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Interlocução entre governo, setor privado e cidadãos forma a tríade que torna possível o desenvolvimento de cidades inteligentes

Na última sexta-feira (07), a Atech esteve presente na live “Smart Cities – Planejamento Urbano e Inovação para uma vida saudável”, promovida pela aceleradora B2Mamy e pelo centro de inovação e economia criativa STATE.

Com mediação de Jaqueline Lamente, mentora da B2Mamy, o encontro contou com a participação do nosso diretor de TI e Inovação, Mauro Junior, da arquiteta e urbanista e gestora de master plann e intervenção urbana do InvestSP, Daniela Rebouças, e do empreendedor, fundador e CEO do STATE, Jorge Pacheco.

Mais do que falar sobre o que define o conceito de cidades inteligentes, os participantes debateram quais elementos contribuem para essa realidade e qual o papel de cada ator nesse sistema: governo, setor privado, sociedade e cidadãos.

Segundo o estudo World Urbanization Prospects 2018, produzido pela Organização das Nações Unidas (ONU), até 2050 as áreas urbanas devem concentrar 68% da população mundial. Como promover saúde e qualidade de vida nas grandes cidades? A sustentabilidade tem ganhado papel de destaque em discussões que envolvem o tema smart cities. E qual o papel da tecnologia nisso tudo?

Participantes da Live promovida pela B2Mamy e STATE

Para Mauro Junior, é difícil imaginar qualquer coisa sem tecnologia hoje em dia, mas segundo o diretor da Atech, quando falamos de smart cities e pensamos apenas nessa vertente, fica faltando algo. “Sem dúvida, a tecnologia é um pilar importante, mas é preciso ter a capacidade de pegar a tecnologia e a modernidade já desenvolvidas e aplicar em benefício dos cidadãos. Cidade inteligente é aquela que provê sustentabilidade para a sociedade, melhor utilização dos recursos. Ou seja, que inclui as pessoas”.

O uso estratégico de infraestrutura e a integração de serviços tecnológicos de informação e de comunicação dentro da gestão urbana, respondendo às necessidades sociais da localidade, é o que, na opinião de Daniela Rebouças, faz uma cidade inteligente. “Esse é um mercado global que movimenta mais de US$ 400 bilhões anualmente. Dentro desse tema, é preciso pensar na ecologia e no planeta em que vivemos. O quão as cidades estão impactando o meio ambiente e como reverter isso”.

De acordo com Jorge Pacheco, o Brasil possui tecnologias para o desenvolvimento das smart cities, além de capital privado para investir neste segmento, em formato de parceria púbico privada, mas “falta estímulo e colaboração de todos os atores. É preciso melhorar a interlocução com a população e sua experiência, facilitando a participação cidadã, e também estimular a iniciativa privada a investir na melhoria da cidade. E o governo tem um papel importante nisso”.

Os três falaram ainda sobre gestão, como uma política de estado contínua pode contribuir neste caminho e o que a pandemia trouxe de ensinamentos para este tema.

Não conseguiu acompanhar ao vivo? Clique aqui para conferir a live na íntegra.

CategoriesImprensa Corporativa – Conexões Inteligentes

Saiba como os medidores inteligentes estão criando uma nova era para o setor de energia

Por Ricardo Hayashi, responsável por produtos para Conexões Inteligentes da Atech

A energia que corre pelos fios pode ser considerada uma commodity. Mas, quando a inteligência passa a fazer parte dessa cadeia, a energia passa a ser um serviço, voltado para entregar a melhor experiência possível ao cliente. Seja no atendimento de grandes consumidores, como indústrias, ou do doméstico, inovadoras tecnologias como os medidores inteligentes transformam o relacionamento entre as concessionárias e os clientes, que passam a ter a capacidade de monitorar, em tempo real, a qualidade da prestação do serviço e o consumo de cada equipamento. E, assim, gerenciar de forma inteligente o seu consumo.

E as concessionárias, com a instalação de medidores inteligentes, identificam e controlam com mais eficiência tanto o consumo industrial quanto o individual, e podem adotar políticas que incentivem o consumo de energia quando a rede elétrica está menos carregada, reduzindo a ocorrência de sobrecarga do sistema e dos temidos apagões. Além disso, ganham flexibilidade na entrega do serviço, podendo oferecer novos modelos de serviços, como energia pré-paga, reduzindo a inadimplência de consumidores.

Além disso, em um País como o Brasil, com um forte setor agroindustrial, por exemplo, a medição do consumo de energia de clientes em áreas rurais é um grande desafio, por conta tanto da falta de infraestrutura de rede de comunicação quanto pela dificuldade de acesso para medição nestas regiões.

Junto com concessionárias de energia, estamos desenvolvendo projetos de instalação de Redes Mesh e de medidores inteligentes, tanto em áreas rurais quanto urbanas, que têm apresentado relações custo-benefício bem mais competitivas.

As cidades inteligentes

O maior consumo de energia, claro, está nas cidades. Segundo estudo da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), ligada ao Ministério de Minas e Energia, até 2030 o consumo de energia nas cidades brasileiras crescerá mais rápido do que o aumento da população urbana, que deverá incluir mais 22 milhões de pessoas. Esse número corresponde a um aumento de 12% na população urbana, mas o consumo de eletricidade deverá crescer 33%, alcançando 410 TWh.

Na base de toda essa inteligência necessária para atender a novas demandas estão a Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) e ferramentas de Analytics, coletando e avaliando os dados enviados pelos medidores inteligentes. E quais são os maiores benefícios obtidos com a sua instalação? A nossa experiência permite destacar:

Para a concessionária:

Possibilidade de efetuar a leitura e identificar falhas na rede de forma remota, sem a presença de um funcionário, agilizando o processo e reduzindo custos com o deslocamento de equipes

Possibilidade de redesenhar as linhas automaticamente quando for verificado algum problema na rede que possa prejudicar o fornecimento, como um poste derrubado por um caminhão, por exemplo, ou sobrecarga

Possibilidade de oferecer preços diferenciados conforme o horário de consumo

Para o cliente:

Possibilidade de medir e monitorar a energia consumida na residência em cada hora do dia permitindo otimizar o consumo e também firmar novos modelos de contrato como a Tarifa Branca, que estabelece valores diferenciados conforme o horário de utilização

Possibilidade de ter máquinas inteligentes, como uma máquina de lavar, capaz de identificar quando a energia está mais barata e entrar automaticamente em funcionamento

Esses são apenas alguns exemplos de como a utilização de medidores inteligentes está transformando o setor de energia. As possibilidades são infinitas, e estamos atentos a como a digitalização dessa infraestrutura pode levar a um controle energético eficiente e a um desenvolvimento sustentável.

CategoriesConexões Inteligentes,  NXT

Saiba por que as redes mesh podem fazer a diferença em cidades inteligentes

Quando se trata de soluções para cidades inteligentes, não há uma resposta certa. Cidades diferentes apresentam desafios diferentes, que exigem soluções particulares. A única constante é o uso de infraestrutura conectada e de Internet das Coisas (IoT) para aprimorar a vida dos cidadãos.

Mas o que acontece quando a maior parte da infraestrutura de uma cidade está conectada à nuvem? É aí que as coisas se tornam delicadas. Se semáforos, medidores de gás, estações de tratamento de água, malha energética ou aterros sanitários estão conectados, cada um deles precisa de um ponto de acesso à nuvem. Isso sem considerar os dispositivos elétricos em locais de trabalho e ambientes domésticos.

Para que um sistema como esses funcione, é necessário utilizar soluções eficientes, estáveis, baratas e potentes, que sejam customizáveis para qualquer dispositivo. É aí que entram as redes mesh.

A topologia das redes mesh

A topologia das redes mesh é relativamente simples: ao invés de nós ou sensores diretamente conectados à nuvem, os nós se conectam uns aos outros em uma malha (mesh), formando um vasto fluxo de informação autossustentável e autoconfigurável, onde é necessário um número mínimo de nós conectados à nuvem para que a informação seja transmitida.

Esse tipo de rede é conhecido pelo seu alto grau de escalabilidade, caráter colaborativo e baixo custo. Em tese, não há limite para o tamanho da cobertura de uma rede de dados: ela é do tamanho do número de máquinas, tem a forma de sua distribuição geográfica e sua força é diretamente proporcional à densidade de equipamentos conectados, fazendo com que as redes mesh sejam uma solução vantajosa para garantir a conectividade.

Os benefícios das redes mesh

Quando estruturas como sistemas de irrigação em parques públicos são automatizados, comandos automáticos podem ajudar a reduzir os gastos de água em 60%. Nesse mesmo parque, as luzes da rua podem se conectar à rede e utilizá-la para transferir informações sobre o consumo de energia, níveis de luz ambiente, e o tráfego de veículos ou pedestres pode ser transmitido instantaneamente.

Implementar as redes mesh nesses sistemas permite que as peças individuais funcionem em conjunto, ativamente transmitindo e automatizando. Isso não é teoria: a cidade de Barcelona está colhendo os frutos de um projeto de cerca de 30 anos, que utiliza tecnologias com conceitos de IoT em 60% dos seus parques públicos e economizam €425.000,00 por ano apenas em gastos com irrigação.

As redes mesh, como as oferecidas pela Atech, contam com outras vantagens, como:

Tolerância a falhas e autocorreção, ou seja, caso um dos nós da rede venha a falhar, as informações são redistribuídas em rotas alternativas;

Oferecem gerenciamento e configuração remota;

Permitem o diagnóstico em tempo real;

Apresentam alarmes e eventos para uma rápida identificação de falhas na rede;

As funcionalidades de gateway e bridge nos roteadores mesh permitem a integração das redes em malha sem fio com outras redes, como aparelhos celulares, sensores wireless, WI-FI, etc.

Com as cidades se expandindo a um ritmo sem precedentes, a necessidade por tecnologias para cidades inteligentes se torna cada vez maior. Considerando os custos de implementação e a infraestrutura necessária para uma infraestrutura conectada, as redes mesh mostram-se cada vez mais uma das melhores alternativas na construção das cidades do futuro.

CategoriesConexões Inteligentes,  NXT

Redes Mesh: entenda o impacto desse tipo de rede na implementação de cidades inteligentes

O conceito de cidades inteligentes é uma nova forma de pensar a sociedade, com sistemas de pessoas interagindo e usando energia, materiais, serviços e financiamento para catalisar o desenvolvimento econômico e a melhoria da qualidade de vida. Esses fluxos de interação são considerados inteligentes por fazer uso estratégico de infraestrutura e serviços e de informação e comunicação com planejamento e gestão urbana para dar resposta às necessidades sociais e econômicas da sociedade.

De acordo com o Cities in Motion Index, do IESE Business School na Espanha, 10 dimensões indicam o nível de inteligência de uma cidade: governança, administração pública, planejamento urbano, tecnologia, o meio-ambiente, conexões internacionais, coesão social, capital humano e a economia.

E as tecnologias que vão transformar em realidade as cidades inteligentes, segundo Fabiano Hessel, professor e pesquisador da Faculdade de Informática e coordenador do Centro de Inovação para Cidades Inteligentes e IoT da PUC-RS, deve movimentar cerca de US$ 59 bilhões até 2020 no Brasil, levando em conta projetos de mobilidade urbana, smart grids e segurança, entre outras áreas.

O transporte nas cidades inteligentes

A mobilidade urbana é dos grandes desafios dos gestores e uma das principais áreas de atuação das cidades inteligentes. Para otimizar o deslocamento em toda a cidade, os gestores precisam contar com informações em tempo real, coletados por sensores e sistemas dos diferentes modais e serviços, para que possam tomar decisões baseadas em um cenário completo.

Sistemas como Arkhe Governance, desenvolvido pela Atech, garante integração, colaboração e a gestão dos dados e dispositivos de IoT (Internet of Things – Internet das Coisas), gerando informações de inteligência para o acompanhamento, em tempo real, de eventos, ocorrências e alertas; tudo dentro de um ambiente seguro. O objetivo é aumentar o nível de consciência situacional e possibilitar as melhores tomadas de decisão por parte dos administradores em todas as áreas, e não só na mobilidade urbana, levando inteligência para as áreas de segurança pública, gestão de preservação ambiental, saúde, educação.

Energia mais sustentável

O eficiente gerenciamento dos indicadores de desempenho dos recursos energéticos depende de automação da medição de energia elétrica, garantindo mais agilidade, confiabilidade e disponibilidade do serviço.

Os medidores inteligentes de energia, por exemplo, coletam dados de consumo, como a hora em que o consumidor chega em casa e que tipo de aparelhos são ativados – luz de aposentos, geladeira ou TV. Com sensores e aplicativos de IoT nos equipamentos, o consumidor terá informações sobre o melhor horário de consumo e para o agendamento de ligação de equipamentos domésticos, como lavadoras de roupas, que podem ser acionados por aplicativos móveis.

Para os gestores municipais, as informações coletadas e transmitidas pelas distribuidoras servirão para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, reduzir emissões urbanas de poluentes e explorar melhor as vocações econômicas e ambientais.

Uma comunicação em rede para saber como economizar na energia elétrica é um dos aspectos que define as cidades inteligentes, segundo Hessel, que também destaca que boa parte dos projetos desenvolvidos no Brasil tem como foco a implantação de sistemas de gestão inteligente de iluminação pública.

Conectividade ideal para as cidades inteligentes

Para que a automação da distribuição de energia nas cidades inteligentes ocorra da forma mais eficiente a partir de um sistema de comunicação de dados “inteligente, eletrônico e conectado”, a tecnologia de Redes Mesh é a ideal. Facilmente implantável e com baixa demanda de investimento para implantação (em relação às demais tecnologias), destaca-se pelo fato de cada medidor se comunicar com o que está mais próximo dele, passando os dados de dispositivo para dispositivo e, então, finalmente chegando a um concentrador – o que seria impossível com a tradicional leitura manual do uso de energia, principalmente pela dificuldade de estar presente todos os meses em determinados locais.

Ricardo Hayashi, product manager da Atech em Conexões Inteligentes, destaca que além do uso nos medidores inteligentes, a solução de Redes Mesh também tem atendido à demanda do setor de energia por maior conectividade e acesso remoto aos religadores, oferecendo mais segurança, disponibilidade e confiabilidade.

Os religadores são considerados por técnicos do setor como um dos mais importantes equipamentos da rede elétrica. Contando com um sistema conectado por Redes Mesh, por exemplo, os equipamentos podem se comunicar entre si e isolar o trecho onde está ocorrendo o problema, restabelecendo o fornecimento de forma rápida e remota, dispensando o envio de equipes que podem levar horas para iniciar o restabelecimento de energia.

Esses benefícios já foram comprovados pela distribuidora de energia EDS, que homologou, após oito meses de teste, a tecnologia de Redes Mesh para conexão de religadores. Hayashi destaca que a solução de Redes Mesh apresenta maior eficiência no monitoramento remoto dos religadores.

“O uso de redes 3G e 4G e rádios digitais para a oferta de conectividade no setor elétrico tem sido comum. Comparando as duas tecnologias, as redes 3G/4G, apesar de mais baratas, apresentam problemas de confiabilidade, e as falhas de conexão são constantes, exigindo que a empresa envie equipes de técnicos até o local para restabelecer a energia quando necessário. O rádio modem, por outro lado, apesar de confiável, tem altos custos de aquisição, implementação e manutenção. A Rede MESH une o melhor dessas duas tecnologias, oferecendo alta confiabilidade, menores custos de implementação e manutenção e maior escalabilidade”, explica o executivo.

CategoriesGoverno e Segurança Pública

Saiba como a Atech contribui para a criação de cidades inteligentes

As cidades inteligentes devem gerar uma série de mudanças no modo como interagimos com o meio urbano nos próximos anos. Graças à explosão de tecnologias como big data, compartilhamento de informações e vídeos em tempo real e internet das coisas, a tendência é que, em pouco tempo, governo e tecnologia estejam totalmente integrados para promover uma gestão mais eficiente dos recursos.

Segundo a união europeia, cidades inteligentes são sistemas de pessoas que interagem e usam recursos, serviços e financiamento para catalisar o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida. Entre os fatores que tornam uma cidade mais inteligente estão conectividade, integração, mobilidade, sustentabilidade, inteligência e acessibilidade.

A manutenção dos ativos públicos de uma cidade, o chamado serviço de zeladoria de uma cidade, por exemplo, é uma das atividades mais impactantes do ponto de vista orçamentário e de maior visibilidade e importância para o cidadão, pois afeta diretamente a sua rotina e qualidade de vida. Ou seja, o mal funcionamento ou a depredação de vias, placas, semáforos, pontos de ônibus, praças, postos de coleta de lixo são rapidamente percebidos pela população, que cobra soluções por parte da administração pública.

Novos sistemas e tecnologias podem fazer a diferença neste cenário. A introdução de plataformas digitais pode coletar, agregar e analisar dados de diferentes fontes, resultando em cidades mais inteligentes e resilientes a problemas como esses. Ao mesmo tempo, o uso de interações em tempo real com os cidadãos por meio de dispositivos conectados deve promover maior visibilidade em relação ao estado dos recursos urbanos, dando, inclusive, um empoderamento maior ao indivíduo.


Como uma cidade do interior resolveu esse problema


Uma cidade do interior com grande extensão urbana territorial enfrentou esses desafios, tendo de lidar com diferentes secretarias por falta de integração nos níveis processuais e sistêmicos, atuando de forma independente e pouco sincronizadas. Neste contexto, a deterioração natural dos ativos públicos e, eventualmente, a ação de vândalos, prejudicavam todo o sistema de transporte, incluindo placas de trânsito, abrigos para a parada de ônibus e sinalizações em gerais.
Para lidar com esse problema de forma coordenada e efetiva, deixando de lado as respostas pontuais que não geravam resultados perceptíveis e definitivos, a Prefeitura Municipal contou com a tecnologia do sistema Arkhe Governance, da Atech, que oferece um conjunto de soluções completo voltado para a implantação do conceito de cidades inteligentes, por meio de governança e gestão integrada e em tempo real das cidades.
Graças ao módulo para dispositivos móveis, a Prefeitura Municipal possibilitou ao cidadão identificar o ponto em que estava ocorrendo o problema e reportá-lo, em tempo real, via aplicativo, para uma central da Prefeitura, que registra os pontos críticos e acompanha esse mapa da cidade para atualizar suas informações no menor tempo possível, planejando as devidas manutenções.

 

Saiba quais tecnologias vão dar mais inteligência às cidades

Além do exemplo acima, em que vimos o impacto da mobilidade para dar mais inteligência à gestão dos recursos públicos, outras tecnologias, como IoT e inteligência artificial também devem impactar os governos nos próximos anos, especialmente com a busca cada vez maior por soluções que possam gerar mais sustentabilidade, eficiência e qualidade de vida.
Apesar de ter de enfrentar o desafio de uma infraestrutura antiga e com pouco suporte às novas tecnologias, com o aumento do uso de dispositivos para criar casas inteligentes, a tendência é que o uso de sensores, medidores e aplicações inteligentes, aos poucos, também passem a integrar as cidades e, apoiados em tecnologias como inteligência artificial, possam dar mais agilidade à gestão urbana.
O Arkhe Governance, da Atech, é parametrizável e disponibiliza relatórios, dados históricos, alertas, dentre outras informações. Sua solução de vídeo-monitoramento, por exemplo, é integrada e equipada com recursos de inteligência artificial para acelerar o tratamento de incidentes que ocorrem no dia a dia.
Saiba mais sobre as soluções da Atech para Governo e Segurança Pública.

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