CategoriesImprensa Corporativa – Conexões Inteligentes

Conectividade está impulsionando a produtividade na indústria

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes da Atech

Na Indústria 4.0, tecnologias inovadoras vieram para transformar e otimizar todas as fases da cadeia produtiva, baseadas em interoperabilidade, virtualização, descentralização, informações em tempo real, computação em nuvem e modularização, digitalizando produtos, processos e equipamentos. E o que todas essas tecnologias têm em comum? A necessidade de conectividade para captar e interpretar informações, comunicarem-se entre si e, assim, agirem em conjunto, fornecendo uma visão holística das operações em toda a cadeia e permitindo reduzir custos de manutenção, bem como aumentar a vida útil dos ativos e a produtividade.

A conectividade no chão de fábrica já é uma realidade na aquisição de dados provenientes de diversos sensores e dispositivos de IoT implantados em toda uma linha de produção, possibilita a exploração de grande volume de dados por aplicações de Inteligência Artificial e Big Data Analytics, automatizando a tomada de decisão em busca de redução de custos operacionais, do aumento da produtividade e de novas oportunidades de receita.

Em nossos projetos de implementação de soluções de conexão inteligente e de gestão de ativos, observamos a eficiência dessa nova linha de montagem inteligente, onde o grande fluxo de dados estratégicos enviados e recebidos por todos os componentes da fábrica são analisados em tempo real, conectando pessoas, softwares, equipamentos, máquinas e robôs.

Megatendência tecnológica

A conectividade foi apontada pelo Fórum Econômico Mundial como uma três das tecnologias chaves para transformação da produção, em um estudo apresentado na reunião realizada em janeiro de 2019. Junto com a conectividade, que cria conexões entre dispositivos, sensores, máquinas e softwares, e aumenta a visibilidade do que ocorre no chão de fábrica, o relatório indica a inteligência artificial – que automatiza o reconhecimento do evento e o tratamento para a tomada de decisão – e a automação flexível, que incorpora mecanismos responsivos, automação e movimentos remotos, como as tecnologias que vão impulsionar a produtividade na indústria.

Segundo o estudo, a aplicação dessas tecnologias chaves é que vão determinar o impacto no âmbito da produção inteligente, a partir da escolha do melhor modelo para a integração entre a inteligência, a automação flexível e a conectividade.

Mas todos os benefícios das tecnologias que promovem a Indústria 4.0, fundamentada em inovação, produtividade e competitividade, só poderão ser alcançados se a infraestrutura de conectividade das “coisas” estiver plenamente disponível, e muitas empresas têm obtido sucesso nessa jornada com a implantação de soluções para conexões inteligentes como as Redes Mesh, tecnologia que já vem fazendo a diferença no setor de energia, dando conectividade a medidores inteligentes para permitir a medição remota do consumo.

Na indústria, as Redes Mesh têm permitido rastrear itens produzidos e monitorar grandes objetos físicos, proporcionando conexão sem fio de alta confiabilidade para coletar dados do chão de fábrica e várias outras áreas para a geração de estratégias de manutenções preditivas, superando desafios na busca de maior eficiência operacional, gerando novos negócios e mais valor aos seus produtos, capacitando as empresas que adotam as Redes MESH a enfrentarem a crescente pressão competitiva que marca o atual ambiente de negócios.

CategoriesImprensa Corporativa – Gestão de Ativos

Saiba como a gestão de ativos pode reduzir custos da indústria

Por Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech

Como uma empresa pode conseguir vantagem competitiva sustentável? Segundo Michael Porter, três estratégias devem ser aplicadas para se alcançar essa posição mais favorável: custo, diferenciação e foco. Porter, considerado um dos gurus da moderna administração, defende que uma estratégia competitiva baseada em custos requer uma produção em grande volume para minimizar gastos de todo o processo de fabricação. Mas todos nós sabemos que não é uma tarefa simples atender à pressão pela redução de custos e, ao mesmo tempo, aumentar a eficiência na produção em um chão de fábrica repleto de equipamentos, sensores e diversos outros ativos que compõem a Indústria 4.0.

Disponibilidade e confiabilidade são fundamentais para garantir a produtividade, onde a eficiência operacional realmente se concretiza a partir da adoção de um sistema de gestão de ativos. Como exemplos de redução de custos obtidos com uma eficiente gestão de ativos, podemos destacar o menor número ou até mesmo a inexistência de paradas não programadas para manutenção, assim como menos ocorrências de falhas ou defeitos em ativos, o que resultam na redução de paradas de produção e, também, menos custos de inventário.

Aliado à redução de custos, temos o aumento da disponibilidade da planta, com uma manutenção mais eficiente levando a uma maior produtividade e maior ciclo de vida dos ativos.

Benefícios de uma eficiente gestão de ativos

Em linhas gerais, um eficiente sistema de gestão de ativos deve, em primeiro lugar, oferecer a capacidade de reduzir os custos com a manutenção dos equipamentos. Embora até possa parecer um contrassenso, é possível gastar menos com manutenção e aumentar a produtividade mantendo o nível de segurança, isso graças a um sistema que permita equilibrar essa balança.

Minimizar os custos de manutenção não é simplesmente cortar custos. Está relacionado ao eficiente planejamento e programação da manutenção, o que aumenta a segurança no ambiente de trabalho, otimiza processos e entrega produtos com melhor qualidade.

O objetivo de um eficiente sistema de gestão de ativos é adicionar uma camada de inteligência para atuar de forma proativa. Em vez de agir com base no que aconteceu e porque aconteceu, as equipes passam a entender o que irá acontecer, implantando ações de manutenção baseadas em modelos de predição e prognóstico elaborados a partir dos dados enviados pelos sensores e soluções de IoT embarcados nos equipamentos. Assim, temos a previsão de falhas nos equipamentos e, consequentemente, redução de paradas, aumento da produtividade, redução de custos e também redução de falhas humanas na gestão e controle da manutenção.

O processo de gestão de ativos proativo deve incluir as capacidades de monitorar a condição do ativo, planejar e programar as atividades  de manutenção, avaliando a eficiência das ações e garantindo a confiabilidade e disponibilidade do ativo.

Com tudo isso, teremos uma linha de produção otimizada, mais produção, mais qualidade, menos custos e mais vantagem competitiva. Certamente um bom ambiente para enfrentar a concorrência.

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Atech participa do 17º Simpósio Internacional de Confiabilidade, em Vitória

A Atech, empresa do Grupo Embraer especializada no desenvolvimento de soluções e tecnologias para apoio à tomada de decisão, participa do 17º Simpósio Internacional de Confiabilidade, onde serão abordados os principais desafios da indústria e novas ferramentas para mudança e evolução operacional para gestão de ativos.

Nessa edição, a Atech participa do evento que reúne diversos profissionais para debater como a Engenharia da Confiabilidade está se tornando fundamental para que as empresas obtenham resultados positivos na gestão de ativos e alcancem a eficiência operacional.

O SIC 2019 também conta com uma intensa programação com palestras e painéis técnicos. Entre os principais temas estão redução de riscos e custos com a aplicação de múltiplos paradigmas de inteligência artificial na manutenção preditiva e prescritiva de ativos, simulação dinâmica para análise de processos portuários, a gestão da mudança como governança para prevenção de riscos na gestão de ativos garantindo resultados sustentáveis, entre outros temas importantes.

Nessa edição, Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech, será um dos palestrantes com o tema “Analisando Riscos em uma era Digital”.

“Em mundo onde cada vez mais estamos conectados, a tecnologia já faz parte de nossas vidas, mudando nossa maneira de interagir com as pessoas e com os equipamentos. Essa nova era gera também uma mudança na perspectiva de como encaramos o risco em nosso dia a dia, desde caminhar na rua acessando o celular, na maneira que nos deslocamos utilizando plataformas de serviço de transporte e como interagimos com as ferramentas utilizadas no ambiente de trabalho, escritório e indústria”, comenta Vieira.

O painel com Fábio Vieira está programado para o primeiro dia do evento, às 17h30.

O evento acontece entre os dias 28 e 30 de agosto, em Vitória, no Espírito Santo.

“É necessário começarmos a lidar com novas maneiras de identificar o risco, mas e se este meio digital venha falhar? Estamos preparados para agir de forma rápida? Estamos trabalhando para mitigar tais impactos? Essas são algumas perguntas que teremos que responder durante uma análise de risco, e como também podemos aproveitar a tecnologia para nos auxiliar no acompanhamento destes riscos”, conclui Fábio Vieira.

O tema nessa edição do simpósio é A Confiabilidade na Gestão de Risco. O evento acontece no Golden Tulip Porto Vitória, a partir das 09h, localizado na Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, nº 635, no bairro de Enseada do Suá.

Mais informações sobre o evento estão no site e as inscrições para o SIC 2019 podem ser feitas pelo endereço https://simposiodeconfiabilidade.com.br/participe-do-sic/inscricoes/

CategoriesImprensa Corporativa – Gestão de Ativos

Indústrias que mantiveram investimentos em gestão de ativos vão ter recuperação mais rápida nos próximos anos

Por Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech

Toda economia passa por momentos de crise. Nos Estados Unidos, foi em 2008, com a falência do Lehman Brother, um dos bancos de investimento mais tradicionais do país, o que provocou um efeito dominó no mercado global. Em 2010, foi a vez da Grécia ocupar as manchetes dos noticiários econômicos. E, o Brasil, segundo a Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro), enfrenta uma recessão econômica desde 2014.

Mas o cenário já é mais promissor. Embora o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) tenha revisado a sua projeção para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 2% para 0,8% em 2019, para 2020 as projeções já são mais otimistas, com previsão de crescimento do PIB para 2,50%.

Além disso, mantendo o otimismo necessário para gerenciar um negócio, vamos lembrar de como o Japão e a Alemanha transformaram todas as dificuldades dos períodos pós-guerra em oportunidades, investindo principalmente em qualidade e eficiência em seus processos de operação e manutenção.

E será que a sua indústria está pronta para se encaixar nessa perspectiva de crescimento e manter o otimismo? Os ativos que compõem a sua linha de produção estão prontos para suportar um aumento de demanda ou mesmo formatar novos produtos e reduzir o time-to-market? A área de gestão de ativos faz parte do planejamento estratégico do seu negócio?

E é exatamente na atividade de gestão de ativos que empresas podem identificar novas oportunidades, identificando processos que ampliem a produtividade e o valor gerado pelos ativos. Com a esperada retomada da economia brasileira, as indústrias já estão buscando aumentar a produtividade, mas ao mesmo tempo ainda não contam com fôlego financeiro para grandes investimentos em ativos.

E sem grandes investimentos na expansão das plantas, a saída é otimizar os ativos existentes. Nelson Cabral de Carvalho, membro da Abraman (Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos) lembra que “antes considerava-se que a manutenção e a gestão de ativos eram um centro de custos. A filosofia atual é que essa área é um centro de resultados. Nessa fase de retomada da economia, quanto mais se puder tirar valor dos ativos existentes, melhor. Essa estratégia gera a oportunidade da empresa ganhar mais com uma maior produtividade e confiabilidade dos equipamentos”.

José Ricardo Roriz Coelho, da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), compartilha dessa opinião, e acrescenta que a boa manutenção e gestão de ativos tem sido fundamental para a otimização e aproveitamento dos parques produtivos, contribuindo para manter ou minimizar perdas de produtividade. “Com uma gestão de ativos proativa e manutenção preventiva e preditiva, as empresas têm melhores condições para reagir ao aumento de produção, assim que houver recuperação de demanda”.

Como manter a competitividade pós-crise?

Como se vê, a implantação de uma correta estratégia de manutenção de ativos é considerada fundamental para manter a competitividade em um momento de retomada da economia. O que nos leva a um outro desafio: como identificar e implantar a melhor estratégia nesse cenário que também inclui a necessidade de embarcar na jornada da transformação digital, rumo à Indústria 4.0?

A resposta está na digitalização e automação dos processos de gestão de ativos, garantindo mais agilidade no compartilhamento e análise de dados e, consequentemente, ações preditivas que garantam a disponibilidade e confiabilidade dos equipamentos.

O ideal é contar com sistema único de gestão de ativos, capaz de automatizar todos os ciclos do processo de manutenção, com soluções de abrangem as seguintes etapas:

Monitoramento de Condição do Ativo, que permite a tomada de decisão durante a produção e manutenção; a eliminação de manutenções preventivas desnecessárias, e a identificação rápida de problemas que possam afetar a segurança operacional e ambiental.

Planejamento e Programação da Manutenção, que fornece um sistema atualizado de recursos, bem como a gestão de execução das atividades críticas, o nivelamento da carga de trabalho da equipe, integrando e otimizando missões planejadas e agendamentos de última hora considerando o risco dos ativos.

Gestão da Execução de Manutenção, que fornece dashboards amigáveis para o gerenciamento dos ativos; consulta a estoque de peças, monitoramento dos chamados de manutenção, alocação dos custos de manutenção, encaminhamento de chamado para equipe de campo de forma simples e humanizada.

Gestão da Estratégia do Ativo, com a verificação do grau de confiabilidade do ativo; identificação dos equipamentos que estão gerando mais quebras, bem como dos ativos que estão impactando a performance produtiva, e auxílio na construção da gestão de risco.

CategoriesGestão de Ativos,  Senior

Saiba como a manutenção produtiva total (TPM) pode dar mais agilidade à indústria

Na manufatura 4.0 não é possível pensar simplesmente em manutenção corretiva, baseada no conserto após a quebra ou defeito, ou seja, quando o equipamento está inoperante, resultando em desperdício, retrabalho, perda de tempo e prejuízos financeiros. Desde meados do século XX a indústria adotou o conceito de manutenção preventiva, com atividades programadas como troca de óleo, por exemplo, visando manter a operação. Esse cronograma permitiu adotar a manutenção preditiva, onde o acompanhamento e análise das condições dos equipamentos visam prevenir a ocorrência de problemas. E esses dois últimos conceitos foram a base para o desenvolvimento no Japão do sistema de manutenção produtiva total (Total Productive Maintenance – TPM).

O método de trabalho baseado na manutenção produtiva total foi usado pela primeira vez, oficialmente, pela empresa Nippon Denso, fornecedora de componentes automotivos para a fábrica Toyota, na década de 1960.

Objetivos da manutenção produtiva total

O sistema de manutenção produtiva total vai além dos equipamentos, focando também nas pessoas que são responsáveis pela qualidade do produto ou serviço. O seu objetivo é melhorar a estrutura da empresa em termos materiais (máquinas, ferramentas, matéria-prima, produtos etc.) e em termos humanos (aprimoramento das capacidades e habilidades individuais e, também, das atitudes).

Com isso, a ideia é eliminar completamente a quebra de equipamentos; problemas de qualidade, perdas de produtividade relacionadas ao uso dos equipamentos e desperdícios.

Em linhas gerais, os objetivos da TPM são:

Buscar a máxima eficiência do sistema de produção

Eliminar todas as perdas

Aumentar a vida útil dos equipamentos

Abranger todas as áreas da empresa

Envolver todos os funcionários

Buscar a meta de Quebra Zero, Defeito Zero e Acidente Zero

 

Os pilares da TPM

O programa de manutenção produtiva total é construído com base em 8 pilares:

Manutenção autônoma – visa mudar a mentalidade dos operadores para que passem de reativos a proativos, evitando a deterioração do equipamento através de uma operação correta e inspeções diárias. Esse novo ambiente deve fazer com que os operadores se sintam responsáveis pelos equipamentos

Manutenção planejada – tem dois principais objetivos: manter o bom funcionamento dos equipamentos e alcançar a eficiência em custos, planejando manutenções preditivas, preventivas e paradas

Melhorias específicas – serve para erradicar as 8 perdas que reduzem a eficiência global do equipamento:

Perdas por falhas em equipamentos: as falhas podem ocorrer por paralisações no funcionamento que ocorrem inesperadamente, como um curto-circuito, ou deterioração das funções que ocorrem lentamente, como o desgaste de um pistão

Perdas por set-up e ajustes: ocorrem durante a paralisação necessária a uma operação de set-up, onde os equipamentos estão sendo ajustados para a produção de um novo item

Perdas por troca de ferramentas de corte: ocorrem quando da paralisação da linha para troca de brocas, fresas, facas, por quebra ou perda de corte

Perdas por acionamento: tempo gasto para que o equipamento atinja condições ideais de funcionamento (velocidade, temperatura etc.)

Perdas por pequenas paradas e pequenos períodos de ociosidade: inatividade do equipamento durante pouco tempo decorrente de problemas temporários (parada da linha por falta de material, por problemas de qualidade etc.)

Perdas por velocidade: quando a produção é menor porque o equipamento está operando em uma velocidade menor do que a normal

Perdas por defeitos e retrabalhos: ocorrem quando são constatados defeitos que requerem correção (produtos defeituosos que devem ser retrabalhados).

Perdas por desligamento: paralisação da linha causada por inatividade do equipamento para execução de manutenção/inspeção periódicas ou programadas

Educação e treinamento – visa oferecer constante capacitação técnica e busca de melhorias tanto para a área de produção quanto de manutenção, alinhadas às estratégias de transformação digital da manufatura 4.0

Manutenção da qualidade – gerenciamento contínuo dos equipamentos, materiais, ações das pessoas para garantir a qualidade do produto e reduzir custos com retrabalho

Controle inicial – faz o levantamento detalhados dos produtos antes mesmo de serem fabricados ou instalados, resultando em Falha/Quebra Zero

Áreas administrativas – tem como objetivo a redução de perdas nos processos administrativos

Segurança, higiene e meio ambiente – o principal objetivo desse pilar é o Acidente Zero, além de proporcionar um ambiente que garanta a preservação da saúde e bem-estar dos funcionários e preservação do meio ambiente

 

Benefícios da implantação da manutenção produtiva total

Segundo Tokutaro Suzuki, um dos maiores especialistas no método, o TPM se desenvolveu e cresceu primeiramente na indústria automobilística, e logo se disseminou para indústrias de vários segmentos. Ele destaca os resultados tangíveis – financeiros – e intangíveis – transformação do local de trabalho e maior nível de conhecimento e habilidades envolvidos na produção e na manutenção – alcançados com a implantação do sistema.

Entre os resultados tangíveis, ele destaca:

Redução de 90% no número de paradas repentinas

Aumento da eficácia global da planta entre 50% e 100%

Redução de 75% no número de reclamações de clientes

Redução de até 30% dos custos de produção

E, entre os intangíveis:

Operadores passam a cuidar dos seus próprios equipamentos sem direcionamento

Aumenta a confiança dos funcionários

Melhora a qualidade do local de trabalho, tanto em relação a limpeza e organização quanto ao relacionamento

Melhora a imagem da empresa já que visitantes encontram um ambiente limpo e claro

A Atech oferece diversas soluções para gestão estratégica de ativos, reunindo e analisando dados de múltiplas fontes e processos. Conheça todos os benefícios oferecidos pelo conjunto de soluções OKTO.

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