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Conheça 4 tecnologias que estão transformando a gestão de ativos industriais

O que a gestão de ativos empresariais (Enterprise Assets Management, ou EAM) tem em comum com os tênis de corrida? Ambos permaneceram relativamente inalterados nas outras décadas, mas estão prontos para evoluir rapidamente graças às tecnologias modernas. No mundo das corridas, tênis inteligentes e avanços nas tecnologias esportivas estão transformando a experiência de correr. Os atletas têm acesso a insights valiosos para seu desempenho, como dicas em tempo real para corrigir a postura e análise contínua de batimentos cardíacos, distância média, ritmo e mais.

Assim como a tecnologia está redefinindo a corrida, ela está transformando quase todos os aspectos da manufatura, dos modelos de negócios aos métodos produtivos. EAM, um campo onde processos manuais e múltiplos sistemas desconectados ainda são comuns, é um dos principais candidatos para a transformação.

Na medida em que os produtores melhoraram e unificam seus processos de EAM, é importante considerar tanto as tecnologias já existente quando as emergentes. Uma abordagem robusta é aquela que leva em conta não só as tecnologias disponíveis, mas que se prepara para as futuras evoluções. Por isso, vamos explorar 4 tecnologias que irão transformar a gestão de ativos: mobile, Internet das Coisas (IoT), machine learning e realidade híbrida.

Funcionalidades móveis (mobile)

Já se foram os dias em que os colaboradores precisavam estar presentes nas instalações para verificar a saúde e a funcionalidade dos equipamentos. Hoje, dispositivos móveis e aplicativos de EAM otimizados para mobile fornecem aos funcionários um acesso flexível às ferramentas e insights necessários, a qualquer momento e em qualquer lugar.

Por meio dos dispositivos móveis, os profissionais podem enxergar informações de performance, criar ordens de serviço e vincular pedidos de serviços a locais ou ativos específicos, tornando a manutenção ad-hoc uma tarefa simples. Além disso, aplicativos mobile de EAM aumentam a capacidade de resposta às mudanças que acontecem em tempo real no chão de fábrica.

Aplicativos móveis de EAM também capacitam membros mais jovens da equipe com ferramentas de valor. Ainda que esses profissionais não tenham tanta experiência quando seus predecessores, eles ganham eficiência com recomendações baseadas em dados e alertas enviados diretamente aos dispositivos móveis com os quais eles já estão familiarizados.

Ativos habilitados para IoT

IoT é uma tecnologia de alto potencial que, em conjunto a aplicações modernas de EAM, pode transformar digitalmente os processos de manufatura. Como exemplo, a combinação da IoT com EAM impulsiona cenários de manutenção preditiva automatizada, entregando ganhos de eficiência e reduzindo custos.

Geralmente, a manutenção é reativa e ocorre após alguma falha inesperada que causa prejuízos em tempo de inatividade. Ativos conectados em IoT, porém, geram dados contínuos e em tempo real sobre sua saúde e performance, auxiliando a prevenir falhas. A análise desses dados revela padrões sobre o desempenho do ativo, e esses padrões servem como base para predições precisas sobre a necessidade de manutenção, o que permite emitir ordem de serviço automaticamente e prevenir interrupções na produção.

Machine learning

Quando aliada a tecnologias de gestão de ativos, o machine learning, ou aprendizado de máquina, fornecem aos produtores um alto volume de insights sobre suas operações. Esses insights permitem que os produtores implementem sistemas inteligentes de recomendação de sistemas. Por exemplo: um gestor de manutenção pode perguntar ao sistema se uma peça continuará funcionando após um determinado período trabalhando continuamente sob condições e cargas variáveis. Utilizando Machine Learning, o sistema consegue responder essa pergunta com eficiência, aplicando uma análise aprofundada dos dados e dar variáveis daquele negócio específico.

Essa tecnologia também auxilia a estabelecer a meta de desempenho futuro e a definição de parâmetros, o que, por sua vez, ajuda os fabricantes a entender como estão se saindo em comparação com as médias do setor (por exemplo, o tempo de inatividade). Esses tipos de insights só são possíveis quando o machine learning é integrado aos sistemas de EAM.

Realidade híbrida

Embora a implementação completa nos cenários de gestão de ativos esteja distante no roteiro tecnológico, a realidade híbrida, ou realidade mista, definida por tecnologias que unem realidade virtual e realidade aumentada, inserindo objetos virtuais interativos no mundo real, se mostra uma importante aliada nos processos de gestão de ativos. Por exemplo, headsets especializados de realidade híbrida facilitarão a visualização de procedimentos de gestão de ativos, o que capacita profissionais menos experientes a realizarem tarefas com mais eficiência. Eles também ajudarão os profissionais a identificarem os equipamentos corretos para o reparo, e permitirão que pessoas em locais diferentes colaborem em uma máquina específica.

CategoriesImprensa Corporativa – Gestão de Ativos

Estratégia de manutenção preditiva reduz riscos no setor de óleo e gás

Por Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech

A 19ª. edição da Rio Oil & Gas, realizada em setembro de 2018, teve como um dos principais temas o impacto das tecnologias digitais na indústria mundial de óleo e gás, destacando os benefícios que podem ser percebidos com a implantação de soluções automatizadas que atuam como ferramentas de análise e de gestão de dados de grandes projetos. Com isso, simples dados são convertidos em informações extremamente relevantes.

O mercado está otimista com a retomada dos leilões de áreas exploratórios do pré-sal pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e a previsão é de que os investimentos deverão chegar a R$ 1,8 trilhão até 2054, enquanto a arrecadação deve atingir R$ 6 trilhões. A produção do pré-sal representa 53% de todo o petróleo e gás natural extraído das bacias sedimentares brasileiras. Além disso, os principais players do mercado brasileiro anunciaram investimentos da ordem de até US$ 95 milhões até 2021.

Mas todo esse investimento previsto pelo setor de óleo e gás pode não resultar em lucro no balanço das organizações caso falhas nos equipamentos resultem em grandes desastres ambientais ou morte de trabalhadores.

Especialistas em segurança no setor de óleo e gás ressaltam que um dos maiores perigos é quando acontece a invasão do poço por fluidos e o mais perigoso deles é o gás. Por ser mais leve, ele pode subir e alcançar a superfície com mais facilidade, provocando explosões e incêndios.

Quando fluidos invadem um poço, os técnicos injetam substâncias mais pesadas no poço para impedir que eles saiam de controle. E, na iminência de um acidente ou explosão em uma plataforma de petróleo, segundo o professor Ricardo Cabral de Azevedo, doutor do Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo da Universidade de São Paulo (USP), a primeira alternativa é fechar o poço o mais rápido possível, usando o chamado “blow out preventer”, um conjunto de válvulas feito para fechar um poço em qualquer situação.

Mas e se as válvulas não funcionarem? No episódio da explosão da plataforma Deepwater Horizon, em 2010, o não funcionamento desse sistema pode ter sido um dos motivos da tragédia, quando mais de 10 pessoas morreram e os danos ambientais ultrapassaram US$ 17 bilhões.

E o não funcionamento desse sistema de válvulas teria sido ocasionado por uma falha na estratégia de manutenção preditiva? Até hoje não se pode afirmar qual foi a real causa do acidente, mas certamente não vale a pena arriscar e não investir em manutenção. Além das mortes e dos danos ambientais, os gastos da BP com o vazamento já somam US$ 65 bilhões. Todo líder de negócio certamente concorda que o investimento em soluções de gestão de ativos seria muito menor do que os prejuízos financeiros e os danos à marca.

IoT leva inteligência para a análise da condição do ativo

Com inovadoras soluções de Internet das Coisas (Internet of Things – IoT), embarcadas em veículos robóticos controlados remotamente ou mesmo em equipamentos que operam nas plataformas, é possível aplicar inteligência de dados e, por exemplo, gerenciar os riscos de corrosão com insights em tempo real sobre a situação de cada ativo.

A manutenção baseada na análise da condição do ativo, entrega aos gestores de manutenção uma maior visibilidade de toda a cadeia, aumentando a confiabilidade, disponibilidade e o volume produzido dos equipamentos. Com uma eficiente estratégia de manutenção, é possível prolongar a vida útil do maquinário – que tem um custo de aquisição e operação altíssimo – e reduzir os custos gerados por paradas não programadas, bem como os gerados por falhas que possam colocar a operação e até a mesmo a sobrevivência da empresa em risco.

O uso de soluções digitais para a gestão de ativos permite monitorar a sua condição; planejar e programar e gerenciar a execução da manutenção, gerenciando riscos e permitindo implantar uma estratégia eficiente de manutenção preditiva.

Mas, para isso, é preciso ter em mente que manutenção não é despesa, e sim um investimento em ativos fundamentais para a continuidade e longevidade do negócio. Isso pode gerar um aumento de dez vezes no retorno do investimento e uma redução de 25% a 30% nos custos de manutenção.

CategoriesImprensa,  Imprensa Corporativa – Conexões Inteligentes

Maquinário conectado melhora estratégias de manutenção do maquinário agrícola

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes da Atech

O setor de agronegócio no Brasil vem apresentando um crescimento constante e, após a previsão de que a safra de soja no período de 2018/2019 deverá ser superior à dos Estados Unidos, até então líder mundial, agora a grande notícia é de que produção de café deve ser a maior da história, com uma colheita de quase 60 milhões de sacas beneficiadas de 60 quilos.

A estimativa sobre a produção de soja foi divulgada em maio pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, dando conta de que o Brasil deve produzir cerca de 117 milhões de toneladas, um pouco acima dos 116 milhões dos norte-americanos. Já a estimativa sobre a colheita de café foi divulgada em dezembro pelo IBGE, apontando um crescimento de mais de 33% em relação à safra passada.

Para alcançar esses números, o setor de agronegócio investe alto em tecnologia e no desempenho do maquinário. Grandes produtores já perceberam a importância de contar com máquinas modernas e desenvolvidas para atender as necessidades e particularidades de cada tipo de solo e de clima, que variam conforme a região do Brasil, requerendo estratégias diferenciadas de manutenção.

Somente o setor de máquinas agrícolas, usadas no preparo do solo, plantio, aplicação de defensivos e colheita, junto com máquinas rodoviárias, deve movimentar US$ 16,7 bilhões em 2018, segundo a Anfavea (Associação Nacional de Veículos Automotores). E não podemos deixar de lado outros maquinários que compõem a cadeia do agronegócio, como os usados no processamento de leite, por exemplo.

A agricultura 4.0

O conceito 4.0, que em primeiro lugar foi adotado pelo setor de manufatura, leva para o campo um novo modelo de maquinário com diversas tecnologias de Internet das Coisas embarcadas, que demandam novos modelos de gestão e de manutenção, baseados na análise dos dados enviados em tempo real sobre o seu desempenho. Essa inteligência é fundamental para que os especialistas possam implantar sistemas de agricultura de precisão, conectando máquinas e serviços.

Com a adoção de tecnologias de IoT, os gestores do agronegócio esperam minimizar perdas, ajustar processos e maximizar resultados. Com a Internet das Coisas, a descoberta antecipada de um ataque de praga, por exemplo, permite atuar com defensivos em áreas pontuais, corrigir processos e evitar perdas, assim como garantir a confiabilidade e a disponibilidade do maquinário, estratégia fundamental para garantir mais segurança e eficiência na gestão de ativos.

Para crescer em um ambiente tão sujeito a variações como o setor agrícola, a informação é o principal insumo e mais do que nunca são os dados dos sensores embarcados em máquinas e equipamentos que vão permitir ao gestor tomar decisões mais assertivas sobre a estratégia de operação no campo, manutenção e também sobre as necessidades do negócio.

Conectividade garante uma melhor estratégia de manutenção

O uso de inovadoras tecnologias no agronegócio depende de conectividade, em que as Redes MESH aparecem como a melhor opção para garantir a troca de informações. Afinal, de que adianta investir em sensores e máquinas inteligentes que produzem um grande volume de dados que poderiam ser usados para melhorar a estratégia de manutenção e, também, de produção, se não há como extrair e analisar em tempo real essas informações? Sem conectividade, todos os dados precisam ser extraídos, cruzados e analisados manualmente, perdendo toda a agilidade necessária para manter a competitividade, a redução das perdas nas lavouras, e o aumento da eficiência operacional de seus ativos.

Em locais remotos, longe dos grandes centros urbanos, as Redes MESH aparecem como a melhor opção para garantir a troca de informações entre os dispositivos e os softwares de monitoramento e análise. Essa tecnologia de conexão consiste em nós (pontos) de rádio organizados em uma topologia MESH (em malha), que se conectam sem fios, e sem envolver uma operadora de telecom ou um provedor de serviços de internet, entregando um alto grau de escalabilidade, simplicidade, caráter colaborativo e com baixo custo de implantação, operação e manutenção.

 

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Entenda a importância da segurança digital para a indústria mineradora

Se há uma década a segurança digital na indústria mineradora nem fazia parte da lista de riscos, hoje ela é a terceira colocada na lista dos 10 maiores riscos enfrentados pelo setor, segundo a consultoria EY, somente atrás da eficiência digital e do retorno aos acionistas. Em 2016, estava posicionada em 6º. lugar e, segundo os analistas, o risco cibernético vem ganhando tanto destaque por conta da crescente transformação digital e da convergência entre a TI (Tecnologia da Informação) e da TO (Tecnologia Operacional), que faz com que a empresas estejam mais vulneráveis a ataques de hackers.

Os analistas da EY ressaltam que o setor de mineração cada vez mais emprega dispositivos conectados no seu ambiente operacional e é preciso criar urgentemente uma cultura de segurança no setor de mineração para mitigar os riscos tanto do “fator humano” quanto das vulnerabilidades digitais, já que o cenário atual não é de “se” irá ocorrer um ataque, e sim de “quando” esse ataque irá ocorrer.

 

Esse cenário é confirmado por uma pesquisa da empresa de telecomunicação australiana Telstra, realizada em 2016, que indicou que nenhuma das empresas entrevistadas (não foram citados seus nomes) havia ficado imune a ataques cibernéticos, e que 50% das violações envolviam funcionários.

 

Analistas da consultoria Deloitte destacam a ameaça de vírus como o Stuxnet, que visam sistemas críticos que controlam bombas, motores, válvulas e controladores lógicos programáveis. A preocupação de que hackers podem obter o controle de carros sem

motoristas se estende ao setor de mineração, onde o número de veículos autônomos continua

a crescer. Além da interrupção da produção que esse tipo de ataque pode causar, as implicações referentes à segurança são assustadoras.

Os dados de propriedade industrial e a propriedade intelectual são também os principais alvos dos hackers, que incluem não apenas criminosos em busca de uma recompensa financeira, mas também os estados-nação, agências de inteligência estrangeiras, hacktivistas e organizações empenhadas em espionagem industrial. Os dados sob risco são amplos, e vão desde propriedade intelectual corporativa, estudos geológicos, planos de exploração e metas de fusões e aquisições a e-mails pessoais, posições fiscais dos executivos e dados de funcionários.

 

Segurança digital é fundamental para a IoT

 

Implantar uma cultura madura de segurança digital na indústria mineradora é fundamental para que o setor possa abraçar todos os benefícios da Internet das Coisas (Internet of Things – IoT). O problema é que um recente estudo realizado pela empresa de pesquisa Vanson Bourne com executivos de 100 mineradoras apontou que eles têm dificuldades para enfrentar os novos desafios de segurança apresentados pela IoT.

O dado mais preocupante é o fato de 94% admitirem que sua abordagem à segurança cibernética poderia ser melhorada, enquanto 67% afirmaram que suas medidas de segurança de dados precisariam de uma revisão completa para estarem aptas para implantações de IoT. A disponibilidade de habilidades se tornou uma área-chave de preocupação na pesquisa, com mais de 64% dos entrevistados afirmando que precisavam de habilidades adicionais de segurança cibernética para implantar a IoT com segurança.

No entanto, apesar de reconhecerem as ameaças mais elevadas à segurança na IoT, apenas 44% estavam investindo em novas tecnologias de segurança e somente 17% relataram que estavam tomando medidas para preencher suas lacunas de habilidades de segurança por meio da contração de novos funcionários.

Principais estratégias para lidar com o risco cibernético

Ainda segundo os analistas da Deloitte, com o crescente cenário de ameaças cibernéticas, a segurança digital na indústria mineradora deve estar baseada nos seguintes princípios:

Fortalecimento dos controles de segurança tradicionais

Embora as novas ameaças possam exigir novas formas de resposta, as empresas de mineração não podem se dar ao luxo de negligenciar suas medidas de segurança tradicionais. Isso inclui atividades como o aumento da segurança de firewall, restringindo o acesso administrativo aos sistemas, a implantação de proteção de endpoint avançada e a segmentação de redes de forma que os hackers sejam capazes de acessar apenas segmentos limitados.

 

Maior vigilância

Antes que possam mitigar o impacto dos ataques cibernéticos, as empresas precisam primeiro ser capazes de detectá-los. As soluções de informações de segurança e gerenciamento de eventos (SIEM, na sigla em inglês) podem ajudar por meio do monitoramento dos pontos de acesso globais quanto às potenciais anomalias e comportamento malicioso. Da mesma forma, as centrais de resposta cibernéticas 24×7 podem ajudar as empresas a descobrir e mitigar violações em tempo real. Uma vez que sejam capazes de receber aviso prévio das possíveis atividades de hacker, as empresas podem responder proativamente para eliminar as ameaças antes que qualquer dano seja causado.

 

Cultivar a resiliência

 No caso de violação, as empresas precisam ter capacidades técnicas e robustas de resposta a incidentes. De muitas formas, a resposta é semelhante à quando é necessário lidar com um incidente de segurança: devem haver sistemas para se comunicar eficazmente com os funcionários, investidores e outras partes interessadas, as funções e responsabilidades devem estar bem definidas para garantir uma resposta coordenada

multifuncional e os processos devem ser suficientemente robustos para que as empresas possam mitigar uma violação, independente da sua origem no mundo. A presença global da maioria das empresas de mineração também aumenta a importância de desenvolver um quadro de governança transfronteiriça harmonioso que permita uma resposta coordenada.

 

Preparar de forma diligente

A crescente complexidade do cenário da ameaça cibernética aumenta a importância da conscientização cibernética e da preparação. Isso significa realizar avaliações de vulnerabilidade e assegurar que estejam alinhadas com perfis de risco atuais e também inclui também treinamento de funcionários sobre práticas seguras de computação, ensinando-os sobre como evitar possíveis ataques e incutindo uma cultura cibernética consciente. Muitas empresas também estão criando a função de diretores de

segurança da informação para garantir a adoção de governança adequada, mitigação de riscos e os processos de conformidade.

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