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Tempo médio de reparo: o que essa métrica diz sobre sua estratégia de manutenção

Você consegue avaliar a eficiência da sua estratégia de manutenção? Qual é o tempo médio de reparo de um equipamento após a ocorrência de uma falha? A métrica MTTR (mean time to repair – tempo médio de reparo), avaliada após identificar a MTBF (mean time between failures – tempo médio entre falhas), aponta a eficiência das ações corretivas e permite reduzir o downtime.

A MTTR abrange o tempo entre o início da falha e o momento em que o equipamento ou sistema retorna à produção, ou seja, quanto tempo esteve fora de produção. O período inclui tempo de notificação, tempo de diagnóstico, tempo de correção, tempo de espera, remontagem, alinhamento, calibração, tempo de teste e retorno à produção. Em geral, a métrica não leva em consideração o tempo de entrega das peças, mas certamente esse é um item da estratégia de manutenção que tem grande influência no resultado final do tempo médio de reparo.

Quando pensamos em equipamentos críticos, ser capaz de reduzir o índice de tempo médio de reparo pode ser a diferença entre a lucratividade e o prejuízo. Uma excessiva demora no conserto de equipamentos pode significar retrabalho, perda de contratos e até o fim de relacionamentos comerciais.

 

Como medir o MTTR

O índice de tempo médio de reparo é calculado utilizando a média de tempo que se leva para executar um reparo após a ocorrência da falha.

Primeiro, é preciso identificar o número de paradas e tempo de cada uma. Quando se calcula o MTBF já tem esse número.

Veja como calcular o MTBF:

MTBF = (Tempo total disponível – Tempo perdido) / (Número de paradas)

Exemplo:

Ao longo de um certo período de tempo disponível para operar foi observado:

Tempo total disponível para operar = 24 horas

Ocorreram 3 paradas sendo cada uma delas: 1 hora, 2 horas e 30 minutos (0,5 horas)

MTBF = [24 – (1+2+0,5)] / 3 = 6,8333 horas ou 410 minutos

Assim, para calcular o MTTR, temos:

MTTR = (Tempo total de reparo) / (quantidade de falhas)

Usando o exemplo acima, temos o seguinte resultado:

MTTR = (1+2+0,5) / 3 = 1,1666 horas ou 70 minutos

Esse resultado indica o tempo médio que a máquina ficou parada. Fazendo um paralelo com os dois índices, conclui-se que, a cada 2 horas, o sistema ficará indisponível por 15 minutos.

Quanto menor o MTTR, mais eficiente é a equipe de manutenção.

 

Garantindo a disponibilidade dos equipamentos

Uma vez registrados os valores das métricas MTBF e MTTR, é possível calcular a disponibilidade do equipamento a partir da seguinte relação:

E vale lembrar que garantir a disponibilidade de equipamentos e sistemas é o principal objetivo das estratégias de manutenção.

Fatores que podem aumentar o tempo médio de reparo

Entre diversos fatores que impactam negativamente na agilidade nos reparos podemos destacar:

Atraso na comunicação da falha/problema

Perda de tempo comprando ou procurando peças para reposição

Falta de ferramentas adequadas para a atividade

Tempo gasto com deslocamento de equipes técnicas

Falta de pessoal com conhecimento técnico para efetuar o reparo

Como obter métricas confiáveis

Os especialistas em manutenção Adalberto Fischmann e Moisés Zilber, em um artigo publicado na Revista de Administração Mackenzie, destacam que um sistema de indicadores (métricas), capaz de funcionar como um suporte para a tomada de decisões precisa garantir que:

Os dados e informações a serem utilizados para elaboração dos indicadores devem ter consistência e fidedignidade e estarem disponíveis dentro de prazos rígidos para refletir comportamentos em períodos de tempo previamente definidos

As áreas da empresa devem estar envolvidas na produção, manuseio e disposição dos dados e informações

As áreas da empresa devem estar treinadas e preparadas para a produção desses dados e informações e posterior utilização dos indicadores com eles construídos, como instrumento da gestão estratégica da companhia

Os indicadores a serem construídos deverão refletir os principais objetivos estratégicos dimensionados dentro do processo de planejamento da empresa

Após a construção do sistema de indicadores, este deverá ser utilizado como base para a própria elaboração do planejamento estratégico da empresa

Os indicadores devem refletir valores e variações reais do desempenho

Os indicadores devem representar sempre uma relação matemática, normalmente computando-se divisões, proporções ou multiplicações. Assim, um valor puramente não deve ser entendido como indicador, mas como um dado, informação ou informação gerencial

E, para que os dados possam ser transformados em métricas, conte com o conjunto de soluções OKTO, que permite monitorar a condição do ativo, planejar, programar e gerenciar a manutenção e, ao final, fazer a gestão da estratégia do mesmo, verificando seu grau de confiabilidade, quais equipamentos estão gerando mais quebras e construir uma gestão de risco avaliando o tempo médio de reparo.

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Entenda a importância dos sistemas de segurança pública para a gestão

Além de investir no treinamento de policiais e armamento, é fundamental que a administração pública invista em sistemas de segurança que possibilitem o acompanhamento de operações de forma integrada, unificando informações dispersas em diferentes órgãos, e racionalizando a distribuição de recursos físicos, veículos e equipamentos.
Dados do 12º Anuário de Segurança Pública mostram que o investimento em segurança pública pelo Governo Federal aumentou 6,9% no último ano, chegando a R$ 9,7 bilhões. Os Estados investiram cerca de R$ 69,8 bilhões nesta área e os municípios reduziram em 2% seus investimentos, aplicando R$ 5,1 bilhões. Ao todo, foram investidos R$ 84,7 bilhões em ações de prevenção e combate à violência – o que corresponde a 1,3% do PIB e a um investimento de R$ 408,13 por cidadão.
Diante deste cenário, a Segurança Pública é um dos desafios mais importantes a serem enfrentados pela administração pública, pois, além de ser uma questão delicada e de alta prioridade para o cidadão, demanda recursos substanciais por parte dos órgãos competentes, o que não traz garantia de sucesso no combate aos problemas.
Neste contexto, os sistemas de segurança pública que proporcionem um alto nível de integração entre as diferentes plataformas e bases de dados existentes para o registro de ocorrências e as diferentes ações de combate ao crime são fundamentais na prevenção, no planejamento e na execução de operações.

Saiba como uma grande capital brasileira vem enfrentando esse desafio


Furtos, assaltos, depredações, roubos a bancos e de cargas são alguns dos problemas enfrentados por uma grande capital brasileira com o aumento da criminalidade. Nestas operações, os criminosos acabam saindo ilesos ou escapando por rodovias que dão acesso a localidades mais remotas, utilizando veículos roubados.
Apesar de contar com um sistema de monitoramento por vídeo com câmeras e radares de trânsito conectados a uma rede de dados, a cidade não conta com um Centro de Operações, em que diferentes agências e órgãos podem atuar de forma sincronizada, como forças policiais, serviços de emergência e departamento de trânsito, as diferentes agências acabam utilizando sistemas e bases de dados sem nenhuma integração, dificultando ações de inteligência na prevenção, planejamento e execução de operações.
Diante deste cenário, a Administração Pública optou pela implementação do Arkhe Governance, solução que integra bancos de dados locais e remotos, dispositivos móveis e sensores, bem como comunicação segura das informações para acompanhamento em tempo real de eventos, ocorrências e alertas, rastreamento e dispositivos de IoT.
O Arkhe Governance é capaz de coletar imagens e dados georreferenciados de sistemas de monitoramento de vídeo e tratá-los em um módulo de análise e inteligência de vídeo. Este módulo está integrado a outros sistemas que possuem base de dados de veículos roubados ou suspeitos, podendo gerar alertas ao identificar um desses veículos.
Com o aumento da eficiência das ações de segurança pública, a diminuição da criminalidade reflete diretamente no bem-estar da população, além de proporcionar uma maior eficiência na execução das operações e nos investimentos em segurança pública.

Atech oferece informação e poder para cidades inteligentes

Por meio da família de produtos Arkhe, a Atech oferece um conjunto completo de soluções voltado para a implementação do conceito de cidades inteligentes, por meio de governança e gestão integrada e em tempo real das cidades.
Com o Arkhe Governance, a Atech desburocratiza processos, amplia a base de dados e municia os governantes com informações precisas para o gerenciamento da cidade ou estado, por meio da integração de diferentes secretarias e órgãos públicos de uma localidade.
Além do Arkhe Governance, a Atech oferece o Arkhe BMS, que permite integrar sistemas diversos, como câmeras e radares, a centros de comando móveis para prover informações a operações policiais e de segurança, podendo ser empregado em operações policiais diversas, ações de contraterrorismo, investigações, crises de segurança, violência urbana, acompanhamento de alvos, entre outros casos de segurança pública.
Saiba mais sobre nossas soluções para Governo e Segurança Pública.

CategoriesLogística,  Senior

Entenda os desafios de visibilidade da cadeia de suprimentos

Quais são os maiores desafios da logística? Entre eles, podemos citar conter o aumento de custos, enfrentar uma competição global, a necessidade de entregar melhores serviços aos clientes, reduzir o tempo de entrega e contar com uma infraestrutura confiável. E a solução para todos os desafios está na maior visibilidade da cadeia de suprimentos, possível a partir de sua digitalização.

Segundo estudo realizado pela CNI (Confederação Nacional das Indústrias) o desenvolvimento da Indústria 4.0 no Brasil enfrenta desafios que começam com os investimentos em equipamentos que incorporam novas tecnologias, passando pela adaptação de processos e das formas de relacionamento entre empresas ao longo da cadeia produtiva, criação de novas especialidades e desenvolvimento de competências, entre outros. O cruzamento de informações que permite conectar o pedido de compra, a produção e a distribuição de forma autônoma, sem que as pessoas precisem tomar decisões a todo o momento, por exemplo, exigirá novas formas de gestão e engenharia em toda a cadeia produtiva.

E a Internet das Coisas (IoT) desempenha um papel fundamental para ter maior visibilidade da cadeia de suprimentos. Máquinas e insumos passam a “conversar” ao longo das operações com escala e flexibilidade no processo de fabricação, que, assim, ocorre de forma relativamente autônoma e integrada. Dispositivos adquirem em diferentes unidades da empresa, ou mesmo de empresas diferentes, também trocam informações de forma instantânea sobre compras e estoques, permitindo uma otimização logística até então impensável, estabelecendo maior integração também entre os elos de uma cadeia produtiva.

Novas competências

Mas nem sempre a sua empresa tem à disposição recursos internos capacitados para identificar e implantar as melhores soluções que permitam uma maior visibilidade da cadeia de suprimentos. Um estudo sobre a digitalização das fábricas, elaborado pela consultoria Accenture, aponta que 55% dos fabricantes, com base em um universo de 450 entrevistados, relataram a falta de competência tecnológica entre os colaboradores, que precisam operar máquinas e equipamentos digitais cada vez mais avançados.

Segundo a pesquisa, 75% dos desafios da transformação digital citados pelos entrevistados estão relacionados com competências, talentos dentro da organização, mudança ou estrutura organizacional.

Segundo a consultoria McKinsey, a época de gerenciar a cadeia de suprimentos em silos acabou. Análises sofisticadas de dados permitem que as empresas gerenciem a visibilidade da cadeia de suprimentos de ponta a ponta e, em setores como o varejo, quase em tempo real.

Além disso, os analistas ressaltam a importância de combinar excelência operacional com capacidade analítica e tomada de decisões multifuncionais baseada em dados. Para isso, o caminho é criar equipes analíticas para dar suporte à tomada de decisões e identificar riscos e oportunidades ocultos em dados não estruturados, com o suporte da TI ou de parceiros, entregando aplicativos e plataformas ágeis que favoreçam a colaboração e possibilitem um processo analítico de tomada de decisões.

A transformação digital e a visibilidade da cadeia de suprimentos

A implantação de ferramentas de visualização está no topo das prioridades dos executivos no processo de transformação digital da cadeia de suprimentos. Pesquisa da Capgemini Consulting aponta que entre 94% dos quase 400 executivos entrevistados, a visibilidade da cadeia de suprimentos é considerada fundamental para a eficiência dos processos.

Alguns dos benefícios esperados com a transformação digital das cadeias de suprimentos incluem reduções de custos para logística, inventário e manutenção, melhorias no atendimento ao cliente e maior eficiência dos equipamentos em escala global.

Ainda mais importante, a expectativa entre os entrevistados é que a transformação digital da cadeia de suprimentos aumente drasticamente a agilidade de suas empresas. Para eles, a rapidez é necessária para responder às mudanças das condições de mercado, aos novos participantes que podem ameaçar os modelos de negócios existentes ou a interrupções inesperadas da cadeia, que causaram prejuízos significativos ao desempenho financeiro e à reputação de inúmeras organizações ao longo dos anos.

O passo a passo para aumentar a visibilidade

Mas não é só a implantação de novas tecnologias que vai melhorar a visibilidade da cadeia de suprimentos, processos também precisam ser repensados.

Em primeiro lugar, é preciso identificar todos os envolvidos na cadeia de suprimentos (internos e terceiros) e quais informações devem ser compartilhadas com cada um deles para agilizar as operações.

Em segundo lugar, é preciso estabelecer indicadores de desempenho dos processos mais importantes em cada uma das etapas. Essa medição é que permitirá auferir os resultados e avaliar o retorno sobre o investimento em cada uma das etapas, como no transporte de cargas.

Em terceiro lugar, é preciso reunir todos os indicadores diretamente ligados às mudanças e identificar os ganhos e melhorias nos negócios.

E, finalmente, é preciso fazer uma seleção criteriosa do parceiro tecnológico que irá contribuir para a transformação digital e aumento da visibilidade da cadeia de suprimentos, capaz de fornecer tecnologias robustas que melhorem a gestão dos processos logísticos.

O conjunto de soluções para gestão de ativos e logística OKTO, desenvolvido pela Atech, permite realizar uma governança de forma confiável, segura e com alto desempenho. Saiba como a plataforma OKTO pode contribuir para a visibilidade da cadeia de suprimentos e eficiência da operação logística, integrando sistemas diversos da empresa, parceiros e operadores.

CategoriesLogística,  Senior

Veja como monitorar a gestão logística de ponta a ponta

A capacidade de monitorar a gestão logística de ponta a ponta, com visibilidade total de toda a cadeia de produção, é fundamental para manter as empresas, permitindo a tomada de decisão em informações e atualizadas. Afinal, os gastos com logística são altos e representam 7,6% da receita líquida das empresas brasileiras, considerando custos com transporte, estoque e armazenagem, segundo o Panorama ILOS Custos Logísticos no Brasil – 2017. O relatório também aponta que esses custosos logísticos correspondentes correspondentes a 12,3% do PIB nacional.

Em uma economia globalizada e os seus consequentes desafios para reduzir custos, aumentar a eficiência e atender a clientes mais exigentes, o uso de novas tecnologias que entreguem maior visibilidade da gestão logística é imprescindível para dar mais agilidade e inteligência às operações. A falta de transparência em toda a cadeia de suprimentos pode levar a decisões erradas, oportunidades perdidas, aumento de custos e perda de clientes.

Uma digitalização da cadeia de suprimentos

Segundo a consultoria Gartner, é preciso investir na digitalização da cadeia de suprimentos, envolvendo não apenas a empresa, mas também seus parceiros, identificando como áreas mais estratégicas para o negócio e para os clientes.

Para os analistas, a maior visibilidade e melhor gestão logística ponta a ponta pode aumentar drasticamente a eficiência de toda a cadeia de suprimentos. Mas, para isso, é preciso investir na integração entre sistemas, possibilitando a coleta e análise de dados, obtendo insights que permitam identificar oportunidades para reduzir custos e otimizar processos.

Com visibilidade, provedores de serviços logísticos podem implantar uma “cadeia de suprimentos orientada para a demanda” e, assim, ter mais controle, uma melhor comunicação com todos os parceiros, mais agilidade para atender a novas demandas, capacidade de resolver problemas de forma proativa e oferecer melhores serviços ao cliente.

E é essa visibilidade que vai evitar interrupções na cadeia de suprimentos, antecipando problemas. De acordo com o último relatório elaborado pelo Business Continuity Institute, essas interrupções, provocadas por falhas de fornecedores, greves de motoristas, desastres naturais, entre outros motivos, resultam em queda de produtividade (55%) e aumento dos custos (46%).

A logística 4.0

Essa inteligência na gestão logística proporcionada por novas tecnologias, integrando dados de sistemas industriais, administrativos e logísticos da empresa, parceiros e operadores, é a base da logística 4.0, fornecendo suporte para produtos existentes e, também, reduzindo o tempo de entrada no mercado para novos produtos e serviços.

Essas novas tecnologias incluem a Internet das Coisas e seus sensores, computação na nuvem, Big Data e automação com uso de robótica, veículos autônomos e realidade virtual.

A integração do rastreamento entre fábrica, armazéns, transporte e entrega, combinado à capacidade de alertas em tempo real, permite que produtores, fornecedores, parceiros e clientes gerenciem melhor o desempenho e riscos da cadeia logística. Juntar as peças desse quebra-cabeça logístico leva a um gerenciamento mais holístico e em tempo real de todo o ecossistema, mudando de uma gestão logística fragmentada para uma abordagem integrada de gerenciamento ponta a ponta da cadeia de suprimentos.

Como aumentar a visibilidade na cadeia de suprimentos

Tecnologia e pessoas. Esse é o binômio capaz de gerar verdadeiras melhorias operacionais. A tecnologia entrega as informações e as pessoas decidem quais ações são as mais adequadas.

Então, como aproveitar esse novo cenário para otimizar a gestão da logística?

Em primeiro lugar, é preciso facilitar a comunicação entre todas as partes envolvidas, definindo quais dados devem ser compartilhados, e com quem, em todos os estágios da cadeia de suprimentos.

Em segundo lugar, defina seus indicadores de performance, estabelecendo metas e prazos. Avalie sempre quanto falta para atingir uma meta e quais resultados já foram alcançados.

Em terceiro lugar, é hora de mensurar os resultados obtidos com a maior visibilidade no monitoramento das operações logísticas. Identifique se já houve redução de custos, melhora no planejamento e administração do transporte e melhor atendimento ao cliente. Compartilhe os resultados com os parceiros e avalie se eles também já registraram melhorias em seus processos. Aproveite para identificar falhas e fazer pequenas correções.

E, finalmente, adquirir um parceiro tecnológico capaz de entregar soluções inovadoras para realizar uma gestão e a governança do processo logístico global com confiança, segurança e alto desempenho, integrando sistemas industriais, administrativos e logísticos de todos os envolvidos. O conjunto de soluções de gestão de ativos e logística OKTO , desenvolvido pela Atech, é capaz de agregar mais inteligência á sua gestão logística.

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