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Céus abertos para o vanguardismo da aviação brasileira

Brasil é considerado um dos cinco países mais desenvolvidos do setor e pode ganhar destaque em próxima eleição do órgão máximo da aviação no mundo

 O Brasil tem reafirmado seu papel de liderança e protagonismo na aviação civil mundial. A mais nova prova disso é a candidatura do Brigadeiro do Ar Ary Rodrigues Bertolino ao cargo máximo da maior entidade do segmento: Secretário-Geral da Organização de Aviação Civil Internacional – OACI, também conhecida por sua sigla em inglês ICAO, agência das Nações Unidas formada por 193 países e responsável por  promover o desenvolvimento seguro e ordenado da aviação civil mundial, por meio do estabelecimento de normas e regulamentos necessários para a segurança, eficiência e para proteção ambiental.

Sua indicação pode, portanto, consagrar a trajetória bem-sucedida do Brasil no controle de tráfego aéreo e o país como uma das principais lideranças no mundo na aviação civil internacional.

Conhecido por sólida experiência na área, visão ampla do setor, liderança, bom trâmite internacional e bom humor, Brigadeiro Bertolino ocupa hoje o posto de assessor aeronáutico da Delegação Brasileira na OACI, em Montreal, no Canadá e de Representante Alterno no Conselho da OACI. Sua candidatura ao cargo máximo da instituição se deu em função do seu conhecimento em administração de organizações complexas nos âmbitos regional, nacional e internacional, em recursos humanos, computacionais e financeiros em benefício dos Estados Membros da Organização.

Brigadeiro do Ar Ary Rodrigues Bertolino

Destaque internacional

Ao todo, são mais de 24 anos dedicados à OACI, exercendo, entre outros cargos, a vice-presidência do Grupo do Caribe a América Latina (LAC3) da CANSO, a relatoria do Grupo de Trabalho de Automatização e Base de Dados do Subgrupo AIS do Grupo Regional de Planejamento e Execução do Caribe e América do Sul (GREPECAS), além da atuação como membro do Painel para o Uso Aeronáutico da Internet Pública. Nos últimos quatorze anos, teve sob a sua supervisão a Agência Regional de Monitoração das Regiões do Caribe e América do Sul (CARSAMMA). Atualmente, exerce a função de Vice-Presidente do Grupo Regional de Planejamento e Execução do Caribe e América do Sul (GREPECAS).

Paralelamente, construiu sua trajetória como docente, instrutor, e assessor estratégico e chefe do Departamento de Efetividade Institucional do Colégio Interamericano de Defesa (IADC), em Washington DC – EUA.

Legitimamente brasileiro

Seu legado em solo e no céu brasileiro não é menos importante. Brigadeiro Bertolino já esteve à frente de diversos e relevantes projetos de desenvolvimento do tráfego aéreo no país: do planejamento de grandes eventos do Brasil como Rio + 20, Jornada Mundial da Juventude, Copa das Confederações 2013, Copa do Mundo FIFA 2014 e Jogos Olímpicos 2016, implantação do Sistema SISNOTAM no Brasil e no Uruguai, depois participar da ativação do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), uma nova Unidade da Força Aérea,  e da Central de Transporte de Órgãos do Ministério da Saúde dentro do CGNA, entre inúmeros outros projetos e iniciativas.

Parcerias

De acordo com o Brigadeiro, para o efetivo desenvolvimento da aviação no mundo é fundamental a parceria entre os entes do setor, a indústria e as universidades. “No Brasil, por exemplo, a Força Aérea Brasileira tem entre  suas parceiras,  a Atech, do Grupo Embraer,  que nas últimas duas décadas tem atuado em conjunto com a FAB para o domínio do sistema de trafégo aéreo, chegando hoje à  evolução e inovação de  soluções para a gestão e defesa de 100% do espaço aéreo brasileiro”, destaca ele, ao ressaltar que esse cenário tem contribuído para colocar o país entre os maiores players do segmento. No âmbito acadêmico, ele explica a relevância de uma atenção especial às universidades. “É fundamental trabalhar o conhecimento e a inovação para garantir a qualidade dos serviços nas próximas gerações”.

Desafios da aviação

Mas qual o futuro da aviação no mundo? Quais as pautas prioritárias que a OACI tem que abraçar nos próximos anos?

Para o Brigadeiro Bertolino, o segmento da aviação foi um dos mais impactos pela pandemia e deve ser um dos últimos a se recuperar, exigindo da OACI a condução do processo de retomada. “É um grande desafio trazer de volta a confiança do passageiro em suas viagens, mas precisamos de medidas para que isso aconteça de forma gradual e segura”, destaca.

Atech é parceira da FAB no desenvolvimento de sistemas para controle do espaço aéreo brasileiro

Outra grande bandeira está relacionada ao descompasso da inovação e da criação de normas regulamentadoras para o setor. “A aviação tem como uma de suas características principais a inovação, contudo, ela anda em uma velocidade muito maior que o processo de criação ou alteração de uma norma. Não podemos esperar, por isso devemos adotar mecanismos para agilizar a incorporação das inovações tecnológicas às publicações da OACI, muitas vezes isso pode ser feito com mudanças simples, em um processo de decisão colaborativa”, explica Bertolino, ao ressaltar que ainda é importante considerar as especificidades, capacidade de investimento, e de demanda de tráfego de cada país.

A disseminação e a popularização dos drones também é uma pauta relevante. Segundo o Brigadeiro Bertolino, a OACI apresentou um estudo recentemente destacando que, em uma cidade como Paris, daqui a cinco anos, a expectativa diária de circulação é de mais de 87 mil equipamentos. “Será preciso a um bom planejamento para o gerenciamento desses drones no mesmo espaço aéreo que as aeronaves”.

O candidato à secretário-geral na ICAO pontua também o novo cenário que deve surgir com a implantação, por diversos países, do ADS-B Satelital (Sistema de Vigilância Dependente Automática por Radiodifusão) de aeronaves, para a vigilância global de tráfego aéreo. “Certamente será um tema palpitante da instituição nos próximos anos”.

Por fim, o Brigadeiro Bertolino elencou a questão do meio ambiente como uma pauta relevante para ser debatida entre os países. “Há uma necessidade de buscar uma equalização entre a importância da preservação do meio ambiente e a força econômica ligada às empresas e aos países”.

A eleição para a cargo de secretário-geral da OACI será realizada em Montreal, entre fevereiro e março de 2021. Brigadeiro Bertolino afirma que, caso conquiste o posto, terá como foco a resolução de questões internas e externas com ética e transparência, priorizando a motivação e o bom ambiente de trabalho na instituição e suporte total ao Conselho em sua missão de definir as políticas e estratégias. Fomentará uma maior participação feminina no staff da OACI. Outro ponto importante será dar representatividade a todas as regiões do mundo, dentro da OACI. Além disso, abrirá um amplo canal de diálogo com todos os stakeholders da aviação e adotar medidas para benefício de todos os Estados Membros.

O Brigadeiro Bertolino será o Secretário Geral de todos os Estados-Membros.

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Atech é destaque na revista Air Traffic Technology

O setor de gerenciamento de tráfego aéreo foi um dos mais afetados durante a pandemia de Covid-19. A Atech, responsável pelo fornecimento do sistema que opera no Brasil e em outras partes do mundo, teve de encontrar formas alternativas de continuar entregando suas soluções, testes de aceitação e manutenção durante o lockdown. Por meio da tecnologia e de ações remotas, a empresa conseguiu transpor os desafios. Sua atuação ganhou destaque em uma das principais publicações do mercado do setor aéreo, a Air Traffic Technology. Confira abaixo.

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Interlocução entre governo, setor privado e cidadãos forma a tríade que torna possível o desenvolvimento de cidades inteligentes

Na última sexta-feira (07), a Atech esteve presente na live “Smart Cities – Planejamento Urbano e Inovação para uma vida saudável”, promovida pela aceleradora B2Mamy e pelo centro de inovação e economia criativa STATE.

Com mediação de Jaqueline Lamente, mentora da B2Mamy, o encontro contou com a participação do nosso diretor de TI e Inovação, Mauro Junior, da arquiteta e urbanista e gestora de master plann e intervenção urbana do InvestSP, Daniela Rebouças, e do empreendedor, fundador e CEO do STATE, Jorge Pacheco.

Mais do que falar sobre o que define o conceito de cidades inteligentes, os participantes debateram quais elementos contribuem para essa realidade e qual o papel de cada ator nesse sistema: governo, setor privado, sociedade e cidadãos.

Segundo o estudo World Urbanization Prospects 2018, produzido pela Organização das Nações Unidas (ONU), até 2050 as áreas urbanas devem concentrar 68% da população mundial. Como promover saúde e qualidade de vida nas grandes cidades? A sustentabilidade tem ganhado papel de destaque em discussões que envolvem o tema smart cities. E qual o papel da tecnologia nisso tudo?

Participantes da Live promovida pela B2Mamy e STATE

Para Mauro Junior, é difícil imaginar qualquer coisa sem tecnologia hoje em dia, mas segundo o diretor da Atech, quando falamos de smart cities e pensamos apenas nessa vertente, fica faltando algo. “Sem dúvida, a tecnologia é um pilar importante, mas é preciso ter a capacidade de pegar a tecnologia e a modernidade já desenvolvidas e aplicar em benefício dos cidadãos. Cidade inteligente é aquela que provê sustentabilidade para a sociedade, melhor utilização dos recursos. Ou seja, que inclui as pessoas”.

O uso estratégico de infraestrutura e a integração de serviços tecnológicos de informação e de comunicação dentro da gestão urbana, respondendo às necessidades sociais da localidade, é o que, na opinião de Daniela Rebouças, faz uma cidade inteligente. “Esse é um mercado global que movimenta mais de US$ 400 bilhões anualmente. Dentro desse tema, é preciso pensar na ecologia e no planeta em que vivemos. O quão as cidades estão impactando o meio ambiente e como reverter isso”.

De acordo com Jorge Pacheco, o Brasil possui tecnologias para o desenvolvimento das smart cities, além de capital privado para investir neste segmento, em formato de parceria púbico privada, mas “falta estímulo e colaboração de todos os atores. É preciso melhorar a interlocução com a população e sua experiência, facilitando a participação cidadã, e também estimular a iniciativa privada a investir na melhoria da cidade. E o governo tem um papel importante nisso”.

Os três falaram ainda sobre gestão, como uma política de estado contínua pode contribuir neste caminho e o que a pandemia trouxe de ensinamentos para este tema.

Não conseguiu acompanhar ao vivo? Clique aqui para conferir a live na íntegra.

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CISCEA E Atech realizam testes de aceitação em fábrica 100% remoto 

por 1o Ten. REP Camille Barroso/CISCEA

Em tempos de pandemia, a Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo (CISCEA), encontrou uma forma inovadora de dar continuidade às
suas atividades e manter o cronograma dos projetos previstos para este ano, minimizando os impactos nos compromissos contratuais pré-estabelecidos.

Pela primeira vez, a CISCEA conduziu o evento de FAT (Teste de Aceitação em Fábrica, do inglês Factory Acceptance Testing) do SAGITARIO (Sistema Avançado de Gerenciamento de Informações de Tráfego Aéreo e Relatórios de Interesse Operacional) inteiramente remoto. O teste tem como objetivo garantir a qualidade e eficácia das novas funcionalidades do Sistema através de um ambiente simulado, retratando o cenário mais fidedigno possível da realidade operacional. O SAGITARIO é um sistema que passa por constantes atualizações, para aperfeiçoamento de suas funcionalidades e melhorias, com intuito de adap- tar-se às características específicas de cada Centro, mantendo-se sempre compatível com os demais sistemas integrados e implantados no Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (Sisceab).

Leia a matéria publicada pela revista Asas, na íntegra, abaixo ou clicando em: noticias atech (1)

Publicação na Revista Asas

 

 

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MD, MRE e Atech falam sobre oportunidades e processos de internacionalização para a BID em live no DAN TV

Na noite da última sexta (17), a Atech esteve ao lado dos Ministérios da Defesa (MD) e das Relações Exteriores (MRE), na live “Desenvolvimento de Negócios Internacionais na Área de Defesa no Novo Cenário Mundial”, promovida pelo canal Defesa Aérea & Naval, o DAN TV.

O objetivo do encontro, que reuniu o General de Divisão Luis Antonio Duizit Brito, Diretor do Departamento de Promoção Comercial do Ministério da Defesa, Thiago Carneiro, Chefe da Divisão de Produtos de Defesa do MRE e Vinicius Meng, Responsável pelo Desenvolvimento de Negócios Internacionais na Área de Defesa da Atech, foi trazer luz para as empresas da Base Industrial de Defesa (BID) sobre processos de internacionalização e como funciona o passo a passo para quem deseja começar a exportar.

O General Duizit reforçou que para que isso ocorra, é necessário primeiro que o Brasil queira se internacionalizar e que o Departamento de Promoção Comercial do MD tem como intuito fazer com que a estrutura industrial de defesa do Brasil seja forte para gerar as capacidades que o setor precisa, dentro da normativa da Estratégia Nacional de Defesa, e, assim, contribuir para a soberania tecnológica do país.

Para que essa promoção a indústria brasileira ocorra de forma efetiva e eficaz em outros países, o governo investe em missões técnicas e também no apoio a levar a BID para participar de feiras e eventos internacionais, além de haver um departamento de inteligência comercial dentro dos Ministérios com foco na promoção das companhias nacionais no mercado externo. O MD também está preparando um curso EAD para as empresas saberem como se relacionar com o governo frente a essas oportunidades internacionais. Como iniciar o contato, por quais canais, especificações que a empresas precisa ter para criar oportunidades nesse cenário, entre outros.

“Neste momento de pandemia, estamos trabalhando com ações dentro do Pró-Brasil para estimular a indústria nacional, buscando melhorar nossos estoques, fazendo a cadeia produtiva girar mais rápido e promovendo intensa negociação por vídeo conferência com os principais mercados brasileiros para abrir mais oportunidades. A qualidade dos produtos faz com o que o Brasil vire um parceiro comercial. e a Atech é dessas empresas que abrem espaço para o país”, comenta o Genral Duizit.

De acordo com o Secretário Thiago, para que as empresas brasileiras sigam para o mercado externo, primeiro há um controle das exportações feito pelo Itamaraty e pelo Ministério da Defesa. Além disso, é preciso entender a situação geopolítica global para se inserir em determinados mercados. “A venda de produtos de defesa é puramente polícia. Isso ocorre de maneira constante. É importante ter uma inteligência comercial que permita saber se aquele local em que a empresa quer atuar é viável e o MRE faz todo esse estudo”.

Para o executivo do MRE, o Brasil tem capacidade para produzir material de defesa em amplos setores. De mísseis a radares, passando por armas não letais, criptografia, sistemas de combate até biossegurança. “Uma forma de valorizar nossa BID é mostrar como o próprio país é cliente de seus produtos, serviços e tecnologia. É um prazer e uma honra trazer uma delegação estrangeira e mostrar o que a Atech fez para o Brasil, por exemplo”.

Para seguir rumo a internacionalização, a empresa também precisa ter a sua área de inteligência comercial. E foi assim que a Atech seguiu para esse caminho, se preparando e criando todas as possibilidades para investir neste segmento, sempre em coordenação com o MD e o MRE.

Segundo Vinicius Meng, o Brasil é considerado uma alternativa frente aos grandes players em razão de da flexibilização de algumas questões. “Além disso, há uma real transferência de tecnologia e de conhecimento quando exportamos. Temos parcerias estratégicas estabelecidas e conseguimos levar um aprofundamento doutrinário. Já o grande player entrega um treinamento baseado na cadeia de produto dele e, às vezes, não é o que o cliente precisa. Não oferecemos caixa preta”.

Para aqueles que desejam exportar, o executivo da Atech reforça que a BID é um diferencial no mundo. “Quando viajamos e nos apresentamos com o MD e o MRE vemos que temos produtos que fazem frente aos que estão acima da linha do Equador, somos verdadeiramente uma alternativa que é considerada por muitos players”.

Confira a Live completa aqui.

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Thyssenkrupp, Embraer e Atech assinam o contrato de construção dos Navios Classe Tamandaré da Marinha do Brasil

Nesta quinta-feira (5/3), no Rio de Janeiro, a EMGEPRON, empresa estatal independente vinculada ao Ministério da Defesa por intermédio do Comando da Marinha do Brasil, e a Águas Azuis, empresa formada pela thyssenkrupp Marine Systems, Embraer Defesa & Segurança e Atech, assinaram o contrato para a construção dos quatro navios Classe Tamandaré de última geração, com entrega prevista entre 2025 e 2028.

A construção será realizada 100% no Brasil, em Itajaí (SC), com expectativa de taxas de conteúdo local acima de 30% para o primeiro navio e de 40% para os demais. A thyssenkrupp fornecerá a tecnologia naval de sua comprovada plataforma de construção de navios de defesa da Classe MEKO®, que já opera em 15 países. A Embraer integrará sensores e armamentos ao sistema de combate, incorporando ao programa seus 50 anos de experiência em soluções de tecnologia de sistemas e suporte em serviço.

A Atech, uma empresa do Grupo Embraer especializada em engenharia de sistemas para aplicações de Defesa, será a fornecedora do CMS (Combat Management System) e do IPMS (Integrated Platform Management System, da L3 MAPPS) e receptora de transferência de tecnologia em cooperação com a ATLAS ELEKTRONIK, subsidiária da thyssenkrupp Marine Systems que produz o CMS e sistemas de sonar.

“Somos gratos em poder participar novamente de um marco tão importante na história da defesa naval do Brasil com os navios mais avançados em sua classe. Relembramos as grandes conquistas que tivemos, desde a construção dos submarinos da Classe Tupi na década de 1980, e este é o reconhecimento da excelência tecnológica, confiabilidade e longevidade das soluções que oferecemos há quase dois séculos. O Programa Classe Tamandaré irá fortalecer nossos laços, por meio da transferência de tecnologia e da geração de empregos altamente qualificados para o país”, afirma Dr. Rolf Wirtz, CEO da thyssenkrupp Marine Systems.

“Essa parceria valida os esforços para expandir nosso portfólio de defesa e segurança além do segmento aeronáutico. Nos últimos anos, adquirimos experiência no desenvolvimento e na integração de sistemas complexos, entre outros, a fim de tornar a Embraer qualificada para atender às necessidades da Marinha do Brasil, além de fortalecer nossa posição como parceiro estratégico do Estado Brasileiro”, diz o CEO da Embraer Defesa & Segurança, Jackson Schneider.

Além da construção, o contrato inclui uma robusta transferência de tecnologia em engenharia naval para fabricação de navios militares e sistemas de gerenciamento de combate e de plataforma, bem como o apoio logístico integrado e o gerenciamento do ciclo de vida das embarcações.

O Programa Classe Tamandaré tem potencial de gerar empregos diretos e indiretos de alta qualificação. Prevê um sólido modelo de parceria nacional com habilidade comprovada de transferência de tecnologia e de qualificação de mão de obra local, o que garante o desenvolvimento de futuros projetos estratégicos de defesa no Brasil.

A aliança naval entre a thyssenkrupp Marine Systems e a Embraer Defesa & Segurança também permitirá criar bases para a exportação de produtos de defesa naval a partir do Brasil.

 

MEKO®: o autêntico navio para águas azuis

 Os novos navios multimissão serão baseados nas soluções comprovadas de construção naval da Classe MEKO® da thyssenkrupp Marine Systems, já utilizada em 82 embarcações em operação em Marinhas de 15 países, entre eles Portugal, Grécia, Austrália, Argentina e Argélia. O conceito exclusivo MEKO® de design modular facilita a integração local e a transferência de tecnologia, ajudando a reduzir os custos de manutenção e modernização. Combinando tecnologia de ponta, inovação e capacidades robustas de combate, a Classe MEKO® é um autêntico navio-escolta para águas azuis com qualidades excepcionais de autonomia e robustez.

 

Sobre a Águas Azuis

Águas Azuis é uma sociedade de propósito específico estabelecida entre a thyssenkrupp Marine Systems, a Embraer Defesa & Segurança e a Atech, subsidiária da Embraer, para a construção dos quatro novos navios Classe Tamandaré, a fim de ampliar e modernizar a esquadra da Marinha do Brasil. Ela terá forte presença no país e conta com a sólida experiência das suas empresas controladoras em diversas áreas.

As empresas integrantes têm um sólido e longo histórico de relacionamento, além de forte presença em diversos países. Líder da parceria naval Águas Azuis, a thyssenkrupp Marine Systems, empresa do Grupo thyssenkrupp, é um dos fornecedores líderes mundiais de sistemas para submarinos e embarcações de superfície naval, bem como tecnologias de segurança marítima com histórico secular de construção naval. A Embraer Defesa & Segurança, unidade de negócio da Embraer, está presente em mais de 60 países e é líder na indústria aeroespacial e de defesa na América Latina.

A Atech, subsidiária da Embraer, desenvolve soluções inovadoras para controle de tráfego aéreo, sistemas de comando e controle, segurança cibernética, sistemas de instrumentação e controle, sistemas embarcados, simuladores e logística. Também atua em outros projetos estratégicos da Marinha do Brasil, como o LABGENE (laboratório de geração de energia nuclear), para o qual desenvolve sistemas de Controle e Proteção e o sistema tático de missões de combate para o H225M/H-XBR SUPER COUGAR da Marinha do Brasil.

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Atech é Certificada com uma das Melhores Empresas Para Trabalhar no Brasil

Empresa conquistou certificação pela prestigiada entidade Great Place To Work

 

A Atech S.A., empresa do Grupo Embraer, conquistou a certificação GPTW, obtida junto à consultoria de mesmo nome, reconhecida internacionalmente. O Programa de Certificação GPTW mede a percepção dos funcionários em relação à empresa. Ao obter tal certificação, os colaboradores Atech atestaram que a empresa conta com um ótimo ambiente de trabalho.

Durante o ano de 2019, a Atech investiu energia em escutar e entender quais pontos deveriam ser trabalhados, direcionando as ações de melhoria da Atech e, assim, obtendo como consequência dessas ações a certificação como um GPTW.

A avaliação por parte dos funcionários teve uma expressiva participação – 72% dos colaboradores responderam a pesquisa, obtendo como pontos mais valorizados os benefícios da empresa, a possibilidade de todos terem um bom equilíbrio de vida pessoal e profissional, e o reconhecimento por ser uma empresa honesta, ética, respeitosa e que preza pelo bom relacionamento.

“Nos dados qualitativos da pesquisa ficou evidente que os profissionais sentem que podem ser eles mesmos em um ambiente de trabalho respeitoso e amigável e reforçaram que a flexibilidade nos horários de trabalho permite um bom equilíbrio de vida e profissional”, destaca a gerente de Recursos Humanos, Larissa Malinauskas Biolcati.

“Para a Atech, obter a certificação GPTW reforça o quanto é importante ter um ambiente de trabalho e uma equipe em sinergia para o crescimento da empresa. Sermos reconhecidos pelos nossos próprios colaboradores é muito gratificante”, conclui o presidente da Atech, Edson Mallaco.

 

 

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Atech integra comitiva presidencial em visita oficial à Índia

Empresa brasileira foi responsável pela implantação de sistema de gerenciamento de fluxo de tráfego aéreo naquele país

A Atech S.A., empresa do Grupo Embraer, integra a delegação de empresários que acompanha a comitiva da Presidência da República em visita oficial à Índia. Além de encontros com entidades governamentais daquele país, os empresários participaram do Seminário “1º Brazil-India Defence Industry Dialogue”, realizado no dia 27 de janeiro.

O Seminário foi aberto pelo secretário de Produtos de Defesa (Seprod), Marcos Degaut, ligado ao Ministério da Defesa, e pelo secretário de Defesa da Índia, Ajay Kumar. A Atech foi representada pelo Diretor de ATM, Marcos Resende, e por Vinicius Meng, responsável pelo Desenvolvimento de Negócios de Defesa na área Internacional, que reforçaram a importância da presença das empresas brasileiras para a conquista de novos mercados ou mesmo o fortalecimento da presença do Brasil, em sintonia com a cooperação Brasil-Índia.

“Principalmente na área de Defesa, contarmos com a chancela do governo federal para possíveis acordos bilaterais é fundamental”, destaca Resende.

A Atech já possui negócios na Índia e busca fortalecer ainda mais essa parceria. Em 2019, a empresa concluiu a implantação do SKYFLOW – sistema avançado de gerenciamento de fluxo de tráfego aéreo (ATFM) de última geração com emprego de tecnologia 100% brasileira, para a Índia. Os testes finais, certificações e os aceites por parte do cliente foram concluídos em dezembro de 2019. Com isso, a Índia passa a ser a sétima região no mundo a contar com um sistema para gerenciar o tráfego aéreo. Além da Índia, somente Estados Unidos, Europa, Austrália, África do Sul, Brasil e Japão contam com sistemas exclusivos como o SKYFLOW.

O sistema SKYFLOW, da Atech, integra os dados de intenções de voos futuras das companhias aéreas, aeroportos e dados de órgãos de controle, incluindo dados de posicionamento das aeronaves, com informações de planos de voo e da situação operacional dos aeroportos e auxílios a navegação e comunicação, essenciais para a otimização do fluxo de tráfego aéreo. Com esta integração, o sistema permite que os órgãos de controle do tráfego aéreo atuem para equilibrar a demanda de voos com a capacidade operacional, a fim de garantir a segurança das operações, a regularidade e pontualidade dos voos.

Entre as vantagens do sistema estão: redução dos atrasos nos voos; melhorias na malha aeroviária da Índia; economia de combustível das aeronaves; melhor coordenação do tráfego aéreo; maior segurança e eficiência nos voos. Além disso, o SKYFLOW permite que o país atenda ao crescente aumento da demanda, que gira em torno de 187 milhões de passageiros, de acordo com dados de 2017-2018.

O SKYFLOW é a versão internacional do SIGMA (Sistema Integrado de Gestão de Movimentos Aéreos) que já opera no Brasil desde 2012, no Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), fruto de investimentos em pesquisa e desenvolvimento junto ao DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo).

 

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FAB lança, em parceria com a Atech, novo módulo gratuito do aplicativo FPL-BR para consulta de informações aeronáuticas

A primeira versão do aplicativo permite o piloto consultar todas as cartas e publicações do DECEA de maneira ágil e segura, sobretudo em fases críticas do voo

A Força Aérea Brasileira (FAB) lançou, no dia 28 de janeiro, o aplicativo gratuito FPL BR – EFB (Electronic Flight Bag), disponível somente para tablet e Ipad, um novo módulo para a consulta de informações aeronáuticas em formato digital, como cartas de aeródromos visuais e de rotas, publicações AIP e extratos do ROTAER.

O novo módulo FPL BR – EFB foi desenvolvido pela Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo (CISCEA), em parceria com a Atech – Negócios em Tecnologia S/A, empresa do Grupo Embraer, e estará disponível gratuitamente para tablets e iPads nas lojas Google Play e Apple Store.

A primeira versão do aplicativo permite o piloto consultar todas as cartas e publicações do DECEA de maneira ágil e segura, sobretudo em fases críticas do voo.

Por meio deste módulo, será possível armazenar as informações aeronáuticas, possibilitando sua utilização em solo e em voo. Apresentado em 2017 para elaboração, validação, envio e atualização dos dados do plano de voo pela internet – o aplicativo FPL BR já teve mais de 15 mil downloads entre as plataformas IOS e Android.

Sua interface disponibiliza a consulta do plano de voo completo (PVC) e simplificado (PVS), além de mensagens de atualização relacionadas à modificação (CHG), cancelamento (CNL) e atraso (DLA). Nos últimos anos, o Sistema de Informações Aeronáuticas vem passando por grandes alterações.

O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), em julho de 2018, migrou os serviços de disponibilização das publicações aeronáuticas exclusivamente para o formato digital e, neste ano, publicará o aplicativo gratuito FPL BR – EFB, uma eficiente alternativa para a consulta das informações aeronáuticas.

Na segunda versão está previsto o planejamento do voo integrado à emissão do plano de voo, informações meteorológicas e NOTAM (notificação para os aeronavegantes, do inglês, Notice to Airmen). Em atendimento ao item 10, da Instrução Suplementar (IS) nº 91-002 – ANAC, o aplicativo FPL BR – EFB não está disponível para aparelho celular, somente para Tablet/Ipad.

Facilidades

O Diretor do Instituto de Cartografia Aeronáutica (ICA), Coronel Engenheiro Alessander de Andrade Santoro, esclarece que a disponibilidade desse aplicativo permitirá uma melhor familiarização dos usuários com os produtos elaborados pelo Instituto presentes no portal AISWEB, tendo em vista a possibilidade de utilização por parte da tripulação durante os processos de planejamento e realização do voo, acompanhando a navegação em tempo real e acessando com agilidade as informações ao longo da rota voada.

De acordo com a Gerente do Projeto e Chefe da Seção de Planejamento de Informação Aeronáutica do Subdepartamento de Operações (SDOP) do DECEA, Major Engenheira Cristiane de Barros Pereira, o aplicativo reunirá as principais informações utilizadas pelos pilotos, reduzindo o tempo com consultas e com atualização das cartas e publicações de informações aeronáuticas (AIS). “Futuramente, com a disponibilização da função de navegação em versões próximas, contribuirá para o incremento da consciência situacional do piloto”, esclarece a oficial.

“Esse módulo abre caminho a um conjunto de facilidades, tais como, informações meteorológicas, NOTAM e de georreferenciamento integrados no mesmo dispositivo, de forma que possibilite uma redução da carga de trabalho do usuário e uma maior confiabilidade da informação”, explica o Tenente-Coronel Marcelo Jorge Pessoa Cavalcante, da Divisão Operacional da CISCEA.

Para a Comissão, a utilização de recursos eletrônicos no lugar dos manuais e documentos impressos é ecologicamente correto e implica em cortes de gastos com a carga morta, chamada Operação Paperless.

“Dentre os diversos benefícios observados com o uso do FPL BR – EFB, podemos destacar a redução dos custos operacionais relacionados aos processos baseados em papel, aumento da velocidade de atualização dos dados, facilidade de leitura em qualquer nível de iluminação na cabine e o acesso online à base de dados”, afirma a Engenheira Gisele Lima de Oliveira Silva, da Divisão Operacional da CISCEA.

A interface disponibiliza, ainda, a consulta de cartas de aeródromos, bloqueio da interação com a tela, visualização das emendas futuras e seleção das cartas como favoritas.

O aplicativo representa um avanço tecnológico de comunicação intersistemas realizada dinamicamente entre a API-AISWEB e o FPL BR – EFB, disponibilizando informações dinâmicas e precisas a cada publicação de nova emenda pelo Instituto de Cartografia Aeronáutica (ICA).

O aplicativo foi elogiado pelo piloto do Grupo Especial de Inspeção em Voo (GEIV), Capitão Aviador Gabriel Brandello de Oliveira Haguenauer Moura, que ressaltou as vantagens do uso do software. “Permite uma série de facilidades, como na consulta das cartas, facilitando a busca com diversos filtros, a mobilidade e a segurança das informações em tempo real”, afirma o oficial.

Cerimônia

A cerimônia de lançamento do aplicativo FPL BR-EFB ocorreu no salão nobre da CISCEA, no dia 28 de janeiro, com a presença do presidente da CISCEA, Major-Brigadeiro Engenheiro Fernando Cesar Pereira Santos, do chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA, Brigadeiro do Ar Ary Rodrigues Bertolino, do chefe do Subdepartamento de Administração do DECEA, Brigadeiro do Ar Sérgio Rodrigues Bastos Júnior, além de diversas autoridades do DECEA, CISCEA, ICA, GEIV e da empresa Atech.

O Major-Brigadeiro Fernando, presidente da CISCEA, fez a abertura do evento e destacou a dedicação e envolvimento de todos no desenvolvimento do projeto. Em seu discurso, o chefe da Divisão Operacional (DO) da CISCEA, Coronel Aviador Cyro Andé Cruz, agradeceu à equipe da DO e parabenizou todos os envolvidos pela integração.

“Ao DECEA, pela gestão do projeto, ao ICA que reviu processos, ao GEIV pelo empenho dos pilotos em testar o aplicativo e nos trazer o que precisava mudar, à Atech, pela parceria. Estamos no caminho de seguir os objetivos do DECEA, focando no usuário. Hoje é um dia muito especial para todos nós”, disse o Coronel Cyro.

A engenheira Gisele Lima de Oliveira Silva, da Divisão Operacional, fez uma apresentação sobre as principais funcionalidades do aplicativo FPL BR-EFB, e disponibilizou tablets e ipads para que todos pudessem navegar no aplicativo.

“A equipe se dedicou a esse projeto, que vem desde 2018 fazendo levantamento de requisitos e debates, para atingir o objetivo, que é a satisfação do usuário final”, disse a engenheira. O presidente da empresa Atech, Edson Mallaco, agradeceu pela confiança e afirmou estarem comprometidos para as próximas fases do projeto.

“Esse é um marco, gostaria de parabenizar à CISCEA pela inciativa, pelo desenvolvimento, pela parceria não só com a Atech, mas com o usuário, o que vai trazer um nível de qualidade muito grande para o aplicativo”, afirmou.

Para o chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA, Brigadeiro do Ar Ary Rodrigues Bertolino, esse era um trabalho prioritário do Subdepartamento.

“O DECEA vem procurado cada vez mais se aproximar e trabalhar em prol do usuário, entender suas necessidades. Hoje nós atingimos uma grande massa de usuários do DECEA, do Brasil que utilizam essa aplicação e eu fico muito feliz por isso, por que houve uma sinergia de todos nós envolvidos. Agradeço a todos pela dedicação e parceria”, agradeceu o oficial-general.

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Atech participa do Painel ATFM, durante o GATM 2019, em Dubai

O painel irá abordar inovações na área de ATFM, tais como “Regional ATFM” e “Long-Range ATFM”

Especializada em desenvolver soluções tecnológicas para a gestão do fluxo de tráfego aéreo (ATFM), a Atech, empresa brasileira do Grupo Embraer, é reconhecida mundialmente no setor, tendo um portfólio completo de soluções integradas. Devido a tal protagonismo, a empresa participará do Global Air Traffic Management (GATM), que acontece nos dias 19 e 20 de novembro, durante o Dubai Air Show.

A empresa participará do Painel “A Evolução do Gerenciamento do Fluxo de Tráfego Aéreo (ATFM)”, que acontece no dia 20 de novembro, às 13h10. Durante o painel, serão abordados temas como a colaboração com diferentes capacidades dos sistemas existentes no mundo, como explorar os benefícios do “Long-Range” no gerenciamento do tráfego aéreo e como melhorar a segurança do tráfego aéreo com a integração de diversos sistemas ATFM.

Contando com a Família Makron de soluções de integração de ATM e ATFM, a Atech apresentará as pesquisas, análises e conclusões sobre a implantação de conceitos de “Regional ATFM”, “Long-Range ATFM”, e “ATFM in a cloud”. Tal conhecimento baseia-se na experiência da empresa no desenvolvimento e implantação do SKYFLOW na Índia e do SIGMA (Sistema Integrado de Gestão de Movimentos Aéreos), no Brasil – ambos sistemas de gestão de fluxo de tráfego aéreo.

Na área de “Regional ATFM”, a Atech, juntamente com o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e com o Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), ambos ligados à Força Aérea Brasileira (FAB), está implementado no SIGMA um conceito de múltiplas instâncias, para tratar múltiplos países, com o objetivo de integrar os dados de fluxo aéreo de outros países da América do Sul. A colaboração entre os países vizinhos permitirá que todos tenham a consciência situacional em tempo real do fluxo de tráfego aéreo.

Dentro do conceito de “Long-Range ATFM”, a Atech assinou recentemente um MoU com a empresa Aireon para a integração do serviço de ADS-B satelital, fornecido pela Aireon, nos sistemas SIGMA e SKYFLOW. A expectativa é que essa integração aumente consideravelmente o nível de consciência situacional nas tomadas de decisões colaborativas, além do aumento considerável de acuracidade em aplicações de medidas de gerenciamento de fluxo.

SIGMA

A Atech, em parceria com o DECEA, vem desenvolvendo um projeto de expansão do SIGMA – a versão brasileira do SKYFLOW – para modernizar o parque de “hardware” do sistema, além de incorporar novas funções, novos algoritmos de medidas de gerenciamento de fluxos. A versão atual do SIGMA foi primordial para o planejamento estratégico do uso do espaço aéreo para os eventos da Copa do Mundo de Futebol FIFA/2014 e Jogos Olímpicos do Rio do Janeiro, em 2016. Em função desse planejamento, a pontualidade na Copa do Mundo 2014 foi de 93,4 % e nos Jogos Olímpicos 2016 a pontualidade foi de 91,2%, segundo o DECEA.

SKYFLOW

O SKYFLOW integra os dados de intenções de voos futuras das companhias aéreas, aeroportos e dados de órgãos de controle, incluindo dados de posicionamento das aeronaves, com informações de planos de voo e da situação operacional dos aeroportos e auxílios a navegação e comunicação, essenciais para a otimização do fluxo de tráfego aéreo. Com esta integração, o sistema permite que os órgãos de controle do tráfego aéreo atuem para equilibrar a demanda de voos com a capacidade operacional, a fim de garantir a segurança das operações, a regularidade e pontualidade dos voos. O SKYFLOW está em operação no Centro de Comando e Controle de Gestão de Fluxo de Tráfego Aéreo em Nova Deli, desde janeiro de 2017, suportando a gestão do fluxo nos seis principais aeroportos do país.

Sobre a Atech (www.atech.com.br) – Reconhecida como uma “System House” brasileira, a Atech sempre se pautou pela inovação com o objetivo de ajudar a transformar o país. Com uma expertise única em engenharia de sistemas e tecnologias de consciência situacional e apoio a tomada de decisão, a Atech trabalha no desenvolvimento de soluções inovadoras com aplicações nas áreas de tráfego aéreo, sistemas de comando e controle, segurança cibernética, sistemas de instrumentação e controle, sistemas embarcados, simuladores e logística. A empresa é responsável pelo desenvolvimento e modernização de todo o sistema para o gerenciamento e defesa do espaço aéreo brasileiro. Pela sua atuação, a companhia é reconhecida e foi certificada como Empresa Estratégica de Defesa pelo Ministério da Defesa do Brasil.

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