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Lean e Indústria 4.0: Entenda porque essa é a união perfeita

É possível afirmar que, em poucas décadas, a indústria evoluiu de uma produção basicamente artesanal para a produção em massa e, agora, para a produção enxuta, que consiste na simplificação de processos e redução  de desperdícios de recursos.  O sucesso dessa abordagem é tamanho, que a metodologia lean passou a ser implementada em diversos outros setores da economia, que não têm ligação alguma com a indústria. Então, nada mais natural afirmar que o lean e a indústria 4.0 caminham lado a lado. 

 

Mas, é possível dizer que essa afirmação é realmente verdadeira? A indústria 4.0 é baseada na adoção de tecnologias que melhoram a comunicação e o acesso aos dados no chão de fábrica, incorporando a digitalização e automação para lidar com os mais variados processos de sistemas de produção e cadeias de suprimento para tornar esse ecossistema integrado. Já o lean é uma filosofia que se concentra em pessoas, processos e na melhoria contínua.  

 

Então, em uma primeira análise, eles podem parecer antagônicos.  Apesar disso, é preciso lembrar que as pessoas e processos também desempenham um papel crítico na indústria 4.0.  Dessa forma, é possível dizer que a indústria 4.0 e a metodologia lean se complementam ao permitir uma integração eficiente entre a tecnologia, pessoas e processos. Afinal, lembrando uma declaração de Bill Gates: “automação aplicada a uma operação ineficiente aumentará a ineficiência”.  

Como o lean e a indústria 4.0 se conectam?

 

De acordo com o Boston Consulting Group, uma abordagem combinada entre o lean e a indústria 4.0 pode ajudar a reduzir em 40% os custos de uma operação, frente a 15% se forem aplicados separadamente.  

 

Dessa forma, a integração da metodologia lean à indústria 4.0 permite uma maior capacidade de reflexão sobre os processos usados no chão de fábrica e a busca pela melhoria desses processos. Isso entrega maior valor ao cliente ao mesmo tempo em que tecnologias inovadoras podem são implementadas de forma a otimizar a produtividade e a eficiência e também reduzir custos. 

Maior visibilidade da cadeia de valor

A conectividade, marca da indústria 4.0, traz a análise de informações do chão de fábrica para o foco da produção, de forma que a mentalidade de melhoria contínua seja baseada em dados e que permita uma maior visibilidade de toda a cadeia de valor. 

Foco no cliente

Reduzir o desperdício é o foco da metodologia lean.  Com a coleta de dados dos clientes é possível analisar essas informações para entender em que ponto do processo de conversão do pedido ele está. Assim, é possível ter maior controle sobre a demanda por determinado produto e sobre a produção para evitar desperdícios. 

Busca pela melhoria contínua

Outro ponto importante da metodologia lean é investir na melhoria contínua dos processos e produtos. Soluções de análise de dados identificam padrões que podem indicar problemas e permite o uso dessas informações para solucionar problemas e tornar os processos mais eficientes.  

Maior agilidade

A produção precisa ser orientada à demanda e na entrega de um produto que atenda às necessidades e desejos dos clientes e isso também faz parte da manufatura lean.  Seguindo essa abordagem, a indústria 4.0 torna os processos mais inteligentes, simples e eficientes, garantindo maior agilidade na produção. 

Dados

A análise de dados é um dos pilares da indústria 4.0. E é por meio dessas informações que é possível automatizar processos e torná-los mais eficientes e para identificar padrões de consumo ou outros fatores que indiquem problemas. Isso torna a tomada de decisões mais robusta e  permite buscar rapidamente por soluções para resolver problemas na produção. 

 

A inteligência por trás da indústria 4.0 permite que sua integração à metodologia lean crie uma plataforma mais flexível e produtiva, melhorando a comunicação e criando um ecossistema de produção mais equilibrado e otimizado. 

 

A metodologia lean auxilia as empresas a melhorarem continuamente seus processos e resultados por meio da capacitação de suas equipes. Fale com um dos nossos especialistas e saiba como ter processos que potencializam o uso de tecnologias inovadoras. 

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As tendências da Indústria 4.0 pós COVID-19

Listas são uma tradição de todo começo de ano. E em um ano totalmente atípico, listar tendências que possam indicar um caminho menos conturbado se torna uma necessidade. Então, para a Indústria, 2021 pode significar um ano de mudanças, de desenvolvimento e, principalmente, resiliência.  

O ano de 2020 acelerou a transformação digital no setor produtivo de forma nunca vista anteriormente. Novas tecnologias otimizaram processos na cadeia de suprimentos e tornaram o compartilhamento de dados mais seguros. Além disso, a adoção da automação desses processos se tornou essencial para reduzir custos, aumentar a eficiência e produtividade e, assim, ajudar na sobrevivência das empresas. 

Olhar para o futuro pós-Covid pode mostrar o caminho que a indústria 4.0 tem pela frente e para se preparar para possíveis crises. O primeiro passo é o que fazer quando a pandemia finalmente chegar ao fim. É o momento para substituir as estratégias de recuperação de desastres por outras que garantam a continuidade dos negócios. Claro, muitas transformações feitas durante a crise podem (e devem) continuar, exigindo apenas alguns ajustes para uma nova realidade. 

A saúde dos funcionários também precisa estar no foco das empresas, para que não corram riscos de, no momento da recuperação, não poder contar com recursos importantes de suas equipes. Novos protocolos para manter a segurança e saúde dos funcionários podem ser implementados – como realizar check-ups regulares – e seguidos à risca. Agir de maneira proativa ajuda a reduzir riscos. 

 

Fábricas Inteligentes

Para 2021, e para os próximos anos, a tendência de tornar uma operação mais inteligente e conectada deve chegar com mais força. Operações devem se tornar remotas, com controle à distância, com maior uso da análise de dados, automação e tecnologias baseadas em Inteligência Artificial (IA) e hospedadas na nuvem. Isso garante a visibilidade de toda a operação e o progresso da produção diretamente na tela do computador ou de algum outro dispositivo. 

Otimizar e tornar a cadeia de suprimentos mais resiliente também são fatores considerados essenciais pelas empresas há alguns anos, e 2020 mostrou essa importância e deixou claro os riscos por toda a cadeia, o que exigiu das empresas uma grande agilidade para se adaptar. Esses desafios precisam ser analisados e considerados na hora de realizar as mudanças necessárias para garantir que não serão pegos desprevenidos nos próximos anos. Uma cadeia de suprimentos precisa ser ágil e forte para enfrentar qualquer tipo de mudanças no mercado, sem que isso afete a produção. Tecnologias para gerenciamento da cadeia de suprimentos baseadas em IA e aprendizado de máquina pode prever os possíveis problemas e ajudar a empresa a se adiantar a eles. 

Uma cadeia de suprimentos otimizada, com o uso de tecnologias baseadas em IA e aprendizado de máquina, também contribui para melhorar a tomada de decisões tornando-a muito mais ágil. Novas soluções baseadas em dados devem se tornar onipresentes no setor de manufatura, pois permitem analisar rapidamente as informações necessárias para criar insights acionáveis e buscar novas oportunidades de negócios, além de contribuírem para monitorar a fábrica, evitando problemas nas máquinas e interrupções inesperadas. 

Essas tendências também exigem que os funcionários tenham habilidades que, até então, não eram necessárias ou urgentes. Assim, para embarcar na indústria 4.0, as empresas também precisam buscar por esses talentos, ou desenvolvê-los internamente. Com o crescimento do trabalho remoto e o uso de novas tecnologias, é essencial que o RH esteja preparado para atender às necessidades que essas tendências devem trazer para o chão da fábrica. 

A indústria 4.0 traz diversas oportunidades para os mais diversos setores da economia, mas sua empresa está preparada para a transformação que essa jornada pode causar? Converse com nossos especialistas e conheça nossas soluções. 

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Cinco passos para adotar uma estratégia IoT

Internet das coisas (IoT) vem sendo cada vez mais adotada no Brasil, e a quantidade de equipamentos e máquinas conectados cresce a cada diaA indústria utiliza sensores conectados a um sistema digital, dedicados a capturar informações para monitorar máquinas e analisar a produtividade e, assim, otimizar desde a gestão de ativos até a logística.  

A quantidade de dados gerada atualmente pelos sistemas utilizados é gigantesca e a análise dessas informações pode ser o motor para o crescimento das empresas, mas, como qualquer estratégia inovadora, é preciso que seja implementada com planejamento para que seja realmente bem-sucedida. 

 Então, como implementar uma estratégia eficiente e que realmente contribua para o crescimento dos negócios? 

Algumas empresas optaram por usar a IoT para criar novos produtos, outras para transformar os negócios, mas as empresas mais bem-sucedidas foram as que optaram por focar a estratégia IoT nos produtos já existentes. 

 Assim, o primeiro passo é simples: Começar com foco no próprio negócio, analisando a possibilidade de usar a tecnologia nos produtos e serviços já oferecidos pela empresa. Isso permite ter uma visão mais completa e abrangente dos produtos e serviços oferecidos, de forma a entender como torná-los mais atraentes e úteis para os clientes. 

 Ao saber exatamente o que se espera da tecnologia e como ela pode ajudar a empresa, escolher uma plataforma de IoT que realmente responda a essas necessidades é essencial para o sucesso da estratégia. Da mesma forma que não existe uma estratégia padronizada para a implementação da IoT, é preciso contar com uma plataforma que ofereça flexibilidade para atender a demandas diversas. Monitorar a logística de uma transportadora é bem diferente de mensurar o consumo de recursos em uma linha de produção. 

 Com isso em mente, é preciso entender que o melhor momento para implementar uma estratégia IoT é agoraPara isso, a empresa precisa ter a capacidade de gerenciar mudanças rapidamente, pois a IoT leva a um caminho de mudanças inevitáveis para tornar uma operação mais eficiente. Mas, se processos não forem modificados e otimizados, os riscos de naufragar são grandes. 

 Outro fator que pode contribuir positivamente para uma estratégia IoT é implementá-la em escala, para diversos usos simultaneamente. Concentrar o investimento em um único segmento da produção pode ser contraproducente e ineficiente. Em ambientes com arquitetura de dados e estruturas similares é mais inteligente usar a tecnologia para desenvolver ofertas e criar sinergias entre os produtos produzidos em toda a linha de produção. 

 Por fim, a segurança não pode ser negligenciada em nenhum momento. A IoT aumenta o risco de violação de dados e invasão de sistemas. E esses riscos exigem uma política de segurança robusta, e que seja seguida a risca por todos os funcionários, com investimento em sistemas de segurança e treinamento para evitar problemas. 

 A IoT precisa conectar de maneira eficiente máquinas, pessoas e sistemas, além de tornar os processos mais fáceis e contribuir para tornar as decisões mais inteligentes. E as tecnologias de gestão de redes da Atech ajudam sua empresa a gerenciar seus equipamentos em tempo real a um custo atrativo. Entre em contato e saiba mais. 

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Como a Indústria 4.0 está transformando a manufatura Lean

De acordo com a PwC, as empresas buscam novas tecnologias para tornar suas fábricas mais inteligentes e para melhorar processos de design e produção e otimizar o relacionamento com seus fornecedores, além de oferecer uma experiência mais completa aos clientes.  

Como o método Lean trouxe o desafio de tornar os processos e a cadeia de suprimentos mais enxutos e com muito menos desperdício, a união dessas duas abordagens, com ênfase na automação de processos, cria novas questões sobre como conectá-las de forma que as empresas consigam aproveitar ao máximo os benefícios do Lean e da Indústria 4.0. 

Para empresas que já utilizam o método Lean no seu dia a dia, investir em novas tecnologias pode ajudar a alcançar os objetivos do próprio Lean, como os do negócio, mais rapidamente, e ainda capacitar a equipe e impulsionar melhorias nos processos. Ou seja, os resultados esperados são familiares às duas abordagens. 

 Lean e a Indústria 4.0 podem conviver?

Enquanto o consumidor se digitalizou rapidamente, o mesmo não aconteceu com as empresas, que agora buscam investir em novas tecnologias baseadas em dados para atender às necessidades dos seus clientes. 

 E as empresas, em sua maioria, já tinham esses dados em mãos, mas em sistemas que não conversavam entre si, e que precisam se integrar às novas soluções para fornecer uma visão 360º. da produção. 

 Como a metodologia Lean também busca reduzir a complexidade operacional, ou seja, tornar os processos mais simples, essa abordagem, junto com o uso de tecnologias inovadoras, pode levar rumo ao Lean 4.0 e tornar as empresas mais eficientes e preparadas para se adaptar rapidamente às mudanças de mercado, além de contribuir para o sucesso dos negócios. 

 E até mesmo mudanças simples podem causar um impacto gigantesco, como trocar o uso de papel por versões digitalizadas de documentos e manuais, que reduz custos e aumenta a produtividade rapidamente. 

 Lean 4.0

 Pesquisa do The Boston Consulting Group mostrou que 97% dos entrevistados disseram que a gestão Lean deve ser altamente relevante até 2030, entre eles 70% afirmaram que a digitalização da operação também terá grande relevância no futuro. 

Isso deixa claro que, ao adotarem a metodologia Lean junto com tecnologias inovadoras, as empresas conquistam os benefícios das duas abordagens mais rapidamente que se elas fossem trabalhadas separadamente.  

O uso de dados em tempo real e a comunicação entre máquinas e pessoas podem transformar o chão de fábrica, e torná-lo realmente enxuto, reduzindo erros e desperdícios por toda a cadeia de produção, além de permitir aos funcionários que façam modificações necessárias nos sistemas rapidamente. 

Claro, é necessário adaptar o Lean 4.0 para a realidade de cada empresa, para lidar com os desafios característicos da cadeia de suprimentos e do chão de fábrica. Além disso, é importante analisar quais situações dentro da empresa podem ser mais beneficiadas pelo Lean 4.0, de forma tornar sua adoção mais eficaz – por exemplo, investir em sensores e tecnologias que tornem a linha de produção mais flexível para a produção de produtos diferentes -, eliminando processos desnecessários e ineficientes. 

Criar essa sinergia entre o Lean e a indústria 4.0 de forma holística pode ser a forma de alcançar a eficácia operacional tão desejada por todas as empresas, além de reduzir custos e contar com recursos analíticos importantes para a manutenção da saúde dos negócios. 

A Atech pode ajudar sua empresa a tornar seus negócios mais eficientes por meio da implementação de metodologias ágil e Lean. Entre em contato e saiba como podemos te ajudar.

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Indústria 4.0: curva de adoção tem que acontecer agora

Líderes de negócios de todo o mundo estão correndo contra o tempo para ganhar vantagem competitiva a partir dos seus investimentos nas tecnologias e soluções que fazem parte do conceito de Indústria 4.0 antes do “ponto de inflexão” da curva de adoção, já pensando na retomada da economia após a pandemia.

O sociólogo Everett Rogers, em seu livro “Teoria de Difusão da Inovação”, identificou cinco personas conforme o seu estágio na curva de adoção de inovação: Innovators, Early Adopters, Early Majority, Late Majority, and Laggards.

Os Early Adopters da Indústria 4.0 podem esperar obter uma maior vantagem competitiva da transformação digital, em contraste com os que fazem parte dos grupos Late Majority e Laggards que simplesmente parecem estar presos ao passado. A maioria dos fabricantes líderes, grandes e pequenos, está atualmente procurando etapas práticas e maneiras sustentáveis ​​de investir em digital transformação para que possa obter os benefícios competitivos de estar na primeira parte da curva de adoção.

Antecipando o ROI

Mas os casos de uso da Indústria 4.0 geralmente exigem investimentos em novas tecnologias, que não são amortizados no mesmo ano. No entanto, os investimentos iniciais podem muitas vezes ser minimizados aplicando a abordagem de MVP (Mínimo Produto Viável), ou seja, pensando em um lançamento no menor prazo possível enquanto ainda fornece um valor comercial relevante em uma determinada área.

O ROI (Return on Investment) do MVP geralmente chega em meses e permite que as empresas provem o potencial econômico do caso de uso e implantem ciclos que maximizem a lucratividade. Com essa abordagem, o lançamento em grande escala pode ser feito por um caso de negócio claro, geralmente com cronogramas de ROI e investimentos mais direcionados do que o inicialmente previsto.

O ecossistema de produção

A Indústria 4.0 é que vai capacitar a implantação da “fábrica inteligente”, um ambiente verdadeiramente produtivo, com benefícios para os fabricantes e para os consumidores, como comunicação aprimorada, monitoramento em tempo real, análise avançada de dados e autodiagnóstico.

Quando pensamos no cenário ideal, uma fábrica inteligente, onde as tecnologias fazem parte do topo da curva de adoção da inovação, é automatizada e automonitorada de forma flexível, onde máquinas, insumos e humanos se comunicam, poupando os colaboradores para outras tarefas produtivas e, finalmente, otimizando os processos de design e produção para aumentar a eficiência operacional.

Sob as camadas, no entanto, existem desafios críticos para fabricantes, como gerenciamento de dados, funcionários com mais qualificação e o risco de incidentes cibernéticos, para os quais felizmente existem etapas e medidas preventivas.

Flexibilidade e eficiência

A implantação do conceito e tecnologias da Indústria 4.0 estão revolucionando as linhas de produção, digitalizando processos, e otimizando a qualidade, manutenção, planejamento, previsão, inovação e descoberta, tempo de colocação no mercado, a eficiência da cadeia de suprimentos e muitos outros aspectos do ecossistema de produção. A captura de dados digitais e fluxo de dados estão permitindo um grau de flexibilidade e eficiência que irá gerar custos de produção significativamente menores, por conta do aumento de escala, agilidade e lucratividade.

A questão sobre a transformação digital na manufatura não é mais “se” investir nela, mas “quando” fazê-lo. Na maioria dos mercados, os Early Adopters que investem em novas tecnologias ou modelos de negócios obtêm uma vantagem competitiva – às custas de

concorrentes que não adotaram. Para os Late Adopters do mercado, o investimento em novas tecnologias ou modelos continua sendo necessário, mas a possibilidade de ganhar competitividade e vantagem desaparece, e eles passam a ser um Laggard, simplesmente alinhados à nova norma do mercado.

Líderes de negócio na área de manufatura estão, portanto, reconhecendo a importância de estar na faixa dos Early Adopters para ficar à frente da concorrência. O mercado está chegando rapidamente ao ponto de inflexão, quando a maioria dos mercados terá adotado a nova tecnologia e modelo de negócios. Esse prazo é ainda mais urgente pela percepção de que esses Late Adopters provavelmente não vão conseguir alcançar a eficiência e lucratividade obtida pelos Early Adopters, independentemente de quando os Late Adopters conseguirem chegar ao topo da curva.

O “novo normal”

As organizações devem considerar uma visão holística da Quarta Revolução Industrial e as maneiras pelas quais ela muda o negócio. A Indústria 4.0 é mais do que apenas tecnologias avançadas: trata-se das maneiras pelas quais essas tecnologias são reunidas e como as organizações podem aproveitá-las para impulsionar as operações e o crescimento.

Provavelmente, a Indústria 4.0 é a razão pela qual não apenas sairemos dessa crise do Covid-19, mas também porque nosso comportamento profissional inevitavelmente mudará no futuro.

São as tecnologias da Indústria 4.0 que estão permitindo às empresas manterem seus negócios em tempo de pandemia, simplificando nossa capacidade de realizar várias tarefas e contribuindo para o trabalho sem estar acorrentado aos limites de um espaço de trabalho centralizado. Nas últimas décadas, a Indústria 4.0 vem otimizando os benefícios da computação móvel e, portanto, os benefícios do trabalho móvel, agora só precisamos começar a adotá-lo ativamente como o “novo normal”.

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Demanda por visibilidade em tempo real deve impulsionar digitalização no setor de transporte

Os dados da cadeia de suprimentos já permaneceram em silos de informações por muito tempo. Quando os dados não são compartilhados, a cadeia de suprimentos e o setor de transporte não podem acessar informações críticas de negócios e somam ineficiências, já que os processos não são otimizados.

Inovadoras tecnologias da Indústria 4.0 que interagem, se comunicam e geram dados vitais sobre o setor de transporte agora estão sendo adotadas e serão fundamentais para a criação da cadeia de suprimentos inteligente e com visibilidade em tempo real. Vamos conferir algumas dessas inovações:

  • Evolução da cadeia de suprimentos inteligente

A evolução da cadeia de suprimentos inteligente e a digitalização do setor de transporte ganhou força há cerca de 3 anos, quando os clientes de frete começaram a exigir visibilidade em tempo real para seus pedidos e remessas. Naquela época, as empresas não conseguiam entender por que não conseguiam rastrear cargas valiosas de caminhões e obter informações de trânsito mais precisas e confiáveis ​​para suas remessas. Mas o setor avançou e inovadoras plataformas de gestão logística, como a OKTO, oferecem ferramentas inteligentes para visibilidade dos dados em tempo real das cargas e suas condições desde o momento em que são coletadas até a entrega.

  • Todos os tipos de dados

O setor de transporte cada vez mais exigirá dados inteligentes e acionáveis. Seu foco não será apenas a obtenção de dados de posição dos caminhões e temperatura, mas outros tipos de dados, como pressão dos pneus, peso do sensor da porta e similares, e se estenderá também à análise e manutenção preditiva. Combinar e analisar dados telemáticos de todas as formas levará a novos modelos de negócios e novos serviços. A automação do processo de integração de novas transportadoras nos sistemas de dados permite que o transporte entre na era inteligente de visibilidade de dados em tempo real.

  • Redes crescentes de parcerias e construção de ecossistemas

Cada vez mais a digitalização do setor de transporte irá proporcionar a visibilidade em tempo real e maior colaboração entre todos os modais. Com dados acionáveis, as empresas de transporte podem firmar parcerias e ter interoperabilidade contínua. As plataformas de visibilidade de dados começarão a compartilhar dados sobre ecossistemas descentralizados usando a tecnologia blockchain. Isso permitirá a coleta e o compartilhamento de dados de acordo com regulamentos como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), da maneira legal correta. Os dados nesses ecossistemas serão disponibilizados para as partes interessadas acordadas (autoridades, remetentes, transportadoras, por exemplo) com base no conhecimento das regras, formato e termos acordados.

  • Desenvolvimento de novos modelos de negócios

Novas plataformas digitais ajudarão a remover as ineficiências do setor de transporte, resolvendo problemas associados à subutilização de ativos, gerando melhor correspondência entre demanda e suprimento e aumentando a visibilidade e a conectividade entre os sistemas. O uso plataformas únicas e integradas, que melhoram a clareza operacional e a conectividade entre sistemas previamente isolados, permite que as partes interessadas se conectem em toda a cadeia de suprimentos.

  • Digitalização de operações

A análise avançada é aplicada para otimizar as operações de precificação, roteamento e consolidação da remessa de carga parcial. Quanto à experiência do cliente, o front-end digital oferece aos clientes uma experiência livre de problemas e melhora a visibilidade operacional interna, automatizando processos anteriormente manuais. A automação dos principais processos internos de negócios certamente simplificará as operações de logística que demandam muito trabalho.

A era da logística e do transporte preditivo

A logística inteligente está começando a moldar uma concepção mais avançada do fluxo de valor logístico, com as plataformas de entrega preditiva sendo integradas aos sistemas de gerenciamento de tráfego. Ela marca o início da era da logística e do transporte preditivo, em que o gerenciamento da cadeia de suprimentos e a tecnologia inteligente preveem antecipadamente atrasos nas remessas em trânsito, permitindo que máquinas autônomas ajustem processos de cronograma de produção e de envio para atender às mudanças nos cronogramas de entrega.

À medida que as remessas preditivas se acelerarem, a cadeia de valor global se tornará mais complexa, contando com algoritmos preditivos avançados e a integração de elementos mais conectados. O setor de transporte se tornará mais inteligente e enxuto, oferecendo um ambiente mais adaptável e ágil.

A era da logística preditiva permitirá que mais dados circulem mais rapidamente pelas redes. Para impulsionar esse nova cenário, será indispensável contar com veículos autônomos, Internet das Coisas (IoT) em larga escala, conexões inteligentes e drones. Outras aplicações específicas da logística, como gerenciamento de frota e manutenção preditiva, serão beneficiadas e impulsionarão maior eficiência na cadeia de suprimentos com maior monitoramento de infraestrutura, automação de processos, medição inteligente e gerenciamento de frota em tempo real.

Grandes transportadoras serão as primeiras a se beneficiar da digitalização e das tecnologias preditivas de logística, permitindo rastrear ativos em tempo real, tomar decisões informadas por meio de fluxos de dados detalhados e se envolver melhor com os clientes. Enfim, é a hora de um setor de transporte mais inteligente.

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Inovação digital aumenta a produtividade no setor minerador

As tecnologias que chegam com a Indústria 4.0 e a inovação digital – como análises avançadas, Internet das Coisas (IoT), automação, Aprendizado de Máquina, robótica, entre outras – proporcionam economias significativas no setor minerador. O aumento da quantidade de dados, a computação mais barata e a disseminação de dispositivos conectados tornam seus benefícios mais disponíveis para as empresas.

O setor minerador está mudando suas estratégias e adotando novos modelos de negócios e operação para incluir a inovação digital. E está fazendo isso de maneira mais rápida e global do que nunca. Uma combinação de volatilidade do mercado, mudança na demanda global, economia de insumos radicalmente diferente, novos locais em busca de mais reservas, foco em um ciclo de vida mais longo dos ativos e um compromisso com a excelência operacional, bem como mudanças de políticas em todo o mundo, estão contribuindo para essa mudança no setor.

Décadas de redução de custos e o envelhecimento da força de trabalho deixaram as empresas de mineração com recursos limitados para se ajustarem. Agora, um conjunto de novas tecnologias em rápida evolução – a inovação digital – abre novas possibilidades para melhorar a eficiência operacional, desenvolver um planejamento mais preciso e ágil, aumentar a conscientização do fornecedor e colaborar com parceiros de negócios em toda a cadeia de valor.

A automação das minas, novos recursos analíticos, trabalhadores digitais, operação remota e autônoma são apenas alguns dos exemplos em que as tecnologias estão beneficiando atualmente o setor minerador, gerando considerável diferenciação e vantagem competitiva. Tudo isso precisa ser analisado com muita atenção para impulsionar o crescimento e aumentar a eficiência.

É fundamental que as empresas de mineração compreendam a inovação digital e suas oportunidades e riscos associados. As possibilidades de novos modelos operacionais e novos níveis de otimização criarão a próxima onda de diferenciação no setor. E quais tecnologias irão realmente fazer a diferença?

  • Operações autônomas

A operação autônoma é uma das inovações digitais que vem sendo utilizada no setor de mineração, empresas que agora operam enormes equipamentos pesados, como caminhões fora de estrada, perfuradoras e recuperadoras, sem a presença de operadores. A segurança é novamente um benefício, pois menos pessoas – os operadores – precisam permanecer em locais industriais perigosos. O grande impacto, no entanto, pode ser verificado pela diminuição da variabilidade nos resultados da produção, o que leva a uma operação mais consistente e eficiente.

  • Mobilidade

Um dos grandes usos dos aplicativos de mobilidade está relacionado à utilização de dispositivos de posição geográfica que permitem rastrear e localização de pessoas, equipamentos e outros ativos. Com isso é possível obter níveis mais altos de segurança, pois a localização das pessoas pode ser controlada, delimitando lugares perigosos. O controle da posição de ativos e pessoas em relação às atividades programadas também leva a melhor produtividade. Uma empresa de mineração, por exemplo, pode utilizar dispositivos de identificação geográfica para controlar os movimentos dos funcionários, equipamentos e ativos dentro de suas instalações durante a execução de uma grande recuperação em uma de suas plantas.

  • Análise de dados

O setor de mineração ainda tem muito a ganhar com tecnologias de análise de dados para melhorar seu processo de tomada de decisão. Muitas empresas efetivamente agregam parte das informações operacionais disponíveis e, através de sofisticados processos de análise, otimizam a produtividade. Uma empresa pode, por exemplo, utilizar informações de telemetria enviadas por caminhões em modelos analíticos para prever falhas. A análise em tempo real permitirá o contínuo e rápido ajuste nos processos de produção, proporcionando mudanças nos níveis de produtividade.

  • Trabalhador digital

A produtividade do trabalhador digital, alimentado por dispositivos vestíveis e realidade aumentada, proporcionará ganhos incríveis nas atividades de manutenção de ativos, reduzindo drasticamente o tempo de inatividade de ativos críticos na linha de produção.

  • Drones

A inspeção de transportadores de correia ou linhas de transmissão aérea cobrindo milhares de quilômetros será possível em períodos mais curtos e com maior eficácia devido à combinação de VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados) com câmeras especiais.

  • Sensores inteligentes

Os sensores se tornarão cada vez mais poderosos e inteligentes. Um bom exemplo é a utilização de câmeras com análise de vídeo. A capacidade de processar um fluxo de imagens em tempo real já permite uma infinidade de controles que vão desde a detecção de anomalias (por exemplo, incêndio, poluição, resíduos em vagões, áreas de aquecimento em linhas de energia) a métodos sofisticados de contagem, rastreamento e identificação de pessoas e objetos.

O valor da inovação digital

O valor intrínseco da inovação digital permite que o setor minerador otimize seus processos e, a partir dos exemplos vistos acima, podemos perceber os seguintes benefícios:

  • Uso eficaz de dados para tomadas de decisão em tempo real e baseadas em insights e otimização contínua
  • Possibilidades sem precedentes de operação autônoma, controle remoto de ativos e rastreamento de equipamentos e pessoas
  • Maior colaboração e compartilhamento de conhecimento entre as equipes de operações dentro e fora da organização
  • Entrega de soluções muito mais flexíveis e responsivas às novas demandas de negócios
  • Gestão de ativos preditiva e baseada em condição e gestão otimizada de frotas
  • Melhor controle de meio ambiente e segurança
  • Menores custos operacionais
  • Maior rendimento e produtividade
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Conheça 5 conceitos da Indústria 4.0 para o setor elétrico

A tecnologia tem sido cada vez mais adotada por todos os principais setores da indústria nos últimos anos – e o setor elétrico vem adotando as tecnologias e passando por grandes transformações, desde a forma de gerar e distribuir energia até a forma de se relacionar com os clientes. A Indústria 4.0 não está mais associada apenas à substituição da papelada por sistemas eletrônicos automatizados. O próximo passo é reinventar as maneiras pelas quais as empresas do setor elétrico fazem negócios, envolvem seus clientes e interagem com eles. E não vamos esquecer a Energy 4.0, uma palavra de ordem usada para entender a revolução digital neste setor.

Mas, para ir além do jargão, exploraremos os principais conceitos e tecnologias relacionados à Indústria 4.0 no contexto da gestão de ativos e do uso de conexões inteligentes no setor elétrico:

Monitoramento extensivo

O desenvolvimento de tecnologias para automação e monitoramento de processos industriais permite a captura de dados em quantidades cada vez maiores, permitindo análises cada vez mais poderosas. No gerenciamento do setor de energia, sofisticados equipamentos (soluções de Internet Industrial das Coisas – IIoT – e medidores inteligentes) são capazes de interpretar dados que permitem a compreensão de processos, monitorando variáveis ​​que avaliam desde a energia consumida, por exemplo, a índices que descrevem a qualidade da eletricidade consumida.

Além dos avanços tecnológicos, os custos de aquisição e instalação de sensores e instrumentos modernos tornaram-se cada vez mais acessíveis, permitindo uma compreensão ampla e profunda das características dos processos industriais, oferecendo redundância de medições e obtenção de dados de alta qualidade – essencial para planejamento, controle e melhoria da eficiência energética e eficiência operacional.

Internet Industrial das Coisas

A Internet Industrial das Coisas é outro conceito amplamente discutido e refere-se a toda uma “rede de dispositivos físicos que inclui sensores, atuadores, eletrônicos e conectividade, permitindo a integração do mundo físico com os sistemas de computadores”. Em nosso contexto, a Internet Industrial das Coisas, um termo frequentemente usado como sinônimo da Indústria 4.0, refere-se à aplicação de tecnologias como Machine Learning e Big Data para explorar dados de sensores, comunicação entre máquinas (M2M) e sistemas de automação para melhorar processos industriais e de fabricação.

Na gestão do setor de energia, a Indústria 4.0 é realizada a partir da conectividade entre instrumentos de medição e de toda a arquitetura de informações e automação, ampliando as capacidades de coleta, comunicação e armazenamento de grandes volumes de dados relacionados ao consumo, geração e transformação de insumos energéticos.

Energia inteligente como parte da cidade inteligente

A crescente urbanização tornou globalmente as cidades como ponto zero para o reexame das políticas ambientais. Ao implantar tecnologias de Internet das Coisas (IoT) e de conexões inteligentes, as chamadas smart cities pretendem aumentar a qualidade de vida e reduzir o consumo de energia. Empresas, gestores públicos e empreendedores nas cidades trabalharão juntos para garantir que as áreas urbanas participem da revolução energética.

Análise de grandes volumes de dados

Aplicações industriais típicas podem envolver milhares de medidores coletando dados em grande quantidade, gerando gigabytes de dados por dia – em aplicativos de qualidade de energia, por exemplo, medidores especializados hoje visualizam a rede a cada milissegundo.

Essa abundância de dados e a crescente disponibilidade de recursos computacionais permitem a aplicação de técnicas específicas de Inteligência Artificial com o objetivo de facilitar a previsão de variáveis ​​e a identificação de padrões de interesse em diversos processos industriais.

Devido à própria natureza dos fenômenos que produzem dados coletados de operações industriais e às limitações dos instrumentos usados ​​para capturá-los, o desenvolvimento de modelos de previsão baseados em dados coletados de operações industriais envolve níveis consideráveis ​​de ruído e impõe pressões adicionais sobre os requisitos de volume, variedade, velocidade e veracidade dos dados, algo comum aos aplicativos de Big Data. Algoritmos eficientes para o processamento da qualidade dos dados estão se tornando tão essenciais quanto os algoritmos para a construção de modelos de previsão.

Na gestão do setor de energia, os dados disponíveis podem dar origem, por exemplo, a:

  • Modelos de previsão para o consumo de energia (ou geração de energia) das operações, começando pelos níveis de produção planejados ou outras variáveis ​​contextuais
  • Modelos para aprender e estabelecer os modos ideais de operação, que permitem níveis efetivos de consumo de energia
  • Modelos para analisar a eficiência energética dos processos, a partir da captura de variáveis ​​de entrada e saída e conhecimento dos fenômenos de transformação envolvidos

Eficiência e sustentabilidade

Por trás de todo o investimento na Indústria 4.0, existe um objetivo comum: aumentar a eficiência e a competitividade de uma operação. Os benefícios são diretos e têm o potencial de estabelecer um ciclo virtuoso de investimento, resultado e reinvestimento: mais competitividade resulta em melhores resultados financeiros; com mais dinheiro disponível, mais investimentos podem ser direcionados à expansão da capacidade, tecnologias de produtividade, eficiência operacional e eficiência energética; maior eficiência garante níveis mais baixos de emissão de gases de efeito estufa, reduzindo o impacto ambiental, além de melhorar a qualidade do trabalho, que afetam positivamente a comunidade.

CategoriesImprensa Corporativa – Excelência Operacional

Saiba como combinar o Lean com a Indústria 4.0

Por Jefferson Castro, Gerente de produto da Atech

Não é de hoje que as empresas têm adotado os princípios e as ferramentas Lean para reduzir a complexidade de suas operações, aumentar a eficiência e a produtividade de seus processos operacionais, visando principalmente reduzir desperdícios e custos e gerar mais valor para o cliente.

A implementação da filosofia Lean permite obter uma visão holística de toda a cadeia de valor, garantindo uma cultura de melhoria contínua e excelência operacional a partir do monitoramento dos processos, otimizando as operações, identificando desvios e garantindo a entrega de produtos com a qualidade e nos prazos determinados nos objetivos de negócio. A filosofia Lean também desenvolve os sensos de autonomia e responsabilidade, pois os colaboradores têm voz e papel mais ativo na melhoria do processo produtivo.

E como a metodologia Lean pode se combinar com a Indústria 4.0? Na verdade, as suas bases têm diversos pontos em comum, como ganhos de eficiência, otimização de tempo e redução de custos. Com sistemas que possibilitem a melhoria contínua de sua produtividade a partir da tomada de decisão baseada nos dados enviados por sensores e soluções de IoT (Internet das Coisas) embarcados nos equipamentos e plataformas de gestão capazes de transformar dados em insights, a Indústria 4.0 vem se consolidando como a evolução dos métodos Lean.

Como o Lean e a Indústria 4.0 se complementam

Filosofia e tecnologia, nesse caso, caminham juntas. Em primeiro lugar, a filosofia Lean sempre teve como foco o cliente e, com inovadoras tecnologias digitais, os líderes de negócio passam a ter uma visão mais clara das necessidades e demandas de seus clientes.

Em segundo lugar, temos a cultura de melhoria contínua que, com o poder de análise embarcado nas plataformas de gestão de ativos, passa a ser guiada por um olhar holístico que antecipa necessidades, reduzindo custos com períodos de inatividade e otimizando a gestão da execução da manutenção.

E, em terceiro lugar, como a filosofia Lean visa eliminar todos os desperdícios na cadeia de valor – desde o pedido do cliente até a entrega do produto –, a base da Indústria 4.0 é fundamental para uma maior eficiência em toda a cadeia produtiva, com a conectividade entre máquinas e processos, a integração dos sistemas e análise de dados.

Assim como também é fundamental a presença de uma plataforma de gestão que permita a troca de dados em tempo real, removendo as atividades que não agregam valor, identificando as causas-raiz dos problemas de desempenho e acelerando a validação das medidas de melhoria, permitindo uma implementação mais rápida de ações em toda a fábrica.

Ao final, o objetivo sempre é aumentar a capacidade produtiva, reduzir custos, entregar produtos com alta qualidade e gerar mais valor para o cliente. Essa é a perfeita união entre o Lean e Indústria 4.0.

Saiu na mídia: Instituto Information, InforChannel, Channel 360º, Revista Equipamentos, Guia Rei, CIO, Jornal Empresas & Negócios, Jornal Empresas & Negócios, Indústria 4.0, IT Trends, Cargo News, Fórum de Manufatura, IT Fórum 365, O Setor elétrico, Indústria 4.0, Portal Inovemm, Jornal Empresas & Negócios, Jornal Empresas & Negócios

CategoriesImprensa Corporativa – Conexões Inteligentes

Não saia de casa: Conectividade permite gestão remota de equipamentos

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes da Atech

O isolamento social é a ação mais recomendada pela OMS para conter a pandemia do novo coronavírus, mas muitos de nós não podemos ficar em casa todo o tempo, mesmo que evitemos ao máximo os deslocamentos. Entre os profissionais que não podem adotar o home-office em tempo integral estão os responsáveis pela gestão de ativos.

Mas como eles podem cuidar da manutenção dos equipamentos de suas plantas à distância? Mesmo com a produção parada ou operando de forma mínima, máquinas precisam ser mantidas em boas condições de funcionamento. Caso contrário, os prejuízos podem ser incalculáveis.

Mas as empresas que já investiram em conexões inteligentes, como a oferecida pelas redes MESH, têm uma grande vantagem competitiva nesse cenário de crise. Com conectividade robusta, confiável e escalável é possível fazer a gestão praticamente de forma remota dos equipamentos com informações em tempo real.

Tudo começa com o conceito de Indústria 4.0 e na abordagem dos ativos como uma rede integrada, e não como um conjunto de máquinas isoladas. Com plataformas unificadas para o gerenciamento de ativos, é possível integrar todos os sistemas legados e reunir os dados enviados pelos sensores a partir de soluções de conexões inteligentes, mesmo que alocados em múltiplas bases, formando uma base única de dados.

Todos os dados coletados pelos sensores em máquinas paradas ou em operação mínima, contextualizados e em tempo real, são transformados em indicadores de manutenção e enviados em dashboards amigáveis para o dispositivo preferido do gestor via plataforma de gestão de ativos.

Com isso, o responsável pela manutenção só se deslocará para o local em caso de real necessidade, ou pode acionar o colaborador mais adequado para a tarefa de forma remota, indicando exatamente o local de instalação do equipamento e tipo de manutenção necessária, entre outras informações.  E como o responsável pelo reparo já recebeu os dados em tempo real via redes MESH, ele pode melhorar o índice de resolução na primeira visita, já que teve acesso remoto a todas as informações possíveis e com possibilidade maior de já identificar qual seria o problema.

Conectividade é a base de um ecossistema de informações

Novas aplicações de Internet das Coisas (IoT) estão entregando melhorias consideráveis nos processos industriais, como o uso de sistemas autônomos, que permitirão que os insumos sejam processados com maior produtividade, além de garantir maior precisão nos processos produtivos; o uso de sensores que, capturando dados em tempo real poderão prevenir eventuais problemas e garantir a segurança, a eficiência energética e o bom funcionamento dos sistemas integrados e também a implantação de aplicações voltadas para a manutenção prescritiva e preditiva, que poderão antever a necessidade de reposição de peças e eventuais desgastes.

Essa conectividade é garantida com eficiência pela rede MESH, que consiste em nós (pontos) de rádio organizados em uma topologia mesh (em malha), que se conectam sem fios, e sem envolver uma companhia telefônica ou um provedor de serviços de internet.

Analistas indicam que essa tecnologia deve predominar no futuro devido ao seu alto grau de escalabilidade, caráter colaborativo e baixo custo. Em tese, não há limite para o tamanho da cobertura de uma rede de dados; ela será do tamanho do número de máquinas, terá a forma da distribuição dos equipamentos na sua planta e sua força será diretamente proporcional à densidade de equipamentos conectados, fazendo com que o uso das redes MESH seja uma vantajosa solução para garantir a conectividade.

A tecnologia deve ser sempre uma aliada, seja nos negócios ou na preservação da vida. Já que é possível, vamos aproveitar as inovações da Indústria 4.0 e fazer a nossa parte para tentar conter a pandemia.

Saiu na mídia: Indústria 4.0, Agro News Brasil, Portal do Agronegócio, Jornal Empresas & Negócios, Jornal Empresas & Negócios, Instituto Information

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