Menu

Blog

6° e-Fórum Atech começa com busca por soluções inteligentes para os desafios urbanos

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Entre os dias 29/09 e 1º/10 foi realizado o 6° e-Fórum Atech, que este ano trouxe como debate o tema “Future, NXT: o papel da tecnologia e da inovação para governos, pessoas e organizações”.

Na abertura do evento, o presidente da Atech, Edson Mallaco, destacou o compromisso da empresa com o desenvolvimento tecnológico, a inovação e a criatividade e explicou o propósito do fórum. “Queremos traçar uma rota rumo ao futuro com o que, de fato, a inovação e a tecnologia podem contribuir com a evolução da sociedade”.

Os desafios urbanos e o papel de tecnologias como Big Data, Data Mining, Business Intelligence, Internet das Coisas e dados obtidos via observação por satélite no futuro das cidades foram debatidos no painel de abertura do evento, conduzido pelo gerente de negócios da Atech, Claudio Nascimento. Na ocasião, os painelistas puderam trocar visões e experiências sobre os impactos dessas soluções nos campos da gestão, segurança pública, mobilidade e meio ambiente.

A importância da conectividade foi apontada pelo secretário de Inovação e Desenvolvimento Econômico de São José dos Campos, Alberto Alves Marques Filho. Segundo ele, a chegada do 5G deve provocar um grande salto de qualidade nesse processo. “A face mais exposta da transição de uma agenda tradicional das cidades para uma outra mais provocativa e completa, que inclui as novas tendências, é a conectividade”, disse ele, ao reforçar que as tecnologias vão chegar a municípios mais distantes e eles caminharão para a adaptação ao conceito de cidades inteligentes. “Acredito que as pequenas cidades passarão por esse processo mais rapidamente que os grandes centros urbanos, até mesmo pelo tamanho do desafio”, completou.

Outro viés de relevância destacado pelo secretário que está cada vez mais presente nas agendas modernas e inovadoras é o Meio Ambiente. “Toda gestão pública séria leva em conta a questão da sustentabilidade a cada passo que dá”, afirmou.

Ao apontar ainda a necessidade de foco em qualidade de vida dos cidadãos, Marques Filho afirmou que o processo de desburocratização digital deve ser prioridade de todo governo. “Isso já vem acontecendo ao longo dos últimos anos, mas precisa ser acelerado para aprimorar o relacionamento entre a administração pública e a sociedade”.

Na mesma linha, o Major Paulo Augusto Aguilar, chefe de Divisão no Comando de Policiamento de Choque da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) falou do empoderamento do cidadão com o surgimento da internet e das redes sociais, o avanço das tecnologias e a transformação digital. “Isso modificou o mundo para sempre, fragmentou o status quo”, disse ele, ao destacar que vídeos, textos, áudios, imagens e redes sociais formam grandes sensores acumulados. Lembrou ainda do papel de centros de fusão de dados dos COPOMs (Centro de Operações da Polícia Militar), vistos como ecossistemas relevantes para o processo decisório.

Major Aguilar falou também sobre como essas tecnologias podem auxiliar na integração das áreas de segurança, saúde e assistência social e no auxílio eficiente à sociedade. Soluções tecnológicas podem viabilizar, por exemplo, em caso de um incidente, que um hospital tenha informações do estado de saúde de um ferido mesmo antes dele chegar ao local, as famílias possam encontrar seus entes queridos mais facilmente e uma viatura possa chegar a uma localidade mesmo antes de as vítimas terem ciência de um perigo iminente.  “Podemos prestar um serviço personalizado, eficiente e ágil”.

Questões do Meio Ambiente foram o foco da participação de Alex Paiva Rampazzo, superintendente de Gestão Ambiental e Territorial da Valec, que reforçou a importância do tripé: sustentabilidade, resiliência e eficiência.

Pensando em sustentabilidade, não é possível, segundo o painelista, trabalhar apenas o lado ambiental, sem pensar também em inputs econômicos ou sociais, pois se trata de um grande ecossistema, uma parte afeta a outra.

Já o item resiliência é o princípio da sustentabilidade, para Rapazzo. “Precisamos adquirir a capacidade de, após sofrer grande impacto, voltar ao patamar anterior e crescer”, disse ele, ao exemplificar sua fala com a atual situação de pandemia no mundo.

Por fim, a eficiência diz respeito a fazer mais com menos. “O mundo é um ciclo fechado, não entra recursos de fora, por isso, devemos encontrar soluções inteligentes para explorá-los’, disse ele ao dar como exemplo um tratamento mais refinado da água do que no início do século, em virtude do aumento da poluição, ou novas alternativas de extração de ferro, que agora ocupa regiões mais profundas ou inexploradas e afastadas.

Entre em contato

Email: contato@atech.com.br
Tel.: 55 (11) 3103-4600
Rua do Rocio, 313 – 5° andar
Vila Olímpia – São Paulo – SP

Copyright © 2019. Todos os direitos reservados.
Criado pela Intelligenzia