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Demanda por visibilidade em tempo real deve impulsionar digitalização no setor de transporte

Os dados da cadeia de suprimentos já permaneceram em silos de informações por muito tempo. Quando os dados não são compartilhados, a cadeia de suprimentos e o setor de transporte não podem acessar informações críticas de negócios e somam ineficiências, já que os processos não são otimizados.

Inovadoras tecnologias da Indústria 4.0 que interagem, se comunicam e geram dados vitais sobre o setor de transporte agora estão sendo adotadas e serão fundamentais para a criação da cadeia de suprimentos inteligente e com visibilidade em tempo real. Vamos conferir algumas dessas inovações:

  • Evolução da cadeia de suprimentos inteligente

A evolução da cadeia de suprimentos inteligente e a digitalização do setor de transporte ganhou força há cerca de 3 anos, quando os clientes de frete começaram a exigir visibilidade em tempo real para seus pedidos e remessas. Naquela época, as empresas não conseguiam entender por que não conseguiam rastrear cargas valiosas de caminhões e obter informações de trânsito mais precisas e confiáveis ​​para suas remessas. Mas o setor avançou e inovadoras plataformas de gestão logística, como a OKTO, oferecem ferramentas inteligentes para visibilidade dos dados em tempo real das cargas e suas condições desde o momento em que são coletadas até a entrega.

  • Todos os tipos de dados

O setor de transporte cada vez mais exigirá dados inteligentes e acionáveis. Seu foco não será apenas a obtenção de dados de posição dos caminhões e temperatura, mas outros tipos de dados, como pressão dos pneus, peso do sensor da porta e similares, e se estenderá também à análise e manutenção preditiva. Combinar e analisar dados telemáticos de todas as formas levará a novos modelos de negócios e novos serviços. A automação do processo de integração de novas transportadoras nos sistemas de dados permite que o transporte entre na era inteligente de visibilidade de dados em tempo real.

  • Redes crescentes de parcerias e construção de ecossistemas

Cada vez mais a digitalização do setor de transporte irá proporcionar a visibilidade em tempo real e maior colaboração entre todos os modais. Com dados acionáveis, as empresas de transporte podem firmar parcerias e ter interoperabilidade contínua. As plataformas de visibilidade de dados começarão a compartilhar dados sobre ecossistemas descentralizados usando a tecnologia blockchain. Isso permitirá a coleta e o compartilhamento de dados de acordo com regulamentos como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), da maneira legal correta. Os dados nesses ecossistemas serão disponibilizados para as partes interessadas acordadas (autoridades, remetentes, transportadoras, por exemplo) com base no conhecimento das regras, formato e termos acordados.

  • Desenvolvimento de novos modelos de negócios

Novas plataformas digitais ajudarão a remover as ineficiências do setor de transporte, resolvendo problemas associados à subutilização de ativos, gerando melhor correspondência entre demanda e suprimento e aumentando a visibilidade e a conectividade entre os sistemas. O uso plataformas únicas e integradas, que melhoram a clareza operacional e a conectividade entre sistemas previamente isolados, permite que as partes interessadas se conectem em toda a cadeia de suprimentos.

  • Digitalização de operações

A análise avançada é aplicada para otimizar as operações de precificação, roteamento e consolidação da remessa de carga parcial. Quanto à experiência do cliente, o front-end digital oferece aos clientes uma experiência livre de problemas e melhora a visibilidade operacional interna, automatizando processos anteriormente manuais. A automação dos principais processos internos de negócios certamente simplificará as operações de logística que demandam muito trabalho.

A era da logística e do transporte preditivo

A logística inteligente está começando a moldar uma concepção mais avançada do fluxo de valor logístico, com as plataformas de entrega preditiva sendo integradas aos sistemas de gerenciamento de tráfego. Ela marca o início da era da logística e do transporte preditivo, em que o gerenciamento da cadeia de suprimentos e a tecnologia inteligente preveem antecipadamente atrasos nas remessas em trânsito, permitindo que máquinas autônomas ajustem processos de cronograma de produção e de envio para atender às mudanças nos cronogramas de entrega.

À medida que as remessas preditivas se acelerarem, a cadeia de valor global se tornará mais complexa, contando com algoritmos preditivos avançados e a integração de elementos mais conectados. O setor de transporte se tornará mais inteligente e enxuto, oferecendo um ambiente mais adaptável e ágil.

A era da logística preditiva permitirá que mais dados circulem mais rapidamente pelas redes. Para impulsionar esse nova cenário, será indispensável contar com veículos autônomos, Internet das Coisas (IoT) em larga escala, conexões inteligentes e drones. Outras aplicações específicas da logística, como gerenciamento de frota e manutenção preditiva, serão beneficiadas e impulsionarão maior eficiência na cadeia de suprimentos com maior monitoramento de infraestrutura, automação de processos, medição inteligente e gerenciamento de frota em tempo real.

Grandes transportadoras serão as primeiras a se beneficiar da digitalização e das tecnologias preditivas de logística, permitindo rastrear ativos em tempo real, tomar decisões informadas por meio de fluxos de dados detalhados e se envolver melhor com os clientes. Enfim, é a hora de um setor de transporte mais inteligente.

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Saiba como evitar os principais riscos cibernéticos no setor de saúde

O setor de saúde, um dos mais regulados globalmente, vem abraçando a transformação digital, em todo o mundo, entregando cada vez mais valor para os pacientes, na forma de tratamentos inovadores e ações interdisciplinares. Mas essa abordagem requer a implantação de tecnologias digitais que permitam o compartilhamento de dados e os hackers estão atentos a esse crescimento no tráfego de dados. Com isso, os riscos cibernéticos no setor de saúde não param de crescer e os criminosos digitais estão cada vez mais agressivos e ágeis na invasão de sistemas e roubos de dados.

O Certamente, Brasil irá ganhar mais importância no mapa dos riscos cibernéticos no setor de saúde. No início de 2018, a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática aprovou o armazenamento eletrônicos de prontuários médicos. Atualmente, os hospitais são obrigados por lei a manter os prontuários manuscritos dos pacientes por 20 anos. De acordo com o texto do projeto, que ainda necessita da aprovação da Câmara dos Deputados, a digitalização do prontuário será realizada para assegurar a integridade, autenticidade e confidencialidade do documento e, também um passo importante para a implantação do prontuário eletrônico – um modelo de prontuário médico digital padronizado – em todas as instituições de saúde.

Por enquanto, os hackers estão efetuando ataques direcionados às redes, como o que afetou em 2017 o sistema de um hospital no interior de São Paulo, prejudicando a realização de exames. Os criminosos exigiram o pagamento de resgate de US$ 300 por computador, que deveriam ser pagos em bitcoins.

Prós e contras

Se por um lado a digitalização reduz custos e garante maior eficiência no atendimento ao paciente, por outro aumenta os riscos cibernéticos no setor de saúde em todo o mundo. Para se ter uma ideia do perigo em relação ao furto de prontuários eletrônicos, o roubo de um único laptop em uma clínica de dermatologia ligada ao sistema UNC Health Care, nos Estados Unidos, resultou no vazamento de pelo menos 30 mil fichas médicas, com informações pessoais como número do seguro social.

Na rede Community Health Systems, também nos EUA, hackers invadiram a rede e roubaram dados de 4,5 milhões de pacientes, incluindo os números do seguro social, seus endereços, datas de nascimento e números de telefone. Com isso, todos passaram a correr alto risco de serem vítimas de fraude, já que os criminosos podiam usar o número do seguro social para abrir contas no nome de outra pessoa, e até pedir cartões de crédito e empréstimos bancários.

Além disso, se o ataque deixar o sistema indisponível, a falta de acesso aos dados corretos de tratamento ou a perda de controle sobre um equipamento pode resultar até na morte de um paciente.

Risco cibernético no setor de saúde não para de crescer

Segundo uma pesquisa da consultoria KPMG, as instituições de saúde registraram entre 2016 e 2017 um grande aumento no número de invasões e comprometimento de dados, e 47% confirmaram que foram alvo de ataques, ante os 37% reportados em 2015.

Segundo os analistas da KPMG, as principais razões para o aumento do risco cibernético no setor de saúde são:

Adoção de registros digitais de pacientes e a automação de sistemas clínicos

Uso inadequado dos registros eletrônicos médicos

Facilidade de distribuição de informações eletrônicas de saúde internamente (via dispositivos móveis) e externamente (empresas de terceiros e serviços em nuvem)

Natureza heterogênea dos sistemas em rede e aplicações, o queO setor de saúde, um dos mais regulados globalmente, vem abraçando a transformação digital, em todo o mundo, entregando cada vez mais valor para os pacientes, na forma de tratamentos inovadores e ações interdisciplinares. Mas essa abordagem requer a implantação de tecnologias digitais que permitam o compartilhamento de dados e os hackers estão atentos a esse crescimento no tráfego de dados. Com isso, os riscos cibernéticos no setor de saúde não param de crescer e os criminosos digitais estão cada vez mais agressivos e ágeis na invasão de sistemas e roubos de dados.

O Certamente, Brasil irá ganhar mais importância no mapa dos riscos cibernéticos no setor de saúde. No início de 2018, a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática aprovou o armazenamento eletrônicos de prontuários médicos. Atualmente, os hospitais são obrigados por lei a manter os prontuários manuscritos dos pacientes por 20 anos. De acordo com o texto do projeto, que ainda necessita da aprovação da Câmara dos Deputados, a digitalização do prontuário será realizada para assegurar a integridade, autenticidade e confidencialidade do documento e, também um passo importante para a implantação do prontuário eletrônico – um modelo de prontuário médico digital padronizado – em todas as instituições de saúde.

Por enquanto, os hackers estão efetuando ataques direcionados às redes, como o que afetou em 2017 o sistema de um hospital no interior de São Paulo, prejudicando a realização de exames. Os criminosos exigiram o pagamento de resgate de US$ 300 por computador, que deveriam ser pagos em bitcoins.

Prós e contras

Se por um lado a digitalização reduz custos e garante maior eficiência no atendimento ao paciente, por outro aumenta os riscos cibernéticos no setor de saúde em todo o mundo. Para se ter uma ideia do perigo em relação ao furto de prontuários eletrônicos, o roubo de um único laptop em uma clínica de dermatologia ligada ao sistema UNC Health Care, nos Estados Unidos, resultou no vazamento de pelo menos 30 mil fichas médicas, com informações pessoais como número do seguro social.

Na rede Community Health Systems, também nos EUA, hackers invadiram a rede e roubaram dados de 4,5 milhões de pacientes, incluindo os números do seguro social, seus endereços, datas de nascimento e números de telefone. Com isso, todos passaram a correr alto risco de serem vítimas de fraude, já que os criminosos podiam usar o número do seguro social para abrir contas no nome de outra pessoa, e até pedir cartões de crédito e empréstimos bancários.

Além disso, se o ataque deixar o sistema indisponível, a falta de acesso aos dados corretos de tratamento ou a perda de controle sobre um equipamento pode resultar até na morte de um paciente.

Risco cibernético no setor de saúde não para de crescer

Segundo uma pesquisa da consultoria KPMG, as instituições de saúde registraram entre 2016 e 2017 um grande aumento no número de invasões e comprometimento de dados, e 47% confirmaram que foram alvo de ataques, ante os 37% reportados em 2015.

Segundo os analistas da KPMG, as principais razões para o aumento do risco cibernético no setor de saúde são:

  • Adoção de registros digitais de pacientes e a automação de sistemas clínicos
  • Uso inadequado dos registros eletrônicos médicos
  • Facilidade de distribuição de informações eletrônicas de saúde internamente (via dispositivos móveis) e externamente (empresas de terceiros e serviços em nuvem)
  • Natureza heterogênea dos sistemas em rede e aplicações, o que facilita a intrusão
  • Aumento do valor de dados no mercado negro onde cada cadastro de paciente é vendido por cerca de R$ 150,00, enquanto os dados de um cartão de crédito valem R$ 3,00. Além disso, as informações pessoais não podem ser facilmente alteradas como é o simples cancelamento de um cartão de crédito

 

A pesquisa da KPMG também identificou que 87% das instituições têm a capacidade de identificar um evento, mas apenas 59% conseguem gerenciar o risco de forma proativa. Os testes de intrusão, que identificam as vulnerabilidades em sistemas e aplicações e avaliam, sob a ótica do hacker, quais são os maiores riscos, permitem adotar uma abordagem proativa.

 

O elo mais fraco da cadeia

 

Os profissionais responsáveis pela segurança em hospitais, clínicas e planos estão cientes de que a equipe interna é um grande problema quando se pensa em riscos cibernéticos no setor de saúde. Mais da metade das organizações pesquisadas pela KMPG já foi alvo de uma violação de dados por conta de um funcionário ser vítima de um ataque phishing e mais de um terço tive informações roubadas por um empregado insatisfeito.

 

Um grande ataque pode começar com o envio de um e-mail phishing, que no ato do “clique aqui” acaba por instalar um software malicioso e o criminoso passa a ter o total controle da máquina.

 

Por conta disso, os analistas afirmam que a implantação de processos formais e de inovadoras e robustas tecnologias são críticas para a segurança cibernética. Além do treinamento constante dos funcionários, é importante investir em tecnologias de segurança como o serviço de quebra de senha, executando, em ambiente seguro e controlado, o ataque a essas senhas utilizando os mesmos métodos que os hackers.facilita a intrusão

Aumento do valor de dados no mercado negro onde cada cadastro de paciente é vendido por cerca de R$ 150,00, enquanto os dados de um cartão de crédito valem R$ 3,00. Além disso, as informações pessoais não podem ser facilmente alteradas como é o simples cancelamento de um cartão de crédito

 

A pesquisa da KPMG também identificou que 87% das instituições têm a capacidade de identificar um evento, mas apenas 59% conseguem gerenciar o risco de forma proativa. Os testes de intrusão, que identificam as vulnerabilidades em sistemas e aplicações e avaliam, sob a ótica do hacker, quais são os maiores riscos, permitem adotar uma abordagem proativa.

 

O elo mais fraco da cadeia

 

Os profissionais responsáveis pela segurança em hospitais, clínicas e planos estão cientes de que a equipe interna é um grande problema quando se pensa em riscos cibernéticos no setor de saúde. Mais da metade das organizações pesquisadas pela KMPG já foi alvo de uma violação de dados por conta de um funcionário ser vítima de um ataque phishing e mais de um terço tive informações roubadas por um empregado insatisfeito.

 

Um grande ataque pode começar com o envio de um e-mail phishing, que no ato do “clique aqui” acaba por instalar um software malicioso e o criminoso passa a ter o total controle da máquina.

 

Por conta disso, os analistas afirmam que a implantação de processos formais e de inovadoras e robustas tecnologias são críticas para a segurança cibernética. Além do treinamento constante dos funcionários, é importante investir em tecnologias de segurança como o serviço de quebra de senha, executando, em ambiente seguro e controlado, o ataque a essas senhas utilizando os mesmos métodos que os hackers.

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