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Lean e Indústria 4.0: Entenda porque essa é a união perfeita

É possível afirmar que, em poucas décadas, a indústria evoluiu de uma produção basicamente artesanal para a produção em massa e, agora, para a produção enxuta, que consiste na simplificação de processos e redução  de desperdícios de recursos.  O sucesso dessa abordagem é tamanho, que a metodologia lean passou a ser implementada em diversos outros setores da economia, que não têm ligação alguma com a indústria. Então, nada mais natural afirmar que o lean e a indústria 4.0 caminham lado a lado. 

 

Mas, é possível dizer que essa afirmação é realmente verdadeira? A indústria 4.0 é baseada na adoção de tecnologias que melhoram a comunicação e o acesso aos dados no chão de fábrica, incorporando a digitalização e automação para lidar com os mais variados processos de sistemas de produção e cadeias de suprimento para tornar esse ecossistema integrado. Já o lean é uma filosofia que se concentra em pessoas, processos e na melhoria contínua.  

 

Então, em uma primeira análise, eles podem parecer antagônicos.  Apesar disso, é preciso lembrar que as pessoas e processos também desempenham um papel crítico na indústria 4.0.  Dessa forma, é possível dizer que a indústria 4.0 e a metodologia lean se complementam ao permitir uma integração eficiente entre a tecnologia, pessoas e processos. Afinal, lembrando uma declaração de Bill Gates: “automação aplicada a uma operação ineficiente aumentará a ineficiência”.  

Como o lean e a indústria 4.0 se conectam?

 

De acordo com o Boston Consulting Group, uma abordagem combinada entre o lean e a indústria 4.0 pode ajudar a reduzir em 40% os custos de uma operação, frente a 15% se forem aplicados separadamente.  

 

Dessa forma, a integração da metodologia lean à indústria 4.0 permite uma maior capacidade de reflexão sobre os processos usados no chão de fábrica e a busca pela melhoria desses processos. Isso entrega maior valor ao cliente ao mesmo tempo em que tecnologias inovadoras podem são implementadas de forma a otimizar a produtividade e a eficiência e também reduzir custos. 

Maior visibilidade da cadeia de valor

A conectividade, marca da indústria 4.0, traz a análise de informações do chão de fábrica para o foco da produção, de forma que a mentalidade de melhoria contínua seja baseada em dados e que permita uma maior visibilidade de toda a cadeia de valor. 

Foco no cliente

Reduzir o desperdício é o foco da metodologia lean.  Com a coleta de dados dos clientes é possível analisar essas informações para entender em que ponto do processo de conversão do pedido ele está. Assim, é possível ter maior controle sobre a demanda por determinado produto e sobre a produção para evitar desperdícios. 

Busca pela melhoria contínua

Outro ponto importante da metodologia lean é investir na melhoria contínua dos processos e produtos. Soluções de análise de dados identificam padrões que podem indicar problemas e permite o uso dessas informações para solucionar problemas e tornar os processos mais eficientes.  

Maior agilidade

A produção precisa ser orientada à demanda e na entrega de um produto que atenda às necessidades e desejos dos clientes e isso também faz parte da manufatura lean.  Seguindo essa abordagem, a indústria 4.0 torna os processos mais inteligentes, simples e eficientes, garantindo maior agilidade na produção. 

Dados

A análise de dados é um dos pilares da indústria 4.0. E é por meio dessas informações que é possível automatizar processos e torná-los mais eficientes e para identificar padrões de consumo ou outros fatores que indiquem problemas. Isso torna a tomada de decisões mais robusta e  permite buscar rapidamente por soluções para resolver problemas na produção. 

 

A inteligência por trás da indústria 4.0 permite que sua integração à metodologia lean crie uma plataforma mais flexível e produtiva, melhorando a comunicação e criando um ecossistema de produção mais equilibrado e otimizado. 

 

A metodologia lean auxilia as empresas a melhorarem continuamente seus processos e resultados por meio da capacitação de suas equipes. Fale com um dos nossos especialistas e saiba como ter processos que potencializam o uso de tecnologias inovadoras. 

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Como implementar um programa de manutenção preventiva

Em um mundo ideal, máquinas e equipamentos funcionam 100% do tempo, não apresentam falhas e não interrompem a produção. Claro, por melhor que seja um plano de manutenção, isso é impossível. Então, é necessário ter uma estratégia eficiente que reduza falhas, quebras e interrupções não programadas. E a manutenção preventiva, ou sua evolução, a manutenção preditiva, precisa ser parte dessa estratégia. 

 

Essa estratégia permite otimizar o trabalho das equipes de manutenção ao mesmo tempo em que aproveita o crescimento do uso de sensores conectados à IoT, no caso da manutenção preditiva, para tornar o processo de manutenção mais eficiente. 

 

Empresas que têm sua estratégia de negócios baseada em ativos e com várias instalações precisam de uma abordagem de manutenção proativa para reduzir o tempo de inatividade e aumentar a longevidade de seus ativos, além, é claro, de manter a fábrica funcionando e a produtividade em dia. 

 

O objetivo de uma boa estratégia de manutenção é um só: manter os ativos em funcionamento. 

Etapas para implementar a manutenção preventiva

Como acontece com qualquer nova estratégia ou projeto, o passo inicial é estabelecer metas e prioridades. Então, o que a empresa espera alcançar com a implementação de uma estratégia de manutenção preventiva? Ter metas claras é essencial para o sucesso da estratégia e para melhor alocação dos recursos.  Essas metas também precisam estar preparadas para se adaptarem, por exemplo, a fatores externos ou até mesmo a problemas financeiros da empresa. 

 

Feito isso, o passo seguinte pede que os ativos sejam mapeados e que informações sobre garantia, recomendações do fabricante, manual do usuário, manual de manutenção, informações sobre o histórico de manutenção e reparos e quão críticos são esses ativos sejam listadas. Com base nessas informações é possível criar um cronograma de manutenção.  

 

Com as metas definidas e o cronograma criado, chega o momento de gerenciar prioridades e recursos e destacar as ações que serão efetuadas, desde ações de manutenção preventiva nos ativos que mais afetam os objetivos, passando pela manutenção para detecção de falhas e a manutenção reativa programada em ativos menos críticos. 

 

De nada adianta ter metas sem definir indicadores de desempenho (KPI) para mensurar se esses objetivos foram alcançados. Uma plataforma de gestão de manutenção (IMMP) ou um Sistema Computadorizado de Gerenciamento de Informação (CMMS) facilitam o trabalho de agendar tarefas e definir esse cronograma e também para monitorar as KPIs. 

 

Por fim, a estratégia de manutenção precisa ser revista regularmente para analisar se todo o processo foi feito com eficiência ou se apresentou falhas ou desempenho abaixo do esperado e, com base nessas informações, realizar as alterações necessárias. 

Por que implementar uma estratégia de manutenção preditiva?

É possível afirmar que a manutenção preditiva é uma versão aprimorada da manutenção preventiva, pois planeja as intervenções analisando os dados capturados por sensores instalados nas máquinas. Isso permite que a manutenção seja realizada apenas quando há necessidade real de intervenção para que possíveis falhas não ocorram.  

 

É uma abordagem que evita interrupções desnecessárias, mesmo que programadas, de forma a evitar que a produção seja interrompida.  De acordo com a consultoria McKinsey, a manutenção preditiva pode reduzir a inatividade em até 50%, ao mesmo tempo em que aumenta a vida útil do equipamento em 40%. 

 

A manutenção preditiva, por meio da inteligência artificial e aprendizado de máquina estabelecem padrões que servem de base para analisar as condições de cada máquina. Algoritmos combinam esses padrões com as KPIs implementadas anteriormente para prever o desempenho dos ativos no futuro, de forma aumentar a confiabilidade do maquinário, reduzir interrupções e custos com manutenção e, principalmente, para prolongar a vida útil dos ativos. 

 

E o CMMS desempenha um papel importante na manutenção preditiva, pois facilita o acesso às informações de cada ativo, emite alertas e ordens de serviço, além de centralizar e analisar essas informações. 

 

As soluções para conexões inteligentes da Atech permitem que você monitore com maior eficiência seus ativos, tendo acesso a diagnósticos precisos e rápidos para identificar falhas e evitar interrupções não programadas. Entre em contato e saiba como podemos ajudar sua empresa. 

 

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Quais são as próximas tendências de IoT para o chão de fábrica?

A indústria 4.0 permite às empresas que transformem os ambientes de suas fábricas, conectando-os por meio de sensores e dispositivos projetados para coletar dados que permitem aos gestores terem uma visão completa das operações e como elas estão interligadas aos negócios, com o intuito de aumentar a eficiência, a produtividade e o desempenho geral da empresa. 

 

Inteligência artificial (IA), aprendizado de máquina, sistemas na nuvem e a IoT industrial  (IIoT) já estão mudando a manufatura e abrem portas para que outras tecnologias tenham acesso ao chão de fábrica e ofereçam novas oportunidades para produzir mais em menos tempo e com menos custos. 

 

Gartner havia previsto que em 2020 cerca de 20 bilhões de sensores e dispositivos IoT estariam conectados e em funcionamento no mundo inteiro, e levantamento da Microsoft mostrou que 85% das indústrias têm ao menos um projeto de IIoT em andamento.  Com isso, especialistas acreditam que 2021 será o ano da IIoT 

 

Então, embarcar em uma jornada de transformação digital deixa de ser uma opção e passa a ser essencial para estratégia de negócios de uma empresa. 

 

Tendências para tornar o chão de fábrica mais inteligente

É no chão de fábrica que tudo começa, é para lá que o material necessário para a produção é enviado e o trabalho é feito. E, quase todos os dias, novos dispositivos e tecnologias surgem para oferecer novas formas de conexão e inovação. 

Aprendizado de máquina

Algoritmos permitem analisar diversos fatores e treinar a máquina para reconhecer falhas e, caso necessário, alertar os operadores sobre um problema futuro. Ou seja, a máquina aprende com seus próprios erros e pode se adaptar para superar essas falhas sem que o operador precise realizar alguma mudança na programação. O aprendizado de máquina também permite antecipar o planejamento do uso da máquina, prevendo os possíveis tempos de inatividade, abrindo espaço para tornar a manutenção também mais inteligente. 

Edge computing

IoT, por meio dos sensores, envia milhares de informações para a nuvem para serem analisados. O edge computing (ou computação de borda) processa parte dessas informações localmente antes ou, até mesmo, no lugar de enviar para a nuvem.  Essa maior agilidade, é essencial para processos produtivos que dependem de decisões em tempo real, ou em locais que a conectividade é falha ou inexistente. 

IoT as a service

Uma plataforma SaaS permite o nível de personalização necessário para atender às características e necessidades de um projeto de IoT  com dezenas de máquinas, cada uma com uma função diferente, incluindo o acesso aos recursos diretamente em um dispositivo móvel. 

Manutenção preditiva

Por meio da análise das informações capturadas pelos  sensores espalhados pelas máquinas, a equipe de manutenção tem acesso a dados importantes sobre o funcionamento do maquinário e sobre falhas que podem interromper a produção. Com base nessas informações e nos alertas gerados em caso de falhas, a equipe pode agir proativamente, programando paradas e evitando prejuízos com interrupções não programadas  e com os problemas que isso causa na produção. 

 

Maior segurança

Uma fábrica inteligente integra dados de ativos físicos, operacionais e humanos para tornar a operação mais eficiente e ágil, garantindo menor tempo de inatividade e maior possibilidade de prever problemas nas máquinas que podem levar a acidentes de trabalho. Por meio da manutenção preditiva, alertas são emitidos sempre que alguma falha é detectada, por menor que seja, minimizando os riscos e aumentando a segurança da força de trabalho. 

 

O crescimento de dispositivos conectados no chão da fábrica e aos processos de produção permite integrar as decisões relacionadas à produção com processos de toda a cadeia de suprimentos, vendas e marketing, aprimorando o relacionamento com os fornecedores. 

 

As soluções de conectividade da Atech permitem capturar os dados de todos os seus dispositivos IoT para sua rede, melhorando o monitoramento das condições de cada ativo e reduzindo falhas nos equipamentos. Saiba mais. 

 

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Conheça os diferentes tipos de manutenção na indústria 

Boa parte do tempo de inatividade não programada de uma máquina é causada pelo envelhecimento de seus componentes e essa é a principal causa de falhas e quebras de equipamentos. Isso mostra a importância de estabelecer uma estratégia de manutenção eficiente para reduzir falhas, reduzir o tempo de inatividade e garantir a produtividade dos equipamentos.  

Ou seja, uma estratégia de manutenção garante que os ativos estejam em boas condições de funcionamento e aumenta a vida útil dos equipamentos. Por outro lado, uma estratégia de manutenção defasada e baseada em reagir quando uma máquina para é ineficiente, aumenta os custos e pode prejudicar os negócios.  

Uma abordagem moderna utiliza a tecnologia para melhorar a eficiência da estratégia de manutenção, analisando dados e permitindo que as equipes possam agir antes de uma falha ocorrer. 

Tipos de manutenção

Qualquer empresa que opera com máquinas precisa de uma estratégia de manutenção, afinal, componentes se desgastam e quebram. Qual estratégia escolher depende unicamente do tipo de equipamento e o impacto que essa máquina parada tem na produção.  

Manutenção reativa

Também chamada de manutenção corretiva ocorre quando há mau funcionamento do equipamento, causado por falha ou quebra de um componente, exigindo que uma equipe de manutenção esteja disponível para agir rapidamente. É um tipo de manutenção custoso, que implica em manter um grande estoque de peças de reposição, manter os recursos de pessoal disponíveis e pelo tempo de inatividade não programado. 

Manutenção preventiva

Tem como foco agir preventivamente e reduzir a possibilidade de falhas antes que elas ocorram. Exige que um cronograma de manutenção seja seguido e, assim, pode reduzir o tempo de inatividade não programado e as condições que possam a levar a essas interrupções. O modelo reduz os custos de manutenção em comparação com uma ação reativa, mas tem como desvantagem não levar em consideração o envelhecimento da máquina, o que reduz sua eficácia.  

Manutenção baseada em condições

Por meio de sensores, a manutenção baseada em condições analisa periodicamente a integridade dos componentes da máquina e, na sequência, compara os valores com as “condições” predefinidas. Dependendo do resultado a máquina está funcionando perfeitamente, caso contrário, alertas são gerados para a equipe de manutenção. Diferentemente da manutenção preditiva e prescritiva, o monitoramento das informações não ocorre em tempo real. 

Manutenção preditiva

Baseada em dados coletados por meio de sensores instalados nos equipamentos, a manutenção preditiva analisa sinais de deterioração dos componentes para prever quando sua troca é necessária. O foco é evitar intervenções desnecessárias. A modalidade exige o monitoramento constante de diversos fatores: vibrações, ruído, temperatura, entre outros para gerar alertas para a equipe de manutenção. 

Manutenção prescritiva

A manutenção prescritiva também usa dados e métricas para realizar uma análise mais profunda do equipamento na busca por falhas em potencial, de forma que uma ação corretiva seja prescrita para resolver o problema muito antes que ele aconteça. De acordo com o Gartner é caracterizada por análise de gráficos, simulações, processamento de eventos, redes neurais, mecanismos de recomendação, métodos heurísticos e aprendizado de máquina. 

O ROI dessas estratégias de manutenção pode ser medido de acordo com a redução nos custos de reparo e a redução no tempo de inatividade. Não existe uma estratégia que sirva para todas as empesas, então é preciso analisar a complexidade e criticidade de cada ativo para saber qual a estratégia mais indicada. 

 Realizar uma estratégia de manutenção eficiente pode ser um desafio para as empresas. E o primeiro passo é usar sistemas para monitorar ativos e planejar manutenções corretamente. Mas você está preparado para isso? Fale  com a gente e saiba como a Atech pode te ajudar a vencer esse desafio. 

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Por que manutenção preditiva é uma realidade?

Nada dura pra sempre e o desgaste constante de máquinas e equipamentos é uma realidade que apresenta um único resultado: falhas ou quebras que prejudicam a produção. E como minimizar esse problema? Simples, investindo em um programa de manutenção para reduzir a possibilidade de interrupções e aumentar a vida útil do maquinário. 

Estudos mostram que a maioria das empresas conta com uma estratégia de manutenção preventiva – mesmo que em graus diferentes. Ainda assim, a mudança de uma manutenção reativa para a preventiva não é algo tão simples. Para muitas companhias, essa migração é considerada difícil, cara ou não vale a pena. 

Entretanto, a adoção da manutenção preventiva se deu exatamente pela pressão por reduzir custos, já que é muito mais barato agir proativamente  e contar com peças sobressalentes que lidar com quebras que podem exigir até mesmo a troca do equipamento.  

Mas é possível dar um passo além e buscar uma estratégia de manutenção preditiva, que combina a manutenção preventiva com a análise de dados em tempo real e uma rede de sensores que analisam o equipamento para antecipar possíveis problemas, aumentar a produtividade e reduzir sensivelmente o tempo de inatividade. 

Preveja a vida útil do equipamento

A manutenção preditiva monitora os equipamentos na busca por sinais de deterioração, anomalias e quedas no desempenho. Com base nessas informações é possível estimar quando alguma peça pode falhar e, assim, a equipe de manutenção pode agir preventivamente para evitar problemas. 

Seu objetivo é claro: otimizar o uso de recursos, evitando desperdícios de tempo e dinheiro em manutenção excessiva e evitando custos com a inatividade do equipamento. É nesse ponto que a IoT mostra sua importância, já que permite a comunicação entre as máquinas e soluções digitais na coleta e análise dos dados gerados pelos sensores que monitoram o desempenho e a integridade das peças dos equipamentos em tempo real.  

Dessa forma é possível implementar um sistema que automatiza o monitoramento, analisa e prevê padrões para detectar anomalias e cria alertas para que a equipe de manutenção possa agir rapidamente. 

Implementar uma estratégia de manutenção preditiva ainda é visto como algo caro, afinal é preciso investir na compra e instalação dos sensores, desenvolver os algoritmos e integrar com uma solução CMMS. E tudo isso exige pessoal especializado, entretanto, no longo prazo, o ROI é significativo. Apesar disso, com o crescimento dos dispositivos móveis e sistemas baseados na nuvem, a estratégia está se tornando mais acessível. 

Manutenção preditiva ou preventiva?

A maior diferença entre as duas estratégias é em relação ao cronograma de manutenção. O calendário de manutenção preventiva é baseado no uso do equipamento e no tempo. Já a preditiva usa as informações vindas dos sensores para informar quando a manutenção é necessária.  

A diferença pode parecer sútil, mas muda a forma com que a empresa lida com o tempo de inatividade, o estoque e na forma com que gerencia a equipe de manutenção. Por ser um investimento custoso, pode não ser viável colocar todos os ativos em um programa de manutenção preditiva, mas buscar uma abordagem que combine a manutenção preditiva com a preventiva. 

o primeiro passo para isso é identificar os ativos mais críticos que devem ser incluídos no plano de manutenção preditiva. São ativos com altos custos de peças de reposição e reparo, mas que também são críticos para a produção. Da mesma forma, ativos muito antigos podem apresentar problemas para serem adaptados com sensores, então, isso também precisa ser analisado antes de começar com o plano. 

Para implementar uma estratégia de manutenção preditiva, sua empresa precisa contar com uma rede de dados segura e eficiente. Entre em contato e conheça as soluções de conexões inteligentes da Atech e saiba como podemos tornar sua estratégia de manutenção mais inteligente.

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As tendências da Indústria 4.0 pós COVID-19

Listas são uma tradição de todo começo de ano. E em um ano totalmente atípico, listar tendências que possam indicar um caminho menos conturbado se torna uma necessidade. Então, para a Indústria, 2021 pode significar um ano de mudanças, de desenvolvimento e, principalmente, resiliência.  

O ano de 2020 acelerou a transformação digital no setor produtivo de forma nunca vista anteriormente. Novas tecnologias otimizaram processos na cadeia de suprimentos e tornaram o compartilhamento de dados mais seguros. Além disso, a adoção da automação desses processos se tornou essencial para reduzir custos, aumentar a eficiência e produtividade e, assim, ajudar na sobrevivência das empresas. 

Olhar para o futuro pós-Covid pode mostrar o caminho que a indústria 4.0 tem pela frente e para se preparar para possíveis crises. O primeiro passo é o que fazer quando a pandemia finalmente chegar ao fim. É o momento para substituir as estratégias de recuperação de desastres por outras que garantam a continuidade dos negócios. Claro, muitas transformações feitas durante a crise podem (e devem) continuar, exigindo apenas alguns ajustes para uma nova realidade. 

A saúde dos funcionários também precisa estar no foco das empresas, para que não corram riscos de, no momento da recuperação, não poder contar com recursos importantes de suas equipes. Novos protocolos para manter a segurança e saúde dos funcionários podem ser implementados – como realizar check-ups regulares – e seguidos à risca. Agir de maneira proativa ajuda a reduzir riscos. 

 

Fábricas Inteligentes

Para 2021, e para os próximos anos, a tendência de tornar uma operação mais inteligente e conectada deve chegar com mais força. Operações devem se tornar remotas, com controle à distância, com maior uso da análise de dados, automação e tecnologias baseadas em Inteligência Artificial (IA) e hospedadas na nuvem. Isso garante a visibilidade de toda a operação e o progresso da produção diretamente na tela do computador ou de algum outro dispositivo. 

Otimizar e tornar a cadeia de suprimentos mais resiliente também são fatores considerados essenciais pelas empresas há alguns anos, e 2020 mostrou essa importância e deixou claro os riscos por toda a cadeia, o que exigiu das empresas uma grande agilidade para se adaptar. Esses desafios precisam ser analisados e considerados na hora de realizar as mudanças necessárias para garantir que não serão pegos desprevenidos nos próximos anos. Uma cadeia de suprimentos precisa ser ágil e forte para enfrentar qualquer tipo de mudanças no mercado, sem que isso afete a produção. Tecnologias para gerenciamento da cadeia de suprimentos baseadas em IA e aprendizado de máquina pode prever os possíveis problemas e ajudar a empresa a se adiantar a eles. 

Uma cadeia de suprimentos otimizada, com o uso de tecnologias baseadas em IA e aprendizado de máquina, também contribui para melhorar a tomada de decisões tornando-a muito mais ágil. Novas soluções baseadas em dados devem se tornar onipresentes no setor de manufatura, pois permitem analisar rapidamente as informações necessárias para criar insights acionáveis e buscar novas oportunidades de negócios, além de contribuírem para monitorar a fábrica, evitando problemas nas máquinas e interrupções inesperadas. 

Essas tendências também exigem que os funcionários tenham habilidades que, até então, não eram necessárias ou urgentes. Assim, para embarcar na indústria 4.0, as empresas também precisam buscar por esses talentos, ou desenvolvê-los internamente. Com o crescimento do trabalho remoto e o uso de novas tecnologias, é essencial que o RH esteja preparado para atender às necessidades que essas tendências devem trazer para o chão da fábrica. 

A indústria 4.0 traz diversas oportunidades para os mais diversos setores da economia, mas sua empresa está preparada para a transformação que essa jornada pode causar? Converse com nossos especialistas e conheça nossas soluções. 

CategoriesConexões Inteligentes,  Melhoria Contínua,  Mineração

Será que a Indústria da mineração está pronta para o 5G?

De acordo com o World Mining Data 2020, a indústria de mineração extrai mais de 10 bilhões de toneladas de minérios todos os anos, com um faturamento bruto de US$ 1,5 trilhões, o que responde a cerca de 2% do PIB Global. Apenas um aparelho de celular precisa de dezenas de elementos minerais diferentes para funcionar, desde o silício, lítio até elementos de terras raras. 

 Essa indústria gigantesca é vital para a economia mundial, mas exige bilhões em investimentos em equipamentos, pesquisa, manutenção e sustentabilidade. Apesar disso, também é um setor que, em boa parte, mantém sistemas legados e em alguns pontos de mostra refratário a abordagens tecnológicas inovadoras.  

 Apesar disso, como todos os outros setores da economia, a indústria mineradora também foi afetada pela pandemia de COVID-19, o que exigiu das empresas repensarem sua abordagem tecnológica e começarem a pensar em alternativas para o futuro da mineração, e esse futuro implica em transformar seus processos operacionais, segurança da informação e, claro, buscar formas de tornar as operações ainda mais produtivas. 

 Relatório sobre riscos e oportunidades para o setor de mineração e metais, da EY, mostra que as mudanças que o setor implementou para lidar com a pandemia também criaram oportunidades para acelerar a adoção da transformação digital, ao mesmo tempo em que aumentaram a segurança e produtividade, além de permitir que as empresas do setor possam agir de maneira proativa para evitar riscos futuros. 

 Abordagem de rede sem fio 

E é exatamente a adoção de novas tecnologias para automatizar processos e tornar a operação autônoma e remota que pode levar o setor para um novo estágio de desenvolvimento, tornando as minas mais seguras, eficientes, produtivas, lucrativas e sustentáveis. 

 E nada melhor que implementar uma estratégia que contemple a conectividade sem fio para garantir o compartilhamento de dados de forma rápida e segura, garantindo maior eficiência para a implementação de sensores de IoT com transmissão em tempo real. 

 De acordo com a Mordor Intelligence, espera-se que 25% das minas tenham embarcado em uma estratégia de Mineração 4.0 até 2025. Para isso, é essencial implementar uma rede de conectividade sem fio robusta, que seja capaz de lidar com grandes quantidades de dados gerados em uma operação de mineração – logística, equipamentos e operacional. 

 Essa mina inteligente, que captura e analisa dados e implementa tecnologias avançadas, depende especificamente de uma conexão confiável e inteligente, com largura de banda que sustente o tráfego intenso de dados, e as Redes MESH conseguem atender a todos esses requisitos. 

 Monitorar as condições da mina em tempo real, realizar a perfuração da mina remotamente, controlar a ventilação e até usar veículos autônomos estão entre algumas das aplicações que podem ser implementadas no curto prazo com o uso das Redes MESH. 

 A indústria 4.0 traz uma série de inovações e novas possibilidades para o setor de mineração, como forma de aumentar a segurança, controle e melhorar a produtividade das minas. Mas sua operação está preparada para essa transformação? Conheça as soluções da Atech para o setor e descubra como podemos ajudar sua empresa. 

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Como a Indústria 4.0 está transformando a manufatura Lean

De acordo com a PwC, as empresas buscam novas tecnologias para tornar suas fábricas mais inteligentes e para melhorar processos de design e produção e otimizar o relacionamento com seus fornecedores, além de oferecer uma experiência mais completa aos clientes.  

Como o método Lean trouxe o desafio de tornar os processos e a cadeia de suprimentos mais enxutos e com muito menos desperdício, a união dessas duas abordagens, com ênfase na automação de processos, cria novas questões sobre como conectá-las de forma que as empresas consigam aproveitar ao máximo os benefícios do Lean e da Indústria 4.0. 

Para empresas que já utilizam o método Lean no seu dia a dia, investir em novas tecnologias pode ajudar a alcançar os objetivos do próprio Lean, como os do negócio, mais rapidamente, e ainda capacitar a equipe e impulsionar melhorias nos processos. Ou seja, os resultados esperados são familiares às duas abordagens. 

 Lean e a Indústria 4.0 podem conviver?

Enquanto o consumidor se digitalizou rapidamente, o mesmo não aconteceu com as empresas, que agora buscam investir em novas tecnologias baseadas em dados para atender às necessidades dos seus clientes. 

 E as empresas, em sua maioria, já tinham esses dados em mãos, mas em sistemas que não conversavam entre si, e que precisam se integrar às novas soluções para fornecer uma visão 360º. da produção. 

 Como a metodologia Lean também busca reduzir a complexidade operacional, ou seja, tornar os processos mais simples, essa abordagem, junto com o uso de tecnologias inovadoras, pode levar rumo ao Lean 4.0 e tornar as empresas mais eficientes e preparadas para se adaptar rapidamente às mudanças de mercado, além de contribuir para o sucesso dos negócios. 

 E até mesmo mudanças simples podem causar um impacto gigantesco, como trocar o uso de papel por versões digitalizadas de documentos e manuais, que reduz custos e aumenta a produtividade rapidamente. 

 Lean 4.0

 Pesquisa do The Boston Consulting Group mostrou que 97% dos entrevistados disseram que a gestão Lean deve ser altamente relevante até 2030, entre eles 70% afirmaram que a digitalização da operação também terá grande relevância no futuro. 

Isso deixa claro que, ao adotarem a metodologia Lean junto com tecnologias inovadoras, as empresas conquistam os benefícios das duas abordagens mais rapidamente que se elas fossem trabalhadas separadamente.  

O uso de dados em tempo real e a comunicação entre máquinas e pessoas podem transformar o chão de fábrica, e torná-lo realmente enxuto, reduzindo erros e desperdícios por toda a cadeia de produção, além de permitir aos funcionários que façam modificações necessárias nos sistemas rapidamente. 

Claro, é necessário adaptar o Lean 4.0 para a realidade de cada empresa, para lidar com os desafios característicos da cadeia de suprimentos e do chão de fábrica. Além disso, é importante analisar quais situações dentro da empresa podem ser mais beneficiadas pelo Lean 4.0, de forma tornar sua adoção mais eficaz – por exemplo, investir em sensores e tecnologias que tornem a linha de produção mais flexível para a produção de produtos diferentes -, eliminando processos desnecessários e ineficientes. 

Criar essa sinergia entre o Lean e a indústria 4.0 de forma holística pode ser a forma de alcançar a eficácia operacional tão desejada por todas as empresas, além de reduzir custos e contar com recursos analíticos importantes para a manutenção da saúde dos negócios. 

A Atech pode ajudar sua empresa a tornar seus negócios mais eficientes por meio da implementação de metodologias ágil e Lean. Entre em contato e saiba como podemos te ajudar.

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Benefícios de um produto com arquitetura escalável

Um software com arquitetura escalável, alta disponibilidade, e conceito de micro serviços é bem recebido por empresas e desenvolvedores de software. Mas a primeira pergunta que fica é, o que seria um produto com arquitetura escalável?

Para responder essa pergunta, é preciso pensar inicialmente o que é importante para o cliente que necessita de funcionalidades em um software, e quais são suas necessidades para poder atendê-las. A expectativa do cliente em relação ao software se baseia em:

Atender às funcionalidades desejadas

Baixo custo do sistema / produto

Tempo estimado para entrega

Um produto escalável visa otimizar o desenvolvimento de software, facilitar a implantação dessa aplicação e ser totalmente independente dos outros serviços do sistema, possibilitando a criação de novas funcionalidades de maneira prática e rápida, além de facilitar a manutenção das funcionalidades de maneira pontual e separada.

Antes de listar os benefícios da escalabilidade e suas particularidades, é necessário entender o conceito de micro serviços, que é implantado como base para uma arquitetura de projeto de software. O conceito de micro serviços é baseado na criação de componentes menores e com baixo acoplamento entre eles, como o nome já diz, fazer a divisão do software em pequenos serviços. Antes da criação de software com arquitetura de micro serviços, os softwares eram desenvolvidos de maneira monolítica. Neste tipo de aplicação toda a base de código está contida em um só lugar, ou seja, todas as funcionalidades estão definidas no mesmo bloco.

É preciso entender que cada estrutura tem sua vantagem e sua particularidade, e que deve ser empregada de acordo com a necessidade. No caso de um produto, em que o cliente visa funcionalidades distintas, rapidez no desenvolvimento e facilidade na manutenção, a arquitetura criada no conceito de micro serviços é relativamente mais vantajosa em relação ao conceito monolítico.

Segundo a análise de Martim Fowler (especialista em arquitetura de software), o custo de manutenção de um software complexo é menor em uma arquitetura de micro serviços, comparada a uma arquitetura monolítica. (gráfico de complexidade acima). Esta análise apresenta duas ideias:

É possível ter uma aplicação com diversas tecnologias e soluções, onde também pode ser estruturada com mais de uma linguagem de programação.

Também é possível ter uma evolução tecnológica do produto de maneira mais controlada, ou mais leve através da divisão de processos e fluxos rápidos, integrado, com informações.

Fazendo um exercício em um raciocínio rápido: uma empresa de grande porte com diversos sistemas, e cada um deles com uma linguagem de programação diferente. Agora, imaginem se essa empresa decidir unificar todos os sistemas para utilizar uma única plataforma. O custo e o esforço para fazer a unificação de cada uma dessas aplicações seria enorme, visto que cada uma dessas aplicações poderia se tornar uma estação de serviço acessível, podendo ser modificada e ajustada independentemente de todo o contexto dos outros serviços no sistema.

Esse conceito de micro serviço, também conhecido como SaaS (Software como Serviço), oferece maior segurança contra a perda parcial ou total de dados e acessos não autorizados.

Voltando ao conceito  e a importância da escalabilidade, a definição entre arquitetura de micro serviços e monolítica traz diversos fatores a serem analisados, e a utilização de escalabilidade horizontal ou vertical é uma delas.

Escalabilidade Vertical

Este é um padrão de escalabilidade viável e amplamente utilizado para determinadas aplicações, mas tem como limitação de escalabilidade o próprio hardware.

Escalabilidade Horizontal

Em vez de aumentar a escala adicionando mais capacidade de hardware individual, a aplicação é arquitetada para que seja escalada adicionando mais instâncias da aplicação. Não é necessário hardware caro e pesado para escalabilidade horizontal, pode ser feito com máquinas menores e adicionando muitas delas. No entanto, esse padrão de escalabilidade geralmente requer aplicações que sejam arquitetadas ou ajustadas para funcionarem distribuidamente (micro serviços).

Em uma situação em que um gestor queira realizar um upgrade de um produto, adicionar novas funcionalidades, deixar a aplicação mais rápida, deixar a aplicação integrada com redes sociais e outros sistemas, a arquitetura monolítica pode ser escalável adicionando hardwares mais potentes, e desenvolvendo novas funcionalidades, porém é custoso e pouco produtiva. Em comparação com arquitetura de micro serviços, criar um serviço novo, com configurações de hardware potentes e alto grau de complexidade é bem mais vantajoso e eficaz.

Maior flexibilidade dos processos

Um software escalável pode ser reproduzido facilmente, independentemente de suas proporções. Com flexibilidade haverá menos peso de investimento em novos softwares.

Aumento de produtividade

Replicar algo é muito mais simples do que criar uma nova estrutura do zero.

Otimização de custos

Alta lucratividade, onde a empresa torna-se capaz de aumentar seu processo produtivo sem injetar muito dinheiro por isso.

Menor probabilidade de estagnação

Um produto escalável não tem dificuldades de se adaptar a mudanças, e sempre está preparado para uma atualização de ferramenta nova ou novas demandas.

Customização e Integração

A integração se refere à unificação dos sistemas, diminuindo a chance de erros causados pelo uso de softwares incompatíveis entre si. É possível integrar o SaaS a ferramentas de monitoramento e armazenamento de arquivos, etc.

Assim como o software, a escalabilidade em um banco de dados relacional pode ocorrer de duas formas: horizontal e vertical.

A forma horizontal ocorre pela utilização de mais equipamentos e particiona a estrutura de dados de acordo com critérios estabelecidos.

A forma vertical ocorre pelo aumento da capacidade do equipamento em que o sistema gerenciador de banco de dados está instalado.

Bases de dados NoSQL (não relacionais) têm como um de seus motivadores o baixo custo para realizar uma escalabilidade horizontal, o que torna possível o uso de equipamentos mais acessíveis, e proporciona um modelo de particionamento nativo.

A frequente utilização de bancos de dados NoSQL estão ligadas as questões de escalabilidade de armazenamento e processamento de um enorme volume de dados que cresce em ritmo acelerado diariamente. De forma que todos os canais utilizados para captação de informações disponíveis no mundo digital, são responsáveis por compor e ditar a velocidade na qual a grande massa de dados deve ser absorvida, gerida e compartilhada. A importância de se obter um alto grau de paralelismo e a distribuição de sistemas em uma escala global, conduz à adoção de soluções robustas com grande potencial de desempenho.

Em resumo, é necessário entender que a importância da escalabilidade de um produto vem da necessidade de o cliente modificar seu produto, aumentando ou diminuindo, buscando sua necessidade de momento. O papel da escalabilidade é poder atender as mudanças aplicando de acordo com suas características, sendo horizontal ou vertical, dando a possibilidade ao cliente em poder realizar alterações e customizar de maneira produtiva e eficaz o produto.

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