CategoriesCadeia de suprimentos,  Conexões Inteligentes,  Melhoria Contínua

As tendências da Indústria 4.0 pós COVID-19

Listas são uma tradição de todo começo de ano. E em um ano totalmente atípico, listar tendências que possam indicar um caminho menos conturbado se torna uma necessidade. Então, para a Indústria, 2021 pode significar um ano de mudanças, de desenvolvimento e, principalmente, resiliência.  

O ano de 2020 acelerou a transformação digital no setor produtivo de forma nunca vista anteriormente. Novas tecnologias otimizaram processos na cadeia de suprimentos e tornaram o compartilhamento de dados mais seguros. Além disso, a adoção da automação desses processos se tornou essencial para reduzir custos, aumentar a eficiência e produtividade e, assim, ajudar na sobrevivência das empresas. 

Olhar para o futuro pós-Covid pode mostrar o caminho que a indústria 4.0 tem pela frente e para se preparar para possíveis crises. O primeiro passo é o que fazer quando a pandemia finalmente chegar ao fim. É o momento para substituir as estratégias de recuperação de desastres por outras que garantam a continuidade dos negócios. Claro, muitas transformações feitas durante a crise podem (e devem) continuar, exigindo apenas alguns ajustes para uma nova realidade. 

A saúde dos funcionários também precisa estar no foco das empresas, para que não corram riscos de, no momento da recuperação, não poder contar com recursos importantes de suas equipes. Novos protocolos para manter a segurança e saúde dos funcionários podem ser implementados – como realizar check-ups regulares – e seguidos à risca. Agir de maneira proativa ajuda a reduzir riscos. 

 

Fábricas Inteligentes

Para 2021, e para os próximos anos, a tendência de tornar uma operação mais inteligente e conectada deve chegar com mais força. Operações devem se tornar remotas, com controle à distância, com maior uso da análise de dados, automação e tecnologias baseadas em Inteligência Artificial (IA) e hospedadas na nuvem. Isso garante a visibilidade de toda a operação e o progresso da produção diretamente na tela do computador ou de algum outro dispositivo. 

Otimizar e tornar a cadeia de suprimentos mais resiliente também são fatores considerados essenciais pelas empresas há alguns anos, e 2020 mostrou essa importância e deixou claro os riscos por toda a cadeia, o que exigiu das empresas uma grande agilidade para se adaptar. Esses desafios precisam ser analisados e considerados na hora de realizar as mudanças necessárias para garantir que não serão pegos desprevenidos nos próximos anos. Uma cadeia de suprimentos precisa ser ágil e forte para enfrentar qualquer tipo de mudanças no mercado, sem que isso afete a produção. Tecnologias para gerenciamento da cadeia de suprimentos baseadas em IA e aprendizado de máquina pode prever os possíveis problemas e ajudar a empresa a se adiantar a eles. 

Uma cadeia de suprimentos otimizada, com o uso de tecnologias baseadas em IA e aprendizado de máquina, também contribui para melhorar a tomada de decisões tornando-a muito mais ágil. Novas soluções baseadas em dados devem se tornar onipresentes no setor de manufatura, pois permitem analisar rapidamente as informações necessárias para criar insights acionáveis e buscar novas oportunidades de negócios, além de contribuírem para monitorar a fábrica, evitando problemas nas máquinas e interrupções inesperadas. 

Essas tendências também exigem que os funcionários tenham habilidades que, até então, não eram necessárias ou urgentes. Assim, para embarcar na indústria 4.0, as empresas também precisam buscar por esses talentos, ou desenvolvê-los internamente. Com o crescimento do trabalho remoto e o uso de novas tecnologias, é essencial que o RH esteja preparado para atender às necessidades que essas tendências devem trazer para o chão da fábrica. 

A indústria 4.0 traz diversas oportunidades para os mais diversos setores da economia, mas sua empresa está preparada para a transformação que essa jornada pode causar? Converse com nossos especialistas e conheça nossas soluções. 

CategoriesCadeia de suprimentos,  Logística

Resiliência na cadeia de fornecimento é aposta da indústria

De acordo com o Gartner, 77% das empresas que participaram da pesquisa Future of Supply Chain: Crisis Shapes the Profession indicaram que procuram investir em um relacionamento mais profundo e colaborativo com seus fornecedores e, com isso, melhorar a resiliência e agilidade dos processos envolvidos por toda a cadeia de fornecimento. 

 Para essas empresas, diversificar seus fornecedores também é visto como uma estratégia para aumentar a resiliência e enfrentar possíveis crises que venham pela frente. Isso mostra a importância de manter um bom relacionamento com os fornecedores e contar com uma cadeia de suprimentos fortalecida, principalmente depois do que as empresas enfrentaram em 2020, com a mais séria crise sanitária mundial das últimas décadas. 

 Lá atrás, no início da pandemia, contratos já assinados não garantiam o atendimento aos pedidos, com muitas empresas só conseguindo manter o fluxo de insumos devido ao bom relacionamento mantido com seus fornecedores. Dessa forma, hoje, as empresas não podem esperar por uma nova crise para criar uma estratégia que garanta que seus pedidos sejam atendidos. Elas precisam ter em mãos uma visão profunda de toda a sua cadeia de suprimentos – e não apenas do primeiro nível, mas dos fornecedores de seus fornecedores – para correr menos riscos de enfrentar alguma interrupção por falta de recursos. 

 Assim, o bom relacionamento com fornecedores é essencial para evitar riscos no fornecimento de mercadorias e o compartilhamento de informações entre as empresas é fundamental para prever desabastecimentos causados por alguma crise – de saúde, meteorológico, política, econômica. 

 

Como tornar a cadeia de suprimentos mais resiliente

 Diversos estudos apontam que praticamente nenhum líder de negócio acredita que as estratégias de abastecimento podem voltar ao que que eram antes da pandemia.  

 Isso mostra que as empresas estão entendendo que suas cadeias de suprimentos precisam se tornar mais flexíveis e ágeis para que consigam reagir rapidamente para evitar possíveis interrupções. Então, para que isso aconteça, as empresas precisam contar com uma estratégia de contingência que antecipe crises ao mesmo tempo em que buscam uma resposta eficiente para evitar ou minimizar problemas. 

 Da mesma forma, a cadeia de suprimentos está retornando às suas origens, voltando seu foco para empresas de regiões mais próximas, regionalizando seus fornecedores – mesmo que isso represente um aumento nos custos – e diversificando sua base de parceiros, com novas opções de fornecedores e logística. 

 Isso exige uma política que enfatize o maior compartilhamento de informações entre a empresa e seus fornecedores, aumentando a visibilidade por toda a cadeia e também a transparência, e entregando uma maior visibilidade de todos os riscos. 

 Outro ponto que precisa ser levado em consideração é a sustentabilidade. Uma cadeia de suprimentos sustentável é aquela que envolve todos os participantes na prática de ações que reduzam ao máximo o impacto ambiental. Dessa forma, toda a cadeia de suprimentos precisa estar atenta aos diversos fatores ambientais que possam causar alguma interrupção e trabalhar para evitá-los. Essa colaboração garante melhorias nos processos por toda a cadeia. 

 É importante entender que crises sempre existirão e que isso exige das empresas uma abordagem que permita minimizar ao máximo os riscos que possam interromper seus negócios. As empresas que aproveitarem esse momento para fortalecer sua cadeia de suprimentos estarão um passo à frente de suas concorrentes.  

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CategoriesCadeia de suprimentos,  Logística,  Transporte

Cinco passos para adotar uma estratégia IoT

Internet das coisas (IoT) vem sendo cada vez mais adotada no Brasil, e a quantidade de equipamentos e máquinas conectados cresce a cada diaA indústria utiliza sensores conectados a um sistema digital, dedicados a capturar informações para monitorar máquinas e analisar a produtividade e, assim, otimizar desde a gestão de ativos até a logística.  

A quantidade de dados gerada atualmente pelos sistemas utilizados é gigantesca e a análise dessas informações pode ser o motor para o crescimento das empresas, mas, como qualquer estratégia inovadora, é preciso que seja implementada com planejamento para que seja realmente bem-sucedida. 

 Então, como implementar uma estratégia eficiente e que realmente contribua para o crescimento dos negócios? 

Algumas empresas optaram por usar a IoT para criar novos produtos, outras para transformar os negócios, mas as empresas mais bem-sucedidas foram as que optaram por focar a estratégia IoT nos produtos já existentes. 

 Assim, o primeiro passo é simples: Começar com foco no próprio negócio, analisando a possibilidade de usar a tecnologia nos produtos e serviços já oferecidos pela empresa. Isso permite ter uma visão mais completa e abrangente dos produtos e serviços oferecidos, de forma a entender como torná-los mais atraentes e úteis para os clientes. 

 Ao saber exatamente o que se espera da tecnologia e como ela pode ajudar a empresa, escolher uma plataforma de IoT que realmente responda a essas necessidades é essencial para o sucesso da estratégia. Da mesma forma que não existe uma estratégia padronizada para a implementação da IoT, é preciso contar com uma plataforma que ofereça flexibilidade para atender a demandas diversas. Monitorar a logística de uma transportadora é bem diferente de mensurar o consumo de recursos em uma linha de produção. 

 Com isso em mente, é preciso entender que o melhor momento para implementar uma estratégia IoT é agoraPara isso, a empresa precisa ter a capacidade de gerenciar mudanças rapidamente, pois a IoT leva a um caminho de mudanças inevitáveis para tornar uma operação mais eficiente. Mas, se processos não forem modificados e otimizados, os riscos de naufragar são grandes. 

 Outro fator que pode contribuir positivamente para uma estratégia IoT é implementá-la em escala, para diversos usos simultaneamente. Concentrar o investimento em um único segmento da produção pode ser contraproducente e ineficiente. Em ambientes com arquitetura de dados e estruturas similares é mais inteligente usar a tecnologia para desenvolver ofertas e criar sinergias entre os produtos produzidos em toda a linha de produção. 

 Por fim, a segurança não pode ser negligenciada em nenhum momento. A IoT aumenta o risco de violação de dados e invasão de sistemas. E esses riscos exigem uma política de segurança robusta, e que seja seguida a risca por todos os funcionários, com investimento em sistemas de segurança e treinamento para evitar problemas. 

 A IoT precisa conectar de maneira eficiente máquinas, pessoas e sistemas, além de tornar os processos mais fáceis e contribuir para tornar as decisões mais inteligentes. E as tecnologias de gestão de redes da Atech ajudam sua empresa a gerenciar seus equipamentos em tempo real a um custo atrativo. Entre em contato e saiba mais. 

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