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Como a Smart Farming vai fazer cada vez mais diferença daqui pra frente

Projeção feita pela ONU indica que a população mundial deve chegar a 9,7 bilhões de pessoas até 2050 – no Brasil, dados do IBGE mostram, que neste mesmo ano, o Brasil deve ter aproximadamente 260 milhões de habitantes. Para atender a essa maior demanda por alimentos, a produção agrícola precisa crescer 69% nas próximas três décadas. Assim, tornar o agronegócio mais inteligente e investir no conceito Smart Farming é o melhor caminho para alcançar essa meta. 

 

 Com a pressão por produzir mais em espaços cada vez menores, ao mesmo tempo em que é preciso  lutar contra mudanças climáticas, flutuações de mercado e o impacto ambiental, o agronegócio precisa investir em ferramentas que tornem a produção mais eficiente. Então, termos como inteligência artificial (IA), aprendizado de máquina, robótica e internet das coisas (IoT) aos poucos começam a fazer parte das conversas das “pessoas do campo”. 

 

O setor sempre esteve envolvido com inovações tecnológicas, desde a revolução industrial, com o começo da troca da força animal por máquinas, até o uso de satélites e dados meteorológicos para que os produtores pudessem planejar com maior eficiência a época de plantio e prever seus resultados, então, nada mais natural que abraçar o conceito Smart Farming. 

A transformação no campo

Para atender à crescente necessidade alimentícia, é fundamental que o agronegócio passe por mais uma transformação e use todas essas tecnologias de forma que consiga monitorar os fatores que impactam na produção: irrigação, conservação do solo e água, reduzir o uso de agrotóxicos e fertilizantes. Ou seja, transformar a forma com que o setor trabalha e buscar uma abordagem mais sustentável. 

 

Sensores espalhados pelo campo permitem a coleta de informações sobre a topografia do terreno, os recursos daquela área específica, como acidez e temperatura do solo; o uso de dados meteorológicos permite prever padrões climáticos. Drones podem ser usados para análises de campo, com o envio de dados em tempo real. Dispositivos GPS integrados a censores no maquinário levantam informações sobre o terreno e permitem que o plantio seja realizado de forma mais eficiente. E até tratores autônomos, conectados à internet, podem ser controlados à distância, enquanto os trabalhadores podem lidar com outras tarefas.  

 

E todas as informações podem ser acessado diretamente em um dispositivo móvel que também monitora o maquinário, as informações sobre a criação e plantação, permitindo que análises gerem insights que contribuam para decisões mais assertivas.  Além disso, essas novas aplicações contribuem para reduzir custos e desperdícios de recursos e para aumentar a produtividade. 

O futuro da agricultura

Dados da Insider Intelligence indicam que até 2023 cerca de 12 milhões de sensores estarão coletando informações agrícolas em todo o mundo, transformando o processo de decisão do produtor rural.  A agricultura 4.0 marca a entrada da coleta e análise de dados em tempo real para, com a ajuda a inteligência artificial, tornar o setor mais independente, permitindo que o produtor monitore todos os processos.  

 

Com essa grande quantidade de dados, o uso de ferramentas de big data integradas a soluções de análise mais robustas podem trazer diversas oportunidades para o setor. Dessa forma, o blockchain contribui para consolidar essas informações e aumentar a transparência da cadeia de abastecimento. Por exemplo, informações sobre a qualidade das sementes – teor de sal, níveis de PH do solo durante o plantio, etc – podem ser rastreadas desde seu plantio até o momento que chega ao mercado consumidor. 

 

Essa maior transparência também permite ao consumidor ter acesso às informações do produto e buscar comprar de produtores mais preocupados com a sustentabilidade da sua produção. 

 

O futuro do setor agrícola envolve o uso de dados e novas tecnologias para maximizar a eficiência ao mesmo tempo em que reduz custos relacionados ao pessoal e insumos. Mas isso é apenas o começo, ainda há uma longa jornada pela frente e todos os dias surgem novas formas de melhorar a eficiência e otimizar o uso de recursos. Conheça as soluções da Atech voltadas para o agronegócio e saiba como  levar o setor ao próximo nível.

CategoriesInsights,  Manutenção

Como medir o impacto da implementação de um projeto de CMMS?

À medida que um Sistema de Gerenciamento de Manutenção Computadorizado é utilizado e mais dados são coletados e analisados, seu impacto nas operações de manutenção de equipamentos fica cada vez mais claro. Decisões são mais facilmente tomadas, o cronograma de manutenção preventiva é mais bem ajustado e os estoques de peças de reposição são otimizados para garantir que os recursos estejam disponíveis no momento que serão necessários. 

Esse sucesso do CMMS também pode ser mensurado pelo feedback direto dos profissionais que lidam com os equipamentos diariamente e pela melhoria geral alcançada no chão de fábrica. Mas, ter números que comprovem esse impacto e saber como mensurar o andamento desses processos é fundamental para entender se as metas de negócio estão sendo cumpridas e o que ainda precisa ser feito para isso. 

Quais KPIs medem esse impacto?

São vários os indicadores de desempenho que uma empresa pode utilizar para monitorar o sucesso de seu CMMS e para orientar as ações voltadas para a manutenção de equipamentos. E, claro, esses KPIs podem variar de acordo com o segmento da empresa, mas alguns são importantes para quase todas as equipes de manutenção. 

Aumento da produtividade

Por meio do sistema, é possível planejar, rastrear,  registrar e monitorar todas as ações de manutenção – ordens de serviço programadas, realizadas e atrasadas – tornando o processo mais eficiente, o que permite aumentar a produtividade.  

Controle de tempo (Tempo estimado vs tempo real)

Envolve monitorar o tempo real gasto para realizar uma tarefa, comparando-o com o tempo estimado para concluir esse trabalho. O CMMS analisa essas informações para melhorar o desempenho da equipe de manutenção e também para melhorar a tomada de decisões. 

Controle de Custos

À medida que a manutenção preventiva é mais bem programada, os custos relacionados  diminuem. 

 Eficácia Geral do Equipamento (OEE)

Apesar de não ser aplicado em todos os setores, o OEE é um KPI usado para mensurar a produção. Nesse caso, o CMMS captura dados sobre o tempo de reparo das máquinas para facilitar o cálculo do OEE. 

Tempo médio de reparo

Essa métrica exige calcular o tempo de inatividade total do equipamento e dividi-lo pelo número de paradas (quebras). Tem como objetivo avaliar quanto tempo um equipamento leva para se recuperar de um período de inatividade e demonstra o quão fácil é a manutenção dessas máquinas, se a ação é responsiva e se o processo de manutenção está melhorando com o passar do tempo.  

Tempo médio entre falhas

Basicamente, a métrica mede o tempo médio que o equipamento funciona até que apresente algum problema. Ele é obtido dividindo o tempo de atividade total pelo número de avarias. É uma métrica que permite identificar equipamentos com problemas. 

Quais os resultados esperados?

Assim que a solução CMMS for implementada, alguns resultados serão facilmente detectados, como: melhoria da pontualidade e cobertura da manutenção preventiva; tempos de reparo mais curtos e maior agilidade na resolução dos problemas; redução do tempo de inatividade. 

Entretanto, alguns benefícios não podem ser medidos unicamente pelos números. A capacidade de capturar dados e analisá-los é facilitada com o uso de uma solução CMMS, isso permite priorizar um cronograma de manutenção mais eficiente, alocar recursos e solicitar peças de reposição com antecedência, por exemplo. Além disso, com o uso do CMMS, é possível melhorar a visibilidade da equipe de manutenção, que passa a ser percebida como um fator que agrega valor aos negócios.  

Por meio de relatórios personalizáveis é possível relacionar todas as informações que a equipe de manutenção deseja analisar e compartilhar essas informações com todas as equipes. O CMMS também se beneficia de tecnologias inovadoras de inteligência artificial e machine learning para monitorar equipamentos e permitir a análise em tempo real dos dados coletados, reduzindo custos e aumentando a eficiência e produtividade da empresa.  

Atech ajuda sua empresa a conectar seu CMMS a outros sistemas de gestão para tornar os processos de manutenção mais inteligentes e assertivos. Fale com a gente e saiba como podemos te ajudar. 

CategoriesConexões Inteligentes,  Gestão de Ativos,  Insights

O impacto do Digital Twin na Indústria 4.0

O conceito Digital Twin já existe há alguns anos, mas seu crescimento é mais recente devido ao uso de tecnologias mais sofisticadas, com mais recursos e mais baratas. Mas, o que significa o “gêmeo digital”? Basicamente, é uma réplica digital e interativa de um objeto, processo ou sistema, que atua como uma ponte entre o físico e o digital.  

Sua utilização surgiu na NASA, que criou maquetes em escala real de cápsulas espaciais para que os cientistas pudessem analisar possíveis problemas em órbita – esse modelo foi usado no resgate da Apolo 13 -, mas que, com o passar dos anos, deram lugar às simulações por computador. 

Na indústria 4.0, o digital twin cria modelos para otimizar produtos, máquinas e estratégias de manutenção e, quando integrado a IoT ou inteligência artificial, ajuda as empresas a prever e evitar falhas, reduzindo custos e o tempo de inatividade dos ativos e até para lançar novos produtos mais rapidamente no mercado.  

Por meio de sensores, dados são coletados em tempo real e usados para criar o gêmeo digital, permitindo que seja manipulado, analisado e otimizado. 

Os impactos na indústria 4.0

Com processos cada vez mais digitais, as indústrias precisam encontrar novas maneiras de entregar mais valor aos clientes ao mesmo tempo em que agregam valor aos próprios negócios. E o gêmeo digital permite às empresas terem em mãos todo o ciclo de vida de um produto, desde o design e seu desenvolvimento, de forma digital. 

 A tecnologia permite uma visão 360° e em tempo real dos ativos da empresa, de forma a tornar a estratégia de manutenção mais inteligente, as operações mais eficientes, permitir o treinamento dos funcionários e testar produtos antes do lançamento e, dessa forma, corrigir qualquer problema sem que os clientes sejam afetados. 

De acordo com a Forbes, o uso da tecnologia de gêmeos digitais pode melhorar a velocidade de processos críticos em 30% e também permitir que as empresas tenham uma maior compreensão de como seus processos podem ser simplificados e otimizados para reduzir o tempo de inatividade das máquinas por meio da manutenção preditiva. 

Da mesma forma, o uso de gêmeos digitais contribui para reduzir o desgaste dos componentes e gerar alertas em tempo real para que a equipe de manutenção realize reparos mais rapidamente, contribuindo para manter a produtividade. 

A tecnologia também permite resolver problemas remotamente. Por meio de réplicas digitais, a equipe de manutenção realiza diagnósticos de qualquer lugar e podem orientar os clientes no reparo de equipamentos. 

Para embarcar na tecnologia

Além dos sensores, o gêmeo digital precisa de uma rede de comunicação segura e confiável para a transmissão dos dados e uma plataforma digital que analise essas informações para criar insights que permitam decisões por meio da IA e aprendizado de máquina. Assim, antes de iniciar o projeto, é necessário analisar a infraestrutura de comunicação já existente para entender se ela é capaz de coletar e transmitir os dados de forma eficaz. 

Feito isso, a melhor maneira de embarcar na tecnologia é identificar quais ativos e processos têm maior potencial de serem beneficiados pela iniciativa de gêmeo digital e começar com um projeto piloto e evoluir de acordo com os resultados desse piloto e conforme a capacidade de TI da empresa. 

 O gêmeo digital contribui para que a empresa crie novos fluxos de receita, mas por onde começar? Fale com nossos especialistas e saiba como nossas soluções de gestão de ativos podem te ajudar nessa jornada. 

CategoriesConexões Inteligentes,  Insights,  Melhoria Contínua

Como a Indústria 4.0 está transformando a manufatura Lean

De acordo com a PwC, as empresas buscam novas tecnologias para tornar suas fábricas mais inteligentes e para melhorar processos de design e produção e otimizar o relacionamento com seus fornecedores, além de oferecer uma experiência mais completa aos clientes.  

Como o método Lean trouxe o desafio de tornar os processos e a cadeia de suprimentos mais enxutos e com muito menos desperdício, a união dessas duas abordagens, com ênfase na automação de processos, cria novas questões sobre como conectá-las de forma que as empresas consigam aproveitar ao máximo os benefícios do Lean e da Indústria 4.0. 

Para empresas que já utilizam o método Lean no seu dia a dia, investir em novas tecnologias pode ajudar a alcançar os objetivos do próprio Lean, como os do negócio, mais rapidamente, e ainda capacitar a equipe e impulsionar melhorias nos processos. Ou seja, os resultados esperados são familiares às duas abordagens. 

 Lean e a Indústria 4.0 podem conviver?

Enquanto o consumidor se digitalizou rapidamente, o mesmo não aconteceu com as empresas, que agora buscam investir em novas tecnologias baseadas em dados para atender às necessidades dos seus clientes. 

 E as empresas, em sua maioria, já tinham esses dados em mãos, mas em sistemas que não conversavam entre si, e que precisam se integrar às novas soluções para fornecer uma visão 360º. da produção. 

 Como a metodologia Lean também busca reduzir a complexidade operacional, ou seja, tornar os processos mais simples, essa abordagem, junto com o uso de tecnologias inovadoras, pode levar rumo ao Lean 4.0 e tornar as empresas mais eficientes e preparadas para se adaptar rapidamente às mudanças de mercado, além de contribuir para o sucesso dos negócios. 

 E até mesmo mudanças simples podem causar um impacto gigantesco, como trocar o uso de papel por versões digitalizadas de documentos e manuais, que reduz custos e aumenta a produtividade rapidamente. 

 Lean 4.0

 Pesquisa do The Boston Consulting Group mostrou que 97% dos entrevistados disseram que a gestão Lean deve ser altamente relevante até 2030, entre eles 70% afirmaram que a digitalização da operação também terá grande relevância no futuro. 

Isso deixa claro que, ao adotarem a metodologia Lean junto com tecnologias inovadoras, as empresas conquistam os benefícios das duas abordagens mais rapidamente que se elas fossem trabalhadas separadamente.  

O uso de dados em tempo real e a comunicação entre máquinas e pessoas podem transformar o chão de fábrica, e torná-lo realmente enxuto, reduzindo erros e desperdícios por toda a cadeia de produção, além de permitir aos funcionários que façam modificações necessárias nos sistemas rapidamente. 

Claro, é necessário adaptar o Lean 4.0 para a realidade de cada empresa, para lidar com os desafios característicos da cadeia de suprimentos e do chão de fábrica. Além disso, é importante analisar quais situações dentro da empresa podem ser mais beneficiadas pelo Lean 4.0, de forma tornar sua adoção mais eficaz – por exemplo, investir em sensores e tecnologias que tornem a linha de produção mais flexível para a produção de produtos diferentes -, eliminando processos desnecessários e ineficientes. 

Criar essa sinergia entre o Lean e a indústria 4.0 de forma holística pode ser a forma de alcançar a eficácia operacional tão desejada por todas as empresas, além de reduzir custos e contar com recursos analíticos importantes para a manutenção da saúde dos negócios. 

A Atech pode ajudar sua empresa a tornar seus negócios mais eficientes por meio da implementação de metodologias ágil e Lean. Entre em contato e saiba como podemos te ajudar.

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Da Atech para o mercado: a expertise na busca pela excelência

Buscar a excelência não é um conceito novo e exclusivo de grandes empresas. Na verdade, desde nossa infância, quando iniciamos a vida escolar, somos orientados a buscar a excelência através de notas altas e boa disciplina. Com o tempo, percebemos que isso não é o suficiente para nos tornarmos excelentes profissionais, mas que outras habilidades e experiências também formam um ótimo profissional. E a busca pela excelência continua, pois a excelência é uma referência que nos guia para evoluirmos.

Se a excelência é um horizonte, a melhoria contínua é o caminho para esse destino. Melhorar a cada dia, mesmo que uma atividade cotidiana ou algum comportamento, torna o trabalho mais simples, mais fácil e gera impacto positivo para quem recebe o resultado dessa mudança. Quantas vezes, como clientes, nos sentimos mal atendidos porque não conseguiram atender nossas necessidades? Quantas vezes esses problemas poderiam ser resolvidos de forma simples? Mas quantas vezes também essas empresas não fizeram nada para melhorar?

A Atech busca a excelência visando melhorar nossos processos continuamente. Com cada item de clínica de melhoria resolvido, cada kaizen realizado, ou cada novo recurso que facilita o fluxo de valor e melhora nossas entregas, estamos dando mais um passo no caminho para a excelência. Além da atuação interna, a Atech tem levado para o mercado a experiência de mais de 10 anos da Embraer por meio da Atech consultoria, realizando kaizen e implantando outras metodologias em empresas do agronegócio, energia, mineração e óleo e gás.

Implantar o conceito de melhoria contínua nas empresas que já compreenderam que fazendo sempre o mesmo não permitirá sustentabilidade a longo prazo é gratificante, pois permite melhorar resultados de empresas de grande representatividade no nosso país, ao mesmo tempo que aprimora processos e os profissionais envolvidos, inclusive nossos consultores e especialistas. Assim como ocorre na nossa empresa, através de metodologias simples que envolvem os quatro elementos da excelência (estratégia, gestão, pessoas e processos), os resultados obtidos nos nossos clientes são impressionantes e sustentáveis.

Lutar pela excelência exige esforço e paixão, mas recompensa com a sensação de estarmos vivos, jovens e ativos, renovando constantemente nosso estado atual para um melhor resultado. Vamos, juntos, nessa caminhada da melhoria contínua dentro e fora da Atech?

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Gestão de Processos por Células – foco na satisfação dos stakeholders

Por: Denise Machado Silva

Fala-se muito na busca da excelência no ambiente empresarial. Isso pode ser muito efêmero se não for traduzido em processos claros, que levem a equipe a adotar padrões de excelência.

Ao criar o Programa Atech de Cultura de Excelência (ACE) (saiba mais aqui), foram definidos processos estruturados, que representam partes do Fluxo de Valor da Atech e são geridos pelas Células.

A Gestão de Processos por Células visa a integração entre todas as funções desempenhadas pela organização, garantindo o foco na entrega do valor esperado pelos stakeholders.

Para isso, além do organograma funcional da empresa, a Atech conta com uma estrutura por processos. No organograma convencional, as funções e hierarquias são apresentadas de acordo com cada área de atuação. Já na organização por processos, as funções são definidas de acordo com as células. Assim, os dois organogramas caminham lado a lado.

Confuso? Nem um pouco quando percebemos o quanto isso faz sentido dentro de uma organização que atua em projetos complexos e que podem ou devem conversar entre si, complementarem-se.

SISTEMÁTICA DE UTILIZAÇÃO DE CÉLULAS

As Células são unidades compostas por profissionais que podem ser de diferentes áreas, unidades de negócio, localizações geográficas e hierarquias, que compartilham um mesmo resultado. O objetivo principal das Células é garantir a produção de produtos e serviços que atendam às necessidades de todos os stakeholders, trabalhando em um sistema de “fornecedor e cliente”. São atividades vinculadas a cada uma das Células existentes:

Identificação, conhecimento e gerenciamento dos processos;

Gerenciamento de seus indicadores de resultados;

Promoção da melhoria contínua.

Para que a Célula possa alcançar seus objetivos, o Programa Atech Cultura de Excelência (ACE) conta com uma equipe de profissionais que promovem ações visando garantir a satisfação dos stakeholders, alinhado aos objetivos da organização de entregas sustentáveis, busca da melhoria contínua e perpetuidade dos negócios.

As Células são, necessariamente, formadas por um líder, um consultor ACE e membros que atuam em atividades vinculadas aos seus processos. Todos os colaboradores da Atech pertencem, necessariamente, a uma ou mais Células.

Cabem aos participantes de cada Célula:

Conhecer e apoiar o mapeamento dos processos organizacionais e disponibilizar as informações sobre eles, promovendo a sua uniformização e descrição em políticas, manuais e procedimentos;

Identificar, desenvolver e difundir internamente metodologias e melhores práticas da gestão de processos;

Promover o monitoramento e a avaliação de desempenho dos processos, de forma contínua, mediante a construção de indicadores apropriados;

Implantar melhorias nos processos, visando alcançar maior eficiência e eficácia no seu desempenho;

Minimizar riscos;

Reportar questões da qualidade, bem como tendências adversas à equipe envolvida.

São ferramentas utilizadas sistematicamente pelas Células:

SIPOC: uma ferramenta para explicar processos de maneira macro, que identifica entradas e saídas, processos, fornecedores e clientes.

Trabalho padrão: com o objetivo de gerenciar os processos, diminuir a variabilidade e aumentar a confiabilidade, é realizada a padronização dos processos das células em procedimentos e instruções de trabalho, que também servem de apoio na disseminação de informações e entrada para treinamentos e análise de melhorias.

Riscos empresariais: os riscos internos ou externos relacionados aos objetivos estratégicos da Atech são mapeados e monitorados nas planilhas de riscos das células, definindo seus responsáveis e suas tratativas para assegurar que quaisquer materializações ou evoluções que venham a ocorrer sejam conhecidas e geridas em um nível aceitável.

Torres de controle: representa os resultados de uma Célula permitindo que se realizem controle e análise dos resultados dos processos.  Nelas pode-se visualizar o atingimento dos resultados e usar estes dados para a tomada de decisão. Tem por base os indicadores de negócio alinhados à visão de excelência e à estratégia da Empresa e que meçam os resultados dos processos, como prazo, custo e qualidade dos produtos e serviços identificados no SIPOC das células.

Clínica de melhorias: funciona por meio de reuniões rápidas, direcionadas para decisões. Nela são tratadas as reclamações de clientes, Indicadores do Processo e registros de oportunidades de melhorias. As clínicas ocorrem pelo menos duas vezes ao mês e possuem como pauta os desvios, oportunidades de melhoria e não conformidades. Ações devem ser definidas e formalizadas utilizando a sistemática, quando aplicável, da análise de causa e ações corretivas.

Kaizen: método de gestão que tem como objetivo realizar a análise e eliminação de desperdícios com ações que resultam em melhoria na forma de realizar as atividades ou processos, ou do desempenho e recomendações para atividades/rotinas que demonstram alguma fragilidade, ou possam ser melhoradas.

5S (saiba mais aqui): ferramenta que permite o planejamento sistemático de utilização, ordenação, limpeza, padronização e disciplina no ambiente de trabalho, gerando assim, a melhoria contínua dos processos, maior produtividade, segurança e motivação dos funcionários.

 

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A Busca pela Excelência

Buscar a excelência não é um conceito novo. Pelo contrário, quem falou nisto pela primeira vez foi o filósofo grego Aristóteles (384-322 a.C.): “Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto, não é um feito, mas um hábito! ”

Se entregamos algo perfeito hoje e, claro, perfeito de acordo com os nossos parâmetros, amanhã poderá e deverá ser melhorado. Logo, a excelência não é uma chegada, é uma busca. Uma mudança de mentalidade, de ser capaz de entregar hoje algo melhor do que ontem.  É não aceitar o “vai assim mesmo” porque você acredita que dá para fazer algo melhor.

Excelência para a Atech

“Excelência” compõe um dos valores da Atech e, por isso, incentivamos que todos não apenas busquem, mas pratiquem a excelência diariamente.

Para a Atech, excelência se traduz em ser simples e melhorar sempre.

Com o intuito de endereçar a importância do tema, lançamos, em 2013, o Programa Atech Cultura de Excelência – ACE, que foi desenvolvido com base nos princípios Lean, tendo como objetivo garantir a satisfação dos stakeholders, entregando valor de forma sustentável, buscando a melhoria contínua e perpetuidade do negócio Atech.

Os 5 princípios Lean que norteiam o ACE e, através dele, toda a cultura Atech, são:

Especificar Valor sob a ótica do cliente

O que é importante para o cliente?

Identificar e alinhar o Fluxo de Valor

Conhecemos detalhadamente nossos fluxos de valor?

Quais atividades agregam valor?

As atividades que criam valor estão alinhadas na melhor sequência?

Realizar essas atividades em Fluxo Contínuo

Existem momentos em que o material ou informação para? Por quê?

Sempre que alguém as solicita (Puxado)

Os produtos são produzidos somente quando necessários?

Buscando sua Perfeição

Assumimos os desperdícios com naturalidade e indignação?

A Atech estimula seus funcionários a identificar melhorias no seu dia a dia, mediante inúmeras práticas balizadas nos princípios Lean. Acreditamos que a excelência é um dos principais pilares que asseguram o ganho da eficiência e a perpetuidade do negócio dado que, com a melhoria contínua, a organização se torna mais ágil e preparada para as mudanças do mundo, das tecnologias e da sociedade.  Para a Atech, a jornada para a Excelência não tem fim. E nesta infinitude, transformamos nossas entregas e produtos em algo com maior valor agregado, enfatizamos o hábito de pensar sempre na melhoria e, com isso, impactar positivamente nossa empresa e a sociedade.

 

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Compliance não é um modismo

Compliance não é um modismo. Mais do que um programa aplicado em empresas para garantir sua sobrevivência nos mercados, é uma atitude individual que, quando compartilhada por todos os membros de uma cadeia produtiva, leva a um maior nível da integridade corporativa e social.

Na recente história, encontramos inúmeros conglomerados e empresas de diferentes setores que não tiveram o nível de governança necessária para evitar operações ilícitas. O assunto, apesar de ser foco de preocupação mundial desde a década de 70, com as investigações relativas ao caso Watergate, vem ganhando força nesta última década.

Historicamente, o debate global sobre a importância do combate a atos ilícitos em transações empresariais foi o fator gerador de importantes travas, tais como o conhecido FCPA (Foreign Corrupt Practices Act), promulgado pelo governo norte americano, com o objetivo de coibir subornos transacionais por parte de empresas do país. Em 1997 a comunidade internacional conjugou esforços, universalizando instrumentos de combate à corrupção, através da Convenção sobre o Combate da Corrupção de Funcionários Públicos Estrangeiros em Transações Comerciais Internacionais, realizada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Em 2008, o rigor na aplicação das regras cresceu para os países do G-20. Em 2010, foi promulgado na Inglaterra o UK Bribery, um ponto de suma importância para a aprovação e execução de regulamentos por outros países.

Estatística do Banco Mundial estima um desperdício de 25% a 30% do PIB (Produto Interno Bruto) nos países onde existe um elevado índice de corrupção, número que, quando comparado aos 3% relativos aos países que possuem rigor no combate e prevenção de ilícitos, mostra o quanto a sociedade perde com o tema corrupção.

Neste sentido, a busca da prática do Compliance tem sido reforçada por muitas empresas. Na Atech, este tema tem sido foco de atenção desde 2012, com vistas a garantir o mais alto nível de integridade corporativa em todas as suas atividades. Iniciou-se quando a empresa publicou a primeira versão do Código de Ética e Conduta, cujas premissas visam apresentar a todos os públicos que se relacionam com a organização suas regras de conduta, sendo este código o alicerce de uma mentalidade guardiã da integridade, a principal referência para compartilhamento dos valores e regras.

Na sequência, diversas políticas foram implementadas e outras revisitadas, visando reduzir quaisquer tipos de zonas cinzentas e prevenindo a potencial conduta ilegal, antiética e imprópria, incluindo fornecedores, clientes e parceiros de negócios, sendo a principal delas a Política Anticorrupção.

Em 2016, implantamos um canal de denúncias que permite a investigação de questões éticas e de comportamento relacionadas a possíveis violações do Código de Ética e Conduta, da Política Anticorrupção e de demais políticas internas da Atech, leis e regulamentos. Gerenciado por uma empresa terceirizada e independente, o canal possibilita que os riscos potenciais encaminhados sejam tratados de forma consistente, garantindo o anonimato do denunciante e  uma detecção mais acurada de desvios de conduta.

Desde então, o tema “Compliance e ética” tem sido foco da organização, com acompanhamentos sistemáticos de práticas e constantes treinamentos internos.

Ao adequar o comportamento ético e sustentável, a Atech não apenas protege sua imagem, mas também garante acesso aos mercados e, principalmente, a sustentabilidade do negócio.

Nestes anos de implementação de uma mentalidade de Compliance e Ética, entendemos que a comunicação constante e canais abertos são as grandes ferramentas de conhecimento em relação às regras. Quando se soma a este conhecimento a ATITUDE DO AGIR CORRETO SEMPRE, entendemos que a empresa mirou sua atuação na AÇÃO RETA E IDÔNEA, garantindo um futuro com integridade.

melhoria contínua
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Conheça os três conceitos da melhoria contínua pela metodologia Lean

Por trás da filosofia de melhoria contínua está a busca constante do aperfeiçoamento de processos, produtos ou serviços. É uma estratégia que está sempre em movimento, seguindo o chamado ciclo PDCA (Plan, Do, Check, Act):

Planejar – Como o processo atual pode ser melhorado?

Executar – Implementar mudanças

Checar – Mensurar os resultados a partir de indicadores de desempenho

Ajustar – As mudanças estão funcionando? Em caso negativo, fazer os ajustes necessários

Apesar de parecer até simples na teoria, colocar em prática uma filosofia de melhoria contínua é bem mais complexa, já que prevê que todo e qualquer aspecto de uma operação pode ser melhorado, e também necessita do engajamento de todas as equipes, já que as pessoas que atuam no dia a dia desses processos é que estão na melhor posição para identificar as mudanças de devem ser feitas e todos os departamentos precisam estar alinhados aos objetivos de melhoria.

A melhoria contínua pela metodologia Lean

A filosofia Lean é uma metodologia de melhoria contínua que oferece uma forma estruturada para que as equipes possam manter a melhoria como principal prioridade, eliminando desperdício de tempo, materiais, mão de obra e outros recursos.

Além de acabar com o desperdício, toda iniciativa Lean precisa estar embasada em propósitos claramente definidos e orientados à criação de valor para o cliente. Os produtos e os serviços devem ser criados e entregues nas quantidades certas, nos locais corretos, no momento certo e em perfeitas condições.

 Os três conceitos que garantem a melhoria contínua

A melhoria contínua pela metodologia Lean é uma cultura, não um evento

Talvez o maior diferencial entre o termo genérico “melhoria contínua” e a metodologia Lean é que a segunda é uma cultura, uma prática diária e constante, e não um evento ou ação isolada e sem continuidade.

A filosofia Kaizen (mudança para melhor) é que visa aprimorar cada processo por vez. Organizada em eventos, é criada sempre que algo precisa ser melhorado e, assim que seu objetivo é alcançado, sua função é encerrada.

Muitas empresas enxergam a melhoria contínua como um evento temporário ou uma ação para resolver um determinado problema. Mas as organizações que adotam a metodologia Lean enxergam a melhoria contínua como uma cultura, com práticas diárias que fazem com que entreguem mais valor aos clientes.

Flávio Augusto Picchi, presidente do Lean Institute Brasil, afirma que “isso significa, no contexto das empresas, buscar, cada vez mais, a agregação de valor em tudo o que se faz, olhar cotidianamente os processos sempre pelo ponto de vista dos clientes e questionar, a todo momento, se os processos da companhia estão, concretamente, criando valor para quem paga por eles”.

A metodologia Lean é mais eficaz quando praticada em toda a empresa

Todos os departamentos de uma empresa precisam estar alinhados, engajados e dispostos a abraçar a nova cultura para que os esforços de melhoria contínua pela metodologia Lean sejam efetivos.

Caso contrário, um departamento pode melhorar o seu desempenho e otimizar seus processos, mas, se não estiver alinhado ao resto da empresa, pode prejudicar as atividades de outro setor e, ao final, prejudicar o negócio como um todo.

Vamos tomar como exemplo o departamento de Marketing que, atento somente à necessidade de melhorar seus processos internos, não aceite demandas ou não trabalhe em conjunto com outras áreas, atuando de forma isolado dos outros departamentos.

Sem o compartilhamento de informações, o Marketing pode desenvolver uma campanha para um produto que logo terá uma nova versão no mercado, ou mesmo usar um discurso totalmente diferente do usado pela equipe de vendas. Aplicar a melhoria contínua de forma isolada não se encaixa na metodologia Lean, que visa otimizar todos os processos em toda a empresa.

A metodologia Lean ajuda a maximizar o valor e agilizar a entrega

O objetivo da melhoria contínua pela metodologia Lean é permitir que as equipes encontrem maneiras de oferecer mais valor aos seus clientes de forma mais rápida, implantando a cultura de melhoria contínua no dia a dia da empresa, usando o ciclo PDCA.

A meta é que a toda a empresa adote uma cultura Lean, sempre avaliando os processos e, também, tentando entender cada vez mais os clientes – antecipando as suas demandas e assumindo riscos calculados.

Picchi ressalta que “a capacidade de agregar valor ao cliente é o que fará a grande diferença entre as empresas que farão sucesso e as que vão fracassar. No mundo dos negócios e do trabalho, tendências mudam a todo momento. Elas vêm e vão, muitas vezes de forma rápida e repentina. Assim, independentemente dos caminhos a se seguir, adote uma base que certamente não muda e que vai lhe diferenciar em tudo o que fizer: ‘seja Lean’”.

 

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Ambiente de trabalho colaborativo

A Atech inaugurou, nesta terça-feira (16/10), uma nova filial em São José dos Campos, localizada no Centro Empresarial IV do Parque Tecnológico. O local deve abrigar cerca de 276 funcionários da área de Negócios Corporativos, responsável pelo desenvolvimento de soluções de Gestão de Ativos, Logística, Segurança Digital e Conexões Inteligentes, que compõem a plataforma OKTO.

Com ambiente de trabalho colaborativo e inovador, baseado no conceito de clean desk, que visa oferecer um ambiente mais diversificado, agradável e produtivo, o espaço conta com posições de trabalho de uso livre, com mesas compartilhadas e utilizadas de acordo com a tarefa.

A nova filial, que possui, ao todo, com 480 m², traz ainda uma série de outros espaços colaborativos, como tablados, sofás e salas de reunião modulares, além de duas plataformas dedicadas para projetos que necessitem de maior interação da equipe.

A Atech já está presente nas instalações do Parque Tecnológico com o Laboratório de Calibração, o Lab.Tech, em que são realizados treinamentos de controladores de voo, em parceria com o ICEA (Instituto do Controle do Espaço Aéreo).

Evento de abertura

O evento de inauguração do espaço no Parque Tecnológico contou com a participação do prefeito de São José dos Campos, Felício Ramuth; do secretário de Inovação e Desenvolvimento Econômico de São José dos Campos, Alberto Alves Marques Filho; do diretor geral do Parque Tecnológico, Marco Antônio Raupp; do presidente da área de defesa e segurança da Embraer, Jackson Medeiros de Farias Schneider, além de clientes e parceiros.

Para o presidente da Atech, Edson Mallaco, a empresa hoje é capaz de oferecer soluções tecnológicas ao mercado corporativo a partir de uma longa e próspera experiência nas áreas de Defesa, Gerenciamento de Tráfego Aéreo, Governo e Segurança Pública.

“Nosso time de São José dos Campos é diferenciado, especializado em pensar em soluções relacionadas à tomada de decisão e ganhos de produtividade em diversos setores, tais como o agronegócio, aeroespacial, utilities, farmacêutico, químico, entre outros. Nosso diferencial é justamente esse, o de conseguirmos desenvolver soluções customizáveis, que atendam aos anseios dos clientes, independente de qual seja sua demanda”, afirma Mallaco.

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