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Novo módulo de monitoramento de condição da Atech integra toda a cadeia de manutenção

A Atech, empresa do Grupo Embraer especializada no desenvolvimento de soluções e tecnologias para apoio à tomada de decisão, lança no mercado brasileiro um novo módulo de monitoramento de condição voltado para a gestão de ativos industriais.

Parte da plataforma OKTO, que integra soluções de Gestão de Ativos, Logística e Conectividade, o software de monitoramento de condição da Atech reúne em um único dashboard os dados coletados por diversas outras ferramentas usadas para acompanhar o estado de equipamentos industriais, como informações de temperatura, vibração, frequência, entre outros.

Além de permitir análises mais inteligentes por meio do cruzamento de dados de diversas fontes, o software de monitoramento de condição da plataforma OKTO trabalha de forma integrada com o módulo de gestão da execução.

De acordo com Fábio Vieira, responsável pelo portfólio de produtos para Gestão de Ativos da Atech, com o lançamento, a plataforma OKTO se firma como um conjunto de tecnologias capaz de integrar toda a cadeia de manutenção.

“Ao conectar o monitoramento à gestão da execução, podemos disparar ações para o time de manutenção. Trata-se de dar uma utilidade maior às informações que, muitas vezes, já são coletadas pelas empresas, mas precisam percorrer um longo caminho até que motivem a geração de uma ordem de manutenção”, explica Vieira, afirmando que agora é possível automatizar toda a camada tática da gestão da manutenção dos ativos.

“Quando falamos no agronegócio, por exemplo, percebemos que muitas empresas que já monitoram seus ativos, como tratores e colheitadeiras, enfrentam o desafio de tomar decisões com base nesses dados e disparar essas informações para a próxima fase da cadeia. Ou seja, quem monitora sabe que existe um problema, mas depende de outro profissional, que vai passar um rádio, abrir um chamado e então gerar uma ordem de manutenção”, explica.

Todas as integrações possíveis

Além de ser integrado a qualquer ferramenta de monitoramento por meio de protocolos abertos, mesmo sendo parte da plataforma OKTO, o módulo de monitoramento de condição da Atech pode se conectar a qualquer software usado para a gestão da execução.

A tecnologia também pode integrar soluções de conectividade, como redes Mesh, segundo Vieira.

“Esse é o caminho ideal para negócios que contam com instrumentos de medição ainda offline, em que técnicos precisam ir a campo para coletar dados de condição dos equipamentos, reunindo todas as informações em uma única tela”, explica o executivo da Atech.

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Indústrias que mantiveram investimentos em gestão de ativos vão ter recuperação mais rápida nos próximos anos

Por Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech

Toda economia passa por momentos de crise. Nos Estados Unidos, foi em 2008, com a falência do Lehman Brother, um dos bancos de investimento mais tradicionais do país, o que provocou um efeito dominó no mercado global. Em 2010, foi a vez da Grécia ocupar as manchetes dos noticiários econômicos. E, o Brasil, segundo a Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro), enfrenta uma recessão econômica desde 2014.

Mas o cenário já é mais promissor. Embora o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) tenha revisado a sua projeção para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 2% para 0,8% em 2019, para 2020 as projeções já são mais otimistas, com previsão de crescimento do PIB para 2,50%.

Além disso, mantendo o otimismo necessário para gerenciar um negócio, vamos lembrar de como o Japão e a Alemanha transformaram todas as dificuldades dos períodos pós-guerra em oportunidades, investindo principalmente em qualidade e eficiência em seus processos de operação e manutenção.

E será que a sua indústria está pronta para se encaixar nessa perspectiva de crescimento e manter o otimismo? Os ativos que compõem a sua linha de produção estão prontos para suportar um aumento de demanda ou mesmo formatar novos produtos e reduzir o time-to-market? A área de gestão de ativos faz parte do planejamento estratégico do seu negócio?

E é exatamente na atividade de gestão de ativos que empresas podem identificar novas oportunidades, identificando processos que ampliem a produtividade e o valor gerado pelos ativos. Com a esperada retomada da economia brasileira, as indústrias já estão buscando aumentar a produtividade, mas ao mesmo tempo ainda não contam com fôlego financeiro para grandes investimentos em ativos.

E sem grandes investimentos na expansão das plantas, a saída é otimizar os ativos existentes. Nelson Cabral de Carvalho, membro da Abraman (Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos) lembra que “antes considerava-se que a manutenção e a gestão de ativos eram um centro de custos. A filosofia atual é que essa área é um centro de resultados. Nessa fase de retomada da economia, quanto mais se puder tirar valor dos ativos existentes, melhor. Essa estratégia gera a oportunidade da empresa ganhar mais com uma maior produtividade e confiabilidade dos equipamentos”.

José Ricardo Roriz Coelho, da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), compartilha dessa opinião, e acrescenta que a boa manutenção e gestão de ativos tem sido fundamental para a otimização e aproveitamento dos parques produtivos, contribuindo para manter ou minimizar perdas de produtividade. “Com uma gestão de ativos proativa e manutenção preventiva e preditiva, as empresas têm melhores condições para reagir ao aumento de produção, assim que houver recuperação de demanda”.

Como manter a competitividade pós-crise?

Como se vê, a implantação de uma correta estratégia de manutenção de ativos é considerada fundamental para manter a competitividade em um momento de retomada da economia. O que nos leva a um outro desafio: como identificar e implantar a melhor estratégia nesse cenário que também inclui a necessidade de embarcar na jornada da transformação digital, rumo à Indústria 4.0?

A resposta está na digitalização e automação dos processos de gestão de ativos, garantindo mais agilidade no compartilhamento e análise de dados e, consequentemente, ações preditivas que garantam a disponibilidade e confiabilidade dos equipamentos.

O ideal é contar com sistema único de gestão de ativos, capaz de automatizar todos os ciclos do processo de manutenção, com soluções de abrangem as seguintes etapas:

Monitoramento de Condição do Ativo, que permite a tomada de decisão durante a produção e manutenção; a eliminação de manutenções preventivas desnecessárias, e a identificação rápida de problemas que possam afetar a segurança operacional e ambiental.

Planejamento e Programação da Manutenção, que fornece um sistema atualizado de recursos, bem como a gestão de execução das atividades críticas, o nivelamento da carga de trabalho da equipe, integrando e otimizando missões planejadas e agendamentos de última hora considerando o risco dos ativos.

Gestão da Execução de Manutenção, que fornece dashboards amigáveis para o gerenciamento dos ativos; consulta a estoque de peças, monitoramento dos chamados de manutenção, alocação dos custos de manutenção, encaminhamento de chamado para equipe de campo de forma simples e humanizada.

Gestão da Estratégia do Ativo, com a verificação do grau de confiabilidade do ativo; identificação dos equipamentos que estão gerando mais quebras, bem como dos ativos que estão impactando a performance produtiva, e auxílio na construção da gestão de risco.

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Saiba como a conectividade dos ativos está reduzindo riscos no setor de óleo e gás

Por Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech

O setor de óleo e gás é uma atividade que envolve altos riscos, seja em qualquer uma das suas três áreas de atuação: upstream (atividades de exploração, perfuração e produção), midstream (atividades de refino) e downstream (atividades de transporte, distribuição e comercialização dos derivados de petróleo). Em todos esses ambientes, a confiabilidade, integridade e bom funcionamento de equipamentos, junto com uma inteligente estratégia de manutenção, é que vão garantir a segurança das operações.

Segundo o estudo “Global IoT in Oil on Gas Market”, realizada pela empresa de pesquisa Research and Markets,  a Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) é fundamental para que o setor implante novos modelos de negócios e, principalmente, ganhe a capacidade de tomar decisões estratégicas com muito mais rapidez e assertividade, elevando a eficiência dos processos e o nível de segurança das operações, com uma previsão de investimentos que deve chegar a US$ 39,40 bilhões em 2023.

Sensores integrados, automação e conectividade, e o consequente compartilhamento de informações em tempo real, reúnem e fornecem dados operacionais de locais remotos, ou não, o que ajuda os gestores a avaliarem a eficiência das operações de maneira precisa e detalhada.

A conectividade dos ativos também vai de encontro a um dos maiores desafios do setor de óleo e gás: a necessidade de remover a barreiras físicas para que as empresas possam atingir locais remotos, onde o ser humano não pode chegar, e garantir a integridade dos ativos – equipamentos, tubulações, robôs, etc – utilizados nessas operações.

As principais áreas de aplicações da IoT e a conectividade dos ativos no setor de óleo e gás incluem a gestão de ativos, manutenção preditiva e preventiva, monitoramento de tubulações, gerenciamento de segurança e também atividades ligadas a midstream e a downstream, como gestão de frotas.

Menos custo, mais segurança

Atualmente, onde o valor da conectividade dos ativos é mais percebido nas atividades de upstream do setor de óleo e gás é na redução de tempos de parada, que podem ser causados desde condições climáticas até por falhas de equipamento. Essas paradas têm um grande impacto na receita, respondendo por cerca de 10% a 20% dos custos totais de perfuração.

Com as soluções de IoT, as empresas conseguem implantar estratégias eficientes de manutenção preditiva, antecipando a possibilidade de falhas e detectando vazamentos rapidamente – e assim identificam possíveis problemas antes que eles comecem.

As soluções de IoT enviam alertas sempre que identificam que um ativo precisa de manutenção, com base em um cruzamento de uma série de dados coletados em tempo real nos locais de exploração bem como as análises de confiabilidade para ajuste nas estratégias de manutenção evitando paradas inesperadas e até mesmo grandes acidentes, como o ocorrido no Golfo do México em 2010, quando a plataforma Deepwater Horizon, operada pela empresa britânica BP, explodiu e derramou cerca de 3,2 milhões de barris de petróleo, formando uma mancha que atingiu cerca de 22 milhas de comprimento.

Já na área de midstream, a IoT é usada para medir a espessura da tubulação, vazão, pressão e várias outras atividades. Essas medições poderiam até ser feitas manualmente, mas seria um trabalho demorado – a entrega dos dados não seria feita em tempo real e muito menos analisada em tempo real, com alto custo e, principalmente, passível de erro, o que pode ser a diferença entre uma operação eficiente e um grande desastre.

Algumas atividades de refino precisam ser mensuradas em tempo real, como o caso de uma válvula, já que uma mudança na taxa de fluxo exigiria o controle quase instantâneo da sua vazão.

E, na área de downstream, a IoT irá permitir um melhor gerenciamento da frota de transporte, indicando rotas mais rápidas e seguras, e rastreando o local exato onde se encontra um caminhão, fornecendo dados imediatos para que o sistema de geolocalização possa analisar e tomar ações de forma automática. Assim, é possível estabelecer novas rotas ou mesmo acionar imediatamente equipes técnicas que irão ao local com mais agilidade e segurança.

Inovadoras soluções de IoT e a conectividade dos ativos proporcionada pela tecnologia de Redes Mesh oferecem mais eficiência ao planejamento de gerenciamento de risco no setor de óleo e gás, que envolvem todos os ativos, físicos ou não, como plataformas, dutos, navios, refinarias, sistemas, e claro, trabalhadores.

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Entenda a importância de contar com mais segurança e controle no setor minerador

Por Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech

Uma estratégia de gestão de ativos é a forma de transformar a linguagem técnica em negócio, implantando soluções que oferecem a capacidade de tomar decisões baseadas em valor e risco, garantindo a correta estratégia para gerir os equipamentos e facilitando o planejamento e a programação de serviços.

No setor minerador, a capacidade de monitorar a condição dos ativos e barragens em tempo real e predizer quando vai haver uma falha com semanas ou meses de antecedência é a diferença entre o sucesso da operação ou de acidentes como os acontecidos no Chile, em 2010, ou no Brasil, em 2015.

A última edição do Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos, realizado em outubro, em Belo Horizonte, mostrou que é possível desenvolver e customizar soluções de gestão de ativos alinhadas aos desafios e tendências no setor minerador.

A meta é atender aos maiores desafios das equipes encarregadas pela manutenção, agregando mais segurança e produtividade para as operações, reduzindo paradas não programadas que acarretam perda da produção, assim como os custos de manutenção, diminuindo o número de manutenções corretivas inesperadas para os ativos.

Digitalização é fundamental

Segundo estimativas do Fórum Econômico Mundial, a digitalização pode ajudar o setor minerador a economizar cerca de US$ 190 bilhões em toda a sua cadeia produtiva nos próximos 10 anos, o que representa cerca de 3% do total de vendas da indústria de mineração. A automação de processos não apenas aumenta a produtividade, mas também a sustentabilidade das operações e a segurança dos ativos e dos trabalhadores.

A implantação de soluções de Internet das Coisas e de gestão de ativos que integram os dados e informações de todos os sistemas, enviados por sensores embarcados nos equipamentos e wearables usados pelos trabalhadores, entrega uma nova capacidade aos gestores: a possibilidade de desenvolver um plano robusto e confiável para embasar decisões estratégicas relativas à segurança e ao controle nas operações, alinhado com as diretrizes da ISO 55000.

Sem a inteligência dos dados, os responsáveis pelas políticas de manutenção podem definir estratégias errôneas para os ativos causando um índice elevado de manutenções corretivas inesperadas bem como a execução de manutenções preventivas ineficientes para prevenir e se antecipar as falhas, e os prejuízos tangíveis e intangíveis podem ser incalculáveis.

Por que investir na segurança e no controle

No setor minerador, por conta da própria natureza das operações, os desafios em relação à segurança são inúmeros, e as decisões precisam ser tomadas de imediato para que acidentes de grandes proporções sejam evitados. Ter acesso em tempo real a informações estratégicas é fundamental e somente soluções integradas de gestão de ativos são capazes de:

Gerenciar o comportamento de todos os instrumentos e emitir alertas para leituras fora do esperado

Reduzir os custos com manutenção e remediação de falhas em equipamentos

Aumentar a disponibilidade dos equipamentos

Diminuir o impacto de eventuais falhas e períodos de inatividade

Gerar informações sobre pontos de atenção futuros e compartilhar informações entre as áreas envolvidas na manutenção

Tomar decisões baseadas no risco considerando impacto financeiro, ambiental e saúde

Oferecer atualizações constantes de estabilidade dos ativos

Garantir a integridade física de barragens e outros ativos por meio de medições, análises e relatórios de conformidade técnica

De acordo com a necessidade específica de cada operação, é possível reforçar a proposta de valor, seja em monitoramento de condição de ativos, planejamento e programação da manutenção ou controle da manutenção, garantindo assim o uso mais eficiente do capital investido e a segurança das atividades.

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Estratégia de manutenção preditiva reduz riscos no setor de óleo e gás

Por Fábio Vieira, responsável pelos produtos de Gestão de Ativos da Atech

A 19ª. edição da Rio Oil & Gas, realizada em setembro de 2018, teve como um dos principais temas o impacto das tecnologias digitais na indústria mundial de óleo e gás, destacando os benefícios que podem ser percebidos com a implantação de soluções automatizadas que atuam como ferramentas de análise e de gestão de dados de grandes projetos. Com isso, simples dados são convertidos em informações extremamente relevantes.

O mercado está otimista com a retomada dos leilões de áreas exploratórios do pré-sal pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e a previsão é de que os investimentos deverão chegar a R$ 1,8 trilhão até 2054, enquanto a arrecadação deve atingir R$ 6 trilhões. A produção do pré-sal representa 53% de todo o petróleo e gás natural extraído das bacias sedimentares brasileiras. Além disso, os principais players do mercado brasileiro anunciaram investimentos da ordem de até US$ 95 milhões até 2021.

Mas todo esse investimento previsto pelo setor de óleo e gás pode não resultar em lucro no balanço das organizações caso falhas nos equipamentos resultem em grandes desastres ambientais ou morte de trabalhadores.

Especialistas em segurança no setor de óleo e gás ressaltam que um dos maiores perigos é quando acontece a invasão do poço por fluidos e o mais perigoso deles é o gás. Por ser mais leve, ele pode subir e alcançar a superfície com mais facilidade, provocando explosões e incêndios.

Quando fluidos invadem um poço, os técnicos injetam substâncias mais pesadas no poço para impedir que eles saiam de controle. E, na iminência de um acidente ou explosão em uma plataforma de petróleo, segundo o professor Ricardo Cabral de Azevedo, doutor do Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo da Universidade de São Paulo (USP), a primeira alternativa é fechar o poço o mais rápido possível, usando o chamado “blow out preventer”, um conjunto de válvulas feito para fechar um poço em qualquer situação.

Mas e se as válvulas não funcionarem? No episódio da explosão da plataforma Deepwater Horizon, em 2010, o não funcionamento desse sistema pode ter sido um dos motivos da tragédia, quando mais de 10 pessoas morreram e os danos ambientais ultrapassaram US$ 17 bilhões.

E o não funcionamento desse sistema de válvulas teria sido ocasionado por uma falha na estratégia de manutenção preditiva? Até hoje não se pode afirmar qual foi a real causa do acidente, mas certamente não vale a pena arriscar e não investir em manutenção. Além das mortes e dos danos ambientais, os gastos da BP com o vazamento já somam US$ 65 bilhões. Todo líder de negócio certamente concorda que o investimento em soluções de gestão de ativos seria muito menor do que os prejuízos financeiros e os danos à marca.

IoT leva inteligência para a análise da condição do ativo

Com inovadoras soluções de Internet das Coisas (Internet of Things – IoT), embarcadas em veículos robóticos controlados remotamente ou mesmo em equipamentos que operam nas plataformas, é possível aplicar inteligência de dados e, por exemplo, gerenciar os riscos de corrosão com insights em tempo real sobre a situação de cada ativo.

A manutenção baseada na análise da condição do ativo, entrega aos gestores de manutenção uma maior visibilidade de toda a cadeia, aumentando a confiabilidade, disponibilidade e o volume produzido dos equipamentos. Com uma eficiente estratégia de manutenção, é possível prolongar a vida útil do maquinário – que tem um custo de aquisição e operação altíssimo – e reduzir os custos gerados por paradas não programadas, bem como os gerados por falhas que possam colocar a operação e até a mesmo a sobrevivência da empresa em risco.

O uso de soluções digitais para a gestão de ativos permite monitorar a sua condição; planejar e programar e gerenciar a execução da manutenção, gerenciando riscos e permitindo implantar uma estratégia eficiente de manutenção preditiva.

Mas, para isso, é preciso ter em mente que manutenção não é despesa, e sim um investimento em ativos fundamentais para a continuidade e longevidade do negócio. Isso pode gerar um aumento de dez vezes no retorno do investimento e uma redução de 25% a 30% nos custos de manutenção.

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