão de ativos da América Latina.

“As soluções de gestão de ativos da Atech são aliadas do setor minerador, com o objetivo de converter perdas de produção em ganhos de produtividade e redução de custos nas minas. Nesse sentido, oferecemos a combinação certa de tecnologias 4.0 para contribuir com a evolução das operações, agregando mais velocidade, controle e eficiência em todo processo de  gestão dos ativos, passando pela execução de tarefas, programação automática e definição de estratégias de manutenção”, ressalta Fábio Vieira, responsável pelo portfólio de soluções para gestão de ativos da Atech.

A plataforma OKTO da Atech conta com soluções completas para gestão de ativos voltadas à toda a cadeia produtiva da mineração. Uma delas é a Solução para Otimização de Programação de Serviços, que realiza o mapeamento da situação real de cada ativo, e permite uma programação de forma rápida das atividades de gestão da manutenção e a gestão de ativos para conferir uma utilização mais eficiente dos equipamentos produtivos. Já a Solução para Gestão Estratégica de Ativos oferece consistentes recursos para consolidação e análise de dados estratégicos para fundamentação de tomadas de decisão, em total conformidade com as diretrizes da ISO 55000.

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Saiba como a gestão de ativos pode reduzir custos da indústria

Por Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech

Como uma empresa pode conseguir vantagem competitiva sustentável? Segundo Michael Porter, três estratégias devem ser aplicadas para se alcançar essa posição mais favorável: custo, diferenciação e foco. Porter, considerado um dos gurus da moderna administração, defende que uma estratégia competitiva baseada em custos requer uma produção em grande volume para minimizar gastos de todo o processo de fabricação. Mas todos nós sabemos que não é uma tarefa simples atender à pressão pela redução de custos e, ao mesmo tempo, aumentar a eficiência na produção em um chão de fábrica repleto de equipamentos, sensores e diversos outros ativos que compõem a Indústria 4.0.

Disponibilidade e confiabilidade são fundamentais para garantir a produtividade, onde a eficiência operacional realmente se concretiza a partir da adoção de um sistema de gestão de ativos. Como exemplos de redução de custos obtidos com uma eficiente gestão de ativos, podemos destacar o menor número ou até mesmo a inexistência de paradas não programadas para manutenção, assim como menos ocorrências de falhas ou defeitos em ativos, o que resultam na redução de paradas de produção e, também, menos custos de inventário.

Aliado à redução de custos, temos o aumento da disponibilidade da planta, com uma manutenção mais eficiente levando a uma maior produtividade e maior ciclo de vida dos ativos.

Benefícios de uma eficiente gestão de ativos

Em linhas gerais, um eficiente sistema de gestão de ativos deve, em primeiro lugar, oferecer a capacidade de reduzir os custos com a manutenção dos equipamentos. Embora até possa parecer um contrassenso, é possível gastar menos com manutenção e aumentar a produtividade mantendo o nível de segurança, isso graças a um sistema que permita equilibrar essa balança.

Minimizar os custos de manutenção não é simplesmente cortar custos. Está relacionado ao eficiente planejamento e programação da manutenção, o que aumenta a segurança no ambiente de trabalho, otimiza processos e entrega produtos com melhor qualidade.

O objetivo de um eficiente sistema de gestão de ativos é adicionar uma camada de inteligência para atuar de forma proativa. Em vez de agir com base no que aconteceu e porque aconteceu, as equipes passam a entender o que irá acontecer, implantando ações de manutenção baseadas em modelos de predição e prognóstico elaborados a partir dos dados enviados pelos sensores e soluções de IoT embarcados nos equipamentos. Assim, temos a previsão de falhas nos equipamentos e, consequentemente, redução de paradas, aumento da produtividade, redução de custos e também redução de falhas humanas na gestão e controle da manutenção.

O processo de gestão de ativos proativo deve incluir as capacidades de monitorar a condição do ativo, planejar e programar as atividades  de manutenção, avaliando a eficiência das ações e garantindo a confiabilidade e disponibilidade do ativo.

Com tudo isso, teremos uma linha de produção otimizada, mais produção, mais qualidade, menos custos e mais vantagem competitiva. Certamente um bom ambiente para enfrentar a concorrência.

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Entenda a importância de contar com mais segurança e controle no setor minerador

Por Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech

Uma estratégia de gestão de ativos é a forma de transformar a linguagem técnica em negócio, implantando soluções que oferecem a capacidade de tomar decisões baseadas em valor e risco, garantindo a correta estratégia para gerir os equipamentos e facilitando o planejamento e a programação de serviços.

No setor minerador, a capacidade de monitorar a condição dos ativos e barragens em tempo real e predizer quando vai haver uma falha com semanas ou meses de antecedência é a diferença entre o sucesso da operação ou de acidentes como os acontecidos no Chile, em 2010, ou no Brasil, em 2015.

A última edição do Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos, realizado em outubro, em Belo Horizonte, mostrou que é possível desenvolver e customizar soluções de gestão de ativos alinhadas aos desafios e tendências no setor minerador.

A meta é atender aos maiores desafios das equipes encarregadas pela manutenção, agregando mais segurança e produtividade para as operações, reduzindo paradas não programadas que acarretam perda da produção, assim como os custos de manutenção, diminuindo o número de manutenções corretivas inesperadas para os ativos.

Digitalização é fundamental

Segundo estimativas do Fórum Econômico Mundial, a digitalização pode ajudar o setor minerador a economizar cerca de US$ 190 bilhões em toda a sua cadeia produtiva nos próximos 10 anos, o que representa cerca de 3% do total de vendas da indústria de mineração. A automação de processos não apenas aumenta a produtividade, mas também a sustentabilidade das operações e a segurança dos ativos e dos trabalhadores.

A implantação de soluções de Internet das Coisas e de gestão de ativos que integram os dados e informações de todos os sistemas, enviados por sensores embarcados nos equipamentos e wearables usados pelos trabalhadores, entrega uma nova capacidade aos gestores: a possibilidade de desenvolver um plano robusto e confiável para embasar decisões estratégicas relativas à segurança e ao controle nas operações, alinhado com as diretrizes da ISO 55000.

Sem a inteligência dos dados, os responsáveis pelas políticas de manutenção podem definir estratégias errôneas para os ativos causando um índice elevado de manutenções corretivas inesperadas bem como a execução de manutenções preventivas ineficientes para prevenir e se antecipar as falhas, e os prejuízos tangíveis e intangíveis podem ser incalculáveis.

Por que investir na segurança e no controle

No setor minerador, por conta da própria natureza das operações, os desafios em relação à segurança são inúmeros, e as decisões precisam ser tomadas de imediato para que acidentes de grandes proporções sejam evitados. Ter acesso em tempo real a informações estratégicas é fundamental e somente soluções integradas de gestão de ativos são capazes de:

Gerenciar o comportamento de todos os instrumentos e emitir alertas para leituras fora do esperado

Reduzir os custos com manutenção e remediação de falhas em equipamentos

Aumentar a disponibilidade dos equipamentos

Diminuir o impacto de eventuais falhas e períodos de inatividade

Gerar informações sobre pontos de atenção futuros e compartilhar informações entre as áreas envolvidas na manutenção

Tomar decisões baseadas no risco considerando impacto financeiro, ambiental e saúde

Oferecer atualizações constantes de estabilidade dos ativos

Garantir a integridade física de barragens e outros ativos por meio de medições, análises e relatórios de conformidade técnica

De acordo com a necessidade específica de cada operação, é possível reforçar a proposta de valor, seja em monitoramento de condição de ativos, planejamento e programação da manutenção ou controle da manutenção, garantindo assim o uso mais eficiente do capital investido e a segurança das atividades.

CategoriesLogística,  Pro

Conheça soluções de conectividade que vão melhorar a produtividade em logística

Para obter mais produtividade na área de logística, é essencial que as empresas contem com mais visibilidade dos processos de toda a cadeia de suprimentos. Um estudo divulgado pelo Business Continuity Institute revelou recentemente que mais de 78% das empresas têm visibilidade inadequada dessas atividades porque conta com sistemas errados e ineficazes. Diante deste cenário, não é surpresa que dados do Banco Mundial divulgados em 2016, no Índice de Performance Logística (LPI), indiquem que entre 13% e 35% das cargas não atendem os requisitos de qualidade esperados.

Por isso, cada vez mais empresas estão buscando soluções de conectividade para obter mais produtividade nos processos logísticos. Dados de uma pesquisa recente do Center for Global Enterprise (CGE), divulgada em 2016, estimam que uma cadeia de suprimentos digital e conectada pode reduzir custos de processos em 50%, e aumentar a receita em 10%.

As soluções de conectividade na área logística dão mais visibilidade e, consequentemente, mais produtividade e assertividade ao permitirem que as empresas quebrem silos de informação, sincronizando melhor dados de processos de várias funções diferentes, internas ou externas. Com isso, diversos agentes envolvidos nas operações, como armazenamento e transporte, podem otimizar suas atividades, por meio do recebimento de insights de diferentes áreas do negócio.

Os avanços das soluções de conectividade são parte da chamada logística 4.0, que tem revolucionado o modo como as informações são tratadas dentro da área de logística – tudo é conectado, e a grande quantidade de informações é integrada por sistemas modernos que cruzam dados de logística e outras áreas para gerar insights que permitam aos líderes de negócio tomar decisões rapidamente.

Tecnologias de conectividade como solução para obter visibilidade e reduzir custos

A internet das coisas está entre uma das principais tecnologias que potencializam o desenvolvimento de soluções de conectividade para a área de logística, no entanto, seu avanço ainda é lento entre as empresas de transporte de logística. Dados do relatório The Future of IoT in Enterprise, de 2017, revelam que a maior parte (96%) das organizações desse segmento acreditam que conectividade onipresente seja a base para a implementação dessa tecnologia, porém, 40% dessas empresas identificaram problemas de conectividade como um de seus maiores desafios.

A falta de integração com sistemas existentes é um dos principais pontos que dificultam a implementação de internet das coisas e, consequentemente, soluções de conectividade nos processos logísticos. Não é difícil encontrar empresas trabalhando com sistemas antigos e incapazes de suportar soluções de conectividade que trabalham com o grande volume de dados coletados ao acompanhar todos os estágios da cadeia de suprimentos.

O investimento em soluções modernas focadas na área de logística e na gestão da cadeia de suprimentos é importante para tirar mais proveito das soluções de conectividade. Soluções baseadas em internet das coisas, por exemplo, contribuem para o desenvolvimento de armazéns altamente integrados, garantindo a precisão do transporte e a rastreabilidade dos itens.

Ao mesmo tempo, a aplicação de dispositivos de Internet das Coisas na área de logística, como sensores conectados para acompanhar variações de temperatura, localização e outros aspectos da carga, possibilitam às empresas controlar de perto a qualidade das entregas.

O impacto do big data para otimizar as operações

A necessidade de tomar ações em tempo real requer que a área de logística tenha visibilidade e controle de toda a cadeia de suprimentos para garantir a execução de processos de maneira consistente e ágil.

Tecnologias baseadas em big data e análise preditiva, que, por meio da análise de múltiplas fontes, permitem obter insights úteis de diferentes estágios dos processos logísticos, identificando pontos de melhoria e possíveis falhas, ajudam a reduzir o custo de transporte, armazenamento e outros estágios da cadeia de suprimentos.

Cada vez mais empresas usam big data para obter insights que as soluções mais antigas ou mesmo os ERPs não são capazes de proporcionar. A automatização baseada em dados, em especial a automatização dos procedimentos de entrada e saída, por exemplo, permitem melhorar o uso de recursos como caminhões e armazéns.

Ao mesmo tempo, a combinação de aprendizado de máquina com a gestão da cadeia de suprimentos garante um melhor uso dos dados para identificar tendências de consumo e ganhar vantagens competitivas para o negócio.

A Atech, por meio da plataforma OKTO, oferece à área de logística uma série de recursos para realizar a gestão e a governança de processos logísticos globais, garantindo segurança, confiabilidade e alto desempenho. Integrando-se a sistemas industriais, administrativos e logísticos da organização, suas filiadas, parceiros e operadores, a Atech dá suporte à tomada de decisão na área de logística por meio de soluções de alta tecnologia. Conheça as soluções da plataforma OKTO para logística.

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