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Conheça os benefícios do rastreamento por GPS na cadeia de suprimentos

O rastreamento por GPS e os dados de localização permitem monitorar insumos, pessoas e remessas. A qualquer momento, você pode ver onde algo está localizado, quanto tempo pode demorar para chegar a um destino específico e também a rapidez com que viaja. Na verdade, informação e inteligência nunca foram tão importantes quanto agora para o desenvolvimento dos processos empresariais. As constantes mudanças do mercado, que sofre influência também da inovação tecnológica, afetarão diretamente o futuro da logística e da cadeia de suprimentos.  

Combine informações com plataformas avançadas de análise e gestão da logística, e você poderá tirar proveito de informações mais precisas e preditivas. E o que isso tem a ver com a cadeia de suprimentos? A resposta é tudo. 

Hoje todas as informações estão disponíveis na palma da mão – no seu smartphone, o que significa que você também pode acessar os sistemas e informações necessárias de qualquer lugar e a qualquer momento. 

Ainda é possível acessar sistemas GPS a partir de um computador convencional ou de um terminal de trabalho, mas agora você tem a opção da mobilidadeA mobilidade revolucionou tudo, especialmente em relação às operações da cadeia de suprimentos. As decisões podem ser tomadas em tempo real, com absoluta precisão e confiabilidade, em qualquer lugar. 

Os benefícios do rastreamento por GPS 

Os benefícios são inúmeros, mas vamos nos concentrar em como o seu uso pode otimizar a logística do transporte. 

Melhoria da gestão da frota

É possível gerenciar sua frota em tempo real por meio de dados de localização. Pense nisso como uma linha direta de comunicação, onde você pode fazer ajustes para melhorar a eficiência, os horários de chegada e muito mais. 

Maior segurança e desempenho do motorista

Até que os veículos autônomos sejam a principal forma de transporte, a responsabilidade pela direção continua sendo dos motoristas humanos. Isso significa que sua segurança, desempenho e comportamento são fundamentais para um negócio bem-sucedido. Se um motorista adormece ao volante, se afasta da estrada e causa um acidente, será um prejuízo certo para seus negócios. Os bens serão perdidos, a reputação da empresa será manchada e os equipamentos e recursos serão danificados. 

Um rastreamento constante incentiva os motoristas a serem seguros e responsáveis e, quando não são, você terá a oportunidade de lembrá-los. Você também pode criar um sistema de fidelidade que incentive a boa direção, porque você tem mais supervisão sobre quem dirige certo ou errado. 

Melhor segurança

Em transporte, distribuição e logística, há muito em jogo. Se um veículo, uma remessa completa ou mesmo parte de uma entrega for roubada, as perdas equivalem a mais do que itens materiais e seu valor. A reputação da sua empresa é afetada, seus clientes perdem dinheiro e, em alguns casos, seus motoristas ou funcionários podem até estar em perigo. 

Sistemas avançados de GPS podem ser usados para monitorar sua frota e muito mais. Eles também podem ser programados para enviar alertas quando algo estranho acontecer, oferecendo tempo suficiente para se comunicar com um motorista ou tomar uma ação se algo estiver errado. Quanto mais rápido você reagir a uma possível ameaça ou ataque, menos danos ocorrerão.  

Melhor eficiência operacional

Na maioria dos casos, os sistemas modernos de GPS e suas ferramentas de software relacionadas são altamente automatizados. Você não precisa monitorá-los constantemente; em vez disso, você receberá notificações quando algo exigir sua atenção. Essa configuração elimina a necessidade de controlar constantemente todas as operações, mas ao mesmo tempo oferece oportunidades diretas de microgerenciamento mais informadas e assertivas. 

Essa tecnologia também melhora a eficiência e a experiência dos motoristas. Eles podem ver informações sobre suas rotas, como áreas de congestionamento, acidentes e locais de diversão. É uma ferramenta essencial para otimizar a maneira como eles dirigem. 

Além disso, são necessários menos recursos administrativos, pois as ferramentas de rastreamento de veículos fornecem exatamente as informações e relatórios que anteriormente seriam uma tarefa rotineira dos colaboradores.  

Análise de custos mais detalhada

Os custos de combustível podem muito altos, especialmente com os preços atuais, por isso é essencial reduzir o uso de veículos da empresa para reduzir o consumo. Você não deseja que os motoristas levem seu veículo comercial ou de trabalho para uma viagem pessoal, por exemplo. Quando estão na estrada, você também deseja que eles façam a rota mais eficiente possível para reduzir a quantidade de combustível usada e os custos de reabastecimento na estrada. 

As ferramentas de rastreamento por GPS podem ajudá-lo a fazer exatamente isso. Você pode controlar maus hábitos, consumo de combustível e custos e fazer ajustes para atender a objetivos específicos. Você quer que um motorista gaste o mínimo possível de combustível? Calcule exatamente quanto combustível é necessário para uma viagem e se comunique com o motorista sobre como esse objetivo está sendo alcançado ao longo do percurso, fazendo pequenos ajustes em tempo real. 

Total visibilidade e transparência

Mais controle e supervisão e mais informações significarão maior transparência em toda a operação. Você sabe exatamente o que seus motoristas estão fazendo, onde estão, onde estão localizadas as remessas e as mercadorias e quais serão os resultados de cada sistema, não apenas no transporte, mas em toda a cadeia de suprimentos. Você pode monitorar tudo, começando na linha de produção, até que as mercadorias sejam entregues a um parceiro ou cliente. 

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Saiba o que deve ter uma rede eficiente para a cadeia de suprimentos

A logística exerce a função de responder pela movimentação de materiais, no ambiente interno e externo da empresa – a chamada cadeia de suprimentos, desde a chegada da matéria-prima até a entrega do produto final ao cliente. Suas atividades podem ser distribuídas da seguinte forma: 

Atividades primárias

Essenciais ao cumprimento da função logística, contribuem com o maior montante do custo total da logística. 

Transporte: refere-se aos meios utilizados para movimentar os produtos até os clientes que podem ser via rodoviária, ferroviária, aeroviária e marítima. O gerenciamento desta atividade é de grande importância, em virtude do peso desse custo em relação ao total do custo da logística.  

Gestão de estoques: dependendo do setor em que a empresa atua e da sazonalidade, é necessário um nível mínimo de estoque que aja como amortecedor entre oferta e demanda.  

Processamento de pedidos: determina o tempo necessário para a entrega de bens e serviços aos clientes. 

Atividades secundárias

Exercem a função de apoio às atividades primárias na obtenção de níveis de bens e serviços requisitados pelos clientes, a saber: 

Armazenagem: envolve as questões relativas ao espaço necessário para estocagem dos produtos. 

Manuseio de materiais: refere-se à movimentação dos produtos no local de armazenagem. 

Embalagem de proteção: sua finalidade é proteger o produto. 

Programação de produtos: compreende programar, quando da necessidade de produção e seus respectivos itens da lista de materiais. 

Manutenção de informação: exige uma base de dados para o planejamento e o controle da logística. 

E como você irá garantir a eficiência e visibilidade de todos esses processos logísticos, de forma integrada e com altos níveis de rastreabilidade – desde a produção até a entrega do produto final? A Logística 4.0, com a proposta de integrar toda a cadeia de suprimentos, é apenas o início – você está pronto para a próxima geração da governança em processos logísticos globais, a #LogísticaNxT? 

Do ponto de vista dos líderes da cadeia de suprimentos, é muito importante reconhecer que criar uma rede de fornecedores para trocar informações visando a redução de perdas e otimização dos processos operacionais no fornecimento de produtos e serviços pode determinar a eficiência e a eficácia de sua cadeia de suprimentos. As redes são críticas para a criação de valor; elas se tornam o sistema de registro em um mundo de colaboração entre empresas. 

Segundo dados do Banco Mundial, de 13% a 35% das cargas não atendem aos requisitos de qualidade esperados. O número é apenas um exemplo de como a falta de visibilidade nos processos logísticos pode gerar prejuízo devido à falta de controle. 

As organizações precisam de dados para tomar as melhores decisões. Com base nisso, as soluções OKTO para Logística fornecem os dados de que você precisa para otimizar a gestão de processos logísticos, garantindo confiabilidade, segurança e alto desempenho com a integração de sistemas industriais, administrativos e logísticos. 

Com sistemas de monitoramento e rastreamento conectados e velozes para transações praticamente imediatas e transparentes de ponta a ponta, a plataforma OKTO coloca sua empresa no caminho da #LogísticaNXT, permitindo: 

Incorporar dados de fontes internas e externas a uma plataforma única, consolidando as informações 

Automatizar processos, o que economiza tempo e custos administrativos 

Fazer o monitoramento preventivo de riscos contra atrasos na remessa e erros logísticos 

Montar uma estrutura de integração para operacionalizar seus processos de negócios e gerar valor comercial 

Ter visibilidade e informações através da rede para uma melhor compreensão do estado dos processos 

Vincular informações a sistemas de análise avançados e, em seguida, otimizá-las para fornecer insights ao centro de controle para uma análise mais aprofundada e um gerenciamento proativo 

Ter fácil visualização e governança dos dados e cumprir os padrões de privacidade e segurança na nuvem 

Orquestrando fluxos e movimentações

habilidade de orquestrar todos os fluxos e movimentações ao longo da cadeia logística figura como uma das principais vantagens competitivas e tem se tornado uma competência fundamental para empresas em diferentes setores. 

Empresas que dominam eficientemente a própria cadeia logística sabem que os pontos mais críticos são a capacidade de visualizar todos os fluxos e processos, bem como, de identificar rapidamente os pontos de melhoria, continuamente eliminando ineficiências e otimizando sua produtividade. 

No longo prazo, empresas que atingem os mais altos patamares de excelência operacional em seus processos logísticos são aquelas que investem no desenvolvimento de uma cultura de excelência, conseguindo articular pessoas, processos e tecnologia em prol da eficiência da cadeia logística.  

Com a adoção de uma plataforma tecnológica como o conjunto de soluções único para gestão de ativos e logística – a plataforma OKTO – desenvolvido pela Atech, é possível conectar nuvem e #LogísticaNxT para compor a logística colaborativa, onde as empresas são parceiras e compartilham recursos e formam uma rede, “unindo forças para identificar conjuntamente oportunidades de inovação, redução de custos logísticos e, claro, aumento da eficiência operacional”, destaca Jefferson Castro, gerente de Produto da Atech. 

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Saiba como a economia compartilhada está impactando a cadeia de suprimentos

Por Jefferson Castro, gerente de produto da Atech

O conceito de economia compartilhada está impactando diversos modelos tradicionais de negócios, proporcionando maior agilidade, redução de custos e melhor atendimento ao cliente, a partir do compartilhamento de recursos e de ativos físicos, além, claro, da troca de informações. Essa nova forma de pensar os processos produtivos vem transformando, inclusive, o setor de logística, que vem se aproveitando da digitalização para criar uma nova cadeia de suprimentos, maximizando, por exemplo, a utilização dos armazéns e dos meios de transporte com informações em tempo real.

A economia compartilhada está baseada em três princípios: existência de capacidade ociosa de quem detém o recurso ou o ativo; adoção de uma cultura de compartilhamento e avaliação dos benefícios, como redução de custos e de riscos

Seria essa a saída para enfrentar os gargalos da logística? Certamente a economia compartilhada permite otimizar o armazenamento, por exemplo, compartilhando espaço nos armazéns e centros de distribuição. E também otimizar a movimentação de materiais, estoque e transporte, um dos custos logísticos mais altos.

Para se ter uma ideia, um estudo da Fundação Dom Cabral aponta que as empresas gastaram, entre 2015 e 2018, em média, 12,37% do seu faturamento bruto com custos logísticos. Ou seja, tiveram de desembolsar R$ 15,5 bilhões no final desse período, já que em 2015 o percentual era de 11,73%. E o transporte responde por 63,5% do custo logístico total.

Essa nova cadeia de suprimentos tem como base a colaboração entre produtores, fornecedores, distribuidores, representantes e prestadores de serviços, que se unem para trocar melhores práticas e informações estratégicas que irão gerar mais vantagem competitiva para todos os envolvidos. A ideia é compartilhar recursos ociosos a fim de otimizar a sua capacidade, chegando a eliminar a necessidade da propriedade.

Com o uso de soluções para gestão destes serviços compartilhados, além de compartilhar recursos como caminhões para reduzir os custos de combustível e acelerar entregas, principalmente em áreas urbanas congestionadas, os armazéns também estão se adaptando para atender às necessidades de diferentes indústrias e segmentos, com operadores logísticos encarregados de controlar rotinas como recebimento, armazenagem e expedição.

No modelo tradicional, estima-se que a parcela de veículos rodando sem carga chegue a 43%, uma porcentagem alta considerando a importância do transporte rodoviário no país – segundo os dados da Confederação Nacional de Transporte (CNT), mais de 60% do transporte de cargas no Brasil é feito por rodovias. Em um cenário de economia compartilhada, este recurso mostra, portanto, um grande potencial para redução de custos e aumento de eficiência.

Mais competitividade e visibilidade

A troca de informações e a adoção dos princípios da economia compartilhada têm proporcionado maior competitividade a todos os envolvidos na cadeia de suprimentos. A pressão pela redução do custo está cada vez mais acirrada e o profissional de SCM (Supply Chain Management) precisa avaliar de que forma os custos podem ser otimizados em toda a cadeia de suprimentos.

Mesmo em um cenário em que o compartilhamento de dados e a ampla colaboração ainda são coisas restritas a empresas inovadoras, com o apoio de uma cultura de melhoria contínua, as empresas podem promover a transparência na cadeia de suprimentos, permitindo que negócios dos mais diferentes segmentos ganhem por meio de processos mais integrados, ágeis e sustentáveis.

A ampliação do cenário de economia compartilhada exigirá que as empresas reavaliem as suas estratégias de rede, digitalizando informações e ativos, o que traz mais visibilidade para todos os envolvidos na cadeia de suprimentos. Inovadoras soluções fornecem visibilidade e integração no gerenciamento das informações e análise dos resultados, por meio de dashboards customizados, oferecendo insights para a tomada de decisões estratégicas.

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Saiba como Big Data e IoT estão acelerando a cadeia de suprimentos

Você com certeza já se deu conta de que cada vez mais a digitalização está presente em todos os setores da indústria e, com essa transformação, chegam dados e mais dados provenientes dos sensores embarcados em equipamentos. Tecnologias de IoT e ferramentas de Big Data deixaram de ser futurologia e oferecem a capacidade de uma melhor tomada de decisão em todas as áreas.

No setor de manufatura, por exemplo, a transformação digital tem levado agilidade, visibilidade, flexibilidade, rastreabilidade e redução de custos para a cadeia de suprimentos, integrando parceiros, fornecedores e clientes.

Se antes a cadeia de suprimentos tinha uma função operacional de logística, cujo foco era assegurar o abastecimento das linhas de produção e entrega para os clientes, hoje se concentra nos processos avançados de planejamento e previsão, como análises preditivas de dados internos – demanda – e externos – tendências de mercado, sazonalidade. Ao mesmo tempo, a logística operacional é muitas vezes terceirizada.

Gargalos e visibilidade

O processo de gerenciamento da cadeia de suprimentos é complexo, envolvendo o controle e monitoramento do fluxo de um produto desde a aquisição de matérias-primas até a distribuição do produto final ao cliente.

Mas, apesar da crescente importância da cadeia de suprimentos, e maior oferta de tecnologias de IoT e de ferramentas de Big Data, muitas empresas ainda enfrentam gargalos, causados principalmente por uma comunicação ineficiente entre as partes, baseada em e-mails e telefone.

Muitos gerentes de supply chain não conseguem ter visibilidade ponta a ponta da cadeia de suprimentos, problema muitas vezes causado pela existência de silos entre pessoas, processos e tecnologia. E sem visibilidade a tarefa de quebrar silos organizacionais é muito difícil, o que cria uma dificuldade natural em conectar fornecedores e negócios para entender a demanda, ter respostas rápidas sobre riscos, imprevistos e disrupções, e, por fim, orquestrar partes móveis de toda cadeia de suprimentos.

Ana Paula Blanco, Mestre em Gerenciamento de Tecnologia pelo Massachusetts Institute of Technology, ressalta que “para se ter sucesso nesse novo ambiente, um processo de planejamento diferente será necessário. Para construir uma rede de fornecimento digital, as organizações serão obrigadas a adotar uma cultura de inovação e experimentação, capaz de entregar uma operação mais rápida, mais flexível, mais granular, mais precisa e mais eficiente”.

A era da hiperconectividade

A IOT e o Big Data estão reestruturando todos os processos que compõem a cadeia de suprimentos, reunindo integração, automação e análise de dados. O poder da IoT está em conectar pessoas, processos, dados e “coisas” de forma inteligente, por meio de dispositivos e sensores, criando um ecossistema em rede que mensura, coleta e troca dados ininterruptamente, em tempo real.

A cadeia de suprimentos aproveita essa capacidade, com total visibilidade em todos os processos e transações. Mas também traz desafios, como aponta Ana Paula: “Em um universo em que as informações estão amplamente disponíveis e podem ser compartilhadas, serão exigidas técnicas avançadas de previsão de demanda, menos dependentes da experiência das pessoas, mais fundamentadas na análise de dados e com períodos de planejamento mais curtos. A tradicional reunião mensal de vendas e operações (S&OP, sigla para Sales and Operations Planning) com horizonte de congelamento de um a três meses, utilizada no passado por várias empresas, será substituída por um processo fluido e dinâmico, capaz de reagir rapidamente às mudanças.

“Não haverá necessidade de se esperar por informações e não haverá nenhum filtro entre um nível da cadeia de suprimento e o outro. O planejamento em tempo real permitirá que as empresas aumentem sua flexibilidade para responder às variações da demanda. Ao mesmo tempo, diminuirá a necessidade de estoque para cobrir variações imprevistas e atrasos na informação, impulsionados pelo efeito chicote comum nas cadeias de fornecimento tradicionais”.

Com a inteligência proveniente da análise de Big Data, em vez de manter estoques de segurança fixos, os gestores poderão reduzir o nível de incerteza (o desvio padrão de erros de demanda / oferta ou de previsão), acabando com a necessidade de manter um estoque de segurança.

A nova cadeia de suprimentos, que incorpora a IoT e o Big Data, é mais integrada, dos fornecedores aos clientes, e as decisões sobre custo, estoque e atendimento passam a ser tomadas em uma perspectiva de ponta a ponta, e não isoladamente por função. Com isso, a cadeia de suprimentos torna-se mais rápida, detalhada, precisa e eficiente.

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Integração entre soluções e processos de Supply Chain permitem decisões mais assertivas

Qual é o principal objetivo da implantação de eficientes processos de supply chain? Oferecer o melhor atendimento ao cliente, com o menor custo total possível. E isso só é possível com a interação dos processos de todos os atores envolvidos nessa cadeia, aproveitando todas as vantagens oferecidas por inovadoras soluções de gerenciamento que permitem tomar decisões com menor margem de risco e operar com maiores níveis de eficiência.

Andrew Cox, especialista em supply chain, destaca oito características que determinam a eficiência do gerenciamento dos processos de supply chain:

Trabalhar sempre com o objetivo na perfeição da entrega de valor aos clientes

Produzir apenas o que é necessário e se concentrar apenas nas ações que criem fluxo de valor

Focar na eliminação de perdas de todo o processo operacional, como por exemplo, superprodução, tempo de espera grande, transporte, processamento inadequado, defeitos, inventários e movimentos desnecessários

Reconhecer que todos os membros da cadeia de suprimentos estão interessados em um mesmo objetivo que é o de acrescentar valor ao produto

Desenvolver relacionamentos de reciprocidade e confiança com fornecedores e clientes

Trabalhar com fornecedores com o objetivo de criar uma logística mais eficiente

Reduzir o número de fornecedores e trabalhar melhor com eles para se ter um relacionamento a longo prazo

Criar uma rede de fornecedores para trocar informações de redução de perdas e eficiência operacional no fornecimento de produtos e serviços

 

Transformação digital integra soluções e processos

As cadeias de suprimentos estão cada vez mais complexas e, por isso, inovadoras tecnologias e soluções estão sendo usadas para auxiliar a troca de informações e de conhecimentos, garantindo mais eficiência e eficácia. Processos de supply chain são automatizados, o que resulta em maior alinhamento, interconectividade e colaboração entre todos os envolvidos, otimizando estoques e reduzindo custos.

Essa é a realidade da Logística 4.0, como destaca Jefferson Castro, gerente de Produto da Atech. Segundo o especialista, a gestão da cadeia logística das empresas fica cada vez mais ágil à medida que aumenta automação dos processos. Com a possibilidade de migrar sistemas e soluções para a nuvem (Cloud computing), é possível integrar dados de diferentes fontes, sistemas ou tecnologias. Essa é a Logística 4.0, que integra processos também entre diferentes sistemas, e em tempo real.

Mas as possibilidades de melhoria vão além desse ponto. Com a adoção de uma plataforma tecnológica como o conjunto de soluções único para gestão de ativos e logística – OKTO – desenvolvido pela Atech, é possível conectar nuvem e Logística 4.0 para compor a logística colaborativa, onde as empresas são parceiras e compartilham recursos, “unindo forças para identificar conjuntamente oportunidades de inovação, redução de custos logísticos e, claro, aumento da eficiência operacional”.

Castro destaca que a logística colaborativa, que integra soluções e processos de supply chain desde a entrada de pedidos de clientes até a entrega do produto no seu destino final, garante agilidade, segurança e assertividade dos dados coletados, de modo a ampliar a competitividade de mercado das empresas parceiras, com total visibilidade das informações.

Essa integração entre soluções e processos de supply chain de todos os parceiros “além de agregar ‘inteligência’ aos processos logísticos”, diz Castro, “oferece uma visibilidade total das informações que minimiza os riscos de erro de processamento e maximiza o nível de produtividade, além de ampliar a disponibilidade de equipamentos, melhorar a programação (agendamento) do transporte de material, aperfeiçoar o uso das informações para o desenvolvimento de rotas mais inteligentes e garantir a conformidade com normas regulamentadoras”.

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Saiba como a indústria 4.0 impulsiona a transformação digital na gestão da cadeia de suprimentos

A indústria 4.0 e a sua consequente digitalização vêm transformando e gerando mais eficiência na gestão da cadeia de suprimentos e na produção, melhorando a comunicação com os clientes, reduzindo desperdício e proporcionado um uso mais eficiente das matérias primas.

Se antes as cadeias de suprimentos eram sistemas lineares – projeto, planejamento, produção e entrega -, hoje a gestão da cadeia de suprimentos envolve um sistema dinâmico e interconectado, incorporando parceiros e muito mais otimizado. Essa mudança de operações lineares e sequenciais para um sistema aberto e interconectado de operações é que vai determinar a vantagem competitiva.

Essa nova cadeia de suprimentos vai deixar de operar em silos – marketing, desenvolvimento de produto, produção e distribuição, e finalmente chegar às mãos do cliente – para se tornar um ecossistema totalmente integrado e transparente para todos os envolvidos, desde os fornecedores de matéria prima até os responsáveis pelo transporte.

Uma vez que essa nova forma de gestão da cadeia de suprimentos esteja implantada – e a tecnologia está cada vez mais acessível – o que veremos é uma “rede” de suprimentos digital que irá oferecer um novo grau de resiliência e capacidade de resposta. As empresas que entenderem e investirem nesse novo cenário certamente vencerão na concorrência nos quesitos de eficiência e transparência nas entregas.

Produção mais ajustada

Uma das capacidades dessa nova “rede” de suprimentos digital é a emissão de sinais quando em algum ponto da cadeia seja detectado um problema que afete a oferta ou a demanda, como escassez de matérias primas, componentes ou peças sobressalentes – uma cadeia de suprimentos responsiva.

O resultado é uma total integração e colaboração entre os níveis estratégicos, táticos e operacionais, com maior suporte para as operações diárias e planejamento de cenários. Caso os responsáveis pela gestão da cadeia de suprimentos sejam notificados em tempo quase real sobre alterações na demanda do cliente, eles podem imediatamente avaliar o impacto das mudanças no estoque, na capacidade de produção, nos pedidos de outros clientes, no fornecimento de matéria prima…

Os resultados da projeção desse cenário podem ser avaliados em relação a critérios como qual seria o impacto no desempenho financeiro e na confiabilidade de entrega, identificando a solução ideal. Essa solução é então imediatamente compartilhada com o cliente, fornecedores, provedores de logística e outros parceiros, que irão ajustar os seus processos para atender a essa nova demanda.

Com a transformação digital, o fluxo de trabalho passa a ser modelado visando integrar todos esses processos de colaboração, compartilhando os dados por toda a cadeia de suprimentos, aumentando a agilidade e, ao final, oferecendo uma melhor experiência ao cliente.

 

Novas capacidades

Historicamente, os responsáveis pela gestão da cadeia de suprimentos estavam atentos aos quatro V´s (volatilidade, volume, velocidade e visibilidade) à medida que tentavam otimizar os resultados de metas como custo total, serviço, qualidade e suporte à inovação. Analistas afirmam que essas prioridades não serão postas de lado, mas ressaltam que, no futuro, os gestores devem ser capazes de alcançar níveis mais altos de desempenho utilizando as tecnologias digitais que oferecem novos recursos para a cadeia de suprimentos.

Além disso, a transformação digital irá ajudar a criar novas fontes de receita, proporcionando acesso mais rápido aos mercados e otimizando a produção.

 

Brasil ainda precisa avançar na indústria 4.0

Pesquisa realizada em 2017 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que dos 24 setores da indústria brasileira, 14 precisam investir em tecnologia para se adaptarem ao conceito de indústria 4.0. O estudo analisou taxas de produtividade, exportação, importação e inovação de diversos segmentos industriais brasileiros e realizou uma comparação com as 30 maiores economias do mundo para avaliar a situação das firmas nacionais nos mercados interno e externo.

Segundo a pesquisa da CNI, ainda estão longe de chegar a esse patamar as indústrias brasileiras dos setores de impressão e reprodução; farmoquímicos e farmacêuticos; químicos; minerais não-metálicos; couro e calçados; vestuário; têxteis; máquinas e aparelhos elétricos; outros equipamentos de transporte; produtos de metal; máquinas e equipamentos; móveis, artigos de borracha e plástico e produtos diversos.

Em termos de produtividade, ficam acima da média dos demais países analisados apenas o segmento extrativista; os de produtos derivados de petróleo e biocombustíveis, de metalurgia e de fumo. Já quando considerada a taxa de inovação, o desempenho superior às demais economias ocorre nas indústrias extrativista, alimentícia e de móveis.

Para enfrentar esse desafio, conte com a nossa expertise e conheça as vantagens de contar com um conjunto único de soluções de gestão de ativos e de logística – o OKTO.

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Entenda os desafios de visibilidade da cadeia de suprimentos

Quais são os maiores desafios da logística? Entre eles, podemos citar conter o aumento de custos, enfrentar uma competição global, a necessidade de entregar melhores serviços aos clientes, reduzir o tempo de entrega e contar com uma infraestrutura confiável. E a solução para todos os desafios está na maior visibilidade da cadeia de suprimentos, possível a partir de sua digitalização.

Segundo estudo realizado pela CNI (Confederação Nacional das Indústrias) o desenvolvimento da Indústria 4.0 no Brasil enfrenta desafios que começam com os investimentos em equipamentos que incorporam novas tecnologias, passando pela adaptação de processos e das formas de relacionamento entre empresas ao longo da cadeia produtiva, criação de novas especialidades e desenvolvimento de competências, entre outros. O cruzamento de informações que permite conectar o pedido de compra, a produção e a distribuição de forma autônoma, sem que as pessoas precisem tomar decisões a todo o momento, por exemplo, exigirá novas formas de gestão e engenharia em toda a cadeia produtiva.

E a Internet das Coisas (IoT) desempenha um papel fundamental para ter maior visibilidade da cadeia de suprimentos. Máquinas e insumos passam a “conversar” ao longo das operações com escala e flexibilidade no processo de fabricação, que, assim, ocorre de forma relativamente autônoma e integrada. Dispositivos adquirem em diferentes unidades da empresa, ou mesmo de empresas diferentes, também trocam informações de forma instantânea sobre compras e estoques, permitindo uma otimização logística até então impensável, estabelecendo maior integração também entre os elos de uma cadeia produtiva.

Novas competências

Mas nem sempre a sua empresa tem à disposição recursos internos capacitados para identificar e implantar as melhores soluções que permitam uma maior visibilidade da cadeia de suprimentos. Um estudo sobre a digitalização das fábricas, elaborado pela consultoria Accenture, aponta que 55% dos fabricantes, com base em um universo de 450 entrevistados, relataram a falta de competência tecnológica entre os colaboradores, que precisam operar máquinas e equipamentos digitais cada vez mais avançados.

Segundo a pesquisa, 75% dos desafios da transformação digital citados pelos entrevistados estão relacionados com competências, talentos dentro da organização, mudança ou estrutura organizacional.

Segundo a consultoria McKinsey, a época de gerenciar a cadeia de suprimentos em silos acabou. Análises sofisticadas de dados permitem que as empresas gerenciem a visibilidade da cadeia de suprimentos de ponta a ponta e, em setores como o varejo, quase em tempo real.

Além disso, os analistas ressaltam a importância de combinar excelência operacional com capacidade analítica e tomada de decisões multifuncionais baseada em dados. Para isso, o caminho é criar equipes analíticas para dar suporte à tomada de decisões e identificar riscos e oportunidades ocultos em dados não estruturados, com o suporte da TI ou de parceiros, entregando aplicativos e plataformas ágeis que favoreçam a colaboração e possibilitem um processo analítico de tomada de decisões.

A transformação digital e a visibilidade da cadeia de suprimentos

A implantação de ferramentas de visualização está no topo das prioridades dos executivos no processo de transformação digital da cadeia de suprimentos. Pesquisa da Capgemini Consulting aponta que entre 94% dos quase 400 executivos entrevistados, a visibilidade da cadeia de suprimentos é considerada fundamental para a eficiência dos processos.

Alguns dos benefícios esperados com a transformação digital das cadeias de suprimentos incluem reduções de custos para logística, inventário e manutenção, melhorias no atendimento ao cliente e maior eficiência dos equipamentos em escala global.

Ainda mais importante, a expectativa entre os entrevistados é que a transformação digital da cadeia de suprimentos aumente drasticamente a agilidade de suas empresas. Para eles, a rapidez é necessária para responder às mudanças das condições de mercado, aos novos participantes que podem ameaçar os modelos de negócios existentes ou a interrupções inesperadas da cadeia, que causaram prejuízos significativos ao desempenho financeiro e à reputação de inúmeras organizações ao longo dos anos.

O passo a passo para aumentar a visibilidade

Mas não é só a implantação de novas tecnologias que vai melhorar a visibilidade da cadeia de suprimentos, processos também precisam ser repensados.

Em primeiro lugar, é preciso identificar todos os envolvidos na cadeia de suprimentos (internos e terceiros) e quais informações devem ser compartilhadas com cada um deles para agilizar as operações.

Em segundo lugar, é preciso estabelecer indicadores de desempenho dos processos mais importantes em cada uma das etapas. Essa medição é que permitirá auferir os resultados e avaliar o retorno sobre o investimento em cada uma das etapas, como no transporte de cargas.

Em terceiro lugar, é preciso reunir todos os indicadores diretamente ligados às mudanças e identificar os ganhos e melhorias nos negócios.

E, finalmente, é preciso fazer uma seleção criteriosa do parceiro tecnológico que irá contribuir para a transformação digital e aumento da visibilidade da cadeia de suprimentos, capaz de fornecer tecnologias robustas que melhorem a gestão dos processos logísticos.

O conjunto de soluções para gestão de ativos e logística OKTO, desenvolvido pela Atech, permite realizar uma governança de forma confiável, segura e com alto desempenho. Saiba como a plataforma OKTO pode contribuir para a visibilidade da cadeia de suprimentos e eficiência da operação logística, integrando sistemas diversos da empresa, parceiros e operadores.

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Veja como monitorar a gestão logística de ponta a ponta

A capacidade de monitorar a gestão logística de ponta a ponta, com visibilidade total de toda a cadeia de produção, é fundamental para manter as empresas, permitindo a tomada de decisão em informações e atualizadas. Afinal, os gastos com logística são altos e representam 7,6% da receita líquida das empresas brasileiras, considerando custos com transporte, estoque e armazenagem, segundo o Panorama ILOS Custos Logísticos no Brasil – 2017. O relatório também aponta que esses custosos logísticos correspondentes correspondentes a 12,3% do PIB nacional.

Em uma economia globalizada e os seus consequentes desafios para reduzir custos, aumentar a eficiência e atender a clientes mais exigentes, o uso de novas tecnologias que entreguem maior visibilidade da gestão logística é imprescindível para dar mais agilidade e inteligência às operações. A falta de transparência em toda a cadeia de suprimentos pode levar a decisões erradas, oportunidades perdidas, aumento de custos e perda de clientes.

Uma digitalização da cadeia de suprimentos

Segundo a consultoria Gartner, é preciso investir na digitalização da cadeia de suprimentos, envolvendo não apenas a empresa, mas também seus parceiros, identificando como áreas mais estratégicas para o negócio e para os clientes.

Para os analistas, a maior visibilidade e melhor gestão logística ponta a ponta pode aumentar drasticamente a eficiência de toda a cadeia de suprimentos. Mas, para isso, é preciso investir na integração entre sistemas, possibilitando a coleta e análise de dados, obtendo insights que permitam identificar oportunidades para reduzir custos e otimizar processos.

Com visibilidade, provedores de serviços logísticos podem implantar uma “cadeia de suprimentos orientada para a demanda” e, assim, ter mais controle, uma melhor comunicação com todos os parceiros, mais agilidade para atender a novas demandas, capacidade de resolver problemas de forma proativa e oferecer melhores serviços ao cliente.

E é essa visibilidade que vai evitar interrupções na cadeia de suprimentos, antecipando problemas. De acordo com o último relatório elaborado pelo Business Continuity Institute, essas interrupções, provocadas por falhas de fornecedores, greves de motoristas, desastres naturais, entre outros motivos, resultam em queda de produtividade (55%) e aumento dos custos (46%).

A logística 4.0

Essa inteligência na gestão logística proporcionada por novas tecnologias, integrando dados de sistemas industriais, administrativos e logísticos da empresa, parceiros e operadores, é a base da logística 4.0, fornecendo suporte para produtos existentes e, também, reduzindo o tempo de entrada no mercado para novos produtos e serviços.

Essas novas tecnologias incluem a Internet das Coisas e seus sensores, computação na nuvem, Big Data e automação com uso de robótica, veículos autônomos e realidade virtual.

A integração do rastreamento entre fábrica, armazéns, transporte e entrega, combinado à capacidade de alertas em tempo real, permite que produtores, fornecedores, parceiros e clientes gerenciem melhor o desempenho e riscos da cadeia logística. Juntar as peças desse quebra-cabeça logístico leva a um gerenciamento mais holístico e em tempo real de todo o ecossistema, mudando de uma gestão logística fragmentada para uma abordagem integrada de gerenciamento ponta a ponta da cadeia de suprimentos.

Como aumentar a visibilidade na cadeia de suprimentos

Tecnologia e pessoas. Esse é o binômio capaz de gerar verdadeiras melhorias operacionais. A tecnologia entrega as informações e as pessoas decidem quais ações são as mais adequadas.

Então, como aproveitar esse novo cenário para otimizar a gestão da logística?

Em primeiro lugar, é preciso facilitar a comunicação entre todas as partes envolvidas, definindo quais dados devem ser compartilhados, e com quem, em todos os estágios da cadeia de suprimentos.

Em segundo lugar, defina seus indicadores de performance, estabelecendo metas e prazos. Avalie sempre quanto falta para atingir uma meta e quais resultados já foram alcançados.

Em terceiro lugar, é hora de mensurar os resultados obtidos com a maior visibilidade no monitoramento das operações logísticas. Identifique se já houve redução de custos, melhora no planejamento e administração do transporte e melhor atendimento ao cliente. Compartilhe os resultados com os parceiros e avalie se eles também já registraram melhorias em seus processos. Aproveite para identificar falhas e fazer pequenas correções.

E, finalmente, adquirir um parceiro tecnológico capaz de entregar soluções inovadoras para realizar uma gestão e a governança do processo logístico global com confiança, segurança e alto desempenho, integrando sistemas industriais, administrativos e logísticos de todos os envolvidos. O conjunto de soluções de gestão de ativos e logística OKTO , desenvolvido pela Atech, é capaz de agregar mais inteligência á sua gestão logística.

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